interceptor

Novas mensagens, análises etc. irão se concentrar a partir de agora em interceptor.
O presente blog, Geografia Conservadora servirá mais como arquivo e registro de rascunhos.
a.h

Thursday, August 05, 2010

Instituto Ludwig von Mises Brasil


Sobre o ambientalismo e a questão indígena leia:

Wednesday, August 04, 2010

Rússia trai Irã

“O governo iraniano afirmou nesta quarta-feira ter comprado quatro mísseis antiaéreos S-300, apesar da recusa da Rússia em honrar o contrato de venda dos armamentos já acordado com Teerã após a aprovação de sanções pelo Conselho de Segurança da ONU que impedem este tipo de transação. 
“O país recebeu dois mísseis S-300 de Belarus e outros dois de um outro país ainda não identificado. Um porta-voz do Exército de Belarus negou a entrega de mísseis à república nazista islâmica. ‘Ainda não houve conversas com o Irã sobre a entrega de tais sistemas de defesa antiaérea, e consequentemente não houve entregas ao Irã, nem destes equipamentos nem de partes dele’, informou Vladimir Lavrenyuk. O sistema de defesa antiaérea S-300 tem capacidade de derrubar aeronaves, mísseis de cruzeiro e ogivas de mísseis balísticos em um raio de 144 quilômetros em altitudes de até 27 mil metros. O presidente de Belarus, Alexander Lukashenko, tem laços próximos com Teerã e o ditador nazista islâmico Mahmoud Ahmadinejad o classificou como um de seus melhores amigos.”
Em Irã obteve quatro mísseis antiaéreos S-300
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New Study Examines Global Trade in Ammunition



New Study Examines Global Trade in Ammunition

Comércio de armas



• No ano de 2007, os principais exportadores de armas leves (com exportações anuais de pelo menos USD 100 milhões), segundo os dados disponíveis, foram (em ordem decrescente) dos Estados Unidos, Itália, Alemanha, Brasil, Áustria, Bélgica, Reino Unido, China, Suíça, Canadá, Turquia e Rússia. Os principais importadores de armas leves para 2007 (aqueles com importações anuais de pelo menos USD 100 milhões), segundo os dados disponíveis costumes, foram (em ordem decrescente) dos Estados Unidos, o Reino Unido, Canadá, França, Alemanha e Espanha.
Um resumo do capítulo está disponível aqui.
O capítulo completo está disponível aqui.

Campos de "reeducação" em Moçambique





http://macua.blogs.com/moambique_para_todos/2010/08/msawize-outro-campo-de-reeduca%C3%A7%C3%A3o-violento-inaugurado-pelo-falecido-daniel-saul-nbanze.html

Monday, July 26, 2010

Cidade Maravilhosa



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Nas últimas eleições, até o Exército subiu os morros do Rio, mas não conseguiu evitar a ação dos bandidos, que impediam os candidatos sem o seu aval de fazer livremente sua campanha... 
A ação do Exército não funcionou mesmo. O reforço veio muito tarde, apenas três dias antes das eleições. Para ser efetivo, esse trabalho tem de ser duradouro e contínuo. Se o governo federal quiser dispor de seu efetivo noite e dia nas favelas, a partir de agora, serei o primeiro a aplaudir. Espanta como tanta gente por aí ainda não entendeu que estamos diante de um problema enraizado e de gravidade máxima. Suas origens estão fincadas na complacência das autoridades com o crime na cidade por décadas a fio. O que se vê hoje no Rio de Janeiro nada mais é que a versão moderna do velho coronelismo - só que com contornos mais nefastos. Basta dizer que, em alguns casos, o estado simplesmente não consegue entrar numa favela para fazer valer a Constituição.
(...)
Em O poder para os honestos




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E aí, o que o Presidente do TRE do Rio de Janeiro disse é um absurdo? Eu entendo que vocês se indignassem se ele se manifestasse de forma chula, mas mudando a forma do que Stallone disse, qual seria o absurdo?




Sunday, July 25, 2010

Ladra, mas não morde

O ditador venezuelano Hugo Chávez ameaçou neste domingo cortar o fornecimento de petróleo aos Estados Unidos no caso de um ataque militar da Colômbia, em uma disputa entre os dois países sobre acusações de que a Venezuela estaria abrigando terroristas e narcotraficantes das Farc. 
Também neste domingo, o clown bolivariano Chávez indicou que, para restabelecer as relações diplomáticas com a Colômbia, que ele cortou, primeiro é preciso "receber sinais claros e inequívocos de que há vontade política no novo governo" de Juan Manuel Santos. Esse cara é nitidamente um psicopata. Quem tem que dar sinais claros de que não comete crimes reiterados contra a soberania da Colômbia é Chavez, acusado de permitir a instalação de mais de 50 bases dos terroristas e narcotraficantes das Farc em seu território. A afirmação de Chávez foi feita em suas "linhas" dominicais ao comentar que o atual líder colombiano, Álvaro Uribe, quebrou todas as pontes que uniam os governos e levou à ruptura das relações diplomáticas entre os dois países. Chávez acrescentou que "vai esperar" esses sinais após lembrar que a ruptura de relações ocorreu "diante de tantas provocações e agressões por parte de quem é o administrador dos interesses americanos na Colômbia". A verdade verdadeira é que o ditador Chavez, assim como os milicos da ditadura argentina, está procurando um conflito militar para mascarar o gigantesco drama em que mergulhou a Venezuela, com uma inflação de mais de 40% e grande retração econômica pelo segundo ano consecutivo.
Em Ditador Hugo Chávez ameaça cortar fornecimento de petróleo para os Estados Unidos

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Essa eu quero ver. Com cerca de 60% das exportações dirigidas para os EUA, como a Venezuela, monoexportadora sobreviverá?

Friday, July 23, 2010

Desigualdade Latino-Americana

Estudo regional divulgado ontem pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) aponta que a América Latina pode ser considerada a região mais desigual do mundo, pois abriga dez dos 15 países com maiores diferenças entre ricos e pobres do mundo.
Os países mais desiguais são, pela ordem, Bolívia, Haiti, Brasil e Equador. Os menos desiguais são Argentina, Uruguai, Venezuela e Costa Rica, segundo o estudo, que foi apresentado na Costa Rica.
(...)
Em PNUD: América Latina é região mais desigual do mundo
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Acho este tipo de estudo, da maneira como apresentado aqui, pobre se não vai além evidenciando a mobilidade social. Podemos sim ter uma sociedade mais desigual, mas se a base da sociedade apresenta melhores condições e/ou maior possibilidade de ascensão que uma sociedade mais igualitária como a Venezuela (confira no link), tanto melhor.

Thursday, July 22, 2010

Germany and Russia Move Closer | STRATFOR


Rumo ao Leste

Como entender a articulação entre Alemanha, França e Polônia com a presença do Ministro das Relações Exteriores russo? A proposta surgiu após conversações entre a chanceler Angela Merkel e o presidente Dmitri Medvedev em junho de 2008. Um projeto de cooperação russo-europeu na área de segurança tem que levar em consideração três fatores:

· As relações entre Rússia e U.E. têm permanecido em banho-maria há anos;

· Os alemães estão mudando sua política externa;

· A negociação dos principais agentes Alemanha e Rússia partilhada entre França e Polônia indica a complexidade das questões envolvidas.

A reavaliação

A criação de uma estrutura econômica continental tem raízes na história que arrastou a Alemanha para três conflitos com a França desde 1870. A prosperidade a partir do Pós-Guerra não foi uma simples meta alcançada, mas também um reforço positivo para dirimir animosidades que tiveram resultados sangrentos.

Mas, a crise financeira de 2008 abalou a confiança alemã na U.E. como instrumento para perpetuação dessa prosperidade. Antes disso, o país pode manter a estabilidade em seu crescimento de longo prazo, ao mesmo tempo em que se integrava economicamente ao leste. No entanto, parece que este laço de confiança se partiu... A crise em países como a Grécia serviu para que o esquema de sustento da locomotiva alemã passasse a ser questionado. Até que ponto é vantajoso manter uma união na qual um país tenha que arcar com maiores custos econômicos para manutenção da estabilidade social alheia?

A atração russa

A Rússia fornece quase 40% do gás natural consumido na Alemanha. Sem isto, sua economia encontra-se amarrada. E a Rússia, por sua vez, precisa de tecnologias para superar sua dependência da exportação de commodities pura e simplesmente. Hoje são milhares de empresas alemãs investindo na Rússia. E, além desta simbiose econômica há a questão demográfica: o mercado interno alemão está diminuindo, o que poderia ser revertido com o aumento das imigrações, mas não sem gerar maior instabilidade social. A saída está no mercado russo, também em declínio demográfico, mas que pode aumentar muito como fonte de demanda para produtos alemães por um bom tempo. E ainda se pode investir no espaço russo que conta com grande mão de obra disponível. Em suma, o subsídio a maior parte do continente desincentivava a união e um novo parceiro com necessidades de consumo e mercado de investimentos constituem uma condição inversamente proporcional.

O alinhamento russo-alemão não é só econômico, também é uma questão de segurança. Em 1871, a Prússia se aliou com a Rússia quando atacou a França. Em 1914, a França e a Rússia se aliaram contra a Alemanha. Em 1940, a Alemanha se aliou com a Rússia quando atacou a França. Este jogo de vencedores e vencidos trouxe sempre guerra e mais guerra.

Esta dinâmica é a última coisa que interessa a Berlim. Em troca de um plano de segurança, a Alemanha pode oferecer ganhos econômicos à Rússia. Mas, isto pode afetar a França, que já possui uma estratégia de equilíbrio com a Rússia. E uma aliança tripartite entre esses países nunca frutificou. Faz parte do cálculo, portanto, a Alemanha não desagradar ou relegar a França um papel de “sócio-júnior”.

Isto só não é mais complicado que quando introduzimos o elemento Polônia nesta análise. Situada entre Alemanha e Rússia, sua história é marcada pela divisão e conquista pelos dois países. Trata-se do país mais afetado por uma aliança russo-alemã que cala fundo em sua psique. Os poloneses são os mais interessados depois dos próprios alemães e russos em entender o que se passa. Assim como é essencial sua compreensão sobre os compromissos com a U.E., também o é com relação a OTAN.

O complicador da OTAN

No curto prazo, Moscou deve acalmar a Polônia e a OTAN, mas não se trata de uma tarefa fácil. Na possibilidade de uma contenda desta organização com a Rússia, a Europa deverá considerar sobre qual poder militar apoiar.

Em outras palavras, a aproximação alemã da Rússia significa um afastamento da OTAN e, portanto, dos EUA. Em termos práticos, como ficaria seu posicionamento com relação a Geórgia, por exemplo? As duas superpotências pressionam constantemente a Alemanha a assumir posições das quais não tem interesse. Se a OTAN não tem tanto poder sobre a Alemanha, a U.E. sim, na medida em que depende da organização militar do Atlântico Norte. Com o afastamento do bloco europeu, a OTAN se veria com seu poder ainda mais reduzido.

(...)

*Adaptado de: Germany and Russia Move Closer | STRATFOR

Friday, July 16, 2010

Should Israel Bomb Iran?



Should Israel Bomb Iran?



Atacar preventivamente põe o inimigo a cavalheira. Perde-se a primazia moral...

Thursday, July 15, 2010

Comércio Externo Brasileiro e Desenvolvimento Regional - II



Um dos motivos da Guerra de Secessão foi a ameaça dos Confederados formarem uma união com Cuba importando bens manufaturados da Inglaterra em detrimento do Norte Yankee. O que é isto senão protecionismo e dos pesados? Não nego que muitos dos países que clamam pelo livre-comércio, em determinado ponto ou período de suas histórias foram tão ou mais fechados do que nos acusam hoje em dia. Mas eu gostaria de deixar claro que eu discordo de quem crê que o protecionismo faça melhor do que uma abertura cada vez maior. A circulação de capitais que grassa nas economias centrais amplia, cada vez mais, o montante de recursos que têm para crescer. É isto que deve ser buscado. Se pontualmente tivermos que nos fechar a um ou outro produto para atingir alguma equivalência ou “justiça econômica”, que seja, mas sempre que possível deixando este caminho como 2ª ou 3ª opção.

E para boa parte dos casos de disputas comerciais existe a OMC. Um exemplo bem sucedido se deu quando do governo FHC, nosso ex-presidente defendeu justamente a Embraer contra as acusações da canadense Bombadier por quebrarmos regras de comércio internacional. “Como um país com as mais altas taxas de juros do mundo não vai prestar algum tipo de compensação às suas empresas...” ou algo do gênero foi dito por FHC por conta da ocasião. E ganhamos não só judicialmente, mas ganhamos comercialmente.

Agora não compensaria ganhar quando tínhamos camisetas a R$ 20,00 ou mais. Eu achei que estava vendo coisas quando seu preço chegou aos R$ 10,00. E não era nada estranho. Os anacrônicos éramos nós. O mercado brasileiro apenas ajustava-se um pouco a realidade mundial. Era isto o que ocorria. Muito se fala na perda de empregos por ocasião das privatizações, mas este tipo de afirmação provém do DIEESE e outros centros ligados ao poder sindical. Não dá para levar em consideração se não tivermos métodos de inferência de quantos empregos foram criados no setor informal e o que isto representou em aporte de renda. Eu nunca vi tantos pedreiros e profissionais liberais com celulares fechando serviços. Imagine como era antes? Seus mercados eram muito mais restritos por absoluta falta de comunicação. E o que se ganhou em termos de consumo? Boa parte do lucro de imobiliárias, p.ex., reside no monopólio da informação do setor sobre certas áreas, o que caiu muito com a divulgação de ofertas de imóveis na rede e possibilidade de fechamento de negócios diretos com os proprietários. Isto precisaria ser avaliado, devidamente levado em conta para nos interarmos de quanto passamos a ganhar para que se possa dizer que perdemos mais no saldo final.
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Wednesday, July 14, 2010

Comércio Externo Brasileiro e Desenvolvimento Regional


            Países “mais protegidos” são, via de regra, mais atrasados economicamente, como a Índia com uns 60% de tributos em média e o Egito, com uns 100%. O Brasil gira em 30% e os EUA algo por 12% para produtos agrícolas e uns 3% para manufaturados.
           
            Agora, a questão da Embraer é importante. Não acho que seja por tarifas que a empresa tenha se desenvolvido. Seu produto já é caro e o importado também deve ser equivalente. O que fez diferença, diversamente a tantos outro setores “protegidos” é a existência de um ITA. Portanto, é ilusão achar que a tributação elevada sobre um notebook vá, como que por encanto, nos levar a dominar esta tecnologia.

            Enquanto brincamos com isto, companhias de hardware preferem produzir na Costa Rica ao Brasil porque levam apenas 3 horas para terem suas exportações autorizadas e aqui, 3 dias. Não vejo estratégia nisto.

            Dizem que deveríamos dar ênfase ao comércio continental, com nossos "irmãos latino-americanos"... Quanto à infra-estrutura na América Latina, estou de pleno acordo. É um absurdo que não façamos uso de nossos recursos, especialmente rios desenvolvendo uma rede inter-modal (estradas-rios-ferrovias). Quem ensaiou, mas inexplicavelmente deu pra trás, foi o governo FHC que tinha um projeto de integrar a Hidrovia do Paraná a do Paraguai e, posteriormente, ao Rio Madeira. Se tal se concretizasse teríamos uma passagem de Buenos Aires ao Orinoco, pois este se liga ao Negro. Fantástico! Imagine o desenvolvimento regional... Hotéis, pesca, aventura, turismo, empregos, empregos e mais e mais comércio. Mas, nestas horas se vê a falta que um Sérgio Mota faz.

            Para dizer a verdade, não foi “inexplicavelmente”, não... Parece que o obstáculo jurídico veio dos ambientalistas e o financeiro por recursos destinados às termoelétricas em função do apagão de 2001.
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Expansão

Graças ao ritmo de aquisições, os investimentos brasileiros no exterior chegarão a 15 bilhões de dólares em 2010, um avanço de 250% em relação ao ano anterior


A velocidade da internacionalização de companhias brasileiras é espantosa - e um reflexo direto do fortalecimento da economia. "Diga o nome de algumas multinacionais brasileiras. É ainda mais difícil do que lembrar de belgas famosos, não é?", provocava a revista britânica The Economist em setembro de 2000. Quase uma década depois, em novembro de 2009, a mesma publicação estampou uma capa com a manchete "O Brasil decola", afirmando que, "pela primeira vez, o país tem uma safra de companhias que podem ser chamadas de multinacionais". Os anos de estabilização da moeda, as sucessivas aberturas de capital, o fortalecimento do mercado interno, a evolução da gestão - tudo isso, de alguma maneira, contribuiu para que um grupo de companhias, em busca de escala global, partisse para uma rodada de surpreendentes aquisições fora do Brasil. 

(...)

Tuesday, July 13, 2010

Pobrezas


Maputo, Terça-Feira, 13 de Julho de 2010:: Notícias
Falando numa reunião de secretários das células do partido e dos comités de circulo, que termina hoje, na cidade da Beira, em Sofala, Guebuza afirmou que "a pobreza a primeira coisa que faz é tirar a nossa auto-estima para passarmos a depender de peditórios, ela não nos permite descobrir as técnicas para reproduzir a riqueza".
O Presidente da Frelimo diz que há dois tipos de pobreza que ainda afligem os moçambicanos no âmbito da luta contra a pobreza, "nomeadamente a pobreza material, caracterizada pela falta de materiais básicos ou a falta de capacidade financeira para termos acesso a esses materiais, e a pobreza espiritual".
"Muitas vezes vamos a pobreza pela falta de alimentos, ou seja insegurança alimentar. Existem neste momento pessoas que se as autoridades não fizerem nada daqui a pouco não teriam nada para comer. Outros podem ter dinheiro para usufruir de certas serviços mas que não existem no local onde residem", referiu.
"Há situações em que podemos ter dinheiro e não termos loja para comprar os produtos e mesmo havendo barraca nem tudo esta lá", acrescentou Guebuza, frisando que "com a pobreza estrutural o país esta estruturado de tal forma que é pobre".
“Alguém que pega no seu 4X4 e vai à aldeia ele pensa que é rico mas quando estiver la reduz-se a situação daquele que esta lá, com dinheiro pode não ter onde comprar, fica privado da energia eléctrica porque a rede ainda não chegou lá, tem o celular mas não pode usá-lo porque a rede ainda não esta lá, enfim, fica igual ao residente, para dizer que uma vez lá, fica pobre”, exemplificou.
(...)

Em 
Pobreza é estrutural - segundo Presidente da Frelimo, Armando Guebuza

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Interessantíssimo, pois dá ensejo à Globalização como processo necessário para dirimir a pobreza local.


Bacheletnomics



Santiago. La pobreza en Chile registró su primer incremento en más de dos décadas, según dio a conocer el presidente Sebastián Piñera, al entregar los resultados de la Encuesta de Caracterización Socioeconómica (Casen) 2009.

Según los datos relevados por el mandatario, la pobreza total en Chile aumentó a 15,1% en 2009 desde 13,7% en 2006, con lo que el país rompió su tendencia de una permanente y constante disminución de este indicador.

"La pobreza en Chile, que venía cayendo sistemáticamente desde que recuperamos nuestra democracia, experimentó un dramático retroceso", se lamentó el mandatario.

Piñera detalló que la pobreza afecta actualmente a 2,5 millones de chilenos, frente a los 2,2 millones que se encontraban en esa condición en 2009.

Mientras, la población en situación de indigencia aumentó a 634.329, en comparación a los 516.738 de hace tres años.

"En palabras simples, 355 mil chilenos y chilenas cayeron al oscuro y triste mundo de la pobreza, y 117 mil cayeron a la indigencia", afirmó el gobernante.

Contraste. El mandatario dijo que este incremento contrasta con el fuerte incremento en el gasto social que impulsaron las administraciones de la centroizquierdista Concertación, que gobernó el país entre 1990 y 2010.

“Pese a las muy buenas intenciones de los gobiernos anteriores y los muy necesarios incrementos en el gasto social, que alcanzaron a 35%, desgraciadamente la pobreza y lejos disminuir, aumentó”, precisó.

Además, señaló que el aumento de la pobreza fue mayor a incremento de la población chilena, que aumentó 5,2% en el mismo período. "La población en pobreza creció al doble de ese ritmo y en pobreza extrema, al triple de ese ritmo, aseguró.

(...)


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Monday, July 12, 2010

Sem pressa de crescer

Brasil é o 4º país mais demorado para abertura de empresa estrangeira

Eduardo Tavares,
São Paulo - O Brasil ocupa a 4ª posição (de um total de 87) em um ranking elaborado pelo Banco Mundial com os países em que leva mais tempo para um estrangeiro abrir uma empresa.
Segundo o estudo, no país, o prazo médio para que todas as licenças necessárias ao funcionamento da companhia sejam emitidas é de 166 dias. À frente do Brasil no ranking estão Venezuela (179 dias), Haiti (212) e Angola (263).
Dentre as nações em que a situação é melhor, estão o Vietnã (94 dias) e a Indonésia (86). Os países em que a legislação mais facilita a abertura de empresas por estrangeiros são Ruanda e Geórgia, com quatro dias cada, Canadá (6 dias) e Afeganistão (7). Nos Estados Unidos, o processo leva, em média, 11 dias.
Além do extenso prazo, o relatório do Banco Mundial aponta alguns gargalos no processo de abertura de empresas estrangeiras no Brasil. Um dos destaques citados é o fato de que o país restringe a participação de capital externo em companhias de alguns setores.
Alguns dos exemplos são o do segmento de transporte aéreo, em que a legislação limita a participação a 20% do total, e o setor de saúde, em que ela é proibida. O estudo menciona que a legislação brasileira também está acima da média no que diz respeito aos empecilhos, na comparação com os países da América Latina.
Apesar da lentidão e das restrições, na avaliação geral, a situação do país não é das piores. O Banco Mundial criou um índice de facilidade para abertura de empresas estrangeiras. Ele avalia não apenas o tempo necessário, mas também a complicação da legislação que rege o processo de criação da empresa. O indicador vai de zero a 100, com a nota máxima representando o menor grau de dificuldade. O Brasil recebeu uma avaliação intermediária: 62,5 pontos. Os Estados Unidos ficaram com 80 pontos e Angola, com 39,5.
Veja o tempo médio de duração do processo de abertura de empresas estrangeiras em alguns países:
PaísTempo (dias)
Angola263
Haiti212
Venezuela179
Brasil166
Papua Nova Guiné108
China99
Vietnã94
Camboja86
EUA11
Geórgia4
Ruanda4


Comentário:
Aqui nos "States" abri a minha empresa em 10 dias, isso porque esperei para ter toda a documentação na mão, mas se contar que tirei, diriamos assim, o CGC americano e Inscrição pelo telefone, e me durou 15 minutos, voce nao acredita e que esperei já quase um ano para ter isso no Brasil, sem contar que recebi o fax, assinei e faxed de volta e ja estava pronto pra operar, mesmo assim aguardei pra começar quando recebi toda a papelada pelo correio na minha casa sem precisar ir a nenhuma repartição pública ou ter que ficar ligando pra contador, é, e em duas semanas ja estava buscando os primeiros empregados,sabe aquela histórinha de São Tomé, só acredita vendo, pois é tecnicamente voce leva 15 minutos pra abrir uma empresa. Se contar com os stimulus que o governo oferece pra pequena empresa, mais creditos nos impostos, Com isso todos ganham, todos lucram e o governo arrecada mais impostos com isso. "Acorda Brasil!!!"
enviado por: Andre USA em (09/07/2010 - 14:05)

Saturday, July 10, 2010

Urge curso de reciclagem para libertários



A Secretaria de Defesa Econômica (CADE), órgão do Ministério da Justiça do governo Lula, vai investigar a suposta formação de cartel entre as empresas que participaram na megalicitação do lixo, lançada em 2003 e concluída em 2004, durante a gestão da ricaça petista Marta Suplicy (PT). O certame originou dois bilionários contratos assinados com duas empresas de propósito específicos, EcoUrbis Ambiental S/A e Logistica Ambiental de São Paulo S/A – Loga, contratadas pela Prefeitura de São Paulo para a prestação de serviços de coleta de lixo e destinação final na capital paulista. A decisão foi tomada na última quinta-feira pelo CADE (Conselho Administrativo de Defesa Econômica). (...)
CADE investiga suposta formação de cartel no lixo em megalicitação promovida durante o governo de Marta Suplicy em São Paulo
Postado em 10/07/2010
http://www.mafiadolixo.com
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Se alguns liberais usassem a cachola veriam na regulação do setor, um caminho para atacar a improbidade administrativa. Este é o problema de não se separar o joio do trigo ou, no caso, o que é reciclável do que não é.



Thursday, July 08, 2010

Democracia e Liberdade: COMENTÁRIO TARDIO SOBRE A POF


Excelente resenha do Fernando. Bastante didática para leigos em economia como eu. E, em especial, pela relação com nossas urbes ao final que me agradou.

Democracia e Liberdade: COMENTÁRIO TARDIO SOBRE A POF

Mas, de uma coisinha aí, eu entendo o pouco e que ficou clara para mim com o que presencio empiricamente: o pequeno acréscimo em investimentos educacionais familiares. Vê-se, ao comparar com outros gêneros de consumo que é mesmo uma valoração que parte de uma perspectiva cultural. E outro dado, projeção que se avizinha é o buraco que formaremos em breve com o ensino médio, já que o alunato do básico está migrando para lá. Não há professores. Consequentemente, ao invés do governo investir em formação de professores vêm com esse projetinho do MEC de reestruturação curricular substituindo a categoria por um vago "instrutor de ensino" que fará "de tudo um pouco" sem se aprofundar. Como sempre se prefere tapar o Sol com a peneira.

Monday, June 28, 2010

Agora 'guenta o tufo!


Nelson Düring
O Palácio do Planalto através da domesticada imprensa nacional lançou a versão de que o Presidente Luiz Inácio não viajaria às reuniões do G-8 e G20, realizadas na cidade de Toronto, Canadá, para acompanhar os esforços dos auxílios aos atingido pelo “tsunami de águas doces”, que afligiu vários estados do Nordeste.

A viagem prevista para o dia 25 (sexta-feira) não aconteceu. Ao verificar-se a agenda presidencial emitida pelo próprio Palácio do Planalto, para os dias 25, 26 e 27, temos para a sexta ver o jogo do Brasil contra Portugal e no fim de semana “Nenhum Compromisso Oficial”.

Assim, o não comparecimento à reunião do G20, em Toronto, tem outra explicação. É a fuga ao protagonismo internacional em apoio ao Irã. A retirada dos últimos dias do chanceler Celso Amorim do affair iraniano não é o bastante para a comunidade internacional.

O Itamaraty liderado por Celso Amorim e agora secundado pelo Secretário-Geral Antonio de Aguiar Patriota, que mostram um irrealismo diplomático que muito custará ao Brasil.

O ônus já acontece. Na recente exposição EUROSATORY (14-18 Junho), empresários brasileiros ligados ao setor de defesa foram comunicados por fornecedores ou parceiros, que seus governos estavam reavaliando as licenças de exportação de componentes sensíveis para o Brasil.
Motivos, a posição do Brasil em apoio ao Programa Nuclear Iraniano e também dúvidas sobre a própria ação das políticas nucleares do Brasil.

O Ministro da Defesa e a troika Militar poderão ter em futuro próximo muitos programas de equipamentos militares afetad
os por embargos tanto por países europeus, como Estados Unidos e até a Rússia.
Boletim DN - Increva-se para receber o DN que é enviado sem custo
http://www.defesanet.com.br/cadastro.htm

Sunday, June 27, 2010

A Colômbia que o Brasil não conhece


Sobre:
A Colômbia que o Brasil não conhece

OC, novamente criando seu mundo dicotomizado em preto-e-branco. O terrorismo latino-americano não é de exclusividade da esquerda. Direitistas como a AUC colombiana também se apoderaram do narcotráfico e agem ilegalmente contra o estado de direito.

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