interceptor

Novas mensagens, análises etc. irão se concentrar a partir de agora em interceptor.
O presente blog, Geografia Conservadora servirá mais como arquivo e registro de rascunhos.
a.h

Thursday, October 07, 2010

"Transparente, mas nem tanto assim"

Lula diz que Petrobras 'é uma caixa branca, transparente, mas nem tanto assim' - O Globo Online
Vai entender...

Videversus: Israel assina contrato com os Estados Unidos para compra de 20 caças F-35

Videversus: Israel assina contrato com os Estados Unidos para compra de 20 caças F-35

EUA: imigração

Aqui, um artigo sensato sobre a posição em relação aos imigrantes nos EUA. Sem aquela paranóia de "ameaça de revolução":


townhall.com
A Letter from a Republican to Hispanics - Dennis Prager: I am

E, para complementar, outro mostrando o compromisso da administração federal com o assunto:




O Departamento de Segurança Interna americano revelou nesta quarta-feira que os Estados Unidos deportaram 392 mil imigrantes ilegais no ano fiscal encerrado em 30 de setembro, um cifra recorde. Destes, mais de 195 mil eram criminosos já condenados que viviam ilegalmente no país. O resultado total representa um aumento de 3 milhões em relação ao número de imigrantes expulsos no período entre 2008 e 2009. 

O Serviço de Controle de Imigração e Alfândega dos Estados Unidos informa ainda que, desde janeiro de 2009, mais de 3,2 mil empregadores foram investigados por suspeita de contratar estrangeiros ilegalmente. Além disso, 225 empresas foram fechadas e mais de US$ 50 milhões (cerca de R$ 80 milhões) em multas e sanções financeiras foram impostas devido a esses crimes. Os Estados Unidos têm um número estimado de mais de 11 milhões de imigrantes ilegais. Às vésperas das eleições para o Congresso americano em novembro, o assunto ganhou destaque com a criação de leis estaduais que restringem a entrada de estrangeiros. Em abril, o Arizona anunciou uma legislação que, entre outros pontos, tornava crime estadual a presença de imigrantes ilegais. A lei foi contestada e acabou entrando em vigor sem as partes mais polêmicas, bloqueadas pela Justiça até que se decida sobre sua constitucionalidade.
Estados Unidos de Obama deportam número recorde de imigrantes ilegais




Wednesday, October 06, 2010

Geografia Conservadora: Eis a prova da votação do Brasil moderno e do Brasil dos grotões

Ainda sobre:


"Mulheres são mais chefes de família na classe C", então, sendo assim, o voto é Dilma seria sexismo puro, proveniente do estrato menos escolarizado.

O suicídio e a "geração sanduíche"

Interessantíssimo:



Há várias dicas no link acima sobre o suicídio na meia-idade como os batidos desemprego e crise econômica, mas correlacionados com solteiros e baixo nível educacional. E a análise sociológica em questão não fica apenas nos "dados sociais"... Eles citam o fenômeno da "geração sanduíche", pós-baby boom, intermediária entre a que se beneficiou com o aumento da longevidade e o recrudescimento de doenças da velhice, como o Alzheimer. E, claro, uma geração que, justamente por sua maior longevidade, consegue desenvolver doenças que surgiram no período de adolescência como complicadoras da depressão, a qual, por sua vez, contribui para o aumento das taxas de suicídio.

Para aqueles acostumados com explicações simplistas e vagas, como o "mal-estar da civilização moderna" etc. vale à pena ver que há, na verdade, uma combinação de fatores que desemboca num fenômeno. Aliás, querer crer num único fator causador de doenças ou transtornos mentais é tão equivocado quanto buscar uma panacéia que sirva como cura para todos os males.

Eis a prova da votação do Brasil moderno e do Brasil dos grotões



A lista que você pode examinar ao lado (clique em cima para ampliar a imagem) foi elaborada pelo site www.terra.com.br e revela de que modo a candidatura do tucano José Serra capturou amplo apoio nas cidades de IDH mais alto do Brasil, ao mesmo tempo em que demonstra que nas cidades de mais baixo IDH a vantagem foi da petista Dilma Roussef.
. O IDH mede o Índice de Desenvolvimento Humano, portanto apresenta as cidades com melhor qualidade de vida, o que inclui rendimento melhor e mais bem distribuído entre a população, maiores níveis de educação e de cultura, melhores condições de vida social e segurança.
. Nas 10 campeãs de IDH, entre as quais três gaúchas, inclusive Bento Gonçalves, cujo prefeito é do PT, Serra levou vantagem em nove. É um número muito alto e muito superior à fatia que ele conseguiu no Brasil.
. Ao contrário, Dilma Roussef levou vantagem em nove das dez cidades de pior IDH do Brasil.
. O que revelam as tabelas é que a candidatura de José Serra, do PSDB, é a candidatura dos centros urbanos e rurais mais modernos, contemporâneos, progressistas, que compreendem suas propostas de administração inovadora, competente e eficaz, comprovada pelo seu currículo e biografia conhecidíssimos.
. No caso dos municípios de IDH baixíssimo, prevaleceu o voto dos eleitores mais atrasados, pobres, dispostos a fazer concessões por bolsas-fomes. São os votos dos grotões. O PT surge no caso como o Partido dos velhos coronéis dos antigos PSD  (PMDB) e UDN (PT). Este tipo de eleitor vai atrás de qualquer Padim Ciço, votando numa candidata que possui um currículo já denunciado como falso (Sistema Lattes) e uma biografia totalmente obscura, sombreada e sem brilho próprio algum.
. O cotejo desses dois candidatos e desses dois Brasis estará em jogo no segundo turno.
http://polibiobraga.blogspot.com/


Monday, October 04, 2010

Rússia Tropical


Mídia alemã volta os olhos para as eleições no Brasil e ressalta sobretudo a "força interna do gigante até há pouco adormecido". Não importando o resultado das urnas, país ganha relevância no cenário internacional. DW-WORLD.DE, die Deutsche Welle im Internet: Nachrichten, Analyse und Service aus Deu...

Eu não consigo ver de modo tão simples assim. “Potências” que mantêm fraquezas internas, estruturais, tendem a não durar em seu novo posto. Claro que o Brasil está mudando internamente, mas a incorporação de mão de obra qualificada ainda é baixa em se tratando de produção de tecnologias. O que temos é um setor de agronegócio que vai de vento em popa, mas não um terciário moderno, nem significativa capacidade de poupança. Sei também que é normal a um país dessas dimensões, algum nível de desigualdade regional, tudo bem. No entanto, no Brasil não vemos somente estados pobres e estados ricos: alguns deles são simplesmente insustentáveis do ponto de vista fiscal. Este tipo de estrutura político-econômica pode sim conviver com um estado-nação potência, mas esta não será aquela que almejamos e sim, na melhor das hipóteses, uma espécie de “Rússia Tropical”.

Tuesday, September 28, 2010

Apenas para não ferir suscetibilidades

Excelente radiografia da economia brasileira atual:

Un Estado, dos estados, muchos estados. La cultura de negocios brasileña está vinculada a la autoimagen del país y su historia. Desde que Getúlio Vargas sentó en los años 30 las bases para una industrialización mediante sustitución de importaciones, progreso y autonomía han sido sinónimos. Más que cambiar el modelo desarrollista, los sucesivos gobiernos de derecha e izquierda lo han adaptado al contexto internacional, expandiendo o reduciendo selectivamente la participación del Estado y de los extranjeros, y sin dejarse seducir del todo por los beneficios prometidos por una liberalización económica in extremis. Hoy en día una cosa es entrar al retail y otra, a una industria estratégica como el transporte aéreo o los medios de comunicación.
En el caso de las privatizaciones del período 1997-2002, muchos inversionistas extranjeros, como la francesa Vivendi o la estadounidense AES, entraron como minoritarios a través de sociedades de inversión con empresas locales. Una cosa era el discurso del gobierno federal; otra distinta fue la práctica de algunos gobernadores como Roberto Requião e Itamar Franco, ambos del centro-populista Partido del Movimiento Democrático Brasileño (PMDB), que anularon los contratos y retomaron el control de empresas como la eléctrica Cemig, en Minas Gerais, o la sanitaria Sanepar en Paraná.
(...)
Para aquellos que conocen el país, como Cibié y Grekin, el modelo está en la idiosincrasia y no vale la pena desgastarse en criticarlo desde afuera. Otros, como el estadounidense Molano, insisten en que Brasil nunca superará la pobreza precisamente por la protección de la que goza la industria local, que se traduce en una relación precio-calidad de bienes y servicios que perjudica a los consumidores y contribuye a la concentración del ingreso.
“Brasil aún no tiene los elementos para ser un país desarrollado”, afirma Rivera, de Boston Consulting Group. “Pero se ha transformado en un motor del crecimiento regional y hay que aprovecharlo”.
Es la apuesta de CMPC y su flamante membresía en BRACELPA, o la de LAN y su anunciada operación con TAM. Una adquisición que no osa decir su nombre para no herir susceptibilidades.



E para continuar lendo...


Proteccionista, caro, enormemente atractivo, Brasil está en los ojos de todos y exige respeto. Cuidado con venir a enseñarle nada.

Monday, September 27, 2010

Operación 'Sodoma' Victoria sobre las Farc Citytv.com.co /Cae el Monojojoy




Tecnologia brasileira ajudando a extirpar um pústula da face da Terra...

Sunday, September 26, 2010

Impostos, deveres e eficácia

Recomendo a leitura desta discussão aqui, feita sobre impostos nos EUA esclarece porque a redução para ricos feita no governo GWB pode ser tão anacrônica quanto aposentadorias concedidas indevidamente ou de modo permanente. 

Claro que é desejável não pagar impostos, mas a questão vai além disso, do benefício individual, ela se estende para o campo moral, quando se pensa no dever perante a necessidade do conjunto da economia. No entanto, eu me pergunto se impostos sobre grandes riquezas são profícuos. Penso que não, acho que trazem perdas maiores no longo prazo devido a fuga de riquezas para países ou regiões mais seguras aos investimentos.

Wednesday, September 22, 2010

Democracia e Liberdade: LIBERALISMO URBANO É POSSÍVEL?

Sobre:


Fernando, a grande maioria do que escreveste vai de encontro ao que penso, é isto mesmo, uma descentralização política é mais importante do que uma descentralização econômica capenga feita por 1/2 dúzia de empresas que dominam a cidade em consórcio com a prefeitura. Gosto da idéia de uma arena política em que todos podem discutir e fazer valer seus projetos quando refletidos por um grupo maior que não tem o mesmo poder de articulação. E um condomínio, como bem notaste, não tem a mesma abrangência. Agora, só me resta uma dúvida (o que, talvez, eu discorde), os zoneamentos valorizam certas áreas sim em detrimento de outras, mas quando um indivíduo e um grupo deles se desloca para determinada zona urbana, ele compra uma fração de terra com certos atributos, está portanto ancorado num contrato que precede a própria propriedade. Assim, quando se rompe um zoneamento ou se altera seu padrão legal está se rompendo o mesmo contrato. Ora, se defendes o que pode vir a ser chamado como negociação, não se pode, em meu entender, certas normas criadas com o intuito de harmonizar ou destinar certos fins a áreas específicas. Exceto se tudo que foi feito antes do modelo que propõe passem a ser inválidas, as novas áreas também passarão a criar normas, mesmo que hipoteticamente não delineadas para um tempo ou período previsto, mas irão contemplar um código de posturas, no mínimo, e um modo de proceder num determinado espaço urbano que não é homogêneo a toda cidade, pois esta é uma característica essencial das cidades, sua heterogeneidade.
Abraço,
a.h

Dispatch: Indonesia To Skip U.S.-ASEAN Meeting | STRATFOR

Dispatch: Indonesia To Skip U.S.-ASEAN Meeting | STRATFOR

Tuesday, September 21, 2010

Vácuo sueco

Migrações estão relacionadas a períodos de grandes transformações/adaptações do gênero humano. O problema é que no caso citado, uma parte da sociedade, que tem mais direitos também tem deveres que os beneficiados não correspondem. Este tipo de subsídio é danoso, pois cria uma cisão em que "o cidadão de segunda classe política" se torna um "cidadão de primeira classe tributário". Defender as tradições, referendando a posição dos que defendem "a Suécia para os suecos" implica em um contra-senso, pois o estado que serve como limite físico da preservação da cultura e tradição é uma invenção moderna (anti-tradicional) em que o indivíduo deve ser seu ponto de apoio. Quando ocorre um vácuo de idéias que deveriam enfatizar esta relação de direitos e deveres do indivíduo, o espírito de horda dos racistas acaba por preenchê-lo. Este fascismo se torna recorrente justamente pelo ocaso liberal-individual, o único meio de redenção político e econômico que conheço.

Five Ways to Profit as Coffee Prices Soar


Sobre:


O que impressiona é o jogo, desde os tempos do Getúlio com que se manipula as commodities brasileiras. Por outro lado, o mercado de ações torna o lucro livre para investidores que surfam nas crises de abastecimento, de modo que o lucro não é monopolizado, mas distribuído para além dos produtores que têm que se adaptar com o aumento de competitividade dos "comunistas" vietnamitas. Nesta situação não adianta bradar por controle do mercado de ações, mas o que deveria ser feito é um marketing e planejamento de longo prazo aumentando o valor agregado do produto.

O que faz uma câmara de comércio brasileira no setor?

Dispatch: Tajikistan and Central Asia's Fergana Valley | STRATFOR


Dispatch: Tajikistan and Central Asia's Fergana Valley | STRATFOR

Jornalismo de guerra e funcionalismo teórico



e

EUA planejam vender US$ 60 bilhões em aeronaves militares a sauditas

Acordo bélico pode ser o maior da história americana.
Pacote envolveria 84 caças, 178 helicópteros e tecnologia à Marinha. 


A matéria é confusa. Pois o número de vagas alegado (77.000 em até 10 anos) são cócegas perante a necessidade de geração de postos de trabalho atual. Quanto à necessidade de armar os sauditas, perfeito. Totalmente correto, mas sugerir que todo um conflito internacional tenha sido criado para justificar um acordo desses é contra-sensual porque o que se perde com o encarecimento do petróleo é n-vezes superior ao que, supostamente, se ganha. A abordagem, em ciências sociais, que coloca os resultados, benefícios de uma ação como se fosse uma causa é o que chamamos de funcionalismo. É um equívoco. Mas, se me perguntar se de uma crise se pode tirar algum proveito, daí sim eu diria que sim.



Wednesday, September 15, 2010

Beco


Sobre:

9/11 and the 9-Year War | STRATFOR

Quando se pensa em Oriente Médio, se tem um norte sobre o que os EUA fazem no Iraque e com relação ao Irã, mas quando se foca no Afeganistão, não. A estratégia parece ser a simples contenção de futuras ações da Al Qaeda, o que não é suficiente, na medida em que não se fecha um ciclo com expectativas de resultados sobre o que seria a reconstrução do país. País... Com relação a este termo, a Al Qaeda leva uma vantagem: não há no horizonte um conjunto de ações que aponte no sentido de se constituir uma unidade política coerente e para os terroristas, esta fragmentação política é interessante.

Por outro lado, o foco em demasia sobre o Afeganistão, com os gastos conseqüentes que se avolumam, permite a expansão da política externa russa, justamente, em detrimento da presença e atuação da OTAN. Este lapso de atuação do poder global dos EUA que têm lhes custado caro. E a retirada de tropas do país não vai diminuir o volume de ações terroristas, de modo que a sociedade global vai ter que se adaptar a um sistema de vigília intensa em seu próprio território. Por outro lado, não vejo como se pode aumentar a insegurança sem tornar a situação da Al Qaeda mais insegura e, para tanto, aliados regionais, com todos os prejuízos que isto possa acarretar, vão ter que ser incentivados.

Democracia e Liberdade: ALGUNS COMENTÁRIOS SOBRE A QUESTÃO DA MOEDA

Democracia e Liberdade: ALGUNS COMENTÁRIOS SOBRE A QUESTÃO DA MOEDA

Sunday, September 12, 2010

As ruínas da razão


Sobre:


Tá bom, quer dizer que para criticar a sociedade atual vale criticar o crescimento do Império Romano?! E o absurdo de tudo é criar uma espécie de “lei” do crescimento como inversamente proporcional a sustentabilidade. Os romanos ficavam sem território para conquistar e passavam a ter menos terra fértil e mão de obra... Então tinham que intensificar a produção. Este é o legítimo programinha chupa-cabra mesmo. Disso que falaram sobre os romanos pulam direto para o esgotamento de reservas petrolíferas, como se só tivéssemos isto como fonte energética.
Outra coisa, eles mostram o Império Romano como tendo acabado e, para quem não conhece a história, sem deixar vestígios. Eles não avaliam honestamente ao contrabalançar com o legado (e, portanto, continuidade) deste império e todos os frutos para a civilização atual. É diferente comentar um caso como o dos maias e seu desaparecimento, supostamente, ligado a uma explosão demográfica e o fim do Império Romano que não foi da mesma forma: não há indícios de redução dos súditos, mas mudança de domínio.

Nevasca Negra - Tempestades de Areia varrem a América dos anos 30

Aquele negócio da poeira, com base em ventos sazonais é uma outra forçada na barra tentando reeditar o Dust Bowl que atingiu o meio-oeste americano durante os anos 30, cuja situação foi agravada pela crise de 29. Agora, a forma de “enganarmos a natureza” com os produtos químicos não é sucesso da produção (que preserva ecossistemas), mas logro. O programa é um lixo e é tomado por juízo de valor do início ao fim. E a compra de terras na África, p.ex., pela China é mal vista porque se dá em terras de pobres. Quer dizer que não se contempla o desenvolvimento e empregos que já gerados e o que se vislumbra para o futuro. Todos os exemplos não levam em consideração uma contabilidade de perdas e ganhos.
Daí o sensacionalismo do programa é ridículo. Para dramatização da crise imobiliária, eles exibem um edifício sendo implodido! Depois dois, com um caindo em direção ao outro!! E que milhões de pessoas perderam seus lares?! Não perderam, perderam seus investimentos! E para arrematar ainda mostram ruínas romanas, como se fossem as casas dos romanos!! Cara, que palhaçada!
E aí a luta de gladiadores passa a ser “fachada”, como se antes não fosse o que era, diversão. O paralelo entre isto e o momento atual, bota anacronismo aí... É para nos mostrar tão irresponsáveis quanto os líderes romanos, como se ambas situações tivessem a mesma causa. Só falta dizerem que o terrorismo atual se equivale às invasões bárbaras. Claro, não faltaram caças supersônicos após o comentário sobre crescentes gastos com legiões romanas.
“Quando as forças germânicas derrotaram...” Ora, os germanos se romanizaram e vice-versa. Parecem os paranóicos conservadores americanos que temem os imigrantes (legais, inclusive) como aqueles que acabarão com seu modo de vida. Como não dá para nos igualar aos maias, anasazis etc., pegam os romanos simplificando sua crise e esquecendo de analisar o que foi a transição entre longos períodos na história. Conflito na fronteira com o México... Já existe e não é por que a vida ao norte piorava, mas porque ainda é muito boa atraindo imigrantes/mulas levando drogas sem cessar.
Pronto! Foram para a Somália para assombrar o futuro de Nova York! Este programa não existe! Que que é isso? O samba do ambientalista louco! Meu deus!
A globalização acelerar nossa queda? O quê?! E ainda nos vem falar de educação? Como se esta prescindisse da própria globalização... Como obter informações do mundo todo sem comunicações? Sem globalização?
Então, há uma luta entre duas naturezas, a “animal” que prevalece e a “lógica” que deve prevalecer. Esses caras não têm assessores etólogos para coibir este tipo de asneira, não?
Jared Diamond pode propor soluções energéticas e urbanísticas, no que está certo, mas sua avaliação sobre história e economia é, no mínimo, sofrível, um show de horrores intelectual. É a mesma conversinha paranóica desde a Conferência de Estocolmo em 1972 – a que precedeu a Eco’92.
“O legado do colapso pode estar contra nós...” Como um colapso deixa legado nos permitindo sobreviver? Há um contra-senso óbvio nesta frase. Tentaram terminar o programinha chupa-cabra com um toque de esperança, mas depois de tudo que disseram, esqueça.



[*] Referente ao programa “O Melhor do Nat Geo” de 12 de setembro de 2010, 21h30.