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Sunday, October 20, 2013
Por que a terra treme no Brasil
Por que a terra treme no Brasil: http://youtu.be/W6tOVzxBtrQ via @youtube
Sunday, October 13, 2013
PL 1610/96
Uma boa ideia: PL 1610/96 - - - O ouro indígena - Opinião e Notícia http://opiniaoenoticia.com.br/brasil/o-ouro-indigena/#.Uls4WttRssQ.twitter
Tuesday, October 08, 2013
Erros geográficos
CNN erra e mostra localização de Hong Kong no Brasil http://f5.folha.uol.com.br/televisao/2013/10/1353490-cnn-erra-e-mostra-localizacao-de-hong-kong-no-brasil.shtml
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Ozzy se enrola em bandeira do Brasil - só que na Argentina http://veja.abril.com.br/noticia/celebridades/ozzy-se-embrulha-com-bandeira-brasileira-em-show-so-que-na-argentina via @VEJA
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Ozzy se enrola em bandeira do Brasil - só que na Argentina http://veja.abril.com.br/noticia/celebridades/ozzy-se-embrulha-com-bandeira-brasileira-em-show-so-que-na-argentina via @VEJA
Monday, October 07, 2013
Saturday, October 05, 2013
Liberdade na internet
Brasil cai oito posições no ranking de liberdade na Internet http://idgnow.uol.com.br/blog/circuito/2013/10/04/brasil-cai-oito-posicoes-no-ranking-de-liberdade-na-internet/ via @idgnow
E
Brasil deixa de ter internet livre, diz relatório sobre liberdade na rede - notícias em Tecnologia e Games http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2013/10/brasil-deixa-de-ter-internet-livre-diz-relatorio-sobre-liberdade-na-rede.html via @g1
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Brasil deixa de ter internet livre, diz relatório sobre liberdade na rede - notícias em Tecnologia e Games http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2013/10/brasil-deixa-de-ter-internet-livre-diz-relatorio-sobre-liberdade-na-rede.html via @g1
Friday, September 27, 2013
Aumento do analfabetismo
Após 15 anos de queda, taxa de analfabetismo tem leve crescimento, revela Pnad - Educação - iG http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/2013-09-27/apos-15-anos-de-queda-taxa-de-analfabetismo-tem-leve-crescimento-revela-pnad.html via iG Último Segundo
Wednesday, September 25, 2013
Custo Brasil - 2
Depósito de...: É o governo, estúpido! http://depositode.blogspot.com.br/2013/03/e-o-governo-estupido.html?m=0
Custo Brasil - 01
Por que Tudo Custa Tão Caro no Brasil? | E-books | iba https://www.iba.com.br/livro-digital-ebook/Por-que-Tudo-Custa-T%C3%A3o-Caro-no-Brasil-a9bcc6873ca787919d4ddd442498a191?utm_source=facebook_parceiros_iba&utm_medium=facebook&utm_campaign=facebook_parceiros_Si-EbookPorqueTudoCustaCaro
Ou
Crash | Por que tudo custa mais caro no Brasil http://super.abril.com.br/blogs/crash/por-que-tudo-custa-tao-caro-no-brasil/ via @revistasuper
Ou
Crash | Por que tudo custa mais caro no Brasil http://super.abril.com.br/blogs/crash/por-que-tudo-custa-tao-caro-no-brasil/ via @revistasuper
Farc no Brasil - 1
Captura de guerrilheiro revela base das Farc no Brasil http://www.estadao.com.br/noticias/geral,captura-de-guerrilheiro-revela-base-das-farc-no-brasil,552510,0.htm via @estadao
Monday, September 23, 2013
Tomatadas: PT meteu a mão até na Pesquisa de Orçamentos Famil...
Tomatadas: PT meteu a mão até na Pesquisa de Orçamentos Famil...: O aparelhamento do Estado pelos governos petistas manifesta-se não apenas na ocupação de milhares de cargos públicos por militantes do PT e...
Saturday, September 21, 2013
Wednesday, May 29, 2013
Monday, May 20, 2013
Manipulação estatística esconde a miséria brasileira
Well, well, well... Veja só que picaretagem. O medo venceu a esperança? Não, foi a ignorância e a picaretagem que venceram a esperança.
Indicador defasado 'esconde' 22 milhões de miseráveis do país
JOÃO CARLOS MAGALHÃESDE BRASÍLIAO número de miseráveis reconhecidos em cadastro pelo governo subiria de zero para ao menos 22,3 milhões caso a renda usada oficialmente para definir a indigência fosse corrigida pela inflação. (...)
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| Fonte: folha.uol.com.br |
Tuesday, May 14, 2013
Protecionismo e tolos de série - 1
E aí, ninguém se sente tolo por defender a "empresa nacional" contra a entrada de produtos e serviços estrangeiros nesta ação entre amigos que é a economia brasileira?
Banda larga no Brasil é a 2ª mais cara entre 15 países, diz pesquisa - noticias - UOL Economia
A insegurança de fábrica automobilística nacional
E aí? Tu não te sente um pateta com aquele discurso de "proteção à indústria nacional"?
Mundo "descobre" que carro brasileiro é inseguro; custo não é desculpa, diz NCAP - Ultimas Notícias - UOL Carros
Wednesday, May 08, 2013
Friday, March 01, 2013
Monday, February 18, 2013
Florianópolis, a ilha da magia, perde seu encanto
Florianópolis, a ilha da magia, perde seu encanto
Cidades
Os ataques que assustam a capital de Santa Catarina são sintoma de um processo mais complexo: a dolorosa transformação da cidade em metrópole
Gabriel Castro, de Florianópolis
A partir da década de 1990, Florianópolis se firmou como uma espécie de ímã para a classe média das grandes cidades, cansada dos problemas das metrópoles. Os atrativos que seduziam paulistas, gaúchos e argentinos eram claros: uma paisagem deslumbrante, a tranquilidade nas ruas, um trânsito sem grandes problemas e um custo de vida bem inferior ao das grandes capitais. Hoje, as praias estão bonitas como sempre. Mas violência urbana assusta, o trânsito irrita e o custo de vida desanima boa parte dos moradores da ilha - inclusive os forasteiros.Leia também: Parentes e advogados eram mensageiros de quadrilha
A série de ataques a ônibus em Santa Catarina, da qual a capital tem sido um dos principais cenários, parece ser um rito de passagem que confirma essa transformação. "As pessoas dizem que existiu uma Florianópolis antes dos ataques e vai existir outra depois dos ataques", afirma o médico Fabrizio Liberato, morador da capital desde os sete anos de idade.
O crescimento populacional da capital catarinense se deu bem mais rápido do que a média: em 1940, a cidade tinha 25.000 habitantes. Quarenta anos depois, o número saltou pra 150.000. Hoje, são cerca de 450.000 habitantes - considerada a região metropolitana, o total ultrapassa 1 milhão.
A Florianópolis de 2013, em que ônibus dependem de escolta policial para circular, não chegou a esse ponto de um dia para o outro: aos poucos, o crescimento demográfico levou alguns pontos da infra-estrutura urbana a um estado de saturação. Os engarrafamentos em pontos nevrálgicos da cidade são diários. Na alta temporada, interrupções no abastecimento de água e luz atingem a capital. O custo de vida de janeiro registrou a maior alta mensal desde o começo de 2011. Entre 2000 e 2010, o índice de homicídios em Florianópolis cresceu 122% - no mesmo período, São Paulo e Rio de Janeiro registraram quedas expressivas.
Leia também: Governo de SC confirma chegada da Força Nacional
As queixas dos moradores são semelhantes. Lidiane Coradelli, que trabalha em um laboratório da capital catarinense, mora na cidade há 18 anos, desde que chegou do interior do Paraná com a família. Ela reclama do custo de vida, especialmente na temporada turística: "O preço é 50% maior no verão do que no inverno". Para fugir dos altos preços, Lidiane frquentemente faz compras fora da ilha.
Da violência, ela não tem para onde fugir: "Não dá para ir a lugar nenhum à noite", afirma. Quando conversou com o site de VEJA, Lidiane havia ido checar se seu carro não havia sido furtado - um quarteirão acima, minutos antes, um veículo fora levado por ladrões. O crime ocorreu no meio da tarde, na movimentada avenida Beira-Mar Norte. Apesar dos problemas, Lidiane nem pensa em deixar Florianópolis. Mas há quem busque alternativas.
Êxodo - O Jorge Fernando da Rosa prepara sua mudança para Criciúma, no interior catarinense. Vindo de Porto Alegre, o bancário chegou a Florianópolis há doze anos, em busca de qualidade de vida. Mas, nos últimos anos, ele viu o crescimento rápido tirar parte das vantagems de Florianópolis. Um dos ônibus queimados em Florianópolis foi atacado em frente à casa do bancário, no bairro dos Ingleses. No ataque, um homem teve 90% do corpo queimado.
Jorge diz que, entre seus amigos, não é o único a fazer o movimento migratório inverso: "Muita gente já está saindo também. O famoso paraíso não é mais aquele", dizo gaúcho. Para ele, o crescimento rápido trouxe transtornos demais à cidade: "Hoje ela é uma capital com mais problemas do que outras maiores".
Reinaldo Azevedo:
Planalto e imprensa são mais sensatos agora do que foram com São Paulo
A comerciante Denize de Liz, natural de Lajes, no interior do estado, também se sente mais insegura hoje do que em 1993, quando chegou a Florianópolis. "Hoje está bem mais difícil. A gente evita sair em determinados horários", afirma.
O governo estadual e a prefeitura reagiram com palavras fortes diante do cenário de caos que se instalou momentaneamente na capital, com os ataques a ônibus e consequentes problemas na cirulação das linhas. O governador Raimundo Colombo assegurou que a "espinha dorsal" dos criminosos foi quebrada. O prefeito César Souza Júnior disse que não tolerará "baderneiros". Pode ser verdade. Mas o simples fato de os governantes precisarem recorrer a esses termos mostra que a ilha da magia perdeu parte do encanto.
Monday, January 21, 2013
Wednesday, January 16, 2013
Folha de S.Paulo - Colunistas - Alexandre Schwartsman - O discreto charme do fracasso - 16/01/2013
ALEXANDRE SCHWARTSMAN
O discreto charme do fracasso
A estabilidade não é condição suficiente para o crescimento acelerado, mas não deixa de ser necessária
Durante os anos em que vigorou no Brasil o "tripé macroeconômico" (câmbio flutuante, metas para a inflação e um compromisso sério com o superavit primário), cansei de ouvir economistas que prometiam o paraíso caso o país abandonasse o regime.
Não se trata de caricatura. Basta ver o tanto de tinta usado para afirmar que todos os problemas do país se resumiam a dois preços "fora de lugar": a taxa de câmbio e a taxa de juros; portanto, uma vez "corrigidos" esses preços, o caminho para o crescimento se acharia desimpedido.
Esse desejo de mudança foi atendido. Desde 2009, não sabemos o que é ter inflação na meta (está no intervalo permitido, mas -veja que curioso- sempre na sua parte superior, mais perto do teto que da meta). Já de flutuante a taxa de câmbio só preservou o nome, encaixotada entre R$ 2,00 e R$ 2,10 por dólar. Por fim, em apenas um dos últimos quatro anos a meta de superavit primário foi atingida sem artifícios contábeis.
A valer o que esse pessoal assegurava, a economia brasileira deveria estar crescendo a taxas aceleradas, mas, bem sabemos, não é o caso. Depois de aumento medíocre em 2011, a expansão do PIB (Produto Interno Bruto) não deve ter superado 1% no ano passado e, apesar da nova rodada de promessas dos elfos videntes, provavelmente nos encaminhamos para mais um ano de baixo crescimento em 2013 (cerca de 3%). Não bastasse isso, o investimento cresce como rabo de cavalo, caindo por cinco trimestres consecutivos (provavelmente seis, mas isso só se saberá em março).
Economistas sérios se aproveitariam disso para tentar entender o que deu errado. Já o presidente da Associação Keynesiana Brasileira, antro da fina flor dos "keynesianos de quermesse", prefere inovar. Segundo artigo cometido no jornal "Valor" na semana passada, a culpa pelo baixo crescimento é a "herança maldita", isto é, o regime de política econômica ("ortodoxa") que vigorou no país.
Sob outras condições, chegaria a ser engraçado: o mesmo regime não impediu a economia de crescer em torno de 4% ao ano (e o investimento, mais do que isso, vindo de 15% para 19% do PIB), mas, em virtude de alguma mágica não explicitada, seria atualmente o responsável pelo baixo desempenho, e isso durante o período em que foi solenemente abandonado. Segundo tal lógica, a causa da obesidade não é comer muito e se exercitar pouco, mas, sim, ter, anos atrás, comido pouco e se exercitado muito...
Ainda no domínio impecável da lógica, o líder quermesseiro afirma que não se pode comparar o Brasil aos demais países latino-americanos (Chile, Colômbia e Peru) para avaliar o efeito negativo dos fatores externos sobre o crescimento porque se trata de economias "de pequeno porte (...), cujo dinamismo é derivado primordialmente da exportação de commodities e produtos agrícolas".
Parece ter esquecido que economias desse tipo são precisamente as que mais sofreriam, seja em termos de crescimento, seja de investimento, caso a origem da desaceleração econômica fosse a crise externa. Seu desempenho superior ao brasileiro em ambos os quesitos, pelo contrário, apenas reforça a noção de que os problemas nacionais têm origem doméstica.
A verdade é que a cada dia se torna mais claro que as promessas de aceleração do crescimento pela adoção de um novo regime de política econômica não se materializarão. Mesmo sabendo que a estabilidade não é condição suficiente para o crescimento acelerado, ela não deixa de ser condição necessária, e os custos do abandono do tripé se tornam crescentemente visíveis, em particular no campo inflacionário, piorando o ambiente em que as empresas tomam suas decisões de investimento.
Só o discreto charme do fracasso, na definição precisa de Mário Mesquita, justifica o espaço dedicado àqueles que, mesmo confrontados com o fiasco de suas proposições, ainda se arrogam o direito de negar o que a realidade insiste em revelar.
ALEXANDRE SCHWARTSMAN, 49, é doutor em economia pela Universidade da Califórnia (Berkeley), ex-diretor de Assuntos Internacionais do Banco Central do Brasil, sócio-diretor da Schwartsman & Associados Consultoria Econômica e professor do Insper. Escreve às quartas nesta coluna.
Folha de S.Paulo - Colunistas - Alexandre Schwartsman - O discreto charme do fracasso - 16/01/2013

