interceptor

Novas mensagens, análises etc. irão se concentrar a partir de agora em interceptor.
O presente blog, Geografia Conservadora servirá mais como arquivo e registro de rascunhos.
a.h

Showing posts with label liberdade. Show all posts
Showing posts with label liberdade. Show all posts

Saturday, October 05, 2013

Liberdade na internet

Brasil cai oito posições no ranking de liberdade na Internet http://idgnow.uol.com.br/blog/circuito/2013/10/04/brasil-cai-oito-posicoes-no-ranking-de-liberdade-na-internet/ via @idgnow

E

Brasil deixa de ter internet livre, diz relatório sobre liberdade na rede - notícias em Tecnologia e Games http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2013/10/brasil-deixa-de-ter-internet-livre-diz-relatorio-sobre-liberdade-na-rede.html via @g1

Thursday, July 12, 2007

Giro

http://www.opiniaoenoticia.com.br/


Canadá quer garantir sua soberania no Ártico
12/07/2007
Stock.Xchng

O primeiro-ministro canadense, Stephen Harper, fez alerta aos países com interesses nas reservas de óleo do oceano ártico.
“O Canadá tem direito de defender sua soberania sobre o ártico”, declarou o premier. Harper anunciou que oito navios militares de patrulha seriam convertidos para uso sobre camadas de gelo, com até um metro de espessura.
Além disso, seria criado um novo porto em águas-profundas para atender aos navios, totalizando US$ 6,6 bilhões em investimentos.
A mensagem do Canadá é um sinal de que o vasto oceano no pólo norte está se aquecendo, tanto devido ao aquecimento global, como através de disputas políticas.
Outros países que declaram ter direitos sobre a região são EUA, Rússia, Dinamarca, Suécia, Noruéga e Finlândia.



Mar Aral se recupera em parte
11/07/2007
Durante décadas, o Mar Aral estava destinado à morte e desertificação, devido ao desvio dos rios que o abasteciam para irrigar plantações de algodão do Cazaquistão e do Uzbequistão.
Mas agora, pelo menos parte do mar está se recuperando, oferecendo a vilarejos, como o de Seytpembetov, uma vida renovada.
Joop Stoutjesdijk, engenheiro-chefe de irrigação do Banco Mundial, afirma que a recuperação demonstra que é possível reverter um dos piores desastres ambientais da história. Mas alerta que o mar não voltará a ser o que era.



Maconha se expande na França
11/07/2007

Segundo o Observatório Francês de Drogas e Toxicomanias, a França tem quase quatro milhões de consumidores da droga.
Desses usuários, 1,2 milhão faz uso da maconha regularmente e 550 mil são usuários cotidianos. Os novos dados colocam a França entre os países europeus que mais consomem a droga, ao lado da República Tcheca, da Espanha e do Reino Unido.
São os jovens, de todas as classes sociais, o grupo que mais experimenta a maconha. Desde 2000, o uso regular da erva é quase o mesmo que do álcool.



Brasil e Bolívia farão hidrelétrica binacional
12/07/2007
A idéia é construir em conjunto com o governo boliviano uma hidrelétrica no rio Mamoré, na divisa com o país.

O projeto da nova usina já está em estudo pelo governo. Deve ter capacidade para produção de 3 mil MWs, metade da capacidade projetada das usinas do rio Madeira.




Zimbábue
Um país miserável
12/07/2007
Anos de crise econômica, provocados por governos corruptos, tornaram o Zimbábue (antiga Rodésia) um país cada vez mais miserável.
A população vem sendo dizimada pela fome, pela pobreza e pela Aids. Estima-se que três milhões de pessoas tenham emigrado, e a expectativa de vida caiu para índices medievais.
Esta semana, o arcebispo católico, Pius Ncube, o representante mais forte da oposição no país, descreveu a situação econômica como “ameaçadora”. O arcebispo também cobrou dos estrangeiros -- principalmente da Inglaterra, antiga colonizadora -- algum tipo de intervenção externa para retirar o atual presidente, Robert Mugabe.
No entanto, parece que falta vontade aos estrangeiros de tirar Mugabe do poder, ou faltam meios efetivos de derrubá-lo.



Intolerância à liberdade
12/07/2007

Dados do Centro Religioso para Liberdade e de outras organizações mostram que Coréia do Norte, China e Irã são os países mais intolerantes à liberdade religiosa, política e civil. Nos EUA, há mais respeito pela liberdade individual. No entanto, em alguns países europeus e em outros como Índia e Indonésia, ficou demonstrado que a tolerância aos direitos civis e políticos não corresponde à liberdade religiosa.


Thursday, March 29, 2007

PROPRIEDADE

...

O mundo atual não cessa de nos surpreender. E não se trata apenas do mundo lulista, em que os antigos partidários e ministros do ex-presidente Fernando Henrique se tornaram fervorosos defensores do governo petista. Os fernandistas se tornaram lulistas de carteirinha. Refiro-me, na verdade, a outro tipo de metamorfose, particularmente intrigante, pois produz uma reviravolta no imaginário político que guiara, durante décadas, um certo tipo de mentalidade. Os herdeiros do maoísmo, na China comunista, se tornaram francos adeptos da economia de mercado, inscrevendo na Constituição a defesa da propriedade privada. Enquanto isto, na Venezuela, na contramão da história, a propriedade privada começa a ser destruída em nome de uma suposta “propriedade social” administrada pelo Estado. No universo petista mais radical, junto com os seus adeptos do MST e organizações similares, a China estaria traindo a “causa”, enquanto a Venezuela estaria no “bom” caminho.
A China deve ser compreendida desde uma perspectiva história. De um Estado totalitário, liderado por Mao, ela está abrindo o caminho para uma economia de mercado, estando atualmente no estágio de liberalização econômica conduzida por um governo autoritário. A etapa atual é a do autoritarismo, herdeiro de uma transição do totalitarismo para uma nova forma de organização sócio-econômica. Em sua estrutura totalitária anterior, os maoístas, que chegaram a ser incensados por Sartre, que distribuía nas ruas de Paris o jornal maoísta/totalitário “La cause du Peuple”, dizimaram 60 milhões de pessoas, em campos ditos eufemisticamente “Campos de reeducação”. Reeducar o cidadão, formar o novo homem, significava, na verdade, eliminar todo aquele que se opunha ao regime, ou melhor, aquele que era considerado enquanto tal pelos detentores do poder.
No entanto, no lado de cá do planeta, na América Latina, observamos um processo que percorre o sentido contrário. Na Venezuela, sob o comando do ditador-presidente Hugo Chávez, a propriedade privada está sendo questionada, e fortemente. Sob o signo de uma suposta desapropriação de terras improdutivas, o tão propalado latifúndio, foi promulgada uma nova lei, relativa à “propriedade social”. Embora o palavreado seja pomposo, como se se estivesse reparando uma injustiça histórica, como se o social fosse enfim prioritário, o governo está estatizando a propriedade. Em vez da propriedade privada, surge uma forma de propriedade estatal, que se apresenta sob a bandeira do coletivo. O alvo mais imediato, evidentemente, é a propriedade privada, associada ao lucro, à ambição e à ganância. Na verdade, o objetivo perseguido consiste em fazer voltar a roda da história, rumo ao socialismo que caracterizou o século XX, batizado, agora, de socialismo do século XXI. O seu corolário já se faz sentir no sufocamento das liberdades individuais, manifesto, por exemplo, na lei que coíbe a livre expressão e a liberdade de imprensa. Na esteira da estatização que se faz igualmente presente nos setores das telecomunicações e do petróleo, a independência dos Poderes é abolida, com a sua subordinação ao Poder Executivo e, mais especificamente, a um ditador-presidente que legisla por decretos.
...