Monday, October 04, 2010
Rússia Tropical
Tuesday, September 28, 2010
Apenas para não ferir suscetibilidades
Un Estado, dos estados, muchos estados. La cultura de negocios brasileña está vinculada a la autoimagen del país y su historia. Desde que Getúlio Vargas sentó en los años 30 las bases para una industrialización mediante sustitución de importaciones, progreso y autonomía han sido sinónimos. Más que cambiar el modelo desarrollista, los sucesivos gobiernos de derecha e izquierda lo han adaptado al contexto internacional, expandiendo o reduciendo selectivamente la participación del Estado y de los extranjeros, y sin dejarse seducir del todo por los beneficios prometidos por una liberalización económica in extremis. Hoy en día una cosa es entrar al retail y otra, a una industria estratégica como el transporte aéreo o los medios de comunicación.
En el caso de las privatizaciones del período 1997-2002, muchos inversionistas extranjeros, como la francesa Vivendi o la estadounidense AES, entraron como minoritarios a través de sociedades de inversión con empresas locales. Una cosa era el discurso del gobierno federal; otra distinta fue la práctica de algunos gobernadores como Roberto Requião e Itamar Franco, ambos del centro-populista Partido del Movimiento Democrático Brasileño (PMDB), que anularon los contratos y retomaron el control de empresas como la eléctrica Cemig, en Minas Gerais, o la sanitaria Sanepar en Paraná.
(...)
Para aquellos que conocen el país, como Cibié y Grekin, el modelo está en la idiosincrasia y no vale la pena desgastarse en criticarlo desde afuera. Otros, como el estadounidense Molano, insisten en que Brasil nunca superará la pobreza precisamente por la protección de la que goza la industria local, que se traduce en una relación precio-calidad de bienes y servicios que perjudica a los consumidores y contribuye a la concentración del ingreso.
“Brasil aún no tiene los elementos para ser un país desarrollado”, afirma Rivera, de Boston Consulting Group. “Pero se ha transformado en un motor del crecimiento regional y hay que aprovecharlo”.
Es la apuesta de CMPC y su flamante membresía en BRACELPA, o la de LAN y su anunciada operación con TAM. Una adquisición que no osa decir su nombre para no herir susceptibilidades.
E para continuar lendo...
Monday, September 27, 2010
Sunday, September 26, 2010
Impostos, deveres e eficácia
Wednesday, September 22, 2010
Democracia e Liberdade: LIBERALISMO URBANO É POSSÍVEL?
Tuesday, September 21, 2010
Five Ways to Profit as Coffee Prices Soar
Jornalismo de guerra e funcionalismo teórico
e
EUA planejam vender US$ 60 bilhões em aeronaves militares a sauditas
Acordo bélico pode ser o maior da história americana.
Pacote envolveria 84 caças, 178 helicópteros e tecnologia à Marinha.
A matéria é confusa. Pois o número de vagas alegado (77.000 em até 10 anos) são cócegas perante a necessidade de geração de postos de trabalho atual. Quanto à necessidade de armar os sauditas, perfeito. Totalmente correto, mas sugerir que todo um conflito internacional tenha sido criado para justificar um acordo desses é contra-sensual porque o que se perde com o encarecimento do petróleo é n-vezes superior ao que, supostamente, se ganha. A abordagem, em ciências sociais, que coloca os resultados, benefícios de uma ação como se fosse uma causa é o que chamamos de funcionalismo. É um equívoco. Mas, se me perguntar se de uma crise se pode tirar algum proveito, daí sim eu diria que sim.
Thursday, September 16, 2010
Wednesday, September 15, 2010
Beco
9/11 and the 9-Year War | STRATFOR
Quando se pensa em Oriente Médio, se tem um norte sobre o que os EUA fazem no Iraque e com relação ao Irã, mas quando se foca no Afeganistão, não. A estratégia parece ser a simples contenção de futuras ações da Al Qaeda, o que não é suficiente, na medida em que não se fecha um ciclo com expectativas de resultados sobre o que seria a reconstrução do país. País... Com relação a este termo, a Al Qaeda leva uma vantagem: não há no horizonte um conjunto de ações que aponte no sentido de se constituir uma unidade política coerente e para os terroristas, esta fragmentação política é interessante.
Por outro lado, o foco em demasia sobre o Afeganistão, com os gastos conseqüentes que se avolumam, permite a expansão da política externa russa, justamente, em detrimento da presença e atuação da OTAN. Este lapso de atuação do poder global dos EUA que têm lhes custado caro. E a retirada de tropas do país não vai diminuir o volume de ações terroristas, de modo que a sociedade global vai ter que se adaptar a um sistema de vigília intensa em seu próprio território. Por outro lado, não vejo como se pode aumentar a insegurança sem tornar a situação da Al Qaeda mais insegura e, para tanto, aliados regionais, com todos os prejuízos que isto possa acarretar, vão ter que ser incentivados.
Sunday, September 12, 2010
As ruínas da razão
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Nevasca Negra - Tempestades de Areia varrem a América dos anos 30 |
Thursday, September 09, 2010
Hiato
O IBGE divulgou uma pesquisa que traça um retrato lastimável do Brasil de uma década quase de governo Lula. Os dados mostram que o País avançou muito em algumas coisas, mas preserva outros atrasos. Os dados de saneamento melhoram devagar: o acesso à rede de esgoto saiu de 46,4% em 1992 para 60% em 2009, excluindo a área rural do Norte. Levamos quase duas décadas para isso. Esse número é fundamental na consideração da ONU para o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), que coloca o Brasil lá atrás. A falta de saneamento é problema grave. Isso aumenta os gastos com saúde, a deterioração do meio ambiente, a qualidade de vida das pessoas. Agora, há outras melhoras. Em 1992, apenas 19% das casas tinham telefone. Atualmente, cerca de 85% dos domicílios possuem um aparelho. Isso é total e absoluta consequência das privatizações do setor de telecomunicações promovidas pelos governos de Fernando Henrique Cardoso. O crescimento é de 387% nesse período. É mais ou menos assim: a economia privada, como ocorreu com a telefonia, tem conseguido colocar os equipamentos nas mãos dos brasileiros, mas o setor público não consegue fazer os serviços andarem com rapidez. Segundo a Pnad, divulgada pelo IBGE, a falta de saneamento básico (água e esgoto) só faz crescer, o analfabetismo atinge 14,1 milhões de pessoas, mas o brasileiro comprou mais DVDs e máquinas de lavar, computadores.
Lula deixa um legado trágico de seu governo
Detalhe que oculta um cerne
Wednesday, September 08, 2010
Pnad(e) vocês...
Corrupção e resistência no Afeganistão
Após oito anos de guerra das tropas estrangeiras contra o Taleban, um afegão que foi a um prédio do governo para conseguir um certificado de casamento descobriu que teria de pagar US$ 2.000 [cerca de R$ 3.400] pelo documento. Não era uma taxa --inviável diante da renda per capita de US$ 800 [...]
Afeganistão fica em 2º lugar em ranking dos países mais corruptos
Se não existe um consenso político sequer sobre a segurança do país entre partes interessadas, menos ainda na lisura financeira do país. O problema estratégico que decorre é que se os EUA planejam uma retirada do país (quando em junho, a OTAN afirmava ser necessário 400.000 soldados para manter a paz), o controle à corrupção se torna um verdadeiro luxo. "Tolerar a corrupção" significa, infelizmente, por mais paradoxal que pareça, traçar um amplo acordo com lideranças regionais contra um mal maior, o Talebã. Friday, September 03, 2010
Transcocalera é desnecessária
É MUITO GRAVE ...E É GRAVE PORQUE AINDA EXISTEM AQUELES (AS) QUE NÃO QUEREM ENXERGAR...ATÉ QUE UM FILHO, OU NETO, OU SOBRINHO (A) OU PARENTE DE UM AMIGO SEJA ALCANÇADO POR ESSA DROGA. AÍ VÃO CHORAR E TENTAR SABER DE ONDE VEIO E COMO.É MUITO GRAVE ...
06/07/2010
BNDES financia estrada na Bolívia que facilitará o tráfico de cocaína
Depois que José Serra apontou o governo da Bolívia de conivência com o tráfico de cocaína para o Brasil, a reação de certa imprensa se limitou ao “outro-ladismo”: falou o governo da Bolívia — para atacar Serra; falou Marco Aurélio Garcia — para atacar Serra; falou Dilma Rousseff — para atacar Serra; falou até, imaginem só!, José Dirceu, um chefe de quadrilha, segundo a Procuradoria Geral da República — para atacar Serra, é claro! Afinal de contas, o pré-candidato tucano à Presidência teve só um surto de irresponsabilidade, ou o que ele diz faz sentido? Bem, o que ele afirmou chega a ser tímido. E um tanto incompleto: A CUMPLICIDADE SE ESTENDE AO GOVERNO BRASILEIRO. E VOCÊS VERÃO POR QUÊ.
Reportagem de Duda Teixeira e Fernando Barros de Mello, na VEJA desta semana, evidencia os detalhes da cumplicidade do governo boliviano com a produção e tráfico de cocaína — íntegra para assinantes aqui. Mas faltava ver a coisa também na ponta de cá. Leiam este trecho da reportagem:
Com o auxílio do dinheiro dos contribuintes brasileiros, ficará ainda mais fácil para os traficantes colocar cocaína e crack nas ruas das nossas cidades. Em agosto do ano passado, na Bolívia, o presidente Lula, enfeitado com um colar de folhas de coca, prometeu um empréstimo de 332 milhões de dólares do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para a rodovia Villa Tunari - San Ignacio de Moxos. Na ocasião, a segurança de Lula não foi feita por policiais, mas por centenas de cocaleiros armados com bastões envoltos em esparadrapo. Com 60 000 habitantes, a cidade de Villa Tunari é o principal centro urbano de Chapare.
A rodovia, apelidada pelos bolivianos de “estrada da coca”, cruzará as áreas de cultivo da planta e, teoricamente, deveria fazer parte de um corredor bioceânico ligando o porto chileno de Iquique, no Pacífico, ao Atlântico. Como só garantiu financiamento para o trecho cocaleiro, a curto prazo a estrada vai favorecer principalmente o transporte de cocaína para o Brasil. O próprio BNDES não aponta um objetivo estratégico para a obra, apenas a intenção de “financiar as exportações de bens e serviços brasileiros que serão utilizados na construção da rodovia, tendo como principal benefício a geração de empregos e renda no Brasil”. Traduzindo: emprestar dinheiro para a obra vai fazer com que insumos como máquinas ou asfalto sejam comprados no Brasil. O mesmo efeito econômico, contudo, seria atingido se o financiamento fosse para uma obra em território nacional.
Na Bolívia, suspeita-se que o financiamento do BNDES seja uma maneira de conferir contratos vantajosos a construtoras brasileiras sem fiscalização rigorosa. Os promotores bolivianos investigam um superfaturamento de 215 milhões de dólares na transcocaleira. “Essa rodovia custou o dobro do que seria razoável e não tem licenças ambientais. Seu objetivo é expandir a fronteira agrícola dos plantadores de coca”, diz José María Bakovic, ex-presidente do extinto Serviço Nacional de Caminhos, órgão que administrava as rodovias bolivianas. Desde que Morales foi eleito, Bakovic já foi preso duas vezes por denunciar irregularidades em obras públicas. As mães brasileiras não são as únicas que sofrem com a amizade do governo brasileiro com Morales.
As provas da ajuda de Evo Morales ao narcotráfico
Depois da eleição de Morales, a produção de cocaína e pasta de coca na Bolívia cresceu 41%
A quantidade de cocaína que entra no Brasil pela fronteira com a Bolívia aumentou 200%
Morales é presidente de seis associações de cocaleiros da região do Chapare, seu reduto eleitoral
Ele quer ampliar a área de cultivo de coca para 21 000 hectares. Para atender ao consumo tradicional, como o uso da folha em chás e cosméticos, basta um terço disso
Expulsou a DEA, agência antidrogas americana, que dava apoio à polícia boliviana no combate ao tráfico
A pedido dos cocaleiros, Morales acabou com o projeto que ajudava agricultores a substituir a coca por plantações de banana, melão, café e cacau.
http://www.brasilverdade.org.br/?conteudo=canal&id=694&canal_id=21
Tuesday, August 31, 2010
Novo Maragato: Separatismo e Federalismo
Novo Maragato: Separatismo e Federalismo: " Nas ultimas decadas o mundo viveu uma grande revolução no atlas mundial com a criação de muitos paises. Bandeira da Catalunha Um exemplo..."
Sunday, August 22, 2010
Lightning Bout
O governo da Rússia protestou contra a decisão da Justiça da Tailândia de extraditar o russo Viktor Bout, conhecido como "Mercador da Morte", para que seja julgado nos Estados Unidos. O ministro de Relações Exteriores russo, Sergei Lavrov, descreveu a decisão anunciada pelas autoridades tailandesas nesta sexta-feira como ilegal e afirmou que foi tomada sob forte pressão externa. Lavrov afirmou que a Rússia continuará a lutar para que Bout seja enviado ao país.
Viktor Bout é acusado de ter vendido armas para grupos insurgentes em vários países, da África, América Latina e Oriente Médio. Ele foi preso na Tailândia, em 2008, em uma operação em que agentes americanos se disfarçaram de guerrilheiros das Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia, organização terrorista e traficante de cocaína) tentando comprar armas. Uma corte tailandesa havia rejeitado o pedido de extradição apresentado pelos Estados Unidos, mas a apelação de Washington foi aceita por uma corte de instância superior nesta sexta-feira. As autoridades americanas apresentaram duas novas acusações de lavagem de dinheiro e fraude eletrônica contra Bout antes da audiência desta sexta-feira. Se a apelação tivesse sido rejeitada, o russo teria que aguardar na prisão uma nova decisão da Justiça. A corte deu às autoridades três meses para lidar com as novas acusações, mas o mais provável é que os Estados Unidos abandonem os casos para que a extradição ocorra o mais rapidamente possível. "A corte decidiu detê-lo para que seja extraditado para os Estados Unidos", afirmou o juiz Jitakorn Patanasiri. Bout é acusado de conspiração para matar americanos, conspiração para enviar material de apoio a terroristas e conspiração para adquirir e usar mísseis antiaéreos. O filme "O Senhor das Armas", estrelado por Nicolas Cage, foi baseado nas acusações sobre Bout. Seu advogado argumenta que Bout não vai receber um julgamento justo nos Estados Unidos, onde as autoridades o acusam de ter fornecido armas a ditadores, à rede Al Qaeda e ao Taleban, como se a Justiça americana fosse igual à de Cuba ou da Venezuela. Agências da ONU e vários governos ocidentais relataram que Bout entregou armas a ditadores e senhores de guerra na África e no Afeganistão, violando uma série de embargos das Nações Unidas.
Rússia protesta contra extradição de "Mercador da Morte" para os Estados Unidos
Saturday, August 21, 2010
Bali
O massacre dos surfistas
Terror mata 200 jovensno paraíso turístico de Bali
José Eduardo Barella e Gabriela Carelli
Fotos AP
Corpos das vítimas à espera de identificação e a fuga dos turistas em meio à destruição
Nas últimas três décadas, Bali fez fama como um paraíso zen em meio ao caldeirão muçulmano que predomina na Indonésia – um arquipélago de 17.500 ilhas e 210 milhões de habitantes encravado no Sudeste Asiático. Suas praias deslumbrantes e de ondas perfeitas atraem surfistas e visitantes do mundo inteiro. A hospitalidade de sua população de maioria hinduísta completa a fórmula que transformou a ilha de Bali numa meca do turismo mundial. Na noite de sábado 12, a explosão de duas bombas simultâneas nos bares mais freqüentados pelos turistas, um de frente para o outro, deixou 200 mortos e abriu uma nova frente na ofensiva terrorista em nome de Alá. Foi a maior matança desde os atentados de 11 de setembro, nos Estados Unidos. Entre os mortos e os cerca de 300 feridos havia turistas de mais de vinte países, a maioria australianos e quase todos jovens. Mais de 100 pessoas estavam desaparecidas até o fim da semana passada, incluindo dois brasileiros – o terapeuta paulista Alexandre Watake e o sargento gaúcho Marco Antonio Farias, que servia nas forças de paz da ONU no Timor Leste, país vizinho à Indonésia.O número de vítimas brasileiras só não foi maior porque a pequena colônia de meia centena de surfistas e comerciantes participava em peso da inauguração da filial da Sandpiper, loja de roupas com sede no Rio de Janeiro, a 50 metros do Sari Club, o local mais atingido pelo atentado. "As pessoas saíam do Sari Club completamente desfiguradas, algumas não tinham braços, outras estavam inteiramente queimadas", contou a VEJA Made de Coney, de 23 anos, dona de uma empresa que exporta artesanato para o Brasil. "Vi um rapaz andando, com parte do cérebro exposta e a pele derretendo. Em vez de ajudá-lo, as pessoas entravam em pânico e fugiam dele." O ataque ao balneário era uma tragédia anunciada. Bali, que recebe 3 milhões de turistas por ano, o dobro dos estrangeiros que visitam o Rio de Janeiro, era um alvo irresistível para aqueles que se consideram soldados numa guerra santa contra o Ocidente. O Sudeste Asiático é um ninho de terroristas islâmicos. Nos últimos meses, o terrorismo islâmico atacou em várias partes da Indonésia. Na semana passada, bombas fizeram dez mortos nas Filipinas, país ao qual os Estados Unidos já ofereceram tropas para ajudar no combate a um grupo guerrilheiro muçulmano, o Abu Sayyaf.O ataque a Bali revela uma tendência alarmante. Primeiro, devido à sofisticação técnica dos explosivos e à enormidade da matança, bem diferentes de ataques prévios na região. Depois, por atingir turistas estrangeiros, e não desafetos locais, como de hábito. Assassinar visitantes ocidentais, estratégia inaugurada pelos fundamentalistas egípcios no início dos anos 90, parece ser agora a palavra de ordem na Al Qaeda, a organização terrorista do saudita Osama bin Laden. Há poucos meses, um ônibus lotado de turistas alemães foi chacinado num ataque a uma sinagoga na Tunísia. O que aconteceu em Bali mostra que estava enganado quem acreditou que o mundo continuaria o mesmo depois de 11 de setembro e que a guerra contra o terror era um problema exclusivo dos americanos. Os vínculos com a Al Qaeda no ataque a Bali são evidentes. Há indícios de que se tratou de uma operação conjunta entre terroristas locais e internacionais. No mesmo momento em que o Sari Club ia pelos ares, uma bomba explodia diante do consulado americano, a 15 quilômetros de distância do local, numa ação coordenada. Também não parece ser coincidência o fato de o atentado em Bali ter ocorrido no dia em que completava dois anos do ataque da Al Qaeda ao contratorpedeiro americano USS Cole, no Iêmen, em que morreram dezessete marinheiros.A Indonésia é o país com maior população muçulmana e também um saco de gatos de mais de 300 grupos étnicos e conflitos separatistas em uma dúzia de lugares. Há meses os Estados Unidos, que consideram o Sudeste Asiático como uma peça fundamental na guerra ao terrorismo, vinham advertindo ao governo indonésio que a Al Qaeda tentava estabelecer bases no país. Mas a presidente Megawati Sukarnoputri recusava-se a agir, com medo de provocar a ira dos fundamentalistas islâmicos que abertamente exortam a turba a atacar igrejas ou defendem Osama bin Laden. Depois do atentado, Megawati mandou a polícia investigar os extremistas islâmicos e mudou a lei para condenar à morte os envolvidos em atentados terroristas.Os indonésios tradicionalmente praticam uma forma moderada de islamismo. A maioria hinduísta de Bali sempre conviveu pacificamente com os muçulmanos. Nos últimos anos, as relações azedaram com a chegada de javaneses, favelados vindos da ilha principal, onde fica a capital, Jacarta. São eles que assaltam turistas e estupram estrangeiras na saída das danceterias, violência que estava arruinando o charme do lugar. Foi justamente o espírito pacífico dos hindus, aliado a uma paisagem exuberante, que transformou Bali num paraíso turístico. A ilha, cortada por uma cadeia de vulcões que atingem 3.000 metros de altura, intercala montanhas impressionantes com praias belíssimas. Nos anos 70, ali foram construídos os primeiros resorts de luxo, que depois seriam copiados em outros países tropicais. Os aventureiros – surfistas, mochileiros e alternativos em geral – chegaram depois de erguida uma infra-estrutura para o turismo dos endinheirados. Para pagar a viagem, surfistas brasileiros levavam o artesanato local para vender em casa, nos anos 80. Os produtos fizeram tanto sucesso que, em 1994, foram vendidas, a preço de banana, 1 milhão de cangas importadas de Bali nas praias do Rio. Neste ano, importaram-se 200.000 dólares em artesanato indonésio. É difícil imaginar que um dia a vida – e os turistas – voltem ao normal em Bali.
http://veja.abril.com.br/231002/p_092.html
Conheça os tentáculos do terror no mundo
Housing Discrimination/U.S. Department of Housing and Urban Development (HUD)
Housing discrimination based on your race, color, national origin, religion, sex, family status, or disability is illegal by federal law. If you have been trying to buy or rent a home or apartment and you believe your rights have been violated, you can file a fair housing complaint.
Thursday, August 19, 2010
Wednesday, August 18, 2010
Vendas de veículos no Brasil
Apenas 23 mil unidades separaram o Brasil, quarto lugar, da Alemanha no mercado de veículos do mundo. Sim, em uma disputa acirrada, o Brasil levou a melhor e retomou o posto.
Ao todo, mais de 1,8 millhão de carros foram vendidos. Em primeiro lugar segue a populosa China (10,2 milhões) que cresceu 54% em vendas de veículos no primeiro semestre.
O impressionante número compreende apenas dados de carros de passeio, enquanto os demais concorrentes aliam a esse carros comerciais leves. Em segundo lugar vem Estados Unidos (6,6 milhões) logo seguido pelo Japão (3,1 milhões). Há quem diga que até 2020 o Brasil encostará no líder. É esperar para ver.
Por Mayara Paz
Brasil é Quarto em Venda de Veículos
Isto tudo em que pese a alta tributação, má qualidade, porte médio pequeno, defasagem tecnológica, poucos itens de luxo, mercado fechado aos importados etc.














