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Monday, December 03, 2012
Tuesday, November 11, 2008
Animais e humanos já não precisam disputar água em Moçambique
Impressionante! Graças a uma companhia de mineração em Moçambique, a Rovuma Resources, humanos e animais têm maior disponibilidade de água agora:
http://macua.blogs.com/moambique_para_todos/2008/11/nairoto-homem-e-feras-param-de-disputar-a-%C3%A1gua.html
Tuesday, January 01, 2008
Final de ano e infra-estrutura
Neste feriadão de fim de ano, as comemorações foram razoavelmente 'secas', pois em muitas cidades do litoral faltou água. Este foi o caso, particularmente, em cidades como Praia Grande no litoral paulista. Vão culpar o "impacto ambiental causado pelo homem", enquanto que se trata de simples falta de investimento em infra-estrutura por parte dos governos para atender a crescente demanda do mercado de consumo.
Em Moçambique a iniciativa privada prevê o aumento do fornecimento de energia elétrica que passará dos 8% para 11%. De 1,6 bilhão sem acesso a energia elétrica no mundo, 32% se encontra na África Subsaariana. Não há como equacionar esta demanda reprimida sem a interação entre mercado consumidor e setor privado no mundo. O exemplo africano deveria servir para o turismo brasileiro ou nossos 'farofeiros' deverão se preparar para descer a serra com um reboque cheio de galões se não quiserem comprá-los no litoral, mesmo.
Thursday, March 22, 2007
Sólida proposição para o Dia Internacional da Água
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Como já alertei, o dia da água será utilizado para paranóia e sensacionalismo, o que não elimina a possibilidade de encontrarmos algo bom e razoável sobre o tema que não caia no tosco castatrofismo:
Spaipa entra no clube da reciclagem de água
Para algumas empresas, o Dia Internacional da Água, comemorada neste 22 de março, é mais do que uma simples data – é a celebração de um recurso cada vez mais valioso para os negócios. É o caso da AGCO, Vonpar, Fruki, Renault, O Boticário e várias outras companhias que, cada vez mais, buscam meios criativos de economizar a água. Uma das empresas que acabam de aderir a esse grupo é a Spaipa, engarrafadora e distribuidora dos produtos da Coca-Cola e da Femsa no Paraná. No início deste ano, a companhia desenvolveu um sistema de reutilização de água das chuvas na sua unidade de Maringá. O sistema inclui calhas para coleta, cisternas para armazenagem e um sistema de filtragem de partículas – que permite a utilização da água coletada na fabricação das bebidas. “É nesse ponto que está o pioneirismo do nosso sistema. As outras empresas só utilizam a água em processos, mas não na fabricação do produto final”, destaca Arthur Hermoso, coordenador ambiental da Spaipa. Ele informa que os efluentes coletados passam por uma rigorosa análise laboratorial e só depois são utilizados na produção das bebidas. “Depois de tratada, a água da chuva tem qualidade até superior àquela oferecida pelo sistema municipal”, garante Hermoso. Em dois meses, a Spaipa armazenou quase 400 mil litros de água. Até o final do ano, o total deve subir para 3,5 milhões de litros. Ainda em 2007, os técnicos paranaenses irão para a unidade da Spaipa em Marília, no interior paulista, implementar o sistema.
Informações da Organização das Nações Unidas (ONU) apontam que o consumo global de água cresceu seis vezes no último século – mais do que a população mundial[*], que triplicou no mesmo período. Nos próximos 25 anos, a entidade projeta que duas em cada três pessoas sofrerão com a escassez desse recurso. (Daniele Alves)
[*]Ou seja, se o consumo aumentou, o acesso ao recurso idem, o que significa, em outras palavras, uma melhoria da qualidade de vida. Para concluir em sentido diametralmente oposto ao exposto.
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Como já alertei, o dia da água será utilizado para paranóia e sensacionalismo, o que não elimina a possibilidade de encontrarmos algo bom e razoável sobre o tema que não caia no tosco castatrofismo:
Spaipa entra no clube da reciclagem de água
Para algumas empresas, o Dia Internacional da Água, comemorada neste 22 de março, é mais do que uma simples data – é a celebração de um recurso cada vez mais valioso para os negócios. É o caso da AGCO, Vonpar, Fruki, Renault, O Boticário e várias outras companhias que, cada vez mais, buscam meios criativos de economizar a água. Uma das empresas que acabam de aderir a esse grupo é a Spaipa, engarrafadora e distribuidora dos produtos da Coca-Cola e da Femsa no Paraná. No início deste ano, a companhia desenvolveu um sistema de reutilização de água das chuvas na sua unidade de Maringá. O sistema inclui calhas para coleta, cisternas para armazenagem e um sistema de filtragem de partículas – que permite a utilização da água coletada na fabricação das bebidas. “É nesse ponto que está o pioneirismo do nosso sistema. As outras empresas só utilizam a água em processos, mas não na fabricação do produto final”, destaca Arthur Hermoso, coordenador ambiental da Spaipa. Ele informa que os efluentes coletados passam por uma rigorosa análise laboratorial e só depois são utilizados na produção das bebidas. “Depois de tratada, a água da chuva tem qualidade até superior àquela oferecida pelo sistema municipal”, garante Hermoso. Em dois meses, a Spaipa armazenou quase 400 mil litros de água. Até o final do ano, o total deve subir para 3,5 milhões de litros. Ainda em 2007, os técnicos paranaenses irão para a unidade da Spaipa em Marília, no interior paulista, implementar o sistema.
Informações da Organização das Nações Unidas (ONU) apontam que o consumo global de água cresceu seis vezes no último século – mais do que a população mundial[*], que triplicou no mesmo período. Nos próximos 25 anos, a entidade projeta que duas em cada três pessoas sofrerão com a escassez desse recurso. (Daniele Alves)
http://amanha.terra.com.br/ - Newsletter diária n.º 917 - 21/03/2007
...[*]Ou seja, se o consumo aumentou, o acesso ao recurso idem, o que significa, em outras palavras, uma melhoria da qualidade de vida. Para concluir em sentido diametralmente oposto ao exposto.
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Thursday, January 18, 2007
Desperdício de água na cidade da "qualidade de vida"
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Em Ribeirão da Ilha, na Ilha de Santa Catarina, parte integrante do município de Florianópolis/SC, o aposentado Alberto Jorge da Silva de 47 anos perdeu sua plantação de cana-de-açúcar devido a um vazamento de água da Casan, a distribuidora de água. A causa: uma válvula estragada. Se faz campanha para economizar água tratada, se combate, publicitariamente, o desperdício incentivando os consumidores a encurtarem o período do banho etc., mas o excesso d'água em sua várzea já dura cinco anos![1]
E a companhia de saneamento e águas da capital – CASAN – perde 40% da arrecadação devido a fraudes, os chamados “gatos”. Some a isto os vazamentos que não são, durante meses ou até anos, consertados. Mas, parece que as fraudes são o fator que mais pesa. Chegam a ser 50 ocorrências mensais de adulterações nos hidrômetros. Dificuldades de acesso pelos fiscais, particularmente em áreas violentas e a venda de água a terceiros são comuns.[2]
Culpar só o governo pelo descaso não é justo. A prefeitura de São José, cidade vizinha a Florianópolis, está limpando o Rio Araújo. Máquinas retroescavadeiras foram utilizadas para limpar e desobstruir a tubulação de drenagem. Até agora já foram retirados entulhos em 50 caminhões (!), com todo o tipo de tralha que se pode imaginar: pneus, sofás velhos, madeira, geladeiras, fogões e vasos sanitários.[3] Daí, a população não tem direito nenhum a reclamar pela nova canalização do rio, pois ela própria é porca.
[1] Hora de Santa Catarina, 17 de janeiro de 07.
[2] Notícias do Dia, 19 de janeiro de 2007.
[3] Idem.
Em Ribeirão da Ilha, na Ilha de Santa Catarina, parte integrante do município de Florianópolis/SC, o aposentado Alberto Jorge da Silva de 47 anos perdeu sua plantação de cana-de-açúcar devido a um vazamento de água da Casan, a distribuidora de água. A causa: uma válvula estragada. Se faz campanha para economizar água tratada, se combate, publicitariamente, o desperdício incentivando os consumidores a encurtarem o período do banho etc., mas o excesso d'água em sua várzea já dura cinco anos![1]
E a companhia de saneamento e águas da capital – CASAN – perde 40% da arrecadação devido a fraudes, os chamados “gatos”. Some a isto os vazamentos que não são, durante meses ou até anos, consertados. Mas, parece que as fraudes são o fator que mais pesa. Chegam a ser 50 ocorrências mensais de adulterações nos hidrômetros. Dificuldades de acesso pelos fiscais, particularmente em áreas violentas e a venda de água a terceiros são comuns.[2]
Culpar só o governo pelo descaso não é justo. A prefeitura de São José, cidade vizinha a Florianópolis, está limpando o Rio Araújo. Máquinas retroescavadeiras foram utilizadas para limpar e desobstruir a tubulação de drenagem. Até agora já foram retirados entulhos em 50 caminhões (!), com todo o tipo de tralha que se pode imaginar: pneus, sofás velhos, madeira, geladeiras, fogões e vasos sanitários.[3] Daí, a população não tem direito nenhum a reclamar pela nova canalização do rio, pois ela própria é porca.
[1] Hora de Santa Catarina, 17 de janeiro de 07.
[2] Notícias do Dia, 19 de janeiro de 2007.
[3] Idem.
