interceptor

Novas mensagens, análises etc. irão se concentrar a partir de agora em interceptor.
O presente blog, Geografia Conservadora servirá mais como arquivo e registro de rascunhos.
a.h

Monday, April 11, 2011

Plano Jurídico VS. Plano Fisiológico

Isto não é exclusividade de planos diretores, houve constituições assim, bonitas na letra e com dispositivos que permitiam quase regimes de exceção. Então, paulistanos, conformem-se ... ou façam algo:


O Tribunal de Justiça de São Paulo liberou nesta segunda-feira a tramitação do projeto de lei do prefeito Gilberto Kassab que promove a revisão do Plano Diretor da cidade. A discussão estava parada desde agosto de 2010, quando o juiz Marcos de Lima Porta, da 5ª Vara da Fazenda Pública, considerou inválida a proposta por não atender ao Estatuto da Cidade no que diz respeito à participação da população nos debates. A ação foi movida pela União dos Movimentos de Moradia, apoiada por instituições como a Defensoria Pública, o Instituto Pólis e o Movimento Defenda SP. O juiz entendeu que o formato e as regras, entre elas o tempo máximo de dois minutos para cada intervenção, inviabilizaram a contribuição efetiva do cidadão, mesmo tendo havido 45 audiências nas 31 subprefeituras.

Em Videversus: Justiça libera tramitação do Plano Diretor de São Paulo

Moçambique para todos: África Austral e Oriental: Subnutrição afecta 50 porcento da população

Moçambique para todos: África Austral e Oriental: Subnutrição afecta 50 porcento da população

Nacionalidades: erro ou acerto?

Post-communist states aiming to join European organizations such as the Council of Europe, the Organization for Security and Cooperation in Europe, and the European Union felt pressure early on after 1989 to adopt emerging European norms on minority rights. Though scholars have already noted frequent acceptance of these standards, the question remains of how European norms actually affect the political salience of identity. Pressure to adhere to them undoubtedly reigned in potential conflict over the Hungarian minority in Slovakia as well as over Russians in Latvia and Estonia. Yet such beneficial results can be offset, first, when political elites' strategic acceptance of European standards undermines the legitimacy of liberal values, and second, when such norms create friction by unintentionally encouraging ethnic groups such as Moravians in the Czech Republic and Silesians in Poland to transform themselves into “nationalities.”
Em The Geopolitics of Tolerance: Minority Rights Under EU Expansion in East-Central Europe

Thursday, April 07, 2011

Besteira Maior - A grande manobra diversionista na Líbia


Não é a toa que esse cara influencie a escola brasileira com suas teorias, são muito ruins. Pobres e ingênuas mesmo. Análise que é bom, quase nada. A maior parte tá recheada de wishful thinking... Revoltas devem se voltar para a Arábia Saudita... Ou seja, sempre se dá um jeitinho de torcer contra o Tio Sam, mesmo quando este está fazendo tudo direitinho. Decisão difícil? Obama mandou matar! Acorda! O 'difícil' aí é porque o governo líbio continha, de certo modo, grupos insurgentes de simpatizantes da al Qaeda, o que agora ficará muito mais difícil. Mas, claro, eles lá com seus problemas, mas daí não reclame de massacre, pois é o que haverá, assim como pobreza no longo prazo, graças ao intervencionismo econômico dessas elites (militares, oligopólios etc.).

Cf.: Carta Maior - Internacional - A grande manobra diversionista na Líbia

Videversus: Israel usa escudo antimísseis pela primeira vez

Videversus: Israel usa escudo antimísseis pela primeira vez

Wednesday, April 06, 2011

Monday, March 21, 2011

Tuesday, March 15, 2011

Compra de terras por estrangeiros

 
BRASÍLIA - O governo decidiu bloquear negócios de compra e fusão, por estrangeiros, de empresas brasileiras que detenham imóveis rurais no País. Esse tipo de negócio estaria ocorrendo, segundo avaliação do Planalto, como uma forma de burlar restrições impostas no ano passado à compra e ao arrendamento de terras por investidores estrangeiros.
O bloqueio de novos negócios foi determinado em aviso encaminhado nessa terça-feira, 15, pela Advocacia-Geral da União ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio. Este repassará a ordem às juntas comerciais: operações de mudança do controle acionário de empresas proprietárias de áreas rurais envolvendo estrangeiros não poderão ser formalizadas. A partir do aviso, operações eventualmente fechadas podem ser suspensas na Justiça.
As juntas comerciais também vão auxiliar os cartórios a identificar a participação de capital estrangeiros nas empresas que comprem terras.
(...)
http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,governo-bloqueia-compra-de-terras-por-estrangeiros,692486,0.htm
 
"Agora tem aquele negócio de crédito de carbono, que eles pagam para usar uma área reservada.  Então as empresas precisam de um espaço, pois já desmataram as delas, e por isso vou aguardar que alguma apareça e faça uma proposta.  Cortar árvore eu não vou porque não é meu negócio, não sei fazer.  Não sou contra quem corta de acordo com o que manda o Greenpeace, com o que manda a lei.  Mas não é o meu negócio e não vou fazer", explicou o apresentador. 
http://www.ecoamazonia.com.br/site/news.asp?cod=11778

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Estrangeiros não podem comprar terras aqui, mas fazer como "manda o Greenpeace" pode. Vai entender....

a.h

Monday, March 14, 2011

Friday, March 04, 2011

Sunday, February 27, 2011

The Media Line

Êxodo líbio e problemas para a economia egípcia:

The Media Line

Crude Questions - By Steve Levine | Foreign Policy

Crude Questions - By Steve Levine | Foreign Policy

Invasive Species: Animal, Vegetable or Political?

Excelente artigo sobre uma nova paranóia quentinha no forno dos políticos ávidos por recursos federais que, aliás, já chegou ao Brasil também*...


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*Comentários em futuro post sobre o assunto.


Friday, February 25, 2011

The Conservative Case for Urbanism

Recomendo:

The Conservative Case for Urbanism


Gostei bastante, por várias razões e não só a necessidade de transporte público, mas a inviabilidade de tratar disso em termos nacionais. Não acredito mais nisso, em grandes mudanças, mas cada vez mais entendo que as mudanças significativas são locais e somadas, daí sim, algo significativo vem a ocorrer. Outro ponto muito bom é o anacronismo entre "direita" e "esquerda" que a autora, claramente, mostra como irrelevante. O artigo trata de temas cujos pontos de vista eu já vinha assimilando, só não sabia que já se encontrava na prática, mesmo que em forma diminuta.

New Zealand earthquake: the vengeance of Mother Nature - Telegraph

O problema deste tipo de artigo é misturar alhos com bugalhos:

New Zealand earthquake: the vengeance of Mother Nature - Telegraph

Sunday, February 20, 2011

Militares do Egito desencorajam mudanças econômicas - 18/02/2011 - The New York Times


Voltando ao nosso reality show global, um país com violenta desigualdade social e onde o liberalismo nada mais foi do que um programa de privatizações que dilapidou o estado para grupos de amigos do ex-general Mubarak caminha para a 'nacionalização', cuja economia se torna mais dependente da casta militar que tomou o poder. Leve-se ainda em consideração que a população não tem tradição nem conhecimento de concorrência que leve a redução dos preços no mercado interno e já executou protestos contra a redução de subsídios aos alimentos em 1977. Logo, está acostumada, na verdade condicionada, ao repasse de verbas. Troca empregos e futuro por bananas e tomates a preços mais acessíveis no presente. Dá para confiar nesta revolução? Como eu já disse, apenas no sentido de que extirpou um crápula do poder, mas cuja perspectiva é de assumir uma nova casta de parasitas que reinará por mais algumas décadas. Se fala que o país ficou mais liberal na política e menos liberal na economia, bobagem: apenas mais "democrático na roubalheira".
O país das maldições dos faraós tem seus besouros comedores dos vivos...

As forças armadas egípcias defendem o país, mas também administram creches e resorts de praia. Suas divisões produzem televisores, jipes, máquinas de lavar, móveis de madeira e azeite de oliva, assim como água engarrafada sob uma marca batizada em homenagem à filha de um general, Safi.

Apesar desta vasta rede de negócios, as forças armadas não pagam impostos, empregam como mão-de-obra os recrutas do serviço militar obrigatório, compram terras públicas em termos favoráveis e não prestam contas ao Parlamento e nem ao público.

Desde a queda na semana passada do presidente Hosni Mubarak, é claro, as forças armadas também comandam o governo. E alguns acadêmicos, economistas e grupos empresariais dizem que elas já começaram a dar passos para proteger os privilégios de sua economia particular, desencorajando mudanças que alguns argumentam ser cruciais para que o Egito se torne um país mais estável e mais próspero.

“A proteção de seus negócios do escrutínio e prestação de contas é algo que os militares realizarão”, disse Robert Springborg, um especialista em forças armadas egípcias da Escola Naval de Pós-Graduação, na Califórnia. “E isso significa que não pode haver supervisão civil significativa.”

HACER Weekly News Report USA | US: The Fed’s Easy Money Skeptic – by Mary O’Grady




O Banco Central (FED) não treina pessoas...

HACER Weekly News Report USA | US: The Fed’s Easy Money Skeptic – by Mary O’Grady

Friday, February 18, 2011

How Many Countries?

How Many Countries?

Record Melting in Greenland during 2010 : Image of the Day

Record Melting in Greenland during 2010 : Image of the Day

Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa



Em aparente mostra da preocupação com a viabilidade comercial do projeto, telegramas diplomáticos divulgados pelo site WikiLeaks apontaram recentemente que a Ucrânia sugeriu aos Estados Unidos que lançassem seus satélites a partir de Alcântara.

Os documentos indicam que os americanos condicionaram seu interesse pela base à não transferência de tecnologia ucraniana de foguetes ao Brasil.

O embaixador ucraniano em Brasília, Ihor Hrushko, disse à BBC Brasil (em entrevista prévia ao vazamento do WikiLeaks) que formalmente não há acordo para a transferência de tecnologia no Cyclone-4, mas sim expectativa de que a parceria bilateral continue "para que trabalhemos em conjunto em outros processos".

Ele disse que transferir tecnologia não é algo de um dia para o outro, "é um processo duradouro, de anos".

Mas ele afirmou que o Brasil é o "sócio mais importante" da Ucrânia no continente - tanto que, em 10 de janeiro, o presidente do país, Viktor Yanukovich, telefonou à presidente Dilma Rousseff para falar sobre a expectativa de criar uma "parceria estratégica" com o Brasil a partir do foguete. Os dois presidentes esperam estar presentes no lançamento do artefato.

A ACS, por sua vez, afirmou que a expectativa de transferência de tecnologia existe, mas ressaltou que não é esse o objetivo do tratado binacional.

Ainda que o intercâmbio tecnológico seja considerado importante para os especialistas consultados pela BBC Brasil, alguns destacam que a não transferência acabou estimulando o desenvolvimento de tecnologias brasileiras.

É o caso do satélite CBERS-3, que será lançado na China em outubro, com o objetivo de monitoramento ambiental e controle da Amazônia: suas câmeras foram produzidas em São Carlos (SP), com tecnologia nacional da empresa Opto.

Mais em:

Brasil prepara lançamento foguete em parceria com Ucrânia: "O Brasil prepara, para 2012, um feito inédito em seu programa espacial: pela primeira vez, irá colocar no espaço, a partir do seu próprio solo, um foguete com um satélite a bordo."


O negócio é o seguinte, a troca dos EUA pela Ucrânia neste tipo de parceria ocorreu justamente pela transferência de tecnologia, já no governo FHC. Nossos intelectuais, que devem entender tanto de tecnologia aeroespacial quanto eu alegaram se tratar de um atentado contra a soberania nacional. E aí? A Ucrânia também não passou e não adianta vir com desculpinha de que isso estimulou o desenvolvimento tecnológico próprio, pois por que o mesmo não poderia ser atingido com um acordo com os EUA, então? A única razão válida seria a de se a Ucrânia pagasse mais pela locação de Alcântara, o resto é nacionalismo patológico. O que importa é quanto paga a Ucrânia e quanto pagaria os EUA, para ver se valeu a pena. Dizer que somos "o sócio mais importante", que fazermos "uma parceria estratégica" é engambelação.



Videversus: Irã está dividido quanto a programa nuclear

Videversus: Irã está dividido quanto a programa nuclear

Videversus: Banco do Brasil vai fazer negócios na África em Angola e Cabo Verde

Videversus: Banco do Brasil vai fazer negócios na África em Angola e Cabo Verde

Videversus: Dilma promete 'luta sem quartel' contra o crack


A Secretária Nacional de Políticas sobre Drogas, Paulina Duarte, afirma que ainda é "especulação" a informação de que a região Nordeste é uma das mais afetadas pelo crack. Segundo a secretária, um diagnóstico do consumo da droga no país deverá ser divulgado entre abril e maio pela Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz). De qualquer forma, a concentração dos centros de referência nas regiões Sul e Sudeste foi destacada pela própria secretária durante sua apresentação, ao lado da presidente. Segundo ela, o maior número de projetos apresentados por universidades da região centro-sul é reflexo da concentração do conhecimento técnico-científico na região. É só lero-lero, enquanto isso os drogados continuam escravizados ao crack, e os traficantes estão soltos. O lero-lero é para repassar mais dinheiro para a companheirada nas universidades.

Thursday, February 17, 2011

More Signs of a Hispanic Boom - Chris Good - Politics - The Atlantic

More Signs of a Hispanic Boom - Chris Good - Politics - The Atlantic

Economist's View: Social Security and Longevity

Economist's View: Social Security and Longevity

Enfrentamientos estallaron en Libia luego que la oposición llamara a salir a las calles | AméricaEconomía - El sitio de los negocios globales de América Latina

Enfrentamientos estallaron en Libia luego que la oposición llamara a salir a las calles | AméricaEconomía - El sitio de los negocios globales de América Latina

Nova fronteira agrícola no Nordeste produz quase 10% da safra de grãos do país | brasil.americaeconomia.com

Nova fronteira agrícola no Nordeste produz quase 10% da safra de grãos do país | brasil.americaeconomia.com

Trocando 6 por 1/2 dúzia - 2

An 82-year-old man has been thrown out of office, and his son will not be president. The constitution and parliament are gone and a military junta is in charge. The rest is speculation. 
Read more: Egypt: The Distance Between Enthusiasm and Reality | STRATFOR 


Caros, acessem o link acima. Quem não domina o inglês, use um tradutor, por favor. É necessário para acabar com esse auê de revolução no Egito e, também, com essa paranóia de que muçulmanos fundamentalistas (um risco sim, mas não provável), estejam por trás das agitações. Na verdade, houve uma dissidência interna ao regime, mas os militares que já dominavam o país há décadas continuam no poder e o que se viu foi um hiato entre os discursos inflamados no Cairo exigindo democracia, apoio aos palestinos e os militares tranquilizando Israel e mantendo seus pactos com o mesmo estado. Então neném, acorde para a vida, revolução quase sempre propõe uma nova tirania e se Mubarak era um déspota, o que está por vir, com muita sorte, talvez seja apenas menos ladrão devido a diluição entre vários centros de poder.

Quero deixar bem claro aqui para que não me interpretem mal, para aqueles que costumam enxergar o mundo em preto e branco, sou favorável, claro, à deposição de Hosni Mubarak, mas acreditar piamente que um país árabe com várias tendências diversas internas, entre as quais, a Irmandade Muçulmana e sem tradição democrática alguma vai, da noite para o dia, incorporar a democracia não passa de sonho de virgem. 

Recado especial também para os anti-americanos de plantão, peças de reposição de armamentos (que são americanos) têm que ser importados, não são produzidos lá e o exército deles não pode ser treinado em semanas, o que leva décadas. Então, tirem o cavalinho da chuva, nem Israel nem os EUA terão seus interesses locais ameaçados. Não existe mais uma URSS competindo por peões regionais e a China e o Irã estão muito ocupados com seus problemas, especialmente este último, xiita, sem nenhuma afinidade com a terra dos faraós. Por falar nisso, a maldição dos faraós vem com sua morte. Então...

a.h

Videversus: Israel aprova reforço militar egípcio na península do Sinai

Videversus: Israel aprova reforço militar egípcio na península do Sinai

Videversus: Governo petista de Tarso Genro vai reduzir renda de 12 mil policiais

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Videversus: Baleeiros japoneses suspendem atividades na Antártida

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Videversus: Na era Lula, em dez anos, receita tributária sobe quase o dobro da inflação

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Videversus: Contas atrasadas do governo Lula inflam despesas

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Videversus: GE planeja investir US$ 550 milhões no Brasil nos próximos dois anos

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Videversus: Arroz cultivado na China contém metais pesados

Videversus: Arroz cultivado na China contém metais pesados

Sunday, February 13, 2011

Egypt's Military Rulers Dissolve Parliament, Suspend Constitution



Começando "bem"...




An army vehicle drove through the square, broadcasting the military's announcement that it would dissolve parliament and suspend the constitution. Soldiers got out of the car to converse with protesters about the ruling council's plans. Some people clapped and cheered.
Some protesters were unsatisfied, and gathered with a wooden cross and a copy of the Quran.
"The government is still in place. The corruption is still here. Emergency laws are still here," said Mohammed Ahmed, an accountant. "When it is a civil state and we have a parliamentary system and political detainees are released, then we go."

Read more: http://www.foxnews.com/world/2011/02/13/egypts-military-rulers-dissolve-parliament-suspend-constitution-protests/#ixzz1DtqksbJl