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Novas mensagens, análises etc. irão se concentrar a partir de agora em interceptor.
O presente blog, Geografia Conservadora servirá mais como arquivo e registro de rascunhos.
a.h

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Friday, October 11, 2013

Friday, February 25, 2011

The Conservative Case for Urbanism

Recomendo:

The Conservative Case for Urbanism


Gostei bastante, por várias razões e não só a necessidade de transporte público, mas a inviabilidade de tratar disso em termos nacionais. Não acredito mais nisso, em grandes mudanças, mas cada vez mais entendo que as mudanças significativas são locais e somadas, daí sim, algo significativo vem a ocorrer. Outro ponto muito bom é o anacronismo entre "direita" e "esquerda" que a autora, claramente, mostra como irrelevante. O artigo trata de temas cujos pontos de vista eu já vinha assimilando, só não sabia que já se encontrava na prática, mesmo que em forma diminuta.

Tuesday, August 28, 2007

3ª Conferência das Cidades

Vejamos a seguir uma convocação para evento de como se discute a "realidade urbana" em nossa cidade. Meus comentários seguem em colchetes:







· Tema: “Avançando na gestão democrática das cidades”· Lema: “Desenvolvimento Urbano com participação popular e justiça social”. ["Participação popular" não significa um plebiscito sobre como a população enxerga seus problemas, nem como a mesma desejaria que os mesmos fossem solucionados. Mas, sim o que grupos avessos ao desenvolvimento da cidade encaram como "solução". A saber, o simples consenso de que as forças capitalistas e empreendedoras não devem participar da produção do espaço urbano. "Justiça social" significa um processo inquisitório em que a luta de classes é elevada ao status de norma jurídica paralela ao estado de direito, amparada na teoria normativa do "direito alternativo", uma falácia que atenta contra o direito de propriedade visando a expropriação dos que trabalham e produzem para atender anseios dos que querem o subsídio a suas demandas. Estas consistem, basicamente, na legitimação do direito de invadir áreas impróprias à ocupação de modo desenfreado para depois exigir "reparações" através dos Termos de Ajuste de Conduta (TACs).]
O grande desafio: compor um Sistema Nacional de Desenvolvimento Urbano, objetivando a articulação, integração e cooperação dos entes federados com controle social, através das Conferências e Conselhos. Além disso, propõe também a reflexão acerca das políticas e investimentos na área de habitação, saneamento ambiental, mobilidade urbana e planejamento e gestão do solo urbano, no âmbito municipal, estadual e federal, buscando a discussão sobre as especificidades de cada gestão. A partir disto, o debate está estruturado a partir de dois temas centrais: [Qualquer semelhança não é mera coincidência. Por "conselhos" não se segue uma articulação inter-classes, como foi criada a partir dos anos 70 nos países ricos, mas sim os velhos soviets que criaram a base de sociedades totalitárias pútridas que foram e nada trouxeram além do imobilismo na produção e ineficácia na gestão dos recursos públicos. A chave para o bom funcionamento social é a especialização. Na verdade, isto não passa de demagogia e populismo baratos que engessarão ainda mais a capital do estado de Santa Catarina tornando-a um "buraco negro" a drenar os recursos do setor produtivo do estado se postando na contramão da sociedade catarinense e seus interesses. Tudo para alocação indevida e indébita de recursos nas mãos de setores para-estatais que são a miríade de ONGs sem legitimidade alguma, às expensas de um processo verdadeiramente democrático.]
Tema 1. A Política de Desenvolvimento Urbano e as Intervenções nas Cidades: Busca refletir como as políticas e os investimentos nos três níveis de governo estão contribuindo, ou não, para reverter a lógica da desigualdade e da exclusão territorial, bem como, para reverter a lógica de fragmentação e desarticulação das intervenções setoriais e intergovernamentais. ["Desigualdade"... Me digam, sinceramente, como um país no qual 80% ou mais da sociedade vive com menos de USD 3.000 ao ano é desigual? Isto é o mais puro igualitarismo de renda reprimida. O Brasil sofre de muita "igualdade mórbida", isto sim. A tão propalada metodologia da ONU que mede índices sociais (através de seus IDHs) é profundamente obscurantista, pois observa efeitos sem analisar causas... Na verdade, uma sociedade "desigual" é uma sociedade variada, com ampla classe média que porta uma maior variabilidade de renda. Justamente, o oposto do que temos aqui.]
Tema 2. Capacidade e Forma de Gestão das Cidades: Busca refletir em que medida os governos estão estruturados para enfrentar os desafios de seu próprio desenvolvimento, a partir de uma reflexão sobre como as políticas e investimentos nos três níveis de governo estão contribuindo, ou não, para reverter a fragilidade do poder público em planejar o desenvolvimento e as intervenções nas cidades de forma integrada e com participação social. ["Fragilidade do poder público" significa corrupção, nepotismo, fisiologismo, patrimonialismo e não pouca interferência ou poder. Fariam por bem, os diversos níveis do estado brasileiro se nossos municípios, estados e união não achacarem os setores de produção com uma das mais elevadas cargas tributárias do planeta e excesso de burocracia que servem, em última instância, de ensejo que predispõe à venda de licenças para construção. O estado não é a solução, mas o próprio problema. É nele que são geradas as origens dos germes que infestam a falta de direção e autonomia (prestem atenção à esta palavra) que dão força e sustentabilidade verdadeira a uma nação forte.]