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Novas mensagens, análises etc. irão se concentrar a partir de agora em interceptor.
O presente blog, Geografia Conservadora servirá mais como arquivo e registro de rascunhos.
a.h

Thursday, December 06, 2012

Venezuela é o país mais corrupto, diz relatório - EXAME.com


Exame
  • Levantamento
  •  
  • 05/12/2012 05:45

Venezuela é o país mais corrupto, diz relatório

Além do país liderado por Hugo Chávez, pesquisa de ONG aponta o Paraguai com um dos mais corruptos da América Latina


Berlim - Venezuela e Paraguai seguem como os países mais corruptos da América Latina, enquanto Chile e Uruguai se mantêm entre os mais transparentes, aponta um relatório publicado nesta quarta-feira pela ONG alemã Transparência Internacional (TI).
A edição de 2012 do já tradicional Índice de Percepção da Corrupção oferece um ranking regional com poucas variações na comparação com os relatórios dos últimos dois anos, mas faz uma advertência.
'A região saiu bem da crise mundial. Seu modelo econômico dá bons resultados macroeconômicos, mas não se traduz em uma melhora da qualidade de vida dos cidadãos. A América Latina é a região mais violenta, onde a desigualdade é maior', assegurou à Agência Efe o diretor da TI para as Américas, Alejandro Salas.
Figuram entre os mais transparentes Chile (72 pontos), Uruguai (72), Porto Rico (63), Costa Rica (54), Cuba (48) e Brasil (43). Na outra ponta da lista, aparecem Venezuela (19), Paraguai (25), Honduras (28), Nicarágua (29) e Equador (32).
Entre uns e outros, em ordem decrescente quanto à transparência, estão El Salvador (38), Panamá (38), Peru (38), Colômbia (36), Argentina (35), Bolívia (34), México (34), Guatemala (33) e República Dominicana (32).
Na escala global, Somália (8), Coreia do Norte (8), Afeganistão (8), Sudão (13) e Mianmar (15) são os países mais corruptos; e Dinamarca (90), Finlândia (90), Nova Zelândia (90), Suécia (88) e Cingapura (87), os menos castigados por este tipo de prática.
A TI, referência global na análise da transparência, adverte em seu informe que só um terço dos 176 países passou no exame, apesar do clamor cidadão contra estas práticas ter ganhado impulso no mundo todo por causa da Primavera Árabe.
'Após um ano no qual a atenção esteve sobre a corrupção, esperamos que os Governos adotem uma postura mais firme contra o abuso de poder. Os resultados do TPI demonstram que as sociedades continuam pagando o alto custo que representa a corrupção', afirmou em comunicado a presidente da TI, Huguette Labelle.

Venezuela é o país mais corrupto, diz relatório - EXAME.com

Wednesday, December 05, 2012

Sociedade civil e educação na América Latina


Sociedade civil e educação na América Latina

04 de dezembro de 2012 | 2h 07

ANDREA BERGAMASCHI
Uma revolução das boas está ocorrendo no mundo. Quem acompanha as notícias pela imprensa vai concordar que ultimamente não há um só dia em que não leiamos ou ouçamos algum novo dado ou opinião sobre educação. A sociedade espera mais da educação hoje, e isso é uma excelente notícia.
Recente pesquisa da Organização dos Estados Ibero-Americanos (OEI) mostrou o otimismo dos brasileiros com relação à educação no País para os próximos anos e deixou claro para os governos da América Latina aquilo que vimos considerando importante e prioritário: a questão educacional para o futuro da região. Já sabemos, por exemplo, que não conseguiremos potencializar o crescimento brasileiro e proporcionar melhores condições de vida para todos enquanto tivermos problemas de qualidade na educação pública nacional. A educação deve ser um tema prioritário no Brasil e nos demais países da América Latina que ainda figuram entre os mais desiguais do mundo.
A nova campanha mundial da Organização das Nações Unidas (ONU), anunciada no fim de setembro em Nova York, reforça essa ideia. A Education First, uma iniciativa do secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, coloca a educação no centro de todas as demais metas de desenvolvimento e chama a atenção para o fato de que sem que todas as crianças e todos os jovens estejam na escola, aprendendo e consolidando valores para a cidadania, as Metas de Desenvolvimento do Milênio, também lançadas pela ONU, no ano 2000, estarão comprometidas.
De fato, a própria meta que trata da universalização da educação básica até 2015 está em risco. Em 2010 - ou seja, a apenas cinco anos desse prazo -, a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) apontou que 61 milhões de crianças em idade de ingresso no ensino fundamental estavam fora da escola no mundo.
Até pouco tempo atrás, os modelos de desenvolvimento socioeconômico atribuíam aos governos toda a responsabilidade de buscar soluções para a educação. Hoje, impulsionada pelos ideais do desenvolvimento sustentável, a sociedade civil se entende como parte de um processo que envolve vários atores. Há um sentimento de corresponsabilidade. Atualmente sabemos que o tal "efeito cascata" sugerido nos anos 1980 e 1990 nem sempre se verifica, pois o desenvolvimento social não vem instantaneamente como consequência do econômico. É preciso agir intencionalmente e investir em áreas que garantam essa combinação, e a educação é uma delas.
Na América Latina, com o fortalecimento da democracia, surgiram organizações da sociedade civil para trabalhar com seus governos a fim de garantir uma educação de qualidade para todos e, mais recentemente, de monitorar os avanços e desafios educacionais em seus países. Além do Brasil, Argentina, Chile, Colômbia e México são exemplos dessa tendência.
O Educar 2050 realizou neste ano seu 4.º Fórum de Qualidade Educativa, promovendo importantes reflexões sobre a situação da educação na Argentina. O Educación 2020, nascido do movimento estudantil de 2008 que iniciou os debates sobre a desigualdade educacional do sistema chileno, é hoje umas das vozes mais fortes na busca pela qualidade com equidade na educação do país. O Mexicanos Primero, que trabalha com campanhas e mobilização desde 2005, acaba de lançar o relatório Ahora es Cuando, que propõe metas e estratégias para o enfrentamento dos desafios no México. No ano passado, a Colômbia reuniu líderes do setor privado, gestores públicos e imprensa para lançar a campanha Colombia, un País Unido por la Educación! para mobilizar a população em torno dos indicadores educacionais, inspirada no modelo brasileiro do Todos Pela Educação.
Em 2010, essas organizações se uniram a outras da região e formaram a Rede Latino-Americana de Organizações da Sociedade Civil pela Educação (Reduca), uma iniciativa apoiada pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), para somar esforços e lançar uma voz regional para aumentar a participação da sociedade civil no acompanhamento dos indicadores educacionais e na busca de soluções para a educação em conjunto com seus governos. El Salvador, Equador, Guatemala, Honduras, Panamá, Paraguai, Peru e República Dominicana são os outros países da rede. E Nicarágua, Uruguai e Venezuela já demonstraram interesse em participar.
Segundo a Unesco, em 2009 a região deixava 23 milhões de crianças e jovens entre 4 e 17 anos fora da escola ou em risco de abandoná-la. No Brasil, são 3,7 milhões de crianças e jovens nessa situação. Por enfrentarem desafios parecidos os países latino-americanos têm a possibilidade de aprender uns com os outros e de promover uma consciência regional que coloque a educação em primeiro lugar.
No último encontro anual da Reduca, em agosto, foi aprovado o lançamento de uma campanha regional em 2013 para aumentar o interesse da sociedade civil pela qualidade da educação e mobilizar mais atores na agenda educativa, para que possamos dar o salto de que a América Latina precisa.
Os países que estão no topo das avaliações internacionais demonstram que é preciso transformar a educação num tema urgente. Em algum momento da História essas nações a colocaram em primeiro lugar, e em cada um delas a sociedade passou a acompanhar a sua evolução. Tratou-se de uma estratégia de longo prazo, contínua e consistente, que hoje reflete uma sociedade mais justa, com bons índices de saúde, renda e participação social.
As organizações da Reduca entendem essa urgência e estão comprometidas em garantir que em seus países a sociedade coloque a educação em primeiro lugar, para que a América Latina cresça de forma sustentável e com justiça social para todos.
* GERENTE DE PROJETOS ESTRATÉGICOS DO MOVIMENTO TODOS PELA EDUCAÇÃO 

Sociedade civil e educação na América Latina - opiniao - versaoimpressa - Estadão

Tuesday, December 04, 2012

Egypt and the Strategic Balance


Immediately following the declaration of a cease-fire in Gaza, Egypt was plunged into a massive domestic crisis. Mohammed Morsi, elected in the first presidential election after the fall of Hosni Mubarak, passed a decree that would essentially neuter the independent judiciary by placing his executive powers above the high court and proposed changes to the constitution that would institutionalize the Muslim Brotherhood's power. Following the decree, Morsi's political opponents launched massive demonstrations that threw Egypt into domestic instability and uncertainty.
In the case of most countries, this would not be a matter of international note. But Egypt is not just another country. It is the largest Arab country and one that has been the traditional center of the Arab world. Equally important, if Egypt's domestic changes translate into shifts in its foreign policy, it could affect the regional balance of power for decades to come.

Folha de S.Paulo - Opinião - Editoriais: Tragédia anunciada - 04/12/2012

Folha de S. Paulo

04/12/2012 - 03h30

Editoriais: Tragédia anunciada

Entraves burocráticos, incompetência administrativa, conveniências políticas e contingenciamento indiscriminado de gastos estão na raiz de um dos graves males da administração pública brasileira, que é a dificuldade do Estado de transformar recursos previstos no Orçamento em investimentos reais.
Exemplo dessa inépcia político-administrativa é a baixa execução de verbas destinadas a obras de prevenção de desastres naturais --como controle de cheias, contenção de encostas e combate à erosão.
As previsões para os próximos meses são de chuvas fortes, como se repete a cada verão, mas, até o fim de novembro, o governo federal só havia se comprometido a pagar 48% dos R$ 4,4 bilhões reservados aos programas preventivos. Pior: apenas 25% desse valor tinha sido, de fato, liberado.
As responsabilidades não se limitam à esfera federal. Para ter acesso ao dinheiro, Estados e municípios precisam apresentar projetos específicos, com detalhamento do plano de trabalho e da contrapartida financeira.
Uma vez encaminhados, os pleitos são submetidos ao parecer dos ministérios. Sintoma de irracionalidade gerencial, nada menos do que sete pastas estão envolvidas na aprovação dos programas.
Parte dos repasses, ademais, depende de emendas apresentadas por deputados e senadores para seus Estados. São recursos que, não raro, o Executivo bloqueia, a título de contenção de gastos.
As dificuldades para planejar e realizar as obras de prevenção terminam por onerar o governo. Acaba saindo mais caro para os cofres públicos remediar ocorrências que poderiam ter sido evitadas.
Outros aspectos perniciosos são o favorecimento político e os desvios criminosos de recursos.
No primeiro tópico, dois casos exemplares vieram a tona em anos recentes. Em 2009, 90% das verbas liberadas para prevenção de desastres pelo Ministério da Integração Nacional foram para a Bahia, Estado do então ministro Geddel Vieira Lima (PMDB). Em 2011, o roteiro repetiu-se, tendo como protagonista o ministro Fernando Bezerra (PSB), de Pernambuco.
Já na região serrana do Rio de Janeiro, palco da maior tragédia causada por desastres naturais no país, com 900 mortos, em 2011, autoridades foram afastadas sob suspeita de desvio de verbas.
A nota positiva é que o Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres (Cenad) foi inaugurado em agosto pela presidente Dilma Rousseff.
O órgão já emitiu alertas a mais de 400 municípios e prepara-se para aperfeiçoar seu sistema de monitoramento. De pouco valerão esses esforços se o descaso e a omissão continuarem a contribuir para a sinistra contabilidade de vítimas que se repete a cada ano.

Endereço da página:

Folha de S.Paulo - Opinião - Editoriais: Tragédia anunciada - 04/12/2012

AS INCOERÊNCIAS DO PLANALTO

AS INCOERÊNCIAS DO PLANALTO

Friday, November 30, 2012

Cotas: mau negócio tanto aqui quanto na Índia | Portal Mídia@Mais


(...)

Os gujjares do Rajastão, por exemplo, organizaram violentos protestos há dois anos contra a recusa do governo em declará-los "atrasadíssimos". Políticos ganham eleições na Índia prometendo o que antes era uma maldição, e isso leva a um forte aumento no número de castas consideradas atrasadas, décadas depois de essa designação perder seu verdadeiro significado econômico. A consciência de casta entre os jovens é mantida, em parte, graças às cotas, por isso um programa destinado a eliminar o sistema de castas é hoje visto por muitos como responsável por mantê-lo.
Por que apresentar um melhor desempenho ou mesmo lutar contra uma tradição que divide as pessoas desde seu nascimento em “categorias”, se é precisamente fazer parte de uma delas que pode garantir sucesso e ascensão social?
Cotas: mau negócio tanto aqui quanto na Índia | Portal Mídia@Mais

Thursday, November 29, 2012

IBGE :: Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística


Uma análise das condições de vida da população brasileira 2012
Em sintonia com o compromisso de aprimoramento e atualização sistemática de seus produtos, o IBGE apresenta, nesta edição da Síntese, um conjunto mais integrado de indicadores sociais que permitem avaliar não só a qualidade de vida e os níveis de bem-estar das pessoas, famílias e grupos sociais, como também a efetivação de direitos humanos e o acesso a diferentes serviços, bens e oportunidades.
A exemplo das edições anteriores, a questão da desigualdade permanece como eixo principal da análise das condições de vida. Nesta publicação, contudo, realizou-se um esforço adicional de organização temática dos indicadores com vistas à sua melhor articulação, inspirando-se, para tal, nas recomendações presentes no documento Report by the Commission on the Measurement of Economic Performance and Social Progress, apresentado, em 2009, pelos cientistas sociais Joseph E. Stiglitz, Amartya Sen e Jean-Paul Fitoussi. Neste relatório, o tema “qualidade de vida” inclui toda a gama de fatores que influenciam o que se valoriza na vida, alcançando aspectos além de seu lado material.
É nesta perspectiva que se insere a Síntese 2012. Ela reúne em seis capítulos – Aspectos demográficos; Famílias e domicílios; Educação; Atividades pessoais, inclusive trabalho; Padrão de vida e distribuição de renda; e Direitos humanos – múltiplas informações sobre a ampla realidade social brasileira, acompanhadas de comentários que destacam, em cada uma dessas dimensões de análise, algumas das principais características observadas nos diferentes estratos geográficos e populacionais.
Os indicadores estão ilustrados em tabelas e gráficos, para Brasil, Grandes Regiões e Unidades da Federação, e, em casos selecionados, também para Regiões Metropolitanas, visando a subsidiar políticas sociais específicas e ampliar o acesso da sociedade civil às estatísticas oficiais. São elaborados principalmente a partir da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios - PNAD, realizada pelo IBGE, e combinados a diversas outras fontes de dados, tanto internos quanto externos, incluindo pesquisas e registros administrativos.
A publicação contém ainda um glossário com os termos e conceitos considerados relevantes para a compreensão dos resultados.
O conjunto desses indicadores, também disponibilizado no CD-ROM que acompanha a publicação e no portal do IBGE na Internet, contribui para a compreensão das modificações nos perfis demográfico, social e econômico da população, possibilitando, assim, o monitoramento de políticas sociais e a disseminação de informações relevantes para toda a sociedade brasileira.

Friday, November 23, 2012

Sul e Sudeste perderam participação no PIB em 2010 - economia - brasil - Estadão


Sul e Sudeste perderam participação no PIB em 2010

Segundo o IBGE, apesar da redução, somente o Estado de São Paulo respondeu por 33,1% da geração de riqueza no País

23 de novembro de 2012 | 11h 09
RIO - As regiões Sul e Sudeste perderam participação no Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro em 2010. A região Norte ganhou em 0,06 ponto porcentual sua fatia no PIB, seguida por Centro-Oeste (0,05 ponto porcentual) e Nordeste (0,05 ponto porcentual), informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Dessa forma, o montante do Sudeste recuou 1,3 ponto porcentual, enquanto a participação do Sul caiu 0,4 ponto porcentual. No entanto, as contas nacionais regionais mostram que a riqueza ainda é muito concentrada em poucas regiões. Apenas oito Estados responderam 77,8% de todo o PIB nacional. O Estado de São Paulo foi responsável por 33,1% da geração de riqueza.
A desconcentração industrial explica esse desempenho. "Houve uma desconcentração industrial. Algumas indústrias receberam incentivos para se instalar em outras regiões. São Paulo ainda concentra a indústria pesada, mas alguns setores têm recebido incentivos. Goiás, por exemplo, já tem 10% do valor adicionado da indústria automobilística. Tem também Bahia, Paraná", citou Frederico Cunha, gerente da Coordenação de Contas Nacionais Anuais do IBGE.
Entre 2002 e 2010, os Estados do Sudeste que mais perderam participação foram São Paulo, com uma queda de 1,5 ponto porcentual entre, e Rio de Janeiro, com recuo de 0,8 ponto porcentual no período. Em São Paulo, houve queda na participação nas atividades de geração de bens, agropecuária e indústria total. O setor industrial paulista perdeu participação nas quatro atividades: -0,7 ponto porcentual na indústria extrativa, -1,6 ponto porcentual na indústria de transformação, -5,3 ponto porcentual na construção civil e -3,7 ponto porcentual na geração e distribuição de energia elétrica.
Já o Rio de Janeiro reduziu sua fatia no PIB devido às oscilações no preço do petróleo no período. Segundo o IBGE, o estado também tem grande peso da administração pública, que costuma manter-se próxima da estabilidade em épocas de grandes oscilações do PIB.
"Nos estados que têm a administração pública muito pesada, ela tende a amortecer o resultado quando PIB cai ou quando cresce. Porque esses serviços e produtos da administração pública só crescem junto com a população, a menos que você esteja implementando um grande projeto de educação, por exemplo", explicou Cunha.
Nos Estados do Espírito Santo e Minas Gerais, houve ganho de participação no PIB, de 0,4 ponto porcentual e 0,7 ponto porcentual, respectivamente, em relação a 2002. O avanço foi causado pelo aumento do preço do minério, que tem grande importância sobre as economias dessas regiões.
A região Sul também reduziu sua participação no PIB entre 2002 e 2010, de 16,9% para 16,5%, com perdas na agropecuária do Rio Grande do Sul e do Paraná, onde também houve queda de participação na geração e distribuição de energia elétrica.
Em 2010, o PIB do Brasil cresceu 7,5% em relação a 2009. "O ano de 2010 para 18 Estados da federação foi o melhor ano em relação a volume. Apenas a região Centro-Oeste não teve o melhor resultado, porque Distrito federal não teve o melhor resultado", apontou Cunha.

Fonte: Sul e Sudeste perderam participação no PIB em 2010 - economia - brasil - Estadão

Diário da Rússia - Internacional - Rússia é contra mísseis da OTAN na fronteira entre Síria e Turquia


INTERNACIONAL

Rússia é contra mísseis da OTAN na fronteira entre Síria e Turquia

Aliança considerou pedido turco para a instalação de Patriots na divisa dos países



O Ministério dos Negócios Estrangeiros da Rússia se opôs à intenção da Turquia de implantar mísseis Patriot da OTAN na fronteira com a Síria. O porta-voz da pasta, Alexander Lukashevich, afirmou que a militarização da divisa turco-síria representaria um “sinal alarmante” que promoveria a instabilidade na região. “O que a Turquia deveria fazer seria usar sua influência sobre a oposição síria para trazê-la ao diálogo.” Embaixadores da OTAN se reuniram para considerar o pedido de Ancara de instalar o sistema de defesa antiaérea em seu território, depois de semanas de conversações sobre como proteger a fronteira de 900 quilômetros contra o transbordamento da guerra civil na Síria. A Turquia, que tem sido uma das mais duras críticas do Presidente da Síria, Bashar al-Assad, durante os quase 17 meses da rebelião, abriu fogo repetidamente contra Damasco nas últimas semanas, em retaliação aos bombardeios vindos do outro lado da fronteira. Lukashevich também negou relatos da mídia russa que afirmavam que o Ministro dos Negócios Estrangeiros, Sergei Lavrov, estaria planejando se encontrar com representantes da oposição síria no final de novembro.
A Rússia, assim como a China, já vetou três resoluções do Conselho de Segurança da ONU contra o regime de Assad. O Presidente russo, Vladimir Putin, prometeu no início deste ano que não permitiria a repetição do que aconteceu na Líbia, quando o ditador Muammar Khadafi foi morto após uma campanha militar da OTAN. Moscou, porém, nega estar apoiando o presidente sírio e diz que irá respeitar a vontade do povo do país.

Diário da Rússia - Internacional - Rússia é contra mísseis da OTAN na fronteira entre Síria e Turquia

Por que a Turquia precisa dos sistemas de mísseis da Otan? | Internacional | DW.DE | 23.11.2012


MUNDO

Por que a Turquia precisa dos sistemas de mísseis da Otan?

A Turquia precisa de mísseis Patriot para se defender de granadas vindas da Síria? Especialistas e críticos veem outros motivos por trás do pedido de ajuda à Otan, incluindo temores de um conflito entre Israel e o Irã.
A Otan deve atender em breve o pedido da Turquia para implementação de sistemas de mísseis do tipo Patriot ao longo da fronteira do país com a Síria. Com o provável envio dos armamentos dentro de algumas semanas, a Otan estará dando o passo mais ousado até agora em relação à crise da Síria e alçando o conflito, que já dura 20 meses, a um novo patamar.
Alguns políticos ocidentais consideram que a aliança está se deixando arrastar para o conflito. Já especialistas em segurança falam em intimidação e veem a medida como um meio de evitar que os combates atinjam o território turco.
"O pedido da Turquia por Patriots é uma tentativa de intimidação", afirma o acadêmico turco Mustafa Kibaroglu, especializado em segurança. "Afinal, será que Síria, Irã ou outro país ainda se atreveriam a lançar um ataque de mísseis contra a Turquia depois de ver que a Otan está claramente apoiando o país?", questiona, ressaltando que a implementação dos mísseis teria principalmente um significado político, mas também reforçaria a proteção da Turquia em caso de o conflito recrudescer ainda mais.
Medo de armas químicas
Abdullah Gül disse temer as armas químicas da Síria
Na semana passada, o presidente turco, Abdullah Gül, disse temer que a Síria use armas químicas contra a Turquia e sugeriu que os mísseis da Otan podem deter a ameaça. Gül disse ao jornal Financial Times que a Síria tem armas químicas e antigos sistemas soviéticos para usá-las. "Tem que ser realizado um planejamento mínimo de emergência, e isso é o que a Otan está fazendo", frisou. O governo sírio anunciou em julho que só usaria armas químicas ou biológicas se o país for atacado por forças externas.
Especialistas em segurança turcos não creem num ataque militar da Síria à Turquia, já que isso significaria um ataque à Otan, embora existam preocupações de que, caso o regime perca o controle da situação, certos grupos possam explorar o vácuo de poder. Os mísseis Patriot seriam uma significativa melhora nas atuais condições de defesa aérea de Ancara. Entretanto, por serem especialmente concebidos para a defesa contra mísseis e aviões, não fornecem proteção contra as atuais ameaças enfrentadas pela Turquia.
O Exército sírio continua sua luta contra os insurgentes na área de fronteira, e projéteis ocasionalmente têm atingido o território turco. Um explosivo disparado na Síria atingiu uma cidade de fronteira turca no início de outubro, matando cinco civis. Desde então, o Exército turco tem respondido a disparos vindos do outro lado, provocando preocupações de que o conflito possa se espalhar.
Zona de exclusão aérea
Devido ao grande alcance dos Patriot, o pedido da Turquia à Otan tem sido interpretado por alguns observadores como a primeira etapa de um plano maior para impor uma zona de exclusão aérea sobre a Síria. A Turquia tem sido uma defensora da criação de uma zona de exclusão aérea que salvaguarde os refugiados e também forneça aos insurgentes um refúgio seguro contra ataques aéreos sírios. Mas Ancara não conseguiu convencer seus aliados até agora.
Rasmussen sublinha que Patriots são apenas para defesa
Diplomatas ocidentais ressaltam que tal zona teria que ser apoiada por uma força aérea forte e que a sua criação envolveria sérios riscos, já que o regime sírio tem recursos avançados de defesa aérea. Para convencer os aliados europeus da necessidade da instalação dos mísseis Patriot, a Turquia sublinhou, na sua carta de pedido à Otan, que eles terão função apenas defensiva.
"A implementação não apoiará, de maneira alguma, uma zona de exclusão aérea ou qualquer outra operação ofensiva", garantiu na quarta-feira o secretário-geral da Otan, Anders Fogh Rasmussen. "Ela iria contribuir para o arrefecimento da violência da crise ao longo da fronteira sudoeste da Otan. E seria uma demonstração concreta de solidariedade da aliança", sublinhou.
Fim do isolamento
Muitos observadores turcos veem a implementação como um alívio para o governo de Ancara, que estava ficando cada vez mais isolado devido a sua política agressiva em relação ao regime de Assad.
De acordo com Kibaroglu, os membros da Otan estão avaliando positivamente a implantação dos Patriot como um sinal de solidariedade e como uma medida para intimidar a Síria, mas também esperam que a implementação venha a promover uma cooperação mais estreita com a Turquia e dar à Otan uma maior influência sobre o governo Erdogan em relação à sua política para a Síria.
"Os Patriots podem evitar uma escalada da crise e podem dissuadir qualquer reação descontrolada da Síria em relação a uma medida mais dura tomada pela Turquia", avaliou Kibaroglu. "Mas parece haver também expectativas de que a Turquia atenda às expectativas da Otan com relação à política para a Síria."
Soldados turcos falam com refugiados sírios através de uma cerca na fronteira perto da cidade de Ras al-Ain
Maiores preocupações na região
O pedido de Ancara à Otan tem sido criticado pela oposição turca, que acusa o governo Erdogan de grandes falhas na política externa, que teriam levado a um aumento das tensões na região.
"O governo está escondendo a realidade da população", acusa Faruk Logoglu, ex-embaixador da Turquia em Washington e deputado da principal força de oposição, o Partido Republicano do Povo. Na sua opinião, Erdogan decidiu solicitar os Patriots não devido à crise com a Síria e sim por causa de Israel. "Após a operação israelense em Gaza, aumentou a ameaça iraniana contra Israel. Os Patriots vão defender a nova estação de radar da Otan em Kurecik, que é essencial para a proteção do espaço aéreo de Israel", frisa. "Os Patriots vão servir à segurança de Israel."
Kibaroglu também afirma que preocupações regionais mais amplas desempenharam um papel na decisão da Turquia. "A instalação de mísseis Patriot pode ser vista como uma medida que não se limita a proteger a Turquia da Síria, mas também de uma possível ameaça futura do Irã", observa. "Após as operações de Israel contra Gaza, os próximos acontecimentos na região são imprevisíveis. Existe uma necessidade de se proteger o espaço aéreo da Turquia em caso de um possível confronto futuro entre Israel e o Irã."
Autor: Ayhan Simsek (md)
Revisão: Alexandre Schossler

DW.DE


Fonte: Por que a Turquia precisa dos sistemas de mísseis da Otan? | Internacional | DW.DE | 23.11.2012

Tuesday, November 13, 2012

Guerra civil brasileira


Neste excelente artigo, Guerra civil ou epidemia | Instituto Millenium, Paulo Brossard comenta os efeitos da onda de crimes que assola o país como o que é: uma guerra. E eu acrescentaria terrorismo. 
Enquanto covardes brincam com o vocabulário, o que se passa país é um ato de guerra. Para ele, socialistas apontam desculpas psicossociais e os libertários enxergam nas vítimas dos servidores de segurança, seus algozes imaginários. Tolos que se complementam e compartilham a mesma lente da ignorância. 
Ontem cidadãos de Florianópolis foram vítimas de uma onda de atentados na outrora pacífica cidade, cuja porção insular já recebera a alcunha de “ilha da magia”, que agora entra no panteão de nossos pesadelos urbanos. 

Friday, June 03, 2011

Desmate subsidiado e ausência de alternativas




Muito tem se falado sobre desmatamento e reforma do Código Florestal atualmente em vigor, mas o que não se comenta é o sistema de financiamento que leva a tais atividades tidas ilegais. Na verdade, o estado brasileiro paga um preço por sua falta de sinergia na qual suas próprias agências de fomento têm incentivado a ilegalidade por falta de clareza do modelo produtivo que pretendem desenvolver.

Nesta matéria abaixo fica claro como o próprio estado, para além do governo que é transitório, falta visão gerencial sobre o que muitos arrotam com o nome de "sustentabilidade socioambiental", expressão tão respeitável quanto vaga.


O Ministério Público Federal no Pará ajuizou nesta quinta-feira, 31, ações civis públicas contra o Banco do Brasil e o Banco da Amazônia por terem concedido financiamentos com dinheiro público a fazendas com irregularidades ambientais e trabalhistas no Estado do Pará. O Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) também é réu nos dois processos pela total ineficiência em fazer o controle e o cadastramento dos imóveis rurais na região.
Os empréstimos detectados pelo MPF descumpriram a Constituição, leis ambientais e regulamentos do Banco Central e do Conselho Monetário Nacional, além de acordos internacionais dos quais o Brasil é signatário. O MPF demonstra nos processos que o dinheiro público - de vários Fundos Constitucionais - vem financiando diretamente o desmatamento na região amazônica por causa do descontrole do Incra e das instituições financeiras.
"Desvendou-se, de forma factual, que as propagandas de serviços e linhas de crédito que abusam dos termos responsabilidade socioambiental e sustentabilidade não retratam essa realidade nas operações de concessão desses financiamentos a diversos empreendimentos situados na Amazônia, que em sua maioria são subsidiados com recursos dos Fundos Constitucionais de desenvolvimento e de outras fontes da União", diz o MPF nas ações.
(...)
Mais em : Eco Amazônia :



Já passou do tempo desta cantilena ambiental que visa apenas acusar e punir com multas ter algum crédito. A repressão sem alternativa só pode levar a mais ilegalidades que, em última instância, nem são compreendidas pelos próprios órgãos estatais que deveriam apoiar atividades sustentáveis. Se tais alternativas produtivas não forem realmente criadas e incentivadas, o pior dos mundos continuará existindo, a ignorância pelos agentes públicos do que venha a ser equilíbrio entre meio ambiente e desenvolvimento.

Cadernos de Saúde Pública - A relação entre a iniciação do uso de drogas e o primeiro ato infracional entre os adolescentes em conflito com a lei





Embora não seja explícito, a consideração de que famílias monoparentais se relacionem a maior incidência de atos infracionais de adolescentes está explicitada. Algo que nesses tempos de "politicamente correto" passa batido das considerações sociologizantes de bolso...



Cadernos de Saúde Pública - A relação entre a iniciação do uso de drogas e o primeiro ato infracional entre os adolescentes em conflito com a lei

Viana: Floresta não é problema, é solução - vida - Estadao.com.br

Este tipo de clichê realmente me incomoda. Claro que há inúmeras possibilidades econômicas na biomassa, mas a questão toda gira em torno do como viabilizar sua exploração? E deixemos de ser hipócritas, a maior parte dos caboclos só consegue realmente fazer algo neste sentido quando orientados e indiretamente empregados por uma empresa de porte.

Viana: Floresta não é problema, é solução - vida - Estadao.com.br

Thursday, May 12, 2011

Ecuador se convierte en la nueva plataforma para la comercialización de cocaína en A. Latina | AméricaEconomía - El sitio de los negocios globales de América Latina


Não por acaso se trata de mais um governo de 'isquierda', no leninista pero leniente...


Quito. Ecuador se está convirtiendo en unas "Naciones Unidas" del crimen organizado ya que traficantes de drogas desde Albania a China la usan como plataforma para llegar a acuerdos con contrabandistas andinos independientes de cocaína, dijo un funcionario estadounidense.

Ecuador está ubicado geográficamente entre los dos principales productores mundiales de cocaína, Colombia y Perú, lo que ha ayudado a que la nación andina de 14 millones de habitantes se convierta en un refugio no reconocido para acuerdos internacionales de drogas, sostuvo el funcionario antidroga.

"Tenemos casos del crimen organizado de Albania, Ucrania, Italia, China, todos en Ecuador, todos consiguiendo su producto para distribuir en sus respectivos países", dijo Jay Bergman, director de la Agencia Antidrogas estadounidense (DEA) para la región Andina de Sudamérica, a Reuters.

Los cárteles colombianos controlaban las redes de distribución global de cocaína en la década de 1980, pero ahora están fragmentados y debilitados tras una ofensiva de las fuerzas de seguridad de Colombia con el respaldo de miles de millones de dólares de ayuda estadounidense.

Las bandas colombianas ahora trabajan mayormente como proveedoras y entregan los trabajos peligrosos de tráfico a cárteles mexicanos -que controlan el acceso al mayor mercado mundial de drogas ilícitas, Estados Unidos- y a otros grupos criminales internacionales que trabajan en Europa, el segundo destino de estupefacientes.

Con el aumento del control en Colombia, los narcotraficantes prefieren mover las drogas rápido a través de sus fronteras terrestres a Ecuador y Venezuela y conectar con socios comerciales, dijo Bergman.

"Si soy un traficante de drogas italiano organizado y quiero encontrarme con mi par colombiano (...), es probable que prefiera encontrarme en Ecuador antes que en Colombia", observó.

"(Es más fácil) hacerme sellar el pasaporte en Ecuador y decir, 'Sí, fui a las islas Galápagos de vacaciones'", afirmó refiriéndose a la reserva natural hecha famosa por Charles Darwin.

Captura de submarino. El gobierno del presidente Rafael Correa insiste en que está haciendo todo lo posible para perseguir y disuadir a los narcotraficantes dentro de Ecuador.

Bergman reconoció que el gobierno ecuatoriano está dando pasos para combatir a los contrabandistas, incluyendo incautaciones importantes como la de un submarino de 30 metros de longitud cargado con drogas que fue capturado el año pasado.

La policía ecuatoriana también ha detenido a grandes capos colombianos y ha confiscado envíos de cocaína de muchas toneladas.

Funcionarios ecuatorianos no estuvieron disponibles de inmediato para realizar comentarios, pero el fin de semana pasado Correa sometió a referendo una reforma al sistema judicial con medidas que dice ayudarán a combatir la corrupción y los delitos. El conteo de los votos aún está en proceso.

Correa abandonó un requerimiento de visado en el 2008 para que visitantes de cualquier país puedan quedarse hasta 90 días, en una medida para promover el libre movimiento y el turismo.

Pero algunos analistas ecuatorianos dicen que ésto ha llevado a un aumento de la presencia de delincuentes extranjeros. Ecuador modificó la ley el año pasado al pedir visas para turistas a algunos países de Africa y Asia.

Poderosos cárteles mexicanos son los mayores compradores de la cocaína colombiana para abastecer al masivo mercado estadounidense.

Compran mayormente a productores colombianos o a guerrilleros izquierdistas que cultivan vastos campos de coca para financiar una insurgencia de décadas o a nuevas bandas criminales que tienen sus orígenes en grupos paramilitares, también veteranos del conflicto de Colombia.

El consumo de cocaína en Estados Unidos está bajando, aunque el número en Europa se ha duplicado en la última década.

Algunos grupos del narcotráfico mexicanos se están ampliando al lucrativo comercio europeo, pero tiene problemas para competir con bandas locales bien establecidas, dijo Bergman.

Sangrientas guerras del narcotráfico en México, propagadas en parte por la ofensiva del Ejército ordenada por el presidente Felipe Calderón, han causado la muerte de más de 38.000 personas en los últimos cuatro años y ésto los distrajo de sus esfuerzos para expandirse a Europa.

"La administración de Calderón ha estado luchando duro contra los cárteles mexicanos y creo (...) que los mexicanos van a recibir una paliza bastante severa y se van a retirar mucho del mercado mundial, aunque están muy arraigados y van a permanecer en Estados Unidos", sostuvo Bergman.

Monday, May 02, 2011

Avião não tripulado pode ter matado soldados americanos - Defesa Brasil

Avião não tripulado pode ter matado soldados americanos - Defesa Brasil

Localizador de Deserto de Alimento


Release No. 0191.11

Troço inteligente criado pelo governo Obama para combater a subnutrição infantil no país (ou a epidemia de obesidade), o que não se resolve sem a participação popular... E conectada para descobrir áreas carentes e ofertar alimentos frescos. O Localizador de Deserto de Alimento é mais pura geografia pragmática. Parabéns!

Thursday, April 28, 2011

Sunday, April 17, 2011

#Implicante - Dilma: Visita Surpresa

Scientists discuss tweaking the climate - Washington Times

Scientists discuss tweaking the climate - Washington Times

A lição que veio do Japão



10 LIÇÕES JAPONESAS DEPOIS DO TERRAMOTO

1. A CALMA
Nem um único sinal de pânico. A tristeza foi crescendo mas a atitude positiva manteve-se.

2. A DIGNIDADE
Fora feitas longas filas para a água e mantimentos. Nem uma palavra áspera ou um gesto bruto.

3. A CAPACIDADE
Arquitectura incrível e engenharia irrepreensível. Os edifícios oscilaram, mas nenhum caiu.

4. O CIVISMO
As pessoas compravam somente o que precisavam para o presente, para que todos pudessem ter acesso aos bens.

5. A ORDEM
Não houve saques nas lojas. Não houve buzinões nem ultrapassagens nas estradas. Apenas a compreensão pelo momento pelo que todos passavam.


6. O SACRIFÍCIO
Cinquenta trabalhadores não foram evacuados das instalações da central Nuclear para assegurarem que a água do mar fosse bombeada para os reactores. Nunca serão reembolsados!

7. A TERNURA
Os restaurantes reduziram os preços. Uma ATM foi deixada sem segurança. Os fortes cuidaram dos fracos e a entreajuda estava na rua em todos os locais.

8. O TREINO
Os idosos e as crianças sabiam exactamente o que fazer. E fizeram exactamente o que era pressuposto fazer.

9. A COMUNICAÇÃO SOCIAL
Os jornalistas mostraram dignidade e contenção no modo como reportaram as notícias. O sensacionalismo foi rejeitado. Somente reportagens serenas.

10. A CONSCIÊNCIA
Quando, numa loja, energia eléctrica falhou as pessoas colocaram as coisas que tinham na mão nas prateleiras e saíram tranquilamente.

Em Moçambique para todos: A lição que veio do Japão

Moçambique para todos: Saiba para onde vão os líderes quando depostos

Moçambique para todos: Saiba para onde vão os líderes quando depostos

Desigualdade nos EUA

The Society Pages

Saturday, April 16, 2011

FORT Xingu - Construindo um futuro sustentável: Dez motivos para apoiar a construção da usina de B...

FORT Xingu - Construindo um futuro sustentável: Dez motivos para apoiar a construção da usina de B...: "1 - A usina de Belo Monte vai gerar energia limpa e renovável, contribuindo para aumentar ainda mais a eficiência do sistema energético bras..."

Monday, April 11, 2011

Defense Is Different | The Weekly Standard

Defense Is Different | The Weekly Standard

Tsunami ravaging Kesennuma port





Plano Jurídico VS. Plano Fisiológico

Isto não é exclusividade de planos diretores, houve constituições assim, bonitas na letra e com dispositivos que permitiam quase regimes de exceção. Então, paulistanos, conformem-se ... ou façam algo:


O Tribunal de Justiça de São Paulo liberou nesta segunda-feira a tramitação do projeto de lei do prefeito Gilberto Kassab que promove a revisão do Plano Diretor da cidade. A discussão estava parada desde agosto de 2010, quando o juiz Marcos de Lima Porta, da 5ª Vara da Fazenda Pública, considerou inválida a proposta por não atender ao Estatuto da Cidade no que diz respeito à participação da população nos debates. A ação foi movida pela União dos Movimentos de Moradia, apoiada por instituições como a Defensoria Pública, o Instituto Pólis e o Movimento Defenda SP. O juiz entendeu que o formato e as regras, entre elas o tempo máximo de dois minutos para cada intervenção, inviabilizaram a contribuição efetiva do cidadão, mesmo tendo havido 45 audiências nas 31 subprefeituras.

Em Videversus: Justiça libera tramitação do Plano Diretor de São Paulo

Moçambique para todos: África Austral e Oriental: Subnutrição afecta 50 porcento da população

Moçambique para todos: África Austral e Oriental: Subnutrição afecta 50 porcento da população

Nacionalidades: erro ou acerto?

Post-communist states aiming to join European organizations such as the Council of Europe, the Organization for Security and Cooperation in Europe, and the European Union felt pressure early on after 1989 to adopt emerging European norms on minority rights. Though scholars have already noted frequent acceptance of these standards, the question remains of how European norms actually affect the political salience of identity. Pressure to adhere to them undoubtedly reigned in potential conflict over the Hungarian minority in Slovakia as well as over Russians in Latvia and Estonia. Yet such beneficial results can be offset, first, when political elites' strategic acceptance of European standards undermines the legitimacy of liberal values, and second, when such norms create friction by unintentionally encouraging ethnic groups such as Moravians in the Czech Republic and Silesians in Poland to transform themselves into “nationalities.”
Em The Geopolitics of Tolerance: Minority Rights Under EU Expansion in East-Central Europe

Thursday, April 07, 2011

Besteira Maior - A grande manobra diversionista na Líbia


Não é a toa que esse cara influencie a escola brasileira com suas teorias, são muito ruins. Pobres e ingênuas mesmo. Análise que é bom, quase nada. A maior parte tá recheada de wishful thinking... Revoltas devem se voltar para a Arábia Saudita... Ou seja, sempre se dá um jeitinho de torcer contra o Tio Sam, mesmo quando este está fazendo tudo direitinho. Decisão difícil? Obama mandou matar! Acorda! O 'difícil' aí é porque o governo líbio continha, de certo modo, grupos insurgentes de simpatizantes da al Qaeda, o que agora ficará muito mais difícil. Mas, claro, eles lá com seus problemas, mas daí não reclame de massacre, pois é o que haverá, assim como pobreza no longo prazo, graças ao intervencionismo econômico dessas elites (militares, oligopólios etc.).

Cf.: Carta Maior - Internacional - A grande manobra diversionista na Líbia

Videversus: Israel usa escudo antimísseis pela primeira vez

Videversus: Israel usa escudo antimísseis pela primeira vez

Wednesday, April 06, 2011

Monday, March 21, 2011