interceptor

Novas mensagens, análises etc. irão se concentrar a partir de agora em interceptor.
O presente blog, Geografia Conservadora servirá mais como arquivo e registro de rascunhos.
a.h

Thursday, December 07, 2006

Realistas Vs. Neocons


Mudanças na política externa norte-americana. Até que enfim!

a.h



Com Robert Gates, realistas vencem em Washington

Caio BlinderDe Nova York


Robert Gates foi confirmado como novo secretário de Defesa dos EUA
Sai o otimismo petulante, entra o bom senso. Na terminologia mais árida da política externa americana, os neoconservadores idealistas cedem lugar para os realistas cautelosos, representados por veteranos profissionais do serviço público como o novo secretário de Defesa Robert Gates.
O óbvio pode ser espetacular como, por exemplo, quando na sua sabatina de confirmação no Senado na terça-feira, Gates admitiu que os EUA não estão ganhando a guerra no Iraque. Isto é realismo, o mero bom senso.
George W. Bush ainda está aí, mas não mais sua doutrina voluntarista que prega mudanças a toque de caixa, sem um apropriado planejamento militar ou cuidadosa arquitetura política.
Realismo é uma teoria acadêmica que professa a necessidade de um país conduzir sua política externa levando em conta muito mais seus interesses do que seus valores.

Negociação com inimigos
Um mestre da "realpolitik" é Henry Kissinger, que junto com Richard Nixon engendrou o estabelecimento de relações diplomáticas dos EUA com a China comunista nos anos 70.
Os realistas conversam e negociam com inimigos. Não é à toa que na ordem-dia está a pressão crescente para que os americanos tenham um diálogo como o Irã.
Rótulos são complicados. Ronald Reagan enfrentou e negociou com o "império do mal" soviético. Foi um idealista realista.
Com sua petulância, os neoconservadores carecem de finesse política. Um ótimo exemplo: John Bolton, embaixador dos EUA nas Nações Unidas, prestes a ser mais um neoconsevador desempregado.
Para Bolton e companhia, o valor supremo é exportar um modelo de democracia e refazer o mapa-múndi, se necessário pela força e desdenhando o multilateralismo e as tradicionais alianças americanas.

Bom senso
Realismo significa bom senso e não suavidade. A pedra-de-toque da Doutrina Bush é o ataque preventivo. Será de difícil aplicação depois do aventureirismo no Iraque. Mas não pode ser descartado mesmo com a ascensão dos realistas ao centro do poder.
Como lembrou recentemente a revista Time, Robert Gates era um resoluto anticomunista que apoiou medidas agressivas contra os sandinistas na Nicarágua no começo dos anos 80 e que no governo do primeiro presidente Bush se alinhava com freqüência com um secretário de Defesa chamado Richard Cheney.
Aliás, Cheney e Donald Rumsfeld (que cederá o emprego para Gates) não podem ser rotulados de neoconservadores. Melhor considerá-los nacionalistas agressivos, que se aliaram com os neoconservadores.
As duas alas fizeram a cabeça de Bush, que quando assumiu o poder em janeiro de 2001 prometera uma política externa "humilde".

Estudo sobre o Iraque
Resta saber se Bush está recolocando a cabeça no lugar ao convocar profissionais como Gates e se escutará as recomendações de James Baker, à frente da comissão bipartidária que divulgou seu estudo sobre o Iraque nesta quarta-feira.
Gates e Baker integraram a equipe do primeiro presidente Bush, um realista e internacionalista, por excelência. Para este time, expressões como estabilidade tem mais peso do que cruzadas democráticas.
Gates é discípulo do "velho sábio" da escola realista, Brent Scowcroft, que foi assessor de segurança nacional do primeiro presidente Bush e que não teve constrangimento para criticar as folias do atual governo.
Os neoconservadores em queda estão evidentemente desolados com a ascensão dos realistas. Com otimismo, eles esperam que Bush faça apenas alguns ajustes cosméticos na sua política externa, mas também se dobram à realidade.
Um deles, Frank Gaffney, disse ao jornal britânico The Times que a escolha de Robert Gates representa o "começo da regência Baker".
Nestas intrigas palacianas, há um grande mistério: qual será o papel do vice-presidente linha-dura Richard Cheney em uma nova ordem? É difícil imaginar que um ator político que tem atuado virtualmente como primeiro-ministro se resigne realisticamente a ser um vice-presidente tradicional e decorativo.

Flato aéreo


E para que o crédito pelo aquecimento global não fique apenas com os bovinos...
Depois de interrogatório, passageira foi liberada

Um avião da American Airlines fez um pouso de emergência em Nashville depois que passageiros alertaram a tripulação sobre um cheiro de enxofre e palitos de fósforo queimados na aeronave.
Os fósforos foram encontrados no assento de uma mulher que tinha tentado disfarçar o odor de flatulência acendendo os fósforos, informaram as autoridades do aeroporto.
Todos os 99 passageiros e a tripulação tiveram de desembarcar enquanto o avião era revistado.
A mulher foi interrogada pelo FBI, a polícia federal americana, e depois foi liberada sem ser indiciada para embarcar em um outro vôo da companhia.
"Foi estabelecido que ela estava tentando esconder odores corporais", disse Lynne Lowrance, porta-voz da Nashville Airport Authority.
Não houve "intenção maliciosa", disse a porta-voz. "Mas ela acendeu fósforos, o que é contra as normas", acrescentou.
A mulher, cujo nome não foi divulgado, sofre de uma condição médica não especificada, disse a agência de notícias Associated Press.
A passageira portava em sua bagagem de mão fósforos de segurança, o que não viola as regras da Transport Security Administration, entidade que controla a segurança em aeroportos americanos.
Os fósforos, entretanto, não podem ser acesos no avião.

União Norte-Americana

.
Discordo veementemente do conteúdo da mensagem abaixo. Formar uma União Norte-Americana é sim, um significativo passo construtivo em direção a uma Globalização dos mercados e dos POVOS! Se isto procede, estou com Bush.

Qual o problema? Xenofobia aos latinos, aos árabes também?? Sigamos o exemplo da União Européia...

a.h


North American Union. G. W. Bush, Enemy Of The State.
November 30th, 2006

Pres. Bush is trying hard to sell out America before his tenure ends. We need to start impeachment proceedings on him now!
“President Bush’s plan to create a North American Union (NAU) by merging the United States, Canada and Mexico into one EU-like nation has been kept quiet. This stealth plan has had an almost complete media blackout in all countries involved. In fact, the White House is denying that any such plan to merge the three nations together is even taken place.
Some lawmakers have already introduced legislation that would prohibit President Bush to join in any such agreement without a Congressional vote. The newest of these lawmakers is Arizona Republican Karen Johnson who has stated that the signs of Bush’s NAU plans are already coming into existence. These plans include the creation of a superhighway corridor, an inland port in Kansas and the lack of building border fences to prohibit illegal immigration.”
If the story is untrue, does anyone believe that members of Congress would be taking action to pass a bill preventing it?
This finally explains why Bush has done absolutely nothing to stop the flood of illegal aliens.
Remember when Bush wanted to SELL OUR PORTS TO ARABS? Well, now he wants to sell our airports to outside interests. I haven’t been able to find any references on the Web yet, I caught a comment on this from Lou Dobbs on CNN and will post an update as soon as I can get one.
George Bush acts like a hostile foreign agent. He is utterly uncaring of the welfare of America and repeatedly acts without authority of Congress, in violation of our laws and against the interests of the United States. This guy has got to go.

PUM PUM PUM e CALOR



O aumento do efeito estufa é culpa dela???
O pum de vaca e o aquecimento global
Dec 06,2006 00:00
by nilder
3/dez/06 (AER) – A histeria que se está formando em torno do aquecimento global teoricamente causado pelo homem acaba de ganhar um elemento bovino. Segundo relatório emitido pela respeitável Organização da ONU para Alimentação e Agricultura (FAO - Food and Agriculture Organization), a pecuária contribui mais para o efeito estufa que os automóveis. [1]
Ocorre que o sistema digestivo dos ruminantes produz grandes quantidades do gás metano (CH4) que são liberadas na atmosfera – digamos – pelo método natural. Para quem não sabe, o metano possui um poder de aquecimento global 23 vezes maior que o CO2, tido como o maior vilão para o fenômeno.
Mas isso não é tudo. Segundo o relatório da FAO, os ruminantes produzem ainda o potentíssimo gás de óxido nitroso (N2O), que tem um poder aquecedor 296 vezes maior que o CO2 (o relatório não faz referências sobre o poder odorífico do gás).
Adicionalmente, os ruminantes são acusados de causarem chuva ácida uma vez que, segundo ainda o relatório da FAO, eles são responsáveis por 64% da emissão global de amônia.
Em suma, o relatório afirma que os gases do esterco e da flatulência dos animais, o desmatamento para criar pastagem e a energia usada nas fazendas fazem com que a pecuária responda por 18% dos gases do efeito estufa.
O relatório, convenientemente intitulado "A grande sombra da pecuária", foi produzido por Henning Steinfeld. Ele sugere medidas urgentes para o setor resolver esse grave problema, uma vez que a produção global de carne mais que dobrará, passando dos 229 milhões de toneladas entre 1991-2001 para 465 milhões de toneladas até 2050, acompanhada de alta similar na produção de leite. "A pecuária é um dos causadores mais significativos dos problemas ambientais mais sérios da atualidade", disse o autor.
Dentre as recomendações para diminuir o problema, a FAO cita a melhoria substancial da dieta dos ruminantes para reduzir a fermentação e as conseqüentes emissões do potente metano. Não foi cogitado o desenvolvimento de algum inventivo sistema coletor que, seguramente, poderia ser adaptado às vacas européias estabuladas e, de quebra, geraria eletricidade de fonte ambientalmente amigável.
Com tanto metano sendo liberado, não causará surpresa se o Brasil, um dos maiores produtores e exportadores de carne, seja em breve apontado como vilão do aquecimento global causado por pum de vaca.
Notas:[1]Pecuária representa 18% do efeito estufa, diz FAO, Valor, 30/11/06



Tríplice Fronteira









O governo dos Estados Unidos incluiu nesta quarta-feira, em sua lista de colaboradores com o terrorismo, nove pessoas e duas entidades que financiam a organização terrorista xiita Hezbollah, e que atuam na tríplice fronteira de Brasil, Argentina e Paraguai. A divulgação da medida foi feita pelo Departamento do Tesouro norte-americano. Os incluídos na lista ficam proibidos de desenvolver operações comerciais ou financeiras com pessoas e entidades dos Estados Unidos. As ações também incluem o congelamento de todas as contas bancárias e outros ativos que estas pessoas ou empresas tenham nos Estados Unidos. O Departamento do Tesouro assinalou que os novos incluídos arrecadavam fundos para a rede de Assad Ahmad Barakat, que funciona na tríplice fronteira entre Brasil, Argentina e Paraguai. A organização de Barakat é uma das maiores fornecedoras de dinheiro para a organização terrorista Hezbollah, segundo o diretor do Escritório para o Controle de Ativos Estrangeiros dessa secretaria, Adam Zsubim.






Tráfego aéreo

.
.


VARIG ANUNCIA A COMPRA DE 16 AVIÕES DA EMBRAER
A Varig anunciou que comprará 16 aviões assim que as autoridades permitam que a empresa retome suas operações, afirmou João Luiz Bernes de Souza, presidente da VarigLog. leiamais

VARIG DEMITE TODOS OS FUNCIONÁRIOS NO PARAGUAIA Varig demitiu todos os seus empregados no Paraguai, encerrando as operações no país. leiamais

POLÍCIA FEDERAL AFIRMA QUE CONTROLADORES DE VÔO COMETERAM ERRO FATAL NA TRAGÉDIA DO BOEING DA GOLAs investigações da Polícia Federal apontam uma série de falhas e omissões dos controladores de vôo de Brasília e de São José dos Campos (SP) na consumação do desastre do Boeing da Gol que colidiu em vôo com o jatinho Legacy no dia 29 de setembro. leiamais

EMBRAER QUER AMPLIAR O SEGMENTOS DOS JATINHO SO plano estratégico da Embraer prevê o aumento da participação do segmento de jatos executivos na receita da empresa para cerca de 20% dentro de cinco anos. leiamais

Jornalista Vitor VieiraDiretor-Editor de Videversus(51)9652-4645videversus@videversus.com.br
.....




Quinta-feira, 7 de dezembro de 2006
Ano IV - n.° 845
APAGÃO AÉREO É PREVIA DO SEGUNDO MANDATO Governo inteiro foi sucateado entre 2003 e 2006
Não só o apagão aéreo atual – mas o próprio desastre do Boeing da Gol com 154 mortos – são conseqüência do total descalabro da administração federal do setor, com o sucateamento dos equipamentos de controle de vôo, com mais de 20 anos de uso e que o Governo Lula não substituiu para aplicar o dinheiro em obras que favoreciam empreiteiras e podia dar margem à corrupção. O episódio setorial repete-se no Governo inteiro.Esta é a síntese de todos os relatórios e que consagrou a terça feira, 5 de dezembro de 2006, como “o pior dia da história da aviação”, (manchete do jornal O Globo) tornando-a uma das datas vergonhosas do Brasil. A situação é agravada pela incompetência – “ensandecido” é o qualificação mais leve usada pelos analistas – do Ministro da Defesa, Waldir Pires, que estimulou os controladores de vôo a se aproveitarem do caos para pressionar por mudanças trabalhistas e garantias nas investigações sobre o desastre do Boeing da Gol que apontam para falhas, humanas e de equipamento, do sistema de controle do espaço aéreo brasileiro. O relatório do Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias ontem ao Palácio do Planalto é tão “desolador e demolidor” que não pode ser divulgado.


GOVERNO SE PREPARA PARA DESVIAR 1 BILHÃO DA AVIAÇÃO Governo usa o orçamento para escamotear dinheiro de dois fundos
O Governo Lula foi apanhado com as calças na mão: a proposta do orçamento federal para 2007 “esteriliza” mais de 50% dos recursos dos Fundos Aeroviário e Aeronáutico que devem arrecadar mais de 1 bilhão em 2007.Esse dinheiro, que deveria ser aplicado na melhorias das condições de vôo, pois é gerado totalmente pelo setor aéreo é escondido propositalmente (se não for incluído no orçamento não pode ser gasto) para fazer caixa e encobrir os rombos do exercício fiscal, ou seja, o que Governo gasta além do que arrecada.Técnicos do Congresso estão fazendo um levantamento em profundidade dos recursos necessários à atualização do serviço de
segurança de vôo e que foi deixado no Ministério da Defesa pelo ex-ministro Viegas, mas que o atual Ministro Waldir Pires nem ao menos conhece.O Governo reconhece que Waldir Pires meteu os pés pelas mãos e admite que calculou mal a entrega do Ministério da Defesa ao velho político baiano, nomeado com uma espécie de aposentadoria. Sem a pressão do Ministro responsável pela área, os técnicos da Fazenda simplesmente escondem o dinheiro.

SE A ELEIÇÃO FOSSE HOJE. AGRIPINO ESTAVA ELEITO Governo joga tudo, mas somente se complica
Um coro aparentemente gozador de “Paga já!” “Paga já!” marcou uma reunião fechada de deputados e senadores da base governista na primeira reunião para montagem de uma chapa comum para as presidências da Câmara e do Senado. Solicitados a apresentar o preço do apoio de cada um – as condições para apoiarem os candidatos do Governo – foram avisados de que Lula decidiu só “pagar” as contrapartidas depois da eleição para as mesas do Congresso.Esse clima (que já se revelou na eleição para a vaga reservada à Câmara no Tribunal de Contas da União) indica que o senador Agripino Maia seria eleito facilmente Presidente do Senado se a eleição fosse hoje.Generaliza-se no Congresso a apreensão de que Lula pretende usar o controle das mesas para impor as chamadas “reformas bolivarianas” já aplicadas por Chávez na Venezuela e Evo Morales na Bolívia e que lhe garantiriam manter-se indefinidamente no poder.Com Agripino na Presidência do Senado – e reconhecida sua capacidade de liderança e extrema confiança da maioria dos senadores – Lula teria reais dificuldades de manobrar. Por isso a candidatura Agripino se consolida e tende a crescer. O Senado não quer o suicídio.


Tuesday, December 05, 2006

Flooding in the Horn of Africa

.
.


Large images:
November 27, 2006 (Aqua MODIS; 1.8 MB)
November 28, 2005 (Terra MODIS; 2.3 MB)
An estimated 723,000 people were affected by devastating floods in Kenya in November 2006, according to reports from the ReliefWeb organization. The heavy rains caused rivers to overflow their banks and inundate villages and farmland, produced landslides, and increased the risk of cholera and other diseases that spread when water and sanitation systems are overwhelmed by floods. The United Nations World Food Program estimates that emergency workers had been unable to reach as many 150,000 affected people as of November 28 due to impassable roads.
Among the most severely hit areas was the Tana River District in southwest Kenya’s Coast Province. This pair of images shows the river during the flooding on November 27, 2006 (top), compared to November 28, 2005, when the river was in a more normal state for this time of year. These “false-color” images are made from visible and infrared light observed by the Moderate Resolution Imaging Spectroradiometer (MODIS) on NASA’s Terra satellite. In this kind of image, bare or thinly vegetated ground appears light tan or pinkish, vegetation appears bright green, and water appears blue. Clouds are light blue or white.
The Tana River runs though the center side of the scene. In the non-flood image, the river is visible as an indistinct, green ribbon of vegetation. To the west of the river, only the faintest hints of ephemeral stream beds can be seen though the clouds in the non-flood image. On November 27, the Tana River had spilled out of its banks; the combination of flood water and vegetation gives the river a turquoise color. In the low-lying area to the west of the Tana River, numerous streams and rivers have fanned across the landscape. At the bottom center of the scene, a dark pool of flood waters spans an area up to 12 kilometers (about 7.5 miles) wide in places. The whole landscape has responded to the rains; bright green vegetation has sprung up across much of the area.
NASA image created by Jesse Allen, using data provided courtesy of the MODIS Rapid Response team and the Level 1 and Atmospheric Archive Distribution System.
.


.

Casamentos E Divórcios



O que dirão nossos defensores da "tradição judaico-cristã" sobre a tendência?
.

Brasileiro se divorcia mais, mas volta a casar com maior freqüência, diz IBGE
10:17 05/12
Redação


Em 2005, foram realizados cerca de 835 mil casamentos no Brasil, 3,6% a mais que em 2004. O aumento segue uma tendência observada desde 2001 e resulta, em parte, da legalização de uniões consensuais. Em várias unidades da federação, vêm ocorrendo casamentos coletivos, decorrentes de parcerias entre prefeituras, cartórios e igrejas. Além disso, a prevalência de uma certa estabilidade econômica nos últimos anos favorece o crescimento dos casamentos. Dezembro manteve a tendência observada nas três últimas décadas de ser o mês de maior ocorrência de casamentos.
Do total de casamentos realizados em 2005, 85,9% eram de cônjuges solteiros, percentual ligeiramente inferior ao de 2004 (86,4%). Comparando os dados do período 1995-2005, observou-se a tendência de queda contínua nos casamentos entre solteiros, com pequena desaceleração em 2003.
Também aumentaram as uniões legais entre solteiros e divorciados. De 1995 para 2005, o percentual de mulheres solteiras que se casaram com homens divorciados passou de 4,1% para 6,2%, enquanto que o de mulheres divorciadas que se uniram legalmente com homens solteiros cresceu de 1,7% para 3,1%. Os casamentos entre cônjuges divorciados também aumentaram de 0,9% para 2,0%.




Gastos em Pesquisa e Desenvolvimento

China deve passar Japão em P&D
Agências internacionais05/12/2006

Monday, December 04, 2006

África






.


ZIMBABUE PRECISA DE 700 MIL TONELADAS DE CEREAIS PARA EVITAR A FOME
Superfície
30.297.716 km²
% de terra no mundo
20%
Ponto mais alto
Monte Kibo (5.895 m) um pico do Kilimanjaro, Tanzânia
Ponto mais Baixo
Lago Assal (256 m abaixo do nível do mar)


A crise alimentícia do Zimbábue vai piorar durante a colheita de 2007, se o governo não importar com urgência mais de 700 mil toneladas de cereais. O alerta foi dado na sexta-feira pelo Sistema de Advertência Adiantada de Crise de Fome.
A agência, localizada nos Estados Unidos, afirmou que um estudo sobre distribuição de alimentos no Zimbábue revelou que o país do sul da África precisa de 565 mil toneladas de milho e 230 mil de trigo para evitar a crise de fome que surgirá até a nova colheita, em abril do próximo ano. No entanto, a Fewsnet avisou que será um "desafio enorme" para o governo do Zimbábue financiar a importação, devido à situação econômica difícil do país e à escassez de divisas. A reforma agrária, cuja violenta campanha causou a morte de sete fazendeiros brancos e dezenas de trabalhadores, foi utilizada pelo presidente Robert Mugabe para "punir" os camponeses de origem européia por terem se aliado à oposição, que nas eleições de 1999, pela primeira vez desde a independência do Zimbábue, conseguiu cadeiras no Parlamento. As terras desapropriadas ficaram improdutivas ou foram divididas e dedicadas a uma agricultura de subsistência. As grandes colheitas comerciais de tabaco, café e cereais, que eram a maior fonte de divisas do Zimbábue, não se repetiram mais. O país, que já foi considerado o "Celeiro da África", afunda numa grave crise alimentícia e tem sobrevivido nos últimos seis anos graças à ajuda das agências internacionais de assistência.





Porto Alegre, 4 de dezembro de 2006 - Videversus nº 600



http://www.videversus.com.br/default.asp?idcoluna=600#NOT11586

Sunday, November 26, 2006

Sobre o "planejamento paulistano"

.

Enquanto que a famigerada Taxa do Lixo imposta por Marta Suplicy abocanhava cerca de R$ 300 milhões por ano (2003), de um total de quase R$ 800 milhões, os serviços de coleta que recebemos são ridículos. A tão propalada coleta seletiva de lixo (que era criticada por sua ausência nos governos Maluf e Pitta) não tinha prosseguimento. Apenas havia a fase da coleta que, para tributar era funcional.

A força da retórica vazia em nome dos desafortunados, da ética social é tão eficaz para o marketing político, quanto inócua em termos de responsabilidade social. Antes do serviço público cobrado por Marta Suplicy, coletadores particulares nunca deixavam acumular lixo assim, pois viviam de sua reciclagem. Novamente, temos um caso em que o setor privado dá de 10 a zero no estado brasileiro, encabeçado no caso, pela prefeitura de PT em S. Paulo.

Mais do que qualquer movimento ideológico, o Brasil passa por um surto populista, amalgamando poder local e federal. Esta junção de forças políticas mobiliza massas contra as instituições públicas, sob o manto do carisma pessoal. Lembre-se que muitos não-petistas “lularam”... Daí o desespero por quaisquer medidas, mesmo que estéticas e superficiais, como a "renovação urbanística" representada no governo de Martaxa, em que pedras em alto relevo eram colocadas em baixo de viadutos para evitar a presença de mendigos. Serra não fez mais que imitar o PT paulistano...

Interessante esta política para acabar com os sem-teto, pedras invertidas em alto relevo para evitar aglomerações. Mais interessante ainda, levando-se em consideração que seu principal responsável, a prefeita de São Paulo já chegou a defender, demagogicamente, em passado recente que hotéis hospedassem mendigos.

Muitos dizem que o PT não apresenta mais coerência, sequer ideologia, não podendo, portanto, ser enquadrado como um partido de esquerda. Bem, sem entrar no mérito de como, na realidade, o PT mantém as premissas que sempre defendeu, de modo ativo ainda hoje: aumento da carga tributária que induz ao nivelamento social (através do achatamento da classe média), desrespeito às leis de propriedade apoiando a permissividade do MST, vistas grossas a outros movimentos criminosos como o MTST, o MAB etc. O fato é que a prática ideológica sob o signo populista não precisa de consistência lógica. Precisa, tão somente, de direcionar a fúria das massas e o recalque popular às regras vigentes. O populismo vive de promessas e reformas pífias com muitos acordos nitidamente fisiológicos. No plano municipal, o "populismo botox" se empenhou em reformas cosméticas nas favelas em prejuízo da qualidade de vida geral.

Assim como a vaguidade na definição conceitual de seu objeto de intervenção - as áreas de submoradias -, há mais indefinição ainda no orçamento municipal, "quanto" e "onde" são gastos os recursos. Embora se diga o contrário, a prefeitura de São Paulo pode ficar tão enlameada quanto seu asfalto após as últimas enchentes.

A ex-prefeita botoxizada também foi responsável pelo veto ao Projeto de Lei aprovado pela câmara municipal que obrigava a publicação de informações sobre a utilização do orçamento na internet e em boletins nas subprefeituras. Transparência nunca foi o forte do PT...

Indefinição conceitual para intervenção urbana, aumento colossal da tributação, desrespeito ao direito de propriedade e subversão de instituições públicas, opacidade no orçamento, populismo, paternalismo, clientelismo, fisiologismo, marketing, marketing e mais marketing... PT é isso aí!

Mas é claro que estou sendo um pouco injusto com a prefeitura de Marta Suplicy: os coqueirinhos da av. Brigadeiro Faria Lima são bem bonitos...
Observe o "diálogo urbano" entre duas típicas paisagens da metrópole.

Saturday, November 25, 2006

Florianópolis: aspectos sócio-econômicos (4)

.
Cidade > Informações Sócio - Econômicas

7 – URBANISMO
7.1 – Área de Habite-se - Distribuição por Uso – 1997 a 2004

USO 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004*

COMERCIAL 48.608,16 /43.432,80 /63.409,88 /86879,55 /27.753,55 /66.507,00 /139.929,59/102.234,62

CULTO 185,12 /.../.../3879,24 /461,98 /848,96 /1.193,25/...

EDUCACIONAL .../.../7.492,55 /2338,91 /.../2.788,82 /3.838,27/359,42

HOTEL 24.541,86 /13.220,48 /45.955,04 /33305,37 /10.452,37 /75.748,30 /10.151,53/...

HOTEL RESIDENCIA 22.005,00 /7.079,90 /5.641,99 /24638,58 / .../.../.../...

INDUSTRIAL .../.../3.859,54 /211,18 /.../.../.../...

INSTITUCIONAL .../1.442,96 /3.244,84 /7287,33 /3.751,92 /19.427,17 /10.154,80/830,94

LAZER RECREAÇÃO E ESPORTE 488,56 /.../.../.../1.893,43 /.../.../156,38

MOTEL

OUTROS .../.../.../48 /4.297,85 /9.107,01 /9.903,87/1.604,54

RESIDENCIAL E COMERCIAL 30.897,70 /19.232,93 /9.472,33 /28197,4 /7.114,98 /33.456,92 /17.035,50/19.002,11

RESIDENCIAL MULTIFAMILIAR 285.327,82 /306.011,70 /403.509,52 /394414,52 /241.399,09 /442.443,79 /308.835,89/167.320,63

RESIDENCIAL UNIFAMILIAR 57.546,56 /81.306,64 /77.534,00 /87952,134 /83.290,25 /74.116,88 /91.811,48/37.304,54

SAUDE .../.../.../624,65 /.../89,79 /7.335,40/...

SERVIÇO .../.../.../.../.../1.063,62 /16.349,21/...

TOTAL EM M2
234.412,74 /175.029,85 /183.447,67 /212.593,08 / 380.415,42 /725.598,26 /616.538,79/328.813,18

Fonte: Sinduscon* Até junho/2004


7.2 – Área de Projetos - Distribuição por Uso – 1997 a 2004

TIPO 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004*

COMERCIAL 134.886,53 /90.262,00 /35.358,39 /65.817,971 /89.380,79 /315.664,11 /182.690,91/44.681,52

CULTO 3.964,09 /2.388,58 /.../887,72 /14.072,95 /5.313,37 /115/2.802,34

CULTURAL

EDUCACIONAL 504,20 /1.983,25 /26.264,09 /1.414,12 /4.640,66 /4.281,38 /1.403,10/1.831,83

HOSPEDAGEM 2.038,61 /.../488,05 /1.206,55 /.../992,21 /4.079,51/749,76

HOTEL 25.097,06 /1.805,69 /9.909,38 /77.705,33 /69.370,17 /128.205,01 /.../...

HOTEL RESIDENCIA 4.375,54 /460,07 /2.380,46 /2.497,32 /.../.../.../...

INDUSTRIAL 585,46 /421,70 /3.859,54 /.../.../.../243,78/...

INSTITUCIONAL 6.368,87 /51.816,94 /18.404,15 /6.910,5 /1.115,24 /56.446,17 /79.460,85/
9.726,01

LAZER RECREAÇÃO E ESPORTE 1.883,66 /4.377,26 /.../269,68 /4.166,23 /3.972,22 /1.895,56/34,10

MOTEL 1.571,84 /.../.../2.043,55 /.../.../3.779,37/...

OUTROS .../.../4.197,32 /162,15 /15.557,24 /4.504,26 /11.746,93/48,44

RESIDENCIAL E COMERCIAL 87.179,58 /29.225,40 /18.324,59 /15.058,78 /38.003,34 /33.904,10 /80.423,63/43.234,41

RESIDENCIAL MULTIFAMILIAR 175.899,67 /196.893,01 /245.550,34 /323.743,22 /338.149,49 /827.444,50 /431.434,67/161.939,83

RESIDENCIAL UNIFAMILIAR 105.937,07 /128.543,44 /133.323,77 /146.426,39 /139.735,22 /171.553,73 /160.292,75/82.568,00

SAUDE .../.../.../23.117,6 /89,79 /575,28 /874,36/491,89

SERVIÇO .../15.764,50 /.../.../16.349,21 /22.620,67 /573,83/59,40

TOTAL EM M2 257.481,56 /186.975,71 /188.906,70 /252.414,20 /730.630,33 /1.575.447,01 /959.014,25/348.166,93

Fonte: Sinduscon * Até junho/2004

Brasil não tem infra-estrutura para crescer 5% ao ano



.
Daniel Gallas


De São Paulo*




Em 30 anos, gasto com transporte caiu de 2% para 0,5% do PIB


Segundo projeções da Fiesp, se a economia brasileira crescer 4% ao ano, haveria escassez de energia elétrica a partir de 2009. De acordo com os cálculos feitos pela federação, o consumo de energia aumentaria 5,5%, caso o PIB brasileiro crescesse 4%.
Se o Brasil começasse a ter um crescimento chinês, ele teria que ter investimentos chineses em energia

Pedro Cavalcanti Ferreira, economista da FGV
“Se você projeta esse tipo de crescimento, os projetos de geração de energia previstos hoje já deveriam estar em andamento, mas eles não estão saindo”, afirma Silva, citando o atraso no cronograma de construção das hidrelétricas de Serra do Facão e de Estreito, em Tocantins.
No caso do transporte, ele afirma que o principal corredor de exportações do país, por exemplo, ainda passa pelo meio da cidade de São Paulo. O atraso na conclusão do Rodoanel - que permitiria o escoamento da produção sem passar pela capital paulista - é um dos gargalos de transporte do país.
(...)

Brasil precisa reduzir gasto público para crescer, diz OCDE





.


Inovação tecnológica e qualificação profissional são desafios, diz OCDE


O Brasil precisa enxugar seus gastos públicos, sobretudo no setor da Previdência, para conseguir atingir um patamar mais alto de crescimento sustentável, afirma um relatório da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).
O texto foi entregue nesta sexta-feira no Rio de Janeiro por economistas da OCDE a representantes do Ministério da Fazenda.
Nele, a organização, que reúne 30 nações – a maior parte da Europa – comprometidas com economia de mercado e democracia, sugere que o Brasil realize uma reforma da Previdência como forma de reduzir os gastos.
“O esforço fiscal adicional que será necessário para colocar a relação dívida pública/PIB em uma tendência de queda teria de ser baseada em um enxugamento do gasto atual, incluindo aposentadorias, em vez aumentos na contribuição e nos impostos, que têm impacto negativo”, diz o relatório.
Além disso, a OCDE diz que o Brasil precisa corrigir outros dois problemas para poder crescer: aumentar os investimentos privados em tecnologia e inovação e aumentar o número de trabalhadores no mercado formal.
(...)
.

Florianópolis: aspectos sócio-econômicos (3)

.
Cidade > Informações Sócio - Econômicas

3 – QUALIDADE DE VIDA
3.1 -Indicadores de Desenvolvimento e de Qualidade de Vida em Florianópolis

Quadro Síntese

Indicador Ano Valor
Produto Interno Bruto ( per capita ) (Seduma) (Gaplan) 2000 12.292,00
Índice de Gini* – Concentração de renda (IBGE) 1991 0, 5571
Coeficiente de mortalidade infantil (por mil habitantes) (SS) 2003 9,75
Coeficiente de mortalidade materna 2003 20,64
Coeficiente de mortalidade por câncer ginecológico (SS) 2003 0,73
Coeficiente de mortalidade por doenças infecciosas e parasitárias (SS) 2002 28,26
Indicador de doação de sangue (Hemosc) 2001 635
Coeficiente de intoxicação aguda por agrotóxicos (HU) 2001 94,18
Cobertura de primeira consulta odontológica 2003 10,38 %
População coberta pelo Programa de Saúde da Família 2003 40,19 %
Consultas médicas nas especialidades básicas por habitante/ano 2003 0,58 %
Média mensal de visitas domiciliares por família 2003 0,42 %
Leitos hospitalares SUS (por mil habitantes) 1999 2,55
Taxa de escolarização – 2º grau (SED) 1998 62, 91 %
Taxa de alfabetização (IBGE) 2001 96,07%
Indicador de atendimento da demanda na educação infantil (SME) 2002 5,93
Indicador de qualidade das creches (SME) 2001 7,0
Taxa de reprovação no ensino fundamental das escolas públicas municipais (SME) 2003 8,97 %
Taxa de abandono no ensino fundamental das escolas públicas municipais (SME) 2003 1,23 %
Bibliotecas públicas 2003 2
Teatros 2003 3
Espaços culturais e museus 2003 14
Parques, largos e praças (Floram) 2001 95
Percentual de fornecimento de água tratada (Casan) 2001 83,47 %
Percentual de coleta de esgoto (Casan) 2001 32,79 %
Percentual de tratamento de esgoto (Casan) 2001 40,53 %
Percentual de coleta seletiva de lixo (Comcap) 2002 2,18 %
Automóveis (por mil habitantes) (Detran) 2001 439
Linhas telefônicas residenciais e não residenciais (por mil habitantes) (Telesc) 1998 450
Emissoras de rádio 2003 9
Emissoras de televisão (UHF e VHF) 2003 5
Emissoras de televisão a cabo e por assinatura 2003 2
Coeficiente de criminalidade infanto-juvenil (SSP) 2002 43,93
Coeficiente de criminalidade contra o patrimônio (SSP) 2002 648,01
Indicador de infração no trânsito (Detran) 2001 225
Domicílios ligados a rede de água (Casan) 2001 90,29%
Domicílios ligados a rede de esgoto (Casan) 2000 32,79%
Domicílios ligados a rede elétrica (Celesc) 2000 96, 4 %
Domicílios com geladeira (IBGE) 1991 128. 801
Domicílios com rádio (IBGE) 1991 126. 926
Domicílios com TV p/ b (IBGE) 1991 65. 876
Domicílios com TV em cores (IBGE) 1991 88. 388

* índice de Gini revela o grau de concentração de renda de acordo com metodologia da ONU. Quanto mais o valor se aproxima de 1, maior o grau de concentração.


...

Como se observa, em linhas gerais, o próprio índice de Gini revela uma concentração média de renda, i.e., nem muito alta, nem muito baixa para os padrões mundiais. Mas, bastante razoável se pensarmos na realidade brasileira (uma das piores concentrações mundiais).

Embora a taxa de alfabetização seja alta, a taxa de escolarização no ensino médio (segundo grau) deixa muito a desejar em pouco mais de de 60%.

O percentual de água tratada é razoável, mas a coleta de esgoto e seu tratamento, bem como a coleta seletiva de lixo são péssimas.


Florianópolis: aspectos sócio-econômicos (2)

.

1.2 – Produto Interno Bruto Per Capita em Florianópolis, Santa Catarina e Brasil - 1991 a 2002

Ano Florianópolis* Santa Catarina* Brasil**
1991 7.632 /3.062 /5.595
1992 7.323 /2.944 /5.480
1993 5.567 /2.244 5.664
1994 6.576 /2.692 /5.909
1995 11.907 /4.893 /6.072
1996 15.200 /6.025 /6.148
1997 14.524 /6.210(2) /5.327 (2)
1998 13.878 /6.446(2) /9.192 (2)
1999 13.260 /6.806(2)/6.160 (2)
2000 12.292 / 7.902(2) /6.386 (2)
2001 .../ 8.541(2) /6.954 (2)
2002 .../.../7.707 (2)

Fonte: *Seduma/Gaplan **Bacen ***SDE (1) Estimativa Seduma (2) IBGE

A maior renda per capita florianopolitana ainda não sofreu um revéz, propriamente. Mas, já dá sinais de desaceleração de seu ritmo de crescimento frente ao estado e ao país e, no ano de 2000, revelou um pequeno declínio.

1.3 – Composição do PIB, Empregos e Setores de Atividade Econômica em Florianópolis -2000.

Setores PIB (R$ milhões) % Empregos %

Indústria 253.766.794 /6.04 /4.681 /5.85
Comércio 1.156.655.600 /27.53 /15.183 /18.96
Serviços 2.777.990.130 /66.12 /46.608 /58.20
Outros 13.024.455 /0,31 /13.607 /16.29
Total 4.201.436.979 /100 /80.079 /100

Fonte: Seduma, Sine

O setor de serviços, i.e., turismo e, principalmente, o setor público é, disparado, o maior da cidade. Daí, a enorme influência da mentalidade do funcionalismo para a cidade.

www.pmf.sc.gov.br

PIBs: Santa Catarina e Florianópolis

.
Observe a estagnação do PIB da capital em comparação com o crescimento estadual:






Florianópolis: aspectos sócio-econômicos

.

Cidade > Informações Sócio - Econômicas
1 – INDICADORES GERAIS
População Total, Urbana e Rural, Taxa de Urbanização e Densidade Demográfica para os Municípios do Núcleo da Região Metropolitana de Florianópolis – 2003.

Município

População Total - 369.102

População Urbana - 358.180

População Rural - 10.922

Taxa de Urbanização - 97,04

Densidade Demográfica - 845,59
------
Fonte: Estimativa IBGE 2003


1.1 - Produto Interno Bruto de Florianópolis, Santa Catarina e Brasil, 1991 a 2002

Ano Florianópolis * (R$ milhões) Santa Catarina *** (R$ milhões) Brasil ** (R$ milhões / bilhões)

1991 1.945/13.899/819,8
1992 1.908/13.631/814,8
1993 1.485/10.612/854,9
1994 1.789/12.780/904,9
1995 3.300/23.573/943,1
1996 4.123/29.454/966,2
1997 4.143/31.875 (2)/870,7 (2)
1998 4.163/32.414 (2)/914,1 (2)
1999 4.183/35.682 (2)/973,8 (2)
2000 4.201/42.428 (2)/1,101 (2)
2001 .../46.535 (2)/1.198 (2)
2002 .../.../1.346 (2)

Fonte: *Seduma/Gaplan **Bacen ***SDE (1) Estimativa Seduma (2) IBGE


www.pmf.sc.gov.br

Florianópolis: história

.
Cidade > Perfil de FLorianópolis > Aspectos Históricos > História

.
Os primeiros habitantes da região de Florianópolis foram os índios tupis-guaranis. Praticavam a agricultura, mas tinham na pesca e coleta de moluscos as atividades básicas para sua subsistência.
.
Os indícios de sua presença encontram-se nos sambaquis e sítios arqueológicos cujos registros mais antigos datam de 4.800 A.C.
.
Já no início do século XVI, embarcações que demandavam à Bacia do Prata aportavam na Ilha de Santa Catarina para abastecerem-se de água e víveres. Entretanto, somente por volta de 1675 é que Francisco Dias Velho, junto com sua família e agregados, dá início a povoação da ilha com a fundação de Nossa Senhora do Desterro (atual Florianópolis) - segundo núcleo de povoamento mais antigo do Estado, ainda fazendo parte da vila de Laguna - desempenhando importante papel político na colonização da região.
.
A partir desta data intensifica-se o fluxo de paulistas e vicentistas que ocupam vários outros pontos do litoral. Em 1726, Nossa Senhora do Desterro é elevada a categoria de vila, a partir de seu desmembramento de Laguna.
.
A ilha de Santa Catarina, por sua invejável posição estratégica como vanguarda dos domínios portugueses no Brasil meridional, passa a ser ocupada militarmente a partir de 1737, quando começam a ser erigidas as fortalezas necessárias à defesa do seu território. Esse fato resultou num importante passo na ocupação da ilha.
.
Com a ocupação, tiveram prosperidade a agricultura e a indústria manufatureira de algodão e linho, permanecendo, ainda hoje, resquícios desse passado no que se refere à confecção artesanal da farinha de mandioca e das rendas de bilro.
.
Nesta época, meados do século XVIII, verifica-se a implantação das "armações" para pesca da baleia, em Armação da Piedade (Governador Celso Ramos) e Armação do Pântano do Sul (Florianópolis), cujo óleo era comercializado pela Coroa fora de Santa Catarina, não trazendo benefício econômico à região.
.
No século XIX, Desterro foi elevada à categoria de cidade; tornou-se Capital da Província de Santa Catarina em 1823 e inaugurou um período de prosperidade, com o investimento de recursos federais. Projetou-se a melhoria do porto e a construção de edifícios públicos, entre outras obras urbanas. A modernização política e a organização de atividades culturais também se destacaram, marcando inclusive os preparativos para a recepção ao Imperador D. Pedro II (1845).
.
Com o advento da República (1889), as resistências locais ao novo governo provocaram um distanciamento do governo central e a diminuição dos seus investimentos. A vitória das forças comandadas pelo Marechal Floriano Peixoto determinaram em 1894 a mudança do nome da cidade para Florianópolis, em homenagem a este oficial.
.
A cidade, ao entrar no século XX, passou por profundas transformações, sendo que a construção civil foi um dos seus principais suportes econômicos. A implantação das redes básicas de energia elétrica e do sistema de fornecimento de água e captação de esgotos somaram-se à construção da Ponte Governador Hercílio Luz, como marcos do processo de desenvolvimento urbano.
.
Hoje, a área do município, compreendendo a parte continental e a ilha, encampa 436,5 km2 , com uma população de 369.781 habitantes em 2003 (segundo estimativa do IBGE). Fazem parte do Município de Florianópolis os seguintes distritos:
Sede,
Barra da Lagoa,
Cachoeira do Bom Jesus,
Campeche,
Canasvieiras,
Ingleses do Rio Vermelho,
Lagoa da Conceição,
Pântano do Sul,
Ratones,
Ribeirão da Ilha,
Santo Antônio de Lisboa e
São João do Rio Vermelho.
.
Florianópolis tem sua economia alicerçada nas atividades do comércio, prestação de serviços públicos, indústria de transformação e turismo. Recentemente a indústria do vestuário e a informática vem se tornando também setores de grande desenvolvimento.
.
Dentre os atrativos turísticos da capital salientam-se hoje, além das magníficas praias, as localidades onde se instalaram as primeiras comunidades de imigrantes açorianos, como o Ribeirão da Ilha, a Lagoa da Conceição, Santo Antônio de Lisboa e o próprio centro histórico da cidade de Florianópolis.
.
Fonte: Guia de Florianópolis- IPUF, 1993
Guia Turístico Florianópolis - Outras Palavras, Editora Ltda., 1995

www.pmf.sc.gov.br

Thursday, November 23, 2006

Floresta em chamas: o terrorismo verde começou a agir




Até o fechamento da edição desta página (18h, quinta-feira) a secretaria estadual da Justiça e da Segurança Pública não tinha respondido a denúncia do major Guido Pedroso de Melo, para quem o incêndio de 750 hectares de florestamento de Capivari do Sul e Pinhal pode ter sido criminoso. .

O que disse o major Guido: "Encontramos 10 focos iniciais perto da estrada. O início simultâneo indica que a causa não é natural".

.

O major Guido não foi mais longe, mas se quisesse, poderia fazer um link com a emergência de grupos políticos e ecologistas agressivos, que querem porque querem impor o chamado terrorismo verde no RS, em contraposição ao que chamam de deserto verde provocado pelo florestamento. À frente de tudo e de todos está a Via Campesina, a mesma que invadiu, depredou e exterminou os laboratórios e experimentos da Aracruz em Guaíba.

.

No caso de Capivari e Pinhal, foram atacadas áreas pertencentes aos grupos Habitasul e Renner Herman. A região trabalha com florestamento desde 1967.

.

O que incomoda os delinquentes políticos é o desembarque de poderosos investidores brasileiros e estrangeiros, que já decidiram colocar quase US$ 4 bilhões no RS para plantar florestas e produzir celulose. O valor previsto equivale a três GMs. O negócio mudará a cara da Metade Sul do RS e alterará o paradigma atual da economia do RS.

.

Se o governo estadual quiser e tiver vontade política, porque inteligência policial tem para isto, o caso de Capivari e Pinhal não será o primeiro de uma série de crimes impunes. Os governos estadual e federal têm sido "tolerantes" com os bandidos. Até hoje os bandidos que atearam fogo aos laboratórios de biotecnologia da Ufrgs não foram encontrados, os desvios de dinheiro público por parte dos organizadores da última edição do Fórum Social Mundial não foram investigados até o final e os incendiários do ônibus da Carris, como decorrência dos protestos de grupelhos radicais contra os preços das passgens de ônibus em Porto Alegre, jamais foram localizados.

www.polibiobraga.com.br
***

Não nos esqueçamos de quem são, de onde vieram e em qual cova ideológica querem nos enterrar.

a.h

Thursday, November 16, 2006

Escandinavite Aguda



Ingenuidade e Malandragem
Janer Cristaldo

Conheça o articulista

Pesquisa divulgada na semana passada pela ONG Transparência Internacional mostra que o País teve uma "piora significativa" no nível de percepção de corrupção. Na pesquisa anterior, o Brasil ficou em 62º lugar em uma lista de 159 países. Agora, caiu para 70º em 163 nações pesquisadas. Entre as nações percebidas como menos corruptas, estão empatadas Finlândia, Islândia e Nova Zelândia, com 9,6 pontos. Dinamarca, Cingapura, Suécia, Suíça, Noruega, Austrália, Holanda. Entre os últimos da lista, por ordem decrescente: Guiné Equatorial, Uzbequistão, Bangladesh, Chade, Congo, Sudão, Guiné, Iraque, Mianmá, Haiti. O Brasil divide o 70º lugar com China, Egito, Gana, Índia, México, Peru, Arábia Saudita e Senegal. Para fazer o ranking mundial, a Transparência Internacional usa como base de dados várias pesquisas feitas em diferentes países por instituições como o Banco Mundial, o Fórum Econômico Mundial e agências de avaliação de risco. A pontuação vai de zero (pior situação) a dez (situação ideal).
.
Não é preciso ser um especialista em geografia política para perceber que nos países ricos a corrupção é ínfima, enquanto impera em países pobres. Seria a honestidade uma virtude típica de ricos? Ou ricos não precisam ser desonestos? Estas perguntas não têm muito sentido, afinal mesmo nos países pobres quem se beneficia da corrupção são sempre os ricos(*). Melhor buscar por outro lado. Entre os países menos corruptos, Cingapura à parte, predomina uma cultura protestante. Entre os mais corruptos estão os muçulmanos. Os católicos Brasil, México e Peru dividem o meio de campo com China, Egito e Arábia Saudita.
.
Em meus dias de Suécia, vivi em uma sociedade onde a honestidade era a regra. O Estado confiava no cidadão e o cidadão confiava no Estado. O mais odiado dos crimes, naqueles dias, era a sonegação de impostos. Quem sonegava estava cometendo um crime de lesa-igualdade. O problema é que o imposto de renda podia chegar até 95% e houve inclusive o caso caricatural da escritora Astrid Lindgren em que chegou a 102%. Personalidades como Ingmar Bergman ou Ronnie Peterson chegaram inclusive a trocar de país para fugir à fúria tributária do Estado sueco. Havia uma ingenuidade muito grande nesta confiança do Estado no cidadão, mesmo estrangeiro. Bastava um migrante dizer que era perseguido político e as autoridades acreditavam piamente em suas declarações. (Hoje, diante da invasão muçulmana, os suecos devem estar se arrependendo amargamente disto). Se os suecos eram ingênuos, nós latinos, brasileiros, somos malandros. Sem malandragem, não há corrupção. Em minha volta ao Brasil, após um ano de Estocolmo, tive uma percepção brutal destas duas mentalidades. Volto a contar episódio que já devo ter contado e que gosto de recontar. Certo dia, fui postar uma carta. Na fenda de uma caixa automática, pus uma moeda de duas coroas. Em vez de uma cartela com selos, recebi de volta um impresso com um pedido de desculpas. Não havia mais selos na caixa. Para recuperar minhas coroas - ou os selos - teria de telefonar para um número X.
.
Decidi pagar para ver. Estava na Suécia há menos de um mês e falava o sueco precariamente. Os problemas começaram com meu nome, que na língua lá deles se pronuncia Ianér. Do outro lado da linha, uma voz me pediu para soletrá-lo. E como é que se diz jota em sueco? Pacientemente, a moça aventou outras palavras. Confirmei a letra que, descobri então, pronunciava-se "ií". Mas o pior estava por vir. Eu morava na Öregrundsgatan, informação que tampouco foi fácil de passar. Muito bem - disse a moça - amanhã, às 11hs, o senhor receberá o equivalente, em selos, a duas coroas. O senhor prefere a série do rei ou a série da ponte?
.
Recém-chegado naquelas bandas, apenas balbuciando o idioma local, eu preferia mesmo era piedade. Qualquer uma, respondi. Dia seguinte, mal passavam dois ou três minutos das onze, o carteiro enfia um envelope em minha porta. Nele vinham os selos, série do rei, com um compungido pedido de desculpas dos Correios.
.
Estou na Europa! - pensei, incrédulo. Este terá sido o episódio mais marcante de meus dias de Suécia. Lá, o Estado respeitava os direitos mínimos do cidadão. Encerradas minhas deambulações por aqueles nortes, voltei ao Brasil. Em Porto Alegre, fui telefonar de um orelhão e a máquina engoliu a ficha. Chamei a CRT, expliquei o caso, perguntei como devia fazer para telefonar. Ora, ponha outra ficha - me respondeu a moça.
.
Subi em meus tamancos. Eu quero a minha ficha de volta. A moça disse nada poder fazer. Pedi para falar com seu superior. Ela me passou alguém que também me sugeriu pôr outra ficha. Respondi que não pretendia pôr ficha nenhuma, queria a minha de volta, etc., pedi falar para com seu superior, falei com outro superior, repetiu-se toda a lengalenga e esta terceira e última instância me bateu o telefone na cara. Indignado, fui à televisão reivindicar meus direitos. O próprio jornalista que comentou o fato deveria estar pensando que eu havia voltado pirado da Escandinávia, contaminado talvez por alguma escandinavite aguda. Nada disso. Eu havia vivido em um país onde o cidadão era respeitado. O Estado confiava que o cidadão era honesto e lhe retribuía na mesma moeda.Este clima de confiança mútua perpassa - ou perpassava - as relações entre Estado e cidadão na Suécia. Lembro de quando fui renovar minha permissão de permanência. O policial, ao saber que eu era brasileiro e jornalista, me ofereceu imediatamente asilo político. Ora, eu saíra pela porta da frente de meu país, não queria asilo político. Eu saíra do país do carnaval e do futebol e havia chegado no país de Bergmann, Karin Boye, Lagerkvist. Queria, isto sim, asilo afetivo e espiritual. Recusei. Os brasileiros da colônia estocolmense, todos malandros, ao saber de minha recusa, quase me lincharam. "Cara, tens idéia do que estás perdendo?"
.
Olhemos para a tabela da Transparência Internacional: a distância entre país de corrupção mínima e país de grande corrupção tem as mesmas proporções da distância entre país desenvolvido e subdesenvolvido. Só que na razão inversa: mais corrupto é o país, mais subdesenvolvido ele é. Com sua ingenuidade, os suecos construíram um país rico e hoje invejado, apesar de seus atuais problemas, decorrentes da imigração árabe e africana. Com nossa malandragem, construímos este nosso monstrengo, onde cinturões de miséria e ressentimento estão estrangulando aos poucos os centros urbanos. Em nada surpreendem, neste ranking da corrupção, as posições de Brasil e Suécia.
16/11/2006
...
(*) Só discordo desta frase, pois a corrupção é também disseminada entre pobres no mundo subdesenvolvido e estes, não a adotariam, logicamente, se não se beneficiassem dela.
a.h

Wednesday, November 15, 2006

Teoria da Crise e a Verdadeira Escassez





Crenças baseadas na paixão prestam um mau serviço à própria paixão.


Paul Veyne




Estatística é como calcinha: mostra muito, mas esconde o essencial.


Roberto Campos





A espécie humana surgiu há 2 milhões de anos. À época, seu impacto foi pequeno no meio ambiente. Mas hoje são 6,2 bilhões de seres humanos.

Dados obtidos de imagens de satélite dizem que 40% da superfície terrestre foi alterada, principalmente com o desmatamento, introdução de pastagens e pavimentação.

A ação de seres humanos sobre a Terra é comparada à movimentação de placas tectônicas (National Geographic, 2002) ou ao meteoro que, supostamente, extinguiu os dinossauros (New Scientist, 2001).

Em que pese toda a visão negativa que temos sobre nós mesmos enquanto espécie e civilização, qual é o verdadeiro estado da Terra? Em que pese toda a visão negativa que temos sobre nós mesmos enquanto espécie e civilização, qual é o verdadeiro estado da Terra?






Biodiesel e mico

.
Da newsletter de www.polibiobraga.com.br

.
O biodiesel micou com a alta de 20% do óleo de soja ?

Há um ano, quando as indústrias que querem produzir biodiesel resolveram investir valores milionários no negócio, todas participaram de leilões para vender o produto final para a Petrobrás.

.

O preço combinado para cada litro foi de R$ 1,75.

.

À época, o preço do litro de óleo de soja, insumo básico para produzir o biodiesel, custava R$ 0,50. Ocorre que nos últimos meses o valor foi para R$ 0,60 (mais 20%) e o viés é de alta.

.

Cada litro de óleo de soja resulta em 900 mg de biodiesel.

.

Feitas bem as contas, aos preços de hoje, as indústrias de biodiesel já micaram, a menos que tenham feito hedge (comprado a R$ 0,50 o litro, por antecipação, o que é pouco provável).

.


No RS, onde os empreendedores nunca venderam adubo-papel nem arroz-papel ou ações da Merposa, as indústrias de biodiesel que se instalam não são aventuras do doce sonho libertador do governo Lula.

.

Lá para cima, nunca se sabe.

Porto Alegre, terça-feira, 14 de novembro de 2006

.
Aumentam os riscos das usinas de biodiesel

Ninguém se animou a refutar os cálculos feitos ontem por esta página, que demonstram que a disparada dos preços do óleo de soja inviabilizaram as usinas de biodiesel que não fizeram hedge para comprar o insumo.

.

O preço do litro do óleo de soja em Chicago saltou de US$ 0,50 para US$ 0,80, sendo que o litro do biodiesel vendido para a Petrobrás está congelado em US$ 1,75.

.

Apesar das dúvidas, ninguém teme por um biodiesel-papel.

Porto Alegre, quarta-feira, 15 de novembro de 2006

Wednesday, November 08, 2006

Iraque



.




Op-Ed submission from the Ayn Rand Institute.
What We Owe Our Soldiers


By Alex Epstein





Every Veterans Day we pay tribute to our fellow Americans who have served in the military. With speeches and ceremonies, we recognize their courage and valor. But justice demands that we also recognize that we should have far more living veterans than we do. All too many of our soldiers have died unnecessarily--because they were sent to fight for a purpose other than America's freedom.
.


The proper purpose of a government is to protect its citizens' lives and freedom against the initiation of force by criminals at home and aggressors abroad. The American government has a sacred responsibility to recognize the individual value of every one of its citizens' lives, and thus to do everything possible to protect the rights of each to life, liberty, property, and the pursuit of happiness. This absolutely includes our soldiers.
.


Soldiers are not sacrificial objects; they are full-fledged Americans with the same moral right as the rest of us to the pursuit of their own goals, their own dreams, their own happiness. Rational soldiers enjoy much of the work of military service, take pride in their ability to do it superlatively, and gain profound satisfaction in protecting the freedom of every American, including their own freedom.


.
Soldiers know that in entering the military, they are risking their lives in the event of war. But this risk is not, as it is often described, a "sacrifice" for a "higher cause." When there is a true threat to America, it is a threat to all of our lives and loved ones, soldiers included. Many become soldiers for precisely this reason; it was, for instance, the realization of the threat of Islamic terrorism after September 11--when 3,000 innocent Americans were slaughtered in cold blood on a random Tuesday morning--that prompted so many to join the military.
.


For an American soldier, to fight for freedom is not to fight for a "higher cause," separate from or superior to his own life--it is to fight for his own life and happiness. He is willing to risk his life in time of war because he is unwilling to live as anything other than a free man. He does not want or expect to die, but he would rather die than live in slavery or perpetual fear. His attitude is epitomized by the words of John Stark, New Hampshire's most famous soldier in the Revolutionary War: "Live free or die."
.


What we owe these men who fight so bravely for their and our freedom is to send them to war only when that freedom is truly threatened, and to make every effort to protect their lives during war--by providing them with the most advantageous weapons, training, strategy, and tactics possible.
.


Shamefully, America has repeatedly failed to meet this obligation. It has repeatedly placed soldiers in harm's way when no threat to America existed--e.g., to quell tribal conflicts in Somalia, Bosnia, and Kosovo. America entered World War I, in which 115,000 soldiers died, with no clear self-defense purpose but rather on the vague, self-sacrificial grounds that "The world must be made safe for democracy." America's involvement in Vietnam, in which 56,000 Americans died in a fiasco that American officials openly declared a "no-win" war, was justified primarily in the name of service to the South Vietnamese. And the current war in Iraq--which could have had a valid purpose as a first step in ousting the terrorist-sponsoring, anti-American regimes of the Middle East--is responsible for thousands of unnecessary American deaths in pursuit of the sacrificial goal of "civilizing" Iraq by enabling Iraqis to select any government they wish, no matter how anti-American.
.


In addition to being sent on ill-conceived, "humanitarian" missions, our soldiers have been compromised with crippling rules of engagement that place the lives of civilians in enemy territory above their own. In Afghanistan we refused to bomb many top leaders out of their hideouts for fear of civilian casualties; these men continue to kill American soldiers. In Iraq, our hamstrung soldiers are not allowed to smash a militarily puny insurgency--and instead must suffer an endless series of deaths by an undefeated enemy.
.


To send soldiers into war without a clear self-defense purpose, and without providing them every possible protection, is a betrayal of their valor and a violation of their rights.
.


This Veterans Day, we must call for a stop to the sacrifice of our soldiers and condemn all those who demand it. It is only by doing so that we can truly honor not only our dead, but also our living: American soldiers who have the courage to defend their freedom and ours.
.


Alex Epstein is a junior fellow at the Ayn Rand Institute (http://www.aynrand.org/) in Irvine, Calif. The Institute promotes Objectivism, the philosophy of Ayn Rand--author of "Atlas Shrugged" and "The Fountainhead." Contact the writer at media@aynrand.org.



*



*
War Loses, Again
by Llewellyn H. Rockwell, Jr.by Llewellyn H. Rockwell, Jr.

More than three years ago, George Bush unleashed the dogs of war on Iraq, perhaps hoping that he would take his place among the "great" war presidents. It's strange how these guys imagine themselves written about in history books in the manner of Washington, Lincoln, and FDR, rather than Truman, Johnson, and Nixon. It's been more than 50 years since war immortalized a president, and yet they keep trying.
.
The dogs of war didn't build freedom and democracy in Iraq, or bring justice or peace. Rather, they came right back and ravaged the Republican Party in the election of 2006. This election has probably sealed Bush's place in history as a failed war president who used a period of national anxiety about terrorism for his own personal aggrandizement and the enrichment of his coterie.
.
That wasn't part of the plan.
.
The loss of the House and perhaps the Senate is all the more extraordinary considering that the failed (no longer any dispute about that) war on Iraq was the decisive issue at every level.
.
Think about this. We've grown accustomed to believing that economic interest alone dictates voter habits. From that point of view, voters have little to complain about on the surface. Unemployment is low, stocks are up, inflation is mixed but under control, and growth is not brilliant but creditable. The Iraq War is in the news constantly but it has little impact on most American voters. The draft is threatened but not likely. The war debt is high but hidden.
.
What do regular Americans care whether we were lied into war or that Iraq suffers under military occupation that is driving the country into the hands of fanatical Islamic theocrats?
.
Well, apparently many voters do care, even those who don't have family members fighting and dying.
.
Many people voted based on what might otherwise seem to be an abstraction. Bush undertook this war with arrogance and claims of god-like power. The result has been catastrophic. And apparently this amazing failure of government had an impact on the vote.
.
How very 19th century! How very extraordinary! It seems that a certain impulse toward idealism still can make the margin of difference. It's not only about economic interest. Issues of peace and justice and truthfulness really do matter, even now. Ideas and not interests alone can still change the course of history, even in age of cynical democracy in which buying and selling votes is said to be what matters.
.
That's the good news. The bad news is that the party that has failed has also taken down some good ideas, among which is that vast increases in the minimum wage are bad for working people. The Republicans campaigned against the many ballot initiatives raising the minimum wage. Six states approved increases in the minimum wage. None of the increases will be devastating to the economies of these states, since they are still low in real terms. But one can only be aghast at the economic ignorance behind such ballots, which are pushed by unionized, high-wage workers precisely to block low-wage workers from entering in to job competition.
.
I suppose we should be glad that these are taking place on the state level instead of nationwide. That's some consolation. But they might also be harbingers of the essential struggle to come: whether the economy ought to be controlled and regimented or be permitted to be governed by free market exchange alone. These are the sorts of debates a normal country has. With war out of the picture, who can't but welcome such a debate?
.
As bad as these socialistic ideas are, Republican economic interventions such as Sarbanes-Oxley are to some degree worse than a minimum-wage increase. And consider too the Republican Medicare expansions. Who would you rather have ruling you? Social democrats or fascists?
.
It's a pathetic fact that the Republican Party squandered yet another opportunity to make a difference for the good in this country. They forever promise freedom but forever deliver despotism. They might have shrunk government, really cut taxes, balanced the budget, reformed money, freed up trade, or decentralized government. Instead, they threw it all away to defend an indefensible war.
.
If the Democrats inch us closer to socialism at home, the Republicans must share in the blame for having attempted socialist-style planning on the international level, and more welfare and economic controls at home, not to mention an expansion of the police state.
.
Let there be no more talk of the good guys and bad guys in the mainstream of American political life. The state in all its forms is the enemy, and both parties are part of the problem.
.
You think it can't happen? That there are too many interest groups dedicated to the permanence of power and planning? The election of 2006 shows that short-term economic interests alone do not always dictate the political future.
.
November 8, 2006
Llewellyn H. Rockwell, Jr. [
send him mail] is president of the Ludwig von Mises Institute in Auburn, Alabama, editor of LewRockwell.com, and author of Speaking of Liberty.
Copyright � 2006 LewRockwell.com
Lew Rockwell Archives




Tuesday, November 07, 2006

Relatório Stern e seca no Sul

.
http://www.ilumina.org.br/zpublisher/materias/Noticias_Comentadas.asp?id=18783

Se o dito relatório estiver certo, o PIB mundial terá queda de 20% até meados do século se medidas preventivas (contra o aquecimento) não forem tomadas.

Enquanto isto, o problema no Brasil meridional é mais básico, seca que levou a níveis baixos dos reservatórios: apenas 27% na estação que passou (http://www.ilumina.org.br/zpublisher/materias/default.asp?id=18582).

Caso ENRON, exemplar

.

Skilling é sentenciado a 24 anos e 4 meses de prisão pelo caso Enron
Valor Online, 23/10/2006
SÃO PAULO - O ex-executivo-chefe da Enron, Jeffrey Skilling, foi sentenciado a 24 anos e quatro meses de prisão pelos crimes contábeis que resultaram no colapso da Enron. Em 2001, a gigante de energia foi à falência ao protagonizar um dos maiores escândalos financeiros da história dos Estados Unidos. O colapso resultou na perda de US$ 60 bilhões em valor de mercado do grupo, de mais de US$ 2 bilhões em planos previdenciários e na demissão de milhares de funcionários.
No tribunal, horas antes de receber sua sentença, Skilling, 52, voltou insistir na sua inocência, ainda que tenha afirmado "sentir remorso" pelo colapso da companhia.
"Eu sou inocente dessas acusações", enfatizou Skilling ao juiz Sim Lake. " Sou inocente de cada uma dessas acusações e continuarei buscando meus direitos constitucionais. " Rebecca Carter, ex-secretária corporativa da Enron e segunda esposa de Skilling, estava presente ao tribunal.
Skilling foi condenado por 19 acusações de fraude, conspiração e informação privilegiada que culminaram no colapso financeiro da Enron. O fundador da companhia, Kenneth Lay, tinha sido alvo de dez acusações, mas faleceu em 5 de julho passado.
A punição de Skilling foi a maior vista até agora no caso Enron. Andrew Fastow, ex-executivo de finanças da Enron, cumprirá pena de apenas seis anos por ter colaborado com as investigações.
(Valor Online, com agências internacionais)


Notícia Relacionada
Ex-presidente da Enron, condenado por fraude, morre nos EUA
Valor Online, 05/07/2006
SÃO PAULO - O ex-presidente e fundador da gigante de energia norte-americana Enron, Kenneth Lay, morreu hoje. O executivo de 64 anos sofreu um ataque do coração em sua casa em Aspen, no estado do Colorado, segundo informações da rede CNBC.
Uma porta-voz confirmou a morte e disse apenas que os Lays têm uma família muito grande a comunicar e que, por respeito à família, os detalhes seriam divulgados posteriormente.
Amigo pessoal do presidente George W. Bush e conhecido como "Kenny Boy", Lay (assim como outros executivos da companhia) havia sido condenado em uma corte federal do Texas por fraude e conspiração, no dia 25 de maio. Ele foi considerado culpado por maquiar os resultados contábeis da companhia para conseguir empréstimos e inflar artificialmente a cotação das ações da Enron em bolsa.
Os resultados desses atos foram a quebra da companhia, bilhões de dólares em prejuízo para seus acionistas e a demissão de milhares de trabalhadores. Lay afirmava ser inocente de todas as acusações e que o motivo para a quebra da Enron havia sido a publicidade negativa em torno do caso, que minou a confiança dos acionistas.
A pena de Lay, que não seria inferior a 20 anos de prisão, ainda seria determinada em outra sessão do tribunal.
(José Sergio Osse Valor Online, com agências internacionais)

Monday, November 06, 2006

América Latina e sua liberdade

.

Estudio revela que libertad económica es insuficiente en la región
De acuerdo al último informe de Red de Libertad Económica del Mundo, con sede en Buenos Aires, "los latinoamericanos continúan entre los que gozan de menos libertad económica en el planeta y en la última década han visto un continuo retroceso".


Ao contrário do que propõem nossos nacionalistas-protecionistas, a situação calamitosa em que se encontra o subcontinente latino-americano, com suas favelas urbanas, zonas rurais decadentes é fruto de décadas de aversão ao livre mercado.

Bolsa-Floresta

.
A ministra do meio-ambiente, Marina Silva, mais o ex vice-presidente americano Al Gore, juntamente com ongs de peso internacional, como a WWF, a Friends of the Earth, discutem o famoso "plano de privatização da Amazônia". Na verdade, a idéia central consiste no Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (M.D.L.) proposto pelo Protocolo de Kyoto em que o combate ao desmatamento corresponderá ao aporte financeiro externo. Até aí, nada de mais, exceto pelo fato de que a inoperância nacional chama a atenção de governos e entidades não brasileiras que, por sua vez, fazem algo efetivamente.

Eu não vejo problema, como revela a matéria a seguir, em propriedades dentro de nosso país pertencerem à estrangeiros (desde que se submetam às nossas leis...). Maior problema sim, é a possibilidade de ingerência externa não ser discutida democraticamente:

Veja-se que a proposta brasileira estipula que países em desenvolvimento que reduzirem suas taxas nacionais de desmatamento receberiam recompensas financeiras e que o dinheiro viria de um fundo mundial formado por contribuições voluntárias dos países desenvolvidos. Só mesmo os mais ingênuos poderiam acreditar que entidades governamentais ou privadas de países desenvolvidos dariam dinheiro para conter o desmatamento na Amazônia sem alguma vinculação fundiária, direta ou indiretamente. Tais mecanismo não são apresentados agora para evitar melindres com a sensível questão da soberania nacional; eles apareceriam mais tarde, de forma camuflada, na hora de “fechar o negócio”.

Em http://www.alerta.inf.br/index.php?news=532

Para um ponto de vista, ambientalista, com relação ao extrativismo:

"O Brasil acredita firmemente que as florestas naturais podem ser exploradas de forma sustentável, especialmente em benefício das comunidades locais, se seus produtos forem devidamente valorados, no contexto de planos de manejo sustentável de florestas. Temos declarado repetidamente nesta Conferência, bem como em outros foros multilaterais, nossa convicção de que a conservação de recursos naturais, especialmente aqueles de alto valor no mercado internacional, é compatível com regras abertas e transparentes do comércio internacional. Nós nos temos oposto a propostas e procedimentos que possam induzir barreiras comerciais à exploração sustentável de recursos naturais”.

Em http://www.ambientebrasil.com.br/composer.php3?base=./natural/index.html&conteudo=./natural/artigos/mogno_cites.html