Thursday, March 03, 2011
Wednesday, March 02, 2011
Tuesday, March 01, 2011
Monday, February 28, 2011
Sunday, February 27, 2011
Invasive Species: Animal, Vegetable or Political?
Saturday, February 26, 2011
Friday, February 25, 2011
The Conservative Case for Urbanism
The Conservative Case for Urbanism
New Zealand earthquake: the vengeance of Mother Nature - Telegraph
New Zealand earthquake: the vengeance of Mother Nature - Telegraph
Wednesday, February 23, 2011
BBC News - Middle East protests: Country by country
Monday, February 21, 2011
Sunday, February 20, 2011
Militares do Egito desencorajam mudanças econômicas - 18/02/2011 - The New York Times
As forças armadas egípcias defendem o país, mas também administram creches e resorts de praia. Suas divisões produzem televisores, jipes, máquinas de lavar, móveis de madeira e azeite de oliva, assim como água engarrafada sob uma marca batizada em homenagem à filha de um general, Safi.
Apesar desta vasta rede de negócios, as forças armadas não pagam impostos, empregam como mão-de-obra os recrutas do serviço militar obrigatório, compram terras públicas em termos favoráveis e não prestam contas ao Parlamento e nem ao público.
Desde a queda na semana passada do presidente Hosni Mubarak, é claro, as forças armadas também comandam o governo. E alguns acadêmicos, economistas e grupos empresariais dizem que elas já começaram a dar passos para proteger os privilégios de sua economia particular, desencorajando mudanças que alguns argumentam ser cruciais para que o Egito se torne um país mais estável e mais próspero.
“A proteção de seus negócios do escrutínio e prestação de contas é algo que os militares realizarão”, disse Robert Springborg, um especialista em forças armadas egípcias da Escola Naval de Pós-Graduação, na Califórnia. “E isso significa que não pode haver supervisão civil significativa.”
HACER Weekly News Report USA | US: The Fed’s Easy Money Skeptic – by Mary O’Grady
HACER Weekly News Report USA | US: The Fed’s Easy Money Skeptic – by Mary O’Grady
Friday, February 18, 2011
Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa
Em aparente mostra da preocupação com a viabilidade comercial do projeto, telegramas diplomáticos divulgados pelo site WikiLeaks apontaram recentemente que a Ucrânia sugeriu aos Estados Unidos que lançassem seus satélites a partir de Alcântara.
Os documentos indicam que os americanos condicionaram seu interesse pela base à não transferência de tecnologia ucraniana de foguetes ao Brasil.
O embaixador ucraniano em Brasília, Ihor Hrushko, disse à BBC Brasil (em entrevista prévia ao vazamento do WikiLeaks) que formalmente não há acordo para a transferência de tecnologia no Cyclone-4, mas sim expectativa de que a parceria bilateral continue "para que trabalhemos em conjunto em outros processos".
Ele disse que transferir tecnologia não é algo de um dia para o outro, "é um processo duradouro, de anos".
Mas ele afirmou que o Brasil é o "sócio mais importante" da Ucrânia no continente - tanto que, em 10 de janeiro, o presidente do país, Viktor Yanukovich, telefonou à presidente Dilma Rousseff para falar sobre a expectativa de criar uma "parceria estratégica" com o Brasil a partir do foguete. Os dois presidentes esperam estar presentes no lançamento do artefato.
A ACS, por sua vez, afirmou que a expectativa de transferência de tecnologia existe, mas ressaltou que não é esse o objetivo do tratado binacional.
Ainda que o intercâmbio tecnológico seja considerado importante para os especialistas consultados pela BBC Brasil, alguns destacam que a não transferência acabou estimulando o desenvolvimento de tecnologias brasileiras.
É o caso do satélite CBERS-3, que será lançado na China em outubro, com o objetivo de monitoramento ambiental e controle da Amazônia: suas câmeras foram produzidas em São Carlos (SP), com tecnologia nacional da empresa Opto.
Mais em:
Brasil prepara lançamento foguete em parceria com Ucrânia: "O Brasil prepara, para 2012, um feito inédito em seu programa espacial: pela primeira vez, irá colocar no espaço, a partir do seu próprio solo, um foguete com um satélite a bordo."
Videversus: Dilma promete 'luta sem quartel' contra o crack
A Secretária Nacional de Políticas sobre Drogas, Paulina Duarte, afirma que ainda é "especulação" a informação de que a região Nordeste é uma das mais afetadas pelo crack. Segundo a secretária, um diagnóstico do consumo da droga no país deverá ser divulgado entre abril e maio pela Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz). De qualquer forma, a concentração dos centros de referência nas regiões Sul e Sudeste foi destacada pela própria secretária durante sua apresentação, ao lado da presidente. Segundo ela, o maior número de projetos apresentados por universidades da região centro-sul é reflexo da concentração do conhecimento técnico-científico na região. É só lero-lero, enquanto isso os drogados continuam escravizados ao crack, e os traficantes estão soltos. O lero-lero é para repassar mais dinheiro para a companheirada nas universidades.
Thursday, February 17, 2011
Trocando 6 por 1/2 dúzia - 2
An 82-year-old man has been thrown out of office, and his son will not be president. The constitution and parliament are gone and a military junta is in charge. The rest is speculation.
Read more: Egypt: The Distance Between Enthusiasm and Reality | STRATFOR
Wednesday, February 16, 2011
Egypt: The Distance Between Enthusiasm and Reality
Tuesday, February 15, 2011
Sunday, February 13, 2011
Egypt's Military Rulers Dissolve Parliament, Suspend Constitution
An army vehicle drove through the square, broadcasting the military's announcement that it would dissolve parliament and suspend the constitution. Soldiers got out of the car to converse with protesters about the ruling council's plans. Some people clapped and cheered.
Some protesters were unsatisfied, and gathered with a wooden cross and a copy of the Quran.
"The government is still in place. The corruption is still here. Emergency laws are still here," said Mohammed Ahmed, an accountant. "When it is a civil state and we have a parliamentary system and political detainees are released, then we go."
Read more: http://www.foxnews.com/world/2011/02/13/egypts-military-rulers-dissolve-parliament-suspend-constitution-protests/#ixzz1DtqksbJl
Saturday, February 12, 2011
Mubarak resignation throws into question U.S.-Egyptian counterterrorism work
(...)
Some U.S. officials and analysts say they are not overly worried, noting the continued strong role of the Egyptian military and the fact that the United States gives Egypt more than $1.3 billion a year in military aid. Robert Grenier, the former head of the CIA's counterterrorism center, said, "The Egyptians have as much interest in protecting themselves from violent extremism as everyone else."
But with a new government, "the comfort level with the United States may not be so high. They will be more distrusting," in part because of past U.S. efforts to prop up autocratic regimes, Grenier said.
Egypt's intelligence cooperation is extensive. Its security services have numerous sources in places where the U.S. government does not, such as Gaza and Sudan, according to analysts.
And the Egyptians have built up a trove of information on al-Qaeda and other radical Islamist groups in the Middle East. The Egyptian General Intelligence Service "has the reputation of being one of the best-informed intelligence agencies on Islamist fundamentalism and its international dimensions," according to Jane's intelligence information service.
Bruce Hoffman, a terrorism expert at Georgetown University, noted that during the Cold War, the United States had a window into the Soviet Union through Iran, then a strong U.S. ally.
"We have the same kind of window into Iran and other countries via the Egyptians," he said. "Whatever happens next, this will never be the same."
In addition to passing on intelligence, Egypt's security services have worked closely on operations with their U.S. counterparts, particularly since the Sept. 11, 2001, attacks. The cooperation became public after revelations surfaced that U.S. officials secretly "rendered" terrorism suspects to countries such as Egypt for interrogation. Human rights groups have denounced the practice because of the notorious torture record of those nations' security services.
Hoffman said the use of rendition has been on the decline, however, since the United States and many governments no longer wanted to be associated with it.
In the region, Mubarak's government played an important role in containing the Palestinian group Hamas, by blocking the smuggling of arms and militants into Gaza and supporting Israel's blockade of the strip. And Egypt served as a counterweight to Iran.
"A different government in Cairo may not see Iran as quite the same kind of threat. Or they might just look for ways to use Iran as a foreign-policy lever" in their relationship with the West, Hoffman said.
Some former officials, however, argue that Egypt is likely to continue much of its cooperation. They note the country has every interest in combating terrorism, having suffered years of assassinations and other attacks by extremist Muslim groups. Only last month, 21 people died in a car-bomb attack on a Coptic Christian church in Alexandria.
Grenier predicted the relationship would continue even if the Muslim Brotherhood controlled the next government. If anything, the Brotherhood "understands the extremists better than anyone else. They know that, in revolutionary situations, the moderates are the first to go," said the former CIA official, now chairman of ERG Partners, a consulting firm.
Michele Dunne, another former State Department Middle East expert, agreed that the new Egyptian government will be much more sensitive to public opinion than Mubarak's regime.
"But the U.S. has good counterterrorism cooperation with governments of countries like Turkey," a democratic Muslim nation, said Dunne, now at the Carnegie Endowment for International Peace. "The idea we can't do business with countries responsive to their citizens is a false one."
Indeed, she said, if the future Egyptian government is less repressive, "maybe Egypt won't be producing terrorists" like Ayman al-Zawahiri, an Egyptian who is the No. 2 figure in al-Qaeda.
Many counterterrorism officials and Middle East experts are skeptical that al-Qaeda will benefit from Egypt's political upheaval, at least in the short run. Al-Qaeda and the Muslim Brotherhood have been foes for decades, and polls show that Egyptians overwhelmingly reject the group's brutal methods and rigid ideology.
Al-Qaeda opposes the kind of democracy that millions of Egyptians called for in the 18 days of mass demonstrations that led to Mubarak's toppling.
"The developments in Egypt are actually devastating to al-Qaeda," said J. Scott Carpenter, a Middle East expert with the Washington Institute for Near East Policy.
Electricity in Brazil: Don't mention the B-word | The Economist
¿Quién es Hosni Mubarak, el egipcio que ejerció el poder durante 30 años? | AméricaEconomía - El sitio de los negocios globales de América Latina
Friday, February 11, 2011
Democracy in the Arab world: Egypt rises up | The Economist
Thursday, February 10, 2011
WikiLeaks: EUA ameaçaram China por corrida de armas no espaço
O GOVERNO AMERICANO AMEAÇOU PEQUIM COM AÇÕES MILITARES SE ESTE NÃO DESISTISSE DA CARREIRA MILITAR, EMBORA OS CHINESES TENHAM CONTINUADO SEUS TESTES ATÉ O ANO PASSADO, O QUE GEROU PROTESTOS DA SECRETÁRIA DE ESTADO AMERICANA, HILLARY CLINTON.
Em fevereiro de 2008, os Estados Unidos destruíram um de seus próprios satélites que funcionava mal e podia cair na Terra com um tanque de combustível tóxico, embora os chineses tenham interpretado a atitude como uma tentativa de demonstrar que Washington podia pagar na mesma moeda.Washington negou então que se tratasse de uma ação militar e justificou que havia derrubado um satélite espião defeituoso.
Tuesday, February 08, 2011
Thursday, January 27, 2011
AVISO
Wednesday, January 26, 2011
Tuesday, January 25, 2011
Catástrofe na serra pode ser 'o tsunami político' do Brasil - saopaulo - Estadao.com.br
"Então qual é a solução?
É o planejamento da expansão urbana. No lugar onde ocorreu o deslizamento de terras no Brasil, muitas das ruas não tinham nem água encanada. Não dá para viver assim."Catástrofe na serra pode ser 'o tsunami político' do Brasil - saopaulo - Estadao.com.br
Monday, January 24, 2011
Sunday, January 23, 2011
Friday, January 21, 2011
Thursday, January 20, 2011
Custo Brasil
VS.
POR QUE ALGUNS PRODUTOS CUSTAM TÃO CARO NO BRASIL? - Por Fernando R. F. de Lima.
Wednesday, January 19, 2011
Chuvas e adaptação social
Impossível não levar esta correlação em conta: chuvas em Brisbane no sul de Queensland, Austrália, 800 mm de chuva em 13 dias, cuja densidade demográfica do estado é de 2,26 hab/km2, mas com um total de apenas 31 mortes nos estados de Queensland e Victoria; no Brasil, estado do Rio de Janeiro já são 730 mortos com mais da metade do índice pluviométrico de um mês ocorrendo em apenas uma noite em duas de suas cidades, Nova Friburgo e Teresópolis e lembrando que a densidade demográfica do Rio de Janeiro é de mais de 360 hab/km2; em agosto do ano passado, as inundações no Paquistão levaram a 1.600 mortes em um país cuja densidade demográfica é de mais de 196 hab/km2 no país como um todo.
Claro que só isto não explica o despreparo da sociedade civil, já que o comportamento social poderia ter evitado o grosso da tragédia ao não habitar áreas de risco... E se a densidade demográfica não é suficiente para eliminar o problema, ao menos reduz seu tamanho facilitando os trabalhos de remoção e adaptação social. Este é um dos pontos que não tem sido devidamente levado em conta.A brave new world of fossil fuels on demand - The Globe and Mail
"Combustível fóssil na demanda", delivery mesmo com bactérias que se alimentam de dióxido de carbono e secretam hidrocarbonetos líquidos:
Mangabeira Unger agora vai ser novo "guru" de Rondônia
"É preciso que haja um novo modelo de desenvolvimento em Rondônia. Precisamos construir uma democratização de oportunidades e assim fazer surgir uma nova classe média, a partir de pessoas que conseguiram crescer e sair da linha da pobreza", destacou Mangabeira no portal de notícias do governo de Rondônia. O Brasil, de fato, é um País delirante, e nem precisa ser pela malária.Videversus: Mangabeira Unger agora vai ser novo "guru" de Rondônia
Tuesday, January 18, 2011
Democracia e Liberdade: Transporte Modelo, Motoristas nem tanto.
Democracia e Liberdade: Transporte Modelo, Motoristas nem tanto.: "Sábado, 8 de janeiro de 2011, aconteceu um acidente envolvendo dois ícones curitibanos: um biarticulado e um ligeirinho bateram na esquina d..."
Democracia e Liberdade: SOCIEDADE DE CONSUMO E PADRÃO DE VIDA
Democracia e Liberdade: SOCIEDADE DE CONSUMO E PADRÃO DE VIDA: " Vivemos em uma sociedade de consumo. Isso significa que todos nós, quase todo o tempo, consumimos coisas. Obviamente, dependendo..."

