interceptor

Novas mensagens, análises etc. irão se concentrar a partir de agora em interceptor.
O presente blog, Geografia Conservadora servirá mais como arquivo e registro de rascunhos.
a.h

Friday, February 18, 2011

Videversus: Irã está dividido quanto a programa nuclear

Videversus: Irã está dividido quanto a programa nuclear

Videversus: Banco do Brasil vai fazer negócios na África em Angola e Cabo Verde

Videversus: Banco do Brasil vai fazer negócios na África em Angola e Cabo Verde

Videversus: Dilma promete 'luta sem quartel' contra o crack


A Secretária Nacional de Políticas sobre Drogas, Paulina Duarte, afirma que ainda é "especulação" a informação de que a região Nordeste é uma das mais afetadas pelo crack. Segundo a secretária, um diagnóstico do consumo da droga no país deverá ser divulgado entre abril e maio pela Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz). De qualquer forma, a concentração dos centros de referência nas regiões Sul e Sudeste foi destacada pela própria secretária durante sua apresentação, ao lado da presidente. Segundo ela, o maior número de projetos apresentados por universidades da região centro-sul é reflexo da concentração do conhecimento técnico-científico na região. É só lero-lero, enquanto isso os drogados continuam escravizados ao crack, e os traficantes estão soltos. O lero-lero é para repassar mais dinheiro para a companheirada nas universidades.

Thursday, February 17, 2011

More Signs of a Hispanic Boom - Chris Good - Politics - The Atlantic

More Signs of a Hispanic Boom - Chris Good - Politics - The Atlantic

Economist's View: Social Security and Longevity

Economist's View: Social Security and Longevity

Enfrentamientos estallaron en Libia luego que la oposición llamara a salir a las calles | AméricaEconomía - El sitio de los negocios globales de América Latina

Enfrentamientos estallaron en Libia luego que la oposición llamara a salir a las calles | AméricaEconomía - El sitio de los negocios globales de América Latina

Nova fronteira agrícola no Nordeste produz quase 10% da safra de grãos do país | brasil.americaeconomia.com

Nova fronteira agrícola no Nordeste produz quase 10% da safra de grãos do país | brasil.americaeconomia.com

Trocando 6 por 1/2 dúzia - 2

An 82-year-old man has been thrown out of office, and his son will not be president. The constitution and parliament are gone and a military junta is in charge. The rest is speculation. 
Read more: Egypt: The Distance Between Enthusiasm and Reality | STRATFOR 


Caros, acessem o link acima. Quem não domina o inglês, use um tradutor, por favor. É necessário para acabar com esse auê de revolução no Egito e, também, com essa paranóia de que muçulmanos fundamentalistas (um risco sim, mas não provável), estejam por trás das agitações. Na verdade, houve uma dissidência interna ao regime, mas os militares que já dominavam o país há décadas continuam no poder e o que se viu foi um hiato entre os discursos inflamados no Cairo exigindo democracia, apoio aos palestinos e os militares tranquilizando Israel e mantendo seus pactos com o mesmo estado. Então neném, acorde para a vida, revolução quase sempre propõe uma nova tirania e se Mubarak era um déspota, o que está por vir, com muita sorte, talvez seja apenas menos ladrão devido a diluição entre vários centros de poder.

Quero deixar bem claro aqui para que não me interpretem mal, para aqueles que costumam enxergar o mundo em preto e branco, sou favorável, claro, à deposição de Hosni Mubarak, mas acreditar piamente que um país árabe com várias tendências diversas internas, entre as quais, a Irmandade Muçulmana e sem tradição democrática alguma vai, da noite para o dia, incorporar a democracia não passa de sonho de virgem. 

Recado especial também para os anti-americanos de plantão, peças de reposição de armamentos (que são americanos) têm que ser importados, não são produzidos lá e o exército deles não pode ser treinado em semanas, o que leva décadas. Então, tirem o cavalinho da chuva, nem Israel nem os EUA terão seus interesses locais ameaçados. Não existe mais uma URSS competindo por peões regionais e a China e o Irã estão muito ocupados com seus problemas, especialmente este último, xiita, sem nenhuma afinidade com a terra dos faraós. Por falar nisso, a maldição dos faraós vem com sua morte. Então...

a.h

Videversus: Israel aprova reforço militar egípcio na península do Sinai

Videversus: Israel aprova reforço militar egípcio na península do Sinai

Videversus: Governo petista de Tarso Genro vai reduzir renda de 12 mil policiais

Videversus: Governo petista de Tarso Genro vai reduzir renda de 12 mil policiais

Videversus: Baleeiros japoneses suspendem atividades na Antártida

Videversus: Baleeiros japoneses suspendem atividades na Antártida

Videversus: Na era Lula, em dez anos, receita tributária sobe quase o dobro da inflação

Videversus: Na era Lula, em dez anos, receita tributária sobe quase o dobro da inflação

Videversus: Contas atrasadas do governo Lula inflam despesas

Videversus: Contas atrasadas do governo Lula inflam despesas

Videversus: GE planeja investir US$ 550 milhões no Brasil nos próximos dois anos

Videversus: GE planeja investir US$ 550 milhões no Brasil nos próximos dois anos

Videversus: Arroz cultivado na China contém metais pesados

Videversus: Arroz cultivado na China contém metais pesados

Sunday, February 13, 2011

Egypt's Military Rulers Dissolve Parliament, Suspend Constitution



Começando "bem"...




An army vehicle drove through the square, broadcasting the military's announcement that it would dissolve parliament and suspend the constitution. Soldiers got out of the car to converse with protesters about the ruling council's plans. Some people clapped and cheered.
Some protesters were unsatisfied, and gathered with a wooden cross and a copy of the Quran.
"The government is still in place. The corruption is still here. Emergency laws are still here," said Mohammed Ahmed, an accountant. "When it is a civil state and we have a parliamentary system and political detainees are released, then we go."

Read more: http://www.foxnews.com/world/2011/02/13/egypts-military-rulers-dissolve-parliament-suspend-constitution-protests/#ixzz1DtqksbJl

Saturday, February 12, 2011

Egypt army as steward of transition in question - latimes.com

Egypt army as steward of transition in question - latimes.com

As últimas horas de Mubarak no poder - internacional - Estadao.com.br

As últimas horas de Mubarak no poder - internacional - Estadao.com.br

Crimen en Venezuela, tema clave para las elecciones de 2012 | AméricaEconomía - El sitio de los negocios globales de América Latina

Crimen en Venezuela, tema clave para las elecciones de 2012 | AméricaEconomía - El sitio de los negocios globales de América Latina

LIBERTATUM: Fome na Rússia: o socialismo contra a lógica da economia

LIBERTATUM: Fome na Rússia: o socialismo contra a lógica da economia

BBC Brasil - Notícias - Obama anuncia nova estratégia para o Afeganistão

BBC Brasil - Notícias - Obama anuncia nova estratégia para o Afeganistão

Folha.com - Mundo - Milhares de policiais reprimem maior protesto em 10 anos na Argélia - 12/02/2011

Folha.com - Mundo - Milhares de policiais reprimem maior protesto em 10 anos na Argélia - 12/02/2011

Mubarak resignation throws into question U.S.-Egyptian counterterrorism work


A matéria que segue é bem equilibrada revelando diferentes pontos de vista sobre o Egito atual. Recomendo-a:

Mubarak resignation throws into question U.S.-Egyptian counterterrorism work

Eu espero estar enganado sobre meu ceticismo... Acho que o fundamentalismo dará a tônica política futura, pois infelizmente ele tem respostas rápidas à crise, como quando assumiram na Argélia demitindo todas mulheres de seus empregos (e reservando-os aos homens) para diminuir o desemprego (masculino, óbvio), embora eu queira crer que o Egito não é tão 'rural' e inculto quanto a sociedade argelina. Mas, não esqueçamos que muito embora em situações revolucionárias haja toda uma profusão de interesses e vertentes, um grupo dá o tom, como foi o que aconteceu na Rússia revolucionária. E depois, a caça às bruxas...

Veja alguns comentários da matéria acima, com indicações de links para outras que também parecem interessantes:


(...)
Some U.S. officials and analysts say they are not overly worried, noting the continued strong role of the Egyptian military and the fact that the United States gives Egypt more than $1.3 billion a year in military aid. Robert Grenier, the former head of the CIA's counterterrorism center, said, "The Egyptians have as much interest in protecting themselves from violent extremism as everyone else."
But with a new government, "the comfort level with the United States may not be so high. They will be more distrusting," in part because of past U.S. efforts to prop up autocratic regimes, Grenier said.
Egypt's intelligence cooperation is extensive. Its security services have numerous sources in places where the U.S. government does not, such as Gaza and Sudan, according to analysts.
And the Egyptians have built up a trove of information on al-Qaeda and other radical Islamist groups in the Middle East. The Egyptian General Intelligence Service "has the reputation of being one of the best-informed intelligence agencies on Islamist fundamentalism and its international dimensions," according to Jane's intelligence information service.
Bruce Hoffman, a terrorism expert at Georgetown University, noted that during the Cold War, the United States had a window into the Soviet Union through Iran, then a strong U.S. ally.
"We have the same kind of window into Iran and other countries via the Egyptians," he said. "Whatever happens next, this will never be the same."
In addition to passing on intelligence, Egypt's security services have worked closely on operations with their U.S. counterparts, particularly since the Sept. 11, 2001, attacks. The cooperation became public after revelations surfaced that U.S. officials secretly "rendered" terrorism suspects to countries such as Egypt for interrogation. Human rights groups have denounced the practice because of the notorious torture record of those nations' security services.
Hoffman said the use of rendition has been on the decline, however, since the United States and many governments no longer wanted to be associated with it.
In the region, Mubarak's government played an important role in containing the Palestinian group Hamas, by blocking the smuggling of arms and militants into Gaza and supporting Israel's blockade of the strip. And Egypt served as a counterweight to Iran.
"A different government in Cairo may not see Iran as quite the same kind of threat. Or they might just look for ways to use Iran as a foreign-policy lever" in their relationship with the West, Hoffman said.
Some former officials, however, argue that Egypt is likely to continue much of its cooperation. They note the country has every interest in combating terrorism, having suffered years of assassinations and other attacks by extremist Muslim groups. Only last month, 21 people died in a car-bomb attack on a Coptic Christian church in Alexandria.
Grenier predicted the relationship would continue even if the Muslim Brotherhood controlled the next government. If anything, the Brotherhood "understands the extremists better than anyone else. They know that, in revolutionary situations, the moderates are the first to go," said the former CIA official, now chairman of ERG Partners, a consulting firm.
Michele Dunne, another former State Department Middle East expert, agreed that the new Egyptian government will be much more sensitive to public opinion than Mubarak's regime.
"But the U.S. has good counterterrorism cooperation with governments of countries like Turkey," a democratic Muslim nation, said Dunne, now at the Carnegie Endowment for International Peace. "The idea we can't do business with countries responsive to their citizens is a false one."
Indeed, she said, if the future Egyptian government is less repressive, "maybe Egypt won't be producing terrorists" like Ayman al-Zawahiri, an Egyptian who is the No. 2 figure in al-Qaeda.
Many counterterrorism officials and Middle East experts are skeptical that al-Qaeda will benefit from Egypt's political upheaval, at least in the short run. Al-Qaeda and the Muslim Brotherhood have been foes for decades, and polls show that Egyptians overwhelmingly reject the group's brutal methods and rigid ideology.
Al-Qaeda opposes the kind of democracy that millions of Egyptians called for in the 18 days of mass demonstrations that led to Mubarak's toppling.
"The developments in Egypt are actually devastating to al-Qaeda," said J. Scott Carpenter, a Middle East expert with the Washington Institute for Near East Policy.

Electricity in Brazil: Don't mention the B-word | The Economist

Economist tira sarro do nosso ministro de minas e energia:

BBC Brasil - Notícias - Inspirados no Egito, iemenitas voltam às ruas para exigir renúncia

Efeito dominó....

¿Quién es Hosni Mubarak, el egipcio que ejerció el poder durante 30 años? | AméricaEconomía - El sitio de los negocios globales de América Latina



Para um ponto de vista mais abrangente que a matéria da Economist abaixo:

Reflections on Hosni Mubarak's Resignation

Reflections on Hosni Mubarak's Resignation

Thursday, February 10, 2011

WikiLeaks: EUA ameaçaram China por corrida de armas no espaço


Sinceramente, isto não faz lá muito sentido...

O GOVERNO AMERICANO AMEAÇOU PEQUIM COM AÇÕES MILITARES SE ESTE NÃO DESISTISSE DA CARREIRA MILITAR, EMBORA OS CHINESES TENHAM CONTINUADO SEUS TESTES ATÉ O ANO PASSADO, O QUE GEROU PROTESTOS DA SECRETÁRIA DE ESTADO AMERICANA, HILLARY CLINTON.


Quando, pouco antes, se diz que:Que diabo de ameaça é esta quando o próprio EUA derruba um de seus satélites?

Em fevereiro de 2008, os Estados Unidos destruíram um de seus próprios satélites que funcionava mal e podia cair na Terra com um tanque de combustível tóxico, embora os chineses tenham interpretado a atitude como uma tentativa de demonstrar que Washington podia pagar na mesma moeda.
Washington negou então que se tratasse de uma ação militar e justificou que havia derrubado um satélite espião defeituoso.

Ou criou um equívoco (involuntário) ou tomou uma posição deliberada, portanto, voluntária. O argumento da reportagem simplesmente não fecha.

Thursday, January 27, 2011

AVISO


Quando criei dois blogs, A Casa de Fenrir e Geografia Conservadora, pretendi, ingenuamente, separar e delimitar bem os assuntos em cada um. O primeiro para o campo moral e o segundo, analítico/científico. Claro que não funciona assim. Como se trata de uma tarefa cansativa ficar separando-os, procurarei concentrá-los em um único blog, Interceptor.
Não excluirei os antigos, por ora. Darei um tempo, uma transição, talvez um ano para que os leitores possam se acostumar ao novo endereço e, caso queiram, pesquisar artigos e registros antigos que, aos poucos, serão realocados.
Grato pela compreensão.
a.h
...

Tuesday, January 25, 2011

Videversus: Cidade de São Paulo recebe um terço do investimento externo feito no Brasil

Videversus: Cidade de São Paulo recebe um terço do investimento externo feito no Brasil

Pesquisa: 8 fatos que mostram efeitos do aquecimento global

Pesquisa: 8 fatos que mostram efeitos do aquecimento global

Moçambique para todos: NEPAD melhora reformas em África

Moçambique para todos: NEPAD melhora reformas em África

Moçambique para todos: SEIS POLÍCIAS NO NEGÓCIO DE MIGRAÇÃO ILEGAL

Moçambique para todos: SEIS POLÍCIAS NO NEGÓCIO DE MIGRAÇÃO ILEGAL

Moçambique para todos: Zimbabwe liberaliza sector ferroviário

Moçambique para todos: Zimbabwe liberaliza sector ferroviário

Moçambique para todos: Madeira nacional vendida à Rússia

Moçambique para todos: Madeira nacional vendida à Rússia

Dispatch: Bombing in Russian Airport | STRATFOR

Dispatch: Bombing in Russian Airport | STRATFOR

Jurerê Internacional, a Beverly Hills de Santa Catarina sofre com a chuva que revela os problemas da falta de saneamento | Máfia do Lixo

Jurerê Internacional, a Beverly Hills de Santa Catarina sofre com a chuva que revela os problemas da falta de saneamento | Máfia do Lixo

Landslides in Brazil

Landslides in Brazil

Catástrofe na serra pode ser 'o tsunami político' do Brasil - saopaulo - Estadao.com.br



"Então qual é a solução?
É o planejamento da expansão urbana. No lugar onde ocorreu o deslizamento de terras no Brasil, muitas das ruas não tinham nem água encanada. Não dá para viver assim."

Catástrofe na serra pode ser 'o tsunami político' do Brasil - saopaulo - Estadao.com.br

Wednesday, January 19, 2011

Plano de Dilma para erradicar pobreza põe em xeque modelo de reforma agrária - brasil - Estadao.com.br

Plano de Dilma para erradicar pobreza põe em xeque modelo de reforma agrária - brasil - Estadao.com.br

Changes in the U.S. Homeless Population » Sociological Images

Changes in the U.S. Homeless Population » Sociological Images

Chuvas e adaptação social


Impossível não levar esta correlação em conta: chuvas em Brisbane no sul de Queensland, Austrália, 800 mm de chuva em 13 dias, cuja densidade demográfica do estado é de 2,26 hab/km2, mas com um total de apenas 31 mortes nos estados de Queensland e Victoria; no Brasil, estado do Rio de Janeiro já são 730 mortos com mais da metade do índice pluviométrico de um mês ocorrendo em apenas uma noite em duas de suas cidades, Nova Friburgo e Teresópolis e lembrando que a densidade demográfica do Rio de Janeiro é de mais de 360 hab/km2; em agosto do ano passado, as inundações no Paquistão levaram a 1.600 mortes em um país cuja densidade demográfica é de mais de 196 hab/km2 no país como um todo.
Claro que só isto não explica o despreparo da sociedade civil, já que o comportamento social poderia ter evitado o grosso da tragédia ao não habitar áreas de risco... E se a densidade demográfica não é suficiente para eliminar o problema, ao menos reduz seu tamanho facilitando os trabalhos de remoção e adaptação social. Este é um dos pontos que não tem sido devidamente levado em conta.
...

Raby Bay Images

Raby Bay Images - mas, já não é de hoje...

A brave new world of fossil fuels on demand - The Globe and Mail


"Combustível fóssil na demanda", delivery mesmo com bactérias que se alimentam de dióxido de carbono e secretam hidrocarbonetos líquidos:

Turquia ressurge e fortalece influência no Iraque

Turquia ressurge e fortalece influência no Iraque

Mangabeira Unger agora vai ser novo "guru" de Rondônia


"É preciso que haja um novo modelo de desenvolvimento em Rondônia. Precisamos construir uma democratização de oportunidades e assim fazer surgir uma nova classe média, a partir de pessoas que conseguiram crescer e sair da linha da pobreza", destacou Mangabeira no portal de notícias do governo de Rondônia. O Brasil, de fato, é um País delirante, e nem precisa ser pela malária.

Videversus: Mangabeira Unger agora vai ser novo "guru" de Rondônia

Às vezes, eu não entendo o Vitor, qual o problema com a frase do Mangabeira? Será que é só porque se trata de um governo petista?! Ora, Mangabeira Unger é um de seus poucos quadros inteligentes e ele está certíssimo em insistir na regularização da propriedade, pois isto permite que as pessoas se responsabilizem por seu imóvel, o que raramente acontece com o regime de posse. E, além de tudo, como diz a própria nota acima (no link), acabou contribuindo para a queda da ex-ministra Marina Silva com sua visão ambiental sectária e anti-desenvolvimentista.

Uma pequena observação, não há como ter desenvolvimento ambientalmente sustentável sem regularização fundiária e obrigações embutidas junto a propriedade da terra. Por estas e outras é que Mangabeira Unger está corretíssimo.

Tuesday, January 18, 2011

Democracia e Liberdade: Transporte Modelo, Motoristas nem tanto.

Democracia e Liberdade: Transporte Modelo, Motoristas nem tanto.: "Sábado, 8 de janeiro de 2011, aconteceu um acidente envolvendo dois ícones curitibanos: um biarticulado e um ligeirinho bateram na esquina d..."

Democracia e Liberdade: SOCIEDADE DE CONSUMO E PADRÃO DE VIDA


Democracia e Liberdade: SOCIEDADE DE CONSUMO E PADRÃO DE VIDA: " Vivemos em uma sociedade de consumo. Isso significa que todos nós, quase todo o tempo, consumimos coisas. Obviamente, dependendo..."

Saturday, January 15, 2011

Australia's floods: Raging waters | The Economist

Australia's floods: Raging waters | The Economist

acqua alta - exhibition and conference on climate impact and hydraulic engineering Hamburg


acqua alta - exhibition and conference on climate impact and hydraulic engineering Hamburg

Nuestras Ciudades - Urbanismo en LatinoAmerica: Estrés urbano: Las grandes ciudades alteran la salud mental de sus habitantes

Nuestras Ciudades - Urbanismo en LatinoAmerica: Estrés urbano: Las grandes ciudades alteran la salud mental de sus habitantes - isto aqui também me cheira mal. Ora, qual a pesquisa séria comparando a saúde mental entre áreas urbanas e rurais que existe? Isto não deve passar de chute ou pressuposição a partir do mito de que as cidades são caóticas e, portanto, "insalubres para a mente". Não duvido que digam que em países menos desenvolvidos capitalistamente há menos casos de enfermidades ou transtornos mentais, o que deve ser uma clara distorção na medida que não há dados nem pesquisas metodologicamente abrangentes ou homogêneas para casos díspares. Ora, isto não deve ser difícil de aventar na medida que a coleta de dados, pesquisa e questionamentos provem, justamente, de países mais avançados economicamente, cujas sociedades apresentam patamares de reflexão e autocrítica que, em relação a sociedades e países com maior percentual populacional rural, apresentam-se claramente defasadas ou simplesmente nulas. Para mim, está claro que é mais um libelo ideológico anti-desenvolvimentista e com uma boa dose de romantismo reacionário luddita.

Ecologia e premissas


O que se lê aqui é um exemplo de premissa filosófica que está antes da investigação propriamente científica:

O homem, como ser vivo faz parte da biosfera, interage com os outros seres vivos mantendo relações ecológicas com eles, algumas vezes de forma harmônica mas na maioria das outras vezes de forma desarmônica, com isso causando constantes prejuízos para a vida da biosfera em geral. A devastação de até biomas inteiros, a pesca abusiva, a substituição dos ecossistemas naturais por áreas destinadas a monoculturas e pecuária, o agronegócio em geral. Os seres vivos não domesticados dependem uns dos outros nos ecossistemas e mantêm relações específicas entre uns e outros e todos eles também interagindo com o meio ambiente onde vivem, se o meio ambiente desaparece para ceder lugar aos agronegócios humanos todos aqueles seres vivos endêmicos daquela região, são extintos. O homem moderno e civilizado é adaptado apenas para viver em sociedade e dentro das cidades, ele consegue viajar e acampar temporariamente em quase todos os lugares do planeta mas, não consegue mais se adaptar à vida dos indígenas, ficou impossível para o homem moderno voltar a viver nú na natureza. Cada ser vivo tem um ambiente em que se adapta melhor e se o ecossistema em que ele vive for modificado pelo homem, a sobrevivência desses seres vivos fica ameaçada porque eles são dependentes desses ecossistemas que foram montados e organizados em teias alimentares estabelecidas durante milhões de gerações que fizeram a história da evolução genética dessas espécies que vivem por lá há milhões de anos, sendo por isso ecossistemas muito complexos dos quais pouco sabemos como funcionam realmente. Por isso, o homem tem uma responsabilidade acrescida na saúde da biosfera e compreender quão complexas e intrincadas são essas teias alimentares que demoraram milhões de anos em evolução para serem o que são hoje em dia, serem da forma como nós avistamos esses seres vivos que lutam pela sobrevivência nessas florestas e nesses oceanos cheios de vida mas que é uma vida frágil perante ao avanço do homem no afã de conquistar mais territórios para si mesmo sobre esses ecossistemas naturais e com isso causando a destruição deles.
Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Biosfera

Se a maioria dessas relações homem-natureza fosse realmente desarmônica, então já não teríamos mais a natureza em suas formações originais. E, mesmo parte do que se acha ser ‘original’, como as pradarias não o são. Em grande parte foram moldadas pelos indígenas. Além da própria idéia de harmonia ser contestável, como característica essencialmente ecológica. Depende do que se entende como ‘harmonia’... Na natureza nem todos os momentos, situações e períodos, ciclos são estáveis e harmônicos. Muito do que se compreende são sistemas de extrema competitividade e extinção natural de espécies. Claro que a ação humana pode acelerar e induzir outras espécies a extinção, mas isso não parece ser a regra. É verdade que em áreas habitadas, alterações profundas ocorrem, mas o que se vê também é uma maior devastação (como o desmatamento) justamente onde a sociedade apresenta um menor (mais primitivo) desenvolvimento tecnológico.
...

Problema e problema


Aqui, uma pequena matéria relaciona o Aquecimento Global Antropogênico aos desastres ocorridos entre 2010 e 2011 em diferentes partes do globo. Que o aumento da pluviosidade esteja relacionado ao aquecimento faz todo o sentido, mas relacionar o fenômeno global ao efeito local – “ilhas de calor” –, não. Não, porque as chamadas “ilhas de calor” podem existir de modo independente de um fenômeno em escala global. Elas são resultantes de causas locais como o aumento do volume de concreto e impermeabilização de superfícies nas cidades, enquanto que o AGA é resultado do aumento das emissões de carbono. Estas emissões também podem gerar “ilhas de calor”, mas a pavimentação e construções urbanas não provocam um significativo aumento de temperatura no planeta.
Não existem causas únicas para todos nossos problemas e algumas são problemas só porque atingem pessoas que antes não se localizavam em áreas de risco. Ou seja, a demografia, as migrações e concentrações humanas tornam, muitas vezes, o que antes era algo absolutamente natural em um ‘problema’.
...

Thursday, January 13, 2011

Videversus: Financial Times ironiza Guido Mantega

Videversus: Financial Times ironiza Guido Mantega

Videversus: Agronegócio ajudou a cobrir deficit de outros setores, diz ministro

Videversus: Agronegócio ajudou a cobrir deficit de outros setores, diz ministro

Portugal's drug policy pays off; US eyes lessons - FoxNews.com

Portugal's drug policy pays off; US eyes lessons - FoxNews.com - Difícil crer que o tratamento seja uma política melhor contra as drogas que a repressão. Acho que funciona como um incentivo. Em todo o caso, se for verdade é algo bom, sem dúvida. É que é difícil acreditar na recuperação, parece um conto de fadas.

Wednesday, January 12, 2011

Análise ambiental - 2

Queimar o lixo reduz a emissão de gases causadores do efeito estufa

Queimar o lixo reduz a emissão de gases causadores do efeito estufa: "Queimar o lixo pode ser mais ambientalmente correto e ajudar mais a diminuir a emissão de gases causadores do efeito estufa do que simplesmente armazená-lo em aterros sanitários. E materiais recicláveis nem sempre mantêm o balanço positivo."

Imagens da Terra na mais alta resolução já vista estão disponíveis

Imagens da Terra na mais alta resolução já vista estão disponíveis: "As imagens serão muito úteis para a comunidade científica internacional em aplicações como modelagem do impacto de mudanças climáticas, estudo de ecossistemas e análises de uso da terra para agricultura."

"Não estamos em um mundo sem esperanças"



Conferir em:

"A conclusão, bastante diferente da literatura catastrofista que tem tomado conta das pesquisas ambientais, é resultado de uma meta-análise de 240 pesquisas independentes feitas por cientistas de todo o mundo."
"Os pesquisadores descobriram que os ecossistemas florestais se recuperam em média em 42 anos, enquanto os fundos oceânicos podem se recuperar em menos de 10 anos."
"Quando examinados pelo tipo de agressão sofrida, os ecossistemas que passaram por múltiplos distúrbios interconectados recuperaram-se em média em 56 anos. Distúrbios menos graves, como invasão de espécies não-nativas, mineração, derramamento de óleo e pesca por arrastão, recuperaram-se em apenas 5 anos."


Análise Ambiental

Georges Bertrand

Saturday, January 01, 2011

Nova visão de desenvolvimento rural


Valor Econômico. Terça-feira, 29 de julho de 2003  -  Ano 4  -  Nº 810  -  1º Caderno


Nova visão de desenvolvimento rural



É preciso acabar de uma vez por todas com a falsa identidade "rural igual a agropecuário", que ainda confunde muita gente

É deplorável o provincianismo que domina o debate brasileiro sobre o desenvolvimento rural. Para se dar conta, basta ler o documento elaborado por dois experientes pesquisadores da área, Alexander Schejtman e Julio Berdegué, para o Departamento de Desenvolvimento Sustentável do BID, e para a Divisão América Latina e Caribe do Fida (Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola), (disponível na página www.rimisp.cl).
A mensagem essencial desse documento é que os organismos internacionais financiadores de boa parte dos esforços regionais em matéria de desenvolvimento rural devem dar exclusividade nos próximos anos a projetos que tenham sido concebidos com "enfoque territorial". Exatamente a abordagem que está ausente do debate público brasileiro, pois continua separado em arquivos do tipo "reforma agrária", "agribusiness", "pobreza rural" ou "fome". Não que falte no governo federal (e alguns estaduais), e na comunidade científica, pessoas bem informadas sobre a abordagem que há muito emplacou no âmbito internacional. O problema é que as idéias desses técnicos e pesquisadores têm sido sistematicamente marginalizadas pela desproporcional atenção que se dá à tragicomédia política armada pelo MST ao desempenho exportador dos agronegociantes, ou aos tropeços institucionais do "Fome Zero".
Segundo Schejtman e Berdegué, a pequena eficácia das políticas de desenvolvimento rural impulsionadas nos últimos trinta ou quarenta anos transmitem um inequívoco recado aos governantes, organizações internacionais, bancos de fomento, redes de extensão, sindicatos, ONGs, etc: fitar a rosa-dos-ventos e mudar de orientação (ou "evitar seguir haciendo más de do mismo"). Para tanto, é preciso acabar de uma vez por todas com a falsa identidade "rural igual a agropecuário", que ainda confunde muita gente. O fato de a agropecuária ter adquirido imensa participação nos territórios rurais durante o século passado não significa que as economias desses espaços tenham sido alguma vez monopolizadas pelo setor primário. Muito pelo contrário, nenhuma atividade mineral, florestal, pecuária, ou agrícola, alcança algum sucesso sem que estimule simultaneamente o transporte e o comércio, ramos que fazem parte do setor terciário. E é pura ignorância achar que as atividades industriais sejam exclusivamente urbanas. Há até países onde o setor secundário se localiza predominantemente em territórios rurais.
O que os autores chamam de "enfoque de Desenvolvimento Territorial Rural (DTR)" é a visão de um duplo processo de transformação - produtiva e institucional - de espaços bem determinados. A transformação produtiva deve articular a economia desses territórios a mercados dinâmicos, de forma competitiva e sustentável. A transformação institucional deve facilitar a interação e a construção de confiança entre atores locais, não somente entre si, mas também entre eles e os atores externos relevantes, com o propósito de ampliar as oportunidades participativas da população no processo e em seus benefícios. São essas as duas lições mais gerais que podem ser tiradas das duas principais experiências práticas que serviram de referência aos autores: a "Canadian Rural Partnership", e o programa da União Européia intitulado "Leader": "Ligações Entre Ações de Desenvolvimento da Economia Rural".
Além dessas duas referências básicas a países mais desenvolvidos, o documento preparado para o BID e para o Fida registra a alguns sinais de propostas parecidas que engatinham na América Latina. Principalmente na Bolívia, Colômbia, México e Brasil. E é curioso notar a importância atribuída a algumas iniciativas brasileiras com irrisória atenção doméstica. É particularmente o caso do esforço coletivo de formulação estratégica realizado em 2001/2002 pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Rural Sustentável (CNDRS), agora desativado pelo governo Lula por exigência do MST. Há completa sintonia entre as propostas desse Plano elaborado pelo CNDRS e as principais idéias do documento de Schejtman e Berdegué.
Uma das semelhanças básicas é a tese de que qualquer política de desenvolvimento rural deverá se adaptar a quatro tipos fundamentais de territórios: a) os que avançaram na transformação produtiva e também lograram um desenvolvimento institucional que permite razoáveis graus de confiança entre os atores e inclusão social; b) os que conseguiram desencadear dinâmicas de crescimento econômico, mas com débeis impactos sobre o desenvolvimento local, por não ampliarem as oportunidades para os segmentos mais pobres; c) os que se caracterizam por robustas instituições, que costumam expressar fortes identidades culturais, mas que carecem de opções econômicas endógenas capazes de engendrar a superação da pobreza; d) os que estão em franco processo de desestruturação social e econômica.
Outra semelhança fundamental entre as duas contribuições está na importância estratégica que atribuem ao Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), não apenas devido às suas linhas de crédito a uma categoria de agricultores que sofreu lamentável discriminação negativa entre 1964 e 1995, mas, sobretudo por duas outras questões: a) sua ação estrutural de financiamento de infraestrutura em municípios rurais; b) sua prioridade à capacitação dos agricultores familiares e de suas organizações para que tenham mais acesso ao intercâmbio de experiências e mais acesso a conhecimentos e habilidades tecnológicas que levem à elaboração de bons planos microrregionais de desenvolvimento e a firmes articulações intermunicipais.
Todavia, mais do que as similitudes entre os dois documentos, o que realmente interessa é o aprofundamento de um intercâmbio que possa contribuir para a inovação institucional assim que o governo Lula conseguir sair dessa pasmaceira agrária a que foi condenado por ir a reboque de uma força política tão anacrônica quanto o MST. Daí a importância do painel que amanhã reunirá Julio Berdegué e Décio Zylbersztajn, coordenador do Pensa/USP, no âmbito do 41º Congresso da Sober, a Sociedade Brasileira de Economia e Sociologia Rural. Será uma oportunidade de ouro para se ter contato direto com a nova visão do desenvolvimento rural que já conquistou quase todas as organizações internacionais de fomento, mas infelizmente continua na penumbra por aqui.
José Eli da Veiga , professor titular da FEA-USP e autor de Cidades Imaginárias (Ed. Autores Associados, 2002), escreve quinzenalmente às terças-feiras. Home page: www.econ.fea.usp.br/zeeli/ 

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