interceptor

Novas mensagens, análises etc. irão se concentrar a partir de agora em interceptor.
O presente blog, Geografia Conservadora servirá mais como arquivo e registro de rascunhos.
a.h

Friday, August 13, 2010

1/2 Bolívia no Maranhão

O empresário Eike Batista estimou que o potencial das reservas da OGX Maranhão, sociedade formada entre a OGX e a MPX Energia, seja de 10 trilhões a 15 trilhões de pés cúbicos de gás, o equivalente a 15 milhões de metros cúbicos por dia. "É meia Bolívia. É metade do que o país entrega para o Brasil pelo gasoduto Brasil-Bolívia", afirmou o empresário nesta quinta-feira. O Gasbol, como é conhecido o gasoduto, tem capacidade de transporte diária de 30 milhões de metros cúbicos.
Segundo Eike, são produzidos diariamente, no País, cerca de 60 milhões de metros cúbicos de gás. "Os 15 milhões de metros cúbicos que estamos querendo produzir seriam 25% da produção diária brasileira", acrescentou Eike Batista. De acordo com fato relevante divulgado nesta quinta-feira, a OGX Maranhão identificou a presença de hidrocarbonetos no poço OGX-16 na bacia do rio Parnaíba e testes apontaram "para altas pressões e presença de gás natural". A OGX Maranhão, sociedade formada entre a MPX Energia S.A. (33,3%) e a OGX S.A. (66,6%), é a operadora e detém 70% de participação nesse bloco. Os outros 30% são da Petra Energia S.A. "Essa descoberta abre uma nova fronteira exploratória em uma bacia terrestre, fato que não ocorria há aproximadamente duas décadas no Brasil" comentou Paulo Mendonça, diretor geral da OGX. Conforme dados da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis), no ano passado, as reservas provadas de gás natural ficaram em torno de 357,4 bilhões de metros cúbicos, um decréscimo de 1,8% em relação a 2008. Entre os anos de 1964 e 2009, as reservas provadas de gás natural cresceram a uma taxa média de 7,1% ao ano. A evolução das reservas de gás no País apresenta um comportamento muito próximo ao das reservas de petróleo, porque, na maior parte dos atuais campos em produção, o gás está associado ao petróleo. 
Em Eike Batista anuncia ter descoberto "meia Bolívia" de gás no Maranhão

Thursday, August 12, 2010

Monday, August 09, 2010

Arrecadação Federal

Militares e inteligência




Não há dúvidas de que, caso vingue esta proposta, os problemas que ocorrem no Sisbin, assumirão proporções maiores devido à falta de comunicação, pois, em se tratando de inteligência, ninguém quer se subordinar a ninguém. Os quatro subsistemas vão contribuir para aumentar ainda mais o isolamento de cada ente separado.

O 11 de setembro é exemplo clássico. Segundo o jornal Washington Post, as agências de inteligência dos Estados Unidos estão “fora de controle”. Pudera, há 1.271 organizações governamentais e 1.931 companhias privadas trabalhando com contraterrorismo, segurança nacional e inteligência em cerca de 10 mil localidades nos EUA, com mais de 500 mil pessoas lidando com informações secretas.



...

Tolice, uma maior diversidade de fontes aumenta o escopo de informações. A questão não é sua obtenção, mas seu gerenciamento.

Brasil e Nova Ordem


Javier Santiso
Profesor de economía en ESADE Business School.
...

El resultado apunta hacia una aceleración de las tendencias imaginadas por los economistas hace apenas unos años: se anticipa ahora que el PIB brasileño (en términos de dólares) podría superar al de Italia en 2020, es decir, cinco años antes de lo previsto por Goldman Sachs en 2003. En 2029, la economía brasileña podría compararse con la de Alemania (siete años antes de lo anticipado) y con la de Japón en 2034, algo que no sé ni siquiera si se contemplaba anteriormente. Los países OCDE ya no son los únicos que llevan la batuta en el mundo.

En 2009, los intercambios comerciales entre los países emergentes superaron los realizados con los países OCDE. El mayor socio comercial de Brasil, de India o de África del Sur ha dejado de ser un país OCDE para ser otro emergente: China. En 2009 la inversión extranjera directa en los países emergentes acaparó 46% del total mundial, casi a la par con la volcada hacia los países OCDE (56%).

El caso de Brasil es emblemático. En 2008, en plena crisis global, el país recibió un récord de inversiones de US$45.000 millones. Y no son sólo inversionistas europeos o estadounidenses los que ponen su dinero en Brasil, sino también inversionistas asiáticos y del Medio Oriente. Aún más emblemático es que también Brasil se ha vuelto un inversionista potente en el extranjero. En la década de los 2000 han surgido multinacionales brasileñas cuyas capitalizaciones bursátiles son hoy en día comparables a las de sus pares de los países OCDE.

El mundo se ha dado vuelta y Brasil desempeña un papel clave. Más que nunca, Brasil es una potencia del presente tiene mucho futuro.

Thursday, August 05, 2010

Instituto Ludwig von Mises Brasil


Sobre o ambientalismo e a questão indígena leia:

Wednesday, August 04, 2010

Rússia trai Irã

“O governo iraniano afirmou nesta quarta-feira ter comprado quatro mísseis antiaéreos S-300, apesar da recusa da Rússia em honrar o contrato de venda dos armamentos já acordado com Teerã após a aprovação de sanções pelo Conselho de Segurança da ONU que impedem este tipo de transação. 
“O país recebeu dois mísseis S-300 de Belarus e outros dois de um outro país ainda não identificado. Um porta-voz do Exército de Belarus negou a entrega de mísseis à república nazista islâmica. ‘Ainda não houve conversas com o Irã sobre a entrega de tais sistemas de defesa antiaérea, e consequentemente não houve entregas ao Irã, nem destes equipamentos nem de partes dele’, informou Vladimir Lavrenyuk. O sistema de defesa antiaérea S-300 tem capacidade de derrubar aeronaves, mísseis de cruzeiro e ogivas de mísseis balísticos em um raio de 144 quilômetros em altitudes de até 27 mil metros. O presidente de Belarus, Alexander Lukashenko, tem laços próximos com Teerã e o ditador nazista islâmico Mahmoud Ahmadinejad o classificou como um de seus melhores amigos.”
Em Irã obteve quatro mísseis antiaéreos S-300
...

New Study Examines Global Trade in Ammunition



New Study Examines Global Trade in Ammunition

Comércio de armas



• No ano de 2007, os principais exportadores de armas leves (com exportações anuais de pelo menos USD 100 milhões), segundo os dados disponíveis, foram (em ordem decrescente) dos Estados Unidos, Itália, Alemanha, Brasil, Áustria, Bélgica, Reino Unido, China, Suíça, Canadá, Turquia e Rússia. Os principais importadores de armas leves para 2007 (aqueles com importações anuais de pelo menos USD 100 milhões), segundo os dados disponíveis costumes, foram (em ordem decrescente) dos Estados Unidos, o Reino Unido, Canadá, França, Alemanha e Espanha.
Um resumo do capítulo está disponível aqui.
O capítulo completo está disponível aqui.

Campos de "reeducação" em Moçambique





http://macua.blogs.com/moambique_para_todos/2010/08/msawize-outro-campo-de-reeduca%C3%A7%C3%A3o-violento-inaugurado-pelo-falecido-daniel-saul-nbanze.html

Monday, July 26, 2010

Cidade Maravilhosa



(...)
Nas últimas eleições, até o Exército subiu os morros do Rio, mas não conseguiu evitar a ação dos bandidos, que impediam os candidatos sem o seu aval de fazer livremente sua campanha... 
A ação do Exército não funcionou mesmo. O reforço veio muito tarde, apenas três dias antes das eleições. Para ser efetivo, esse trabalho tem de ser duradouro e contínuo. Se o governo federal quiser dispor de seu efetivo noite e dia nas favelas, a partir de agora, serei o primeiro a aplaudir. Espanta como tanta gente por aí ainda não entendeu que estamos diante de um problema enraizado e de gravidade máxima. Suas origens estão fincadas na complacência das autoridades com o crime na cidade por décadas a fio. O que se vê hoje no Rio de Janeiro nada mais é que a versão moderna do velho coronelismo - só que com contornos mais nefastos. Basta dizer que, em alguns casos, o estado simplesmente não consegue entrar numa favela para fazer valer a Constituição.
(...)
Em O poder para os honestos




...

E aí, o que o Presidente do TRE do Rio de Janeiro disse é um absurdo? Eu entendo que vocês se indignassem se ele se manifestasse de forma chula, mas mudando a forma do que Stallone disse, qual seria o absurdo?




Sunday, July 25, 2010

Ladra, mas não morde

O ditador venezuelano Hugo Chávez ameaçou neste domingo cortar o fornecimento de petróleo aos Estados Unidos no caso de um ataque militar da Colômbia, em uma disputa entre os dois países sobre acusações de que a Venezuela estaria abrigando terroristas e narcotraficantes das Farc. 
Também neste domingo, o clown bolivariano Chávez indicou que, para restabelecer as relações diplomáticas com a Colômbia, que ele cortou, primeiro é preciso "receber sinais claros e inequívocos de que há vontade política no novo governo" de Juan Manuel Santos. Esse cara é nitidamente um psicopata. Quem tem que dar sinais claros de que não comete crimes reiterados contra a soberania da Colômbia é Chavez, acusado de permitir a instalação de mais de 50 bases dos terroristas e narcotraficantes das Farc em seu território. A afirmação de Chávez foi feita em suas "linhas" dominicais ao comentar que o atual líder colombiano, Álvaro Uribe, quebrou todas as pontes que uniam os governos e levou à ruptura das relações diplomáticas entre os dois países. Chávez acrescentou que "vai esperar" esses sinais após lembrar que a ruptura de relações ocorreu "diante de tantas provocações e agressões por parte de quem é o administrador dos interesses americanos na Colômbia". A verdade verdadeira é que o ditador Chavez, assim como os milicos da ditadura argentina, está procurando um conflito militar para mascarar o gigantesco drama em que mergulhou a Venezuela, com uma inflação de mais de 40% e grande retração econômica pelo segundo ano consecutivo.
Em Ditador Hugo Chávez ameaça cortar fornecimento de petróleo para os Estados Unidos

...

Essa eu quero ver. Com cerca de 60% das exportações dirigidas para os EUA, como a Venezuela, monoexportadora sobreviverá?

Friday, July 23, 2010

Desigualdade Latino-Americana

Estudo regional divulgado ontem pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) aponta que a América Latina pode ser considerada a região mais desigual do mundo, pois abriga dez dos 15 países com maiores diferenças entre ricos e pobres do mundo.
Os países mais desiguais são, pela ordem, Bolívia, Haiti, Brasil e Equador. Os menos desiguais são Argentina, Uruguai, Venezuela e Costa Rica, segundo o estudo, que foi apresentado na Costa Rica.
(...)
Em PNUD: América Latina é região mais desigual do mundo
...

Acho este tipo de estudo, da maneira como apresentado aqui, pobre se não vai além evidenciando a mobilidade social. Podemos sim ter uma sociedade mais desigual, mas se a base da sociedade apresenta melhores condições e/ou maior possibilidade de ascensão que uma sociedade mais igualitária como a Venezuela (confira no link), tanto melhor.

Thursday, July 22, 2010

Germany and Russia Move Closer | STRATFOR


Rumo ao Leste

Como entender a articulação entre Alemanha, França e Polônia com a presença do Ministro das Relações Exteriores russo? A proposta surgiu após conversações entre a chanceler Angela Merkel e o presidente Dmitri Medvedev em junho de 2008. Um projeto de cooperação russo-europeu na área de segurança tem que levar em consideração três fatores:

· As relações entre Rússia e U.E. têm permanecido em banho-maria há anos;

· Os alemães estão mudando sua política externa;

· A negociação dos principais agentes Alemanha e Rússia partilhada entre França e Polônia indica a complexidade das questões envolvidas.

A reavaliação

A criação de uma estrutura econômica continental tem raízes na história que arrastou a Alemanha para três conflitos com a França desde 1870. A prosperidade a partir do Pós-Guerra não foi uma simples meta alcançada, mas também um reforço positivo para dirimir animosidades que tiveram resultados sangrentos.

Mas, a crise financeira de 2008 abalou a confiança alemã na U.E. como instrumento para perpetuação dessa prosperidade. Antes disso, o país pode manter a estabilidade em seu crescimento de longo prazo, ao mesmo tempo em que se integrava economicamente ao leste. No entanto, parece que este laço de confiança se partiu... A crise em países como a Grécia serviu para que o esquema de sustento da locomotiva alemã passasse a ser questionado. Até que ponto é vantajoso manter uma união na qual um país tenha que arcar com maiores custos econômicos para manutenção da estabilidade social alheia?

A atração russa

A Rússia fornece quase 40% do gás natural consumido na Alemanha. Sem isto, sua economia encontra-se amarrada. E a Rússia, por sua vez, precisa de tecnologias para superar sua dependência da exportação de commodities pura e simplesmente. Hoje são milhares de empresas alemãs investindo na Rússia. E, além desta simbiose econômica há a questão demográfica: o mercado interno alemão está diminuindo, o que poderia ser revertido com o aumento das imigrações, mas não sem gerar maior instabilidade social. A saída está no mercado russo, também em declínio demográfico, mas que pode aumentar muito como fonte de demanda para produtos alemães por um bom tempo. E ainda se pode investir no espaço russo que conta com grande mão de obra disponível. Em suma, o subsídio a maior parte do continente desincentivava a união e um novo parceiro com necessidades de consumo e mercado de investimentos constituem uma condição inversamente proporcional.

O alinhamento russo-alemão não é só econômico, também é uma questão de segurança. Em 1871, a Prússia se aliou com a Rússia quando atacou a França. Em 1914, a França e a Rússia se aliaram contra a Alemanha. Em 1940, a Alemanha se aliou com a Rússia quando atacou a França. Este jogo de vencedores e vencidos trouxe sempre guerra e mais guerra.

Esta dinâmica é a última coisa que interessa a Berlim. Em troca de um plano de segurança, a Alemanha pode oferecer ganhos econômicos à Rússia. Mas, isto pode afetar a França, que já possui uma estratégia de equilíbrio com a Rússia. E uma aliança tripartite entre esses países nunca frutificou. Faz parte do cálculo, portanto, a Alemanha não desagradar ou relegar a França um papel de “sócio-júnior”.

Isto só não é mais complicado que quando introduzimos o elemento Polônia nesta análise. Situada entre Alemanha e Rússia, sua história é marcada pela divisão e conquista pelos dois países. Trata-se do país mais afetado por uma aliança russo-alemã que cala fundo em sua psique. Os poloneses são os mais interessados depois dos próprios alemães e russos em entender o que se passa. Assim como é essencial sua compreensão sobre os compromissos com a U.E., também o é com relação a OTAN.

O complicador da OTAN

No curto prazo, Moscou deve acalmar a Polônia e a OTAN, mas não se trata de uma tarefa fácil. Na possibilidade de uma contenda desta organização com a Rússia, a Europa deverá considerar sobre qual poder militar apoiar.

Em outras palavras, a aproximação alemã da Rússia significa um afastamento da OTAN e, portanto, dos EUA. Em termos práticos, como ficaria seu posicionamento com relação a Geórgia, por exemplo? As duas superpotências pressionam constantemente a Alemanha a assumir posições das quais não tem interesse. Se a OTAN não tem tanto poder sobre a Alemanha, a U.E. sim, na medida em que depende da organização militar do Atlântico Norte. Com o afastamento do bloco europeu, a OTAN se veria com seu poder ainda mais reduzido.

(...)

*Adaptado de: Germany and Russia Move Closer | STRATFOR

Friday, July 16, 2010

Should Israel Bomb Iran?



Should Israel Bomb Iran?



Atacar preventivamente põe o inimigo a cavalheira. Perde-se a primazia moral...

Thursday, July 15, 2010

Comércio Externo Brasileiro e Desenvolvimento Regional - II



Um dos motivos da Guerra de Secessão foi a ameaça dos Confederados formarem uma união com Cuba importando bens manufaturados da Inglaterra em detrimento do Norte Yankee. O que é isto senão protecionismo e dos pesados? Não nego que muitos dos países que clamam pelo livre-comércio, em determinado ponto ou período de suas histórias foram tão ou mais fechados do que nos acusam hoje em dia. Mas eu gostaria de deixar claro que eu discordo de quem crê que o protecionismo faça melhor do que uma abertura cada vez maior. A circulação de capitais que grassa nas economias centrais amplia, cada vez mais, o montante de recursos que têm para crescer. É isto que deve ser buscado. Se pontualmente tivermos que nos fechar a um ou outro produto para atingir alguma equivalência ou “justiça econômica”, que seja, mas sempre que possível deixando este caminho como 2ª ou 3ª opção.

E para boa parte dos casos de disputas comerciais existe a OMC. Um exemplo bem sucedido se deu quando do governo FHC, nosso ex-presidente defendeu justamente a Embraer contra as acusações da canadense Bombadier por quebrarmos regras de comércio internacional. “Como um país com as mais altas taxas de juros do mundo não vai prestar algum tipo de compensação às suas empresas...” ou algo do gênero foi dito por FHC por conta da ocasião. E ganhamos não só judicialmente, mas ganhamos comercialmente.

Agora não compensaria ganhar quando tínhamos camisetas a R$ 20,00 ou mais. Eu achei que estava vendo coisas quando seu preço chegou aos R$ 10,00. E não era nada estranho. Os anacrônicos éramos nós. O mercado brasileiro apenas ajustava-se um pouco a realidade mundial. Era isto o que ocorria. Muito se fala na perda de empregos por ocasião das privatizações, mas este tipo de afirmação provém do DIEESE e outros centros ligados ao poder sindical. Não dá para levar em consideração se não tivermos métodos de inferência de quantos empregos foram criados no setor informal e o que isto representou em aporte de renda. Eu nunca vi tantos pedreiros e profissionais liberais com celulares fechando serviços. Imagine como era antes? Seus mercados eram muito mais restritos por absoluta falta de comunicação. E o que se ganhou em termos de consumo? Boa parte do lucro de imobiliárias, p.ex., reside no monopólio da informação do setor sobre certas áreas, o que caiu muito com a divulgação de ofertas de imóveis na rede e possibilidade de fechamento de negócios diretos com os proprietários. Isto precisaria ser avaliado, devidamente levado em conta para nos interarmos de quanto passamos a ganhar para que se possa dizer que perdemos mais no saldo final.
...

Wednesday, July 14, 2010

Comércio Externo Brasileiro e Desenvolvimento Regional


            Países “mais protegidos” são, via de regra, mais atrasados economicamente, como a Índia com uns 60% de tributos em média e o Egito, com uns 100%. O Brasil gira em 30% e os EUA algo por 12% para produtos agrícolas e uns 3% para manufaturados.
           
            Agora, a questão da Embraer é importante. Não acho que seja por tarifas que a empresa tenha se desenvolvido. Seu produto já é caro e o importado também deve ser equivalente. O que fez diferença, diversamente a tantos outro setores “protegidos” é a existência de um ITA. Portanto, é ilusão achar que a tributação elevada sobre um notebook vá, como que por encanto, nos levar a dominar esta tecnologia.

            Enquanto brincamos com isto, companhias de hardware preferem produzir na Costa Rica ao Brasil porque levam apenas 3 horas para terem suas exportações autorizadas e aqui, 3 dias. Não vejo estratégia nisto.

            Dizem que deveríamos dar ênfase ao comércio continental, com nossos "irmãos latino-americanos"... Quanto à infra-estrutura na América Latina, estou de pleno acordo. É um absurdo que não façamos uso de nossos recursos, especialmente rios desenvolvendo uma rede inter-modal (estradas-rios-ferrovias). Quem ensaiou, mas inexplicavelmente deu pra trás, foi o governo FHC que tinha um projeto de integrar a Hidrovia do Paraná a do Paraguai e, posteriormente, ao Rio Madeira. Se tal se concretizasse teríamos uma passagem de Buenos Aires ao Orinoco, pois este se liga ao Negro. Fantástico! Imagine o desenvolvimento regional... Hotéis, pesca, aventura, turismo, empregos, empregos e mais e mais comércio. Mas, nestas horas se vê a falta que um Sérgio Mota faz.

            Para dizer a verdade, não foi “inexplicavelmente”, não... Parece que o obstáculo jurídico veio dos ambientalistas e o financeiro por recursos destinados às termoelétricas em função do apagão de 2001.
...

Expansão

Graças ao ritmo de aquisições, os investimentos brasileiros no exterior chegarão a 15 bilhões de dólares em 2010, um avanço de 250% em relação ao ano anterior


A velocidade da internacionalização de companhias brasileiras é espantosa - e um reflexo direto do fortalecimento da economia. "Diga o nome de algumas multinacionais brasileiras. É ainda mais difícil do que lembrar de belgas famosos, não é?", provocava a revista britânica The Economist em setembro de 2000. Quase uma década depois, em novembro de 2009, a mesma publicação estampou uma capa com a manchete "O Brasil decola", afirmando que, "pela primeira vez, o país tem uma safra de companhias que podem ser chamadas de multinacionais". Os anos de estabilização da moeda, as sucessivas aberturas de capital, o fortalecimento do mercado interno, a evolução da gestão - tudo isso, de alguma maneira, contribuiu para que um grupo de companhias, em busca de escala global, partisse para uma rodada de surpreendentes aquisições fora do Brasil. 

(...)

Tuesday, July 13, 2010

Pobrezas


Maputo, Terça-Feira, 13 de Julho de 2010:: Notícias
Falando numa reunião de secretários das células do partido e dos comités de circulo, que termina hoje, na cidade da Beira, em Sofala, Guebuza afirmou que "a pobreza a primeira coisa que faz é tirar a nossa auto-estima para passarmos a depender de peditórios, ela não nos permite descobrir as técnicas para reproduzir a riqueza".
O Presidente da Frelimo diz que há dois tipos de pobreza que ainda afligem os moçambicanos no âmbito da luta contra a pobreza, "nomeadamente a pobreza material, caracterizada pela falta de materiais básicos ou a falta de capacidade financeira para termos acesso a esses materiais, e a pobreza espiritual".
"Muitas vezes vamos a pobreza pela falta de alimentos, ou seja insegurança alimentar. Existem neste momento pessoas que se as autoridades não fizerem nada daqui a pouco não teriam nada para comer. Outros podem ter dinheiro para usufruir de certas serviços mas que não existem no local onde residem", referiu.
"Há situações em que podemos ter dinheiro e não termos loja para comprar os produtos e mesmo havendo barraca nem tudo esta lá", acrescentou Guebuza, frisando que "com a pobreza estrutural o país esta estruturado de tal forma que é pobre".
“Alguém que pega no seu 4X4 e vai à aldeia ele pensa que é rico mas quando estiver la reduz-se a situação daquele que esta lá, com dinheiro pode não ter onde comprar, fica privado da energia eléctrica porque a rede ainda não chegou lá, tem o celular mas não pode usá-lo porque a rede ainda não esta lá, enfim, fica igual ao residente, para dizer que uma vez lá, fica pobre”, exemplificou.
(...)

Em 
Pobreza é estrutural - segundo Presidente da Frelimo, Armando Guebuza

---------------------------
Interessantíssimo, pois dá ensejo à Globalização como processo necessário para dirimir a pobreza local.


Bacheletnomics



Santiago. La pobreza en Chile registró su primer incremento en más de dos décadas, según dio a conocer el presidente Sebastián Piñera, al entregar los resultados de la Encuesta de Caracterización Socioeconómica (Casen) 2009.

Según los datos relevados por el mandatario, la pobreza total en Chile aumentó a 15,1% en 2009 desde 13,7% en 2006, con lo que el país rompió su tendencia de una permanente y constante disminución de este indicador.

"La pobreza en Chile, que venía cayendo sistemáticamente desde que recuperamos nuestra democracia, experimentó un dramático retroceso", se lamentó el mandatario.

Piñera detalló que la pobreza afecta actualmente a 2,5 millones de chilenos, frente a los 2,2 millones que se encontraban en esa condición en 2009.

Mientras, la población en situación de indigencia aumentó a 634.329, en comparación a los 516.738 de hace tres años.

"En palabras simples, 355 mil chilenos y chilenas cayeron al oscuro y triste mundo de la pobreza, y 117 mil cayeron a la indigencia", afirmó el gobernante.

Contraste. El mandatario dijo que este incremento contrasta con el fuerte incremento en el gasto social que impulsaron las administraciones de la centroizquierdista Concertación, que gobernó el país entre 1990 y 2010.

“Pese a las muy buenas intenciones de los gobiernos anteriores y los muy necesarios incrementos en el gasto social, que alcanzaron a 35%, desgraciadamente la pobreza y lejos disminuir, aumentó”, precisó.

Además, señaló que el aumento de la pobreza fue mayor a incremento de la población chilena, que aumentó 5,2% en el mismo período. "La población en pobreza creció al doble de ese ritmo y en pobreza extrema, al triple de ese ritmo, aseguró.

(...)


...