interceptor

Novas mensagens, análises etc. irão se concentrar a partir de agora em interceptor.
O presente blog, Geografia Conservadora servirá mais como arquivo e registro de rascunhos.
a.h

Sunday, September 16, 2007




Edición 634
Lunes 17 de septiembre, 2007
Entre el período 2007 – 2010 se destinarán cerca de US$ 614 millones, un 17% más de lo entregado en el período 2001 y 2006, según indicó Peter Thompson, director de Comercio y Desarrollo de la Comisión Europea (CE).
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Mundo:
Brasil y Noruega firmaron acuerdo de producción de biocombustibles
Las petroleras Petrobras de Brasil y la noruega Statoil concretaron un convenio de colaboración para la exploración y producción de biocombustibles. La firma se produjo en el marco de la visita del presidente Lula da Silva al país europeo.
América Latina:
México quiere diversificar comercio a través de Aladi
El país azteca estima que este organismo es el mejor camino para una integración más profunda con la región. “Este es mi principal desafío”, indicó el embajador mexicano Cessio Luisselli Fernández.
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AmLat:
La constructora mexicana pretende asociarse con algún consorcio internacional para ganar la licitación de las obras destinadas a ampliar el canal interoceánico.
Chile:
Las empresas participantes de la sociedad GNL Quintero, que construirán un complejo de gas natural licuado (GNL) en Chile, pretenden conseguir US$ 800 millones para financiar la obra.
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Saturday, September 15, 2007

Em entrevista a EXAME, Stephen Dubner diz que modelos econômicos tidos como regra são menos poderosos que a psicologia para entender o movimento das bolsas dos EUA


Por Peri de Castro
EXAME Conversar com o jornalista Stephen Dubner, um dos dois autores do best-seller Freakonomics, e manter o diálogo na linha planejada é tarefa das mais complicadas, mesmo numa entrevista breve. Em poucas respostas, ele é capaz de arrancar risadas de todos os que o ouvem e age de maneira tão espontânea que o assunto logo deriva de mercado de ações para o drinque que ele tomou durante o almoço. Esse mesmo tom acessível e bem-humorado foi um dos motivos pelos quais Dubner e seu parceiro no livro, o economista Steven Levitt, conseguiram vender 2 milhões de exemplares de Freakonomics, só no Estados Unidos. O estilo informal não impede a dupla de fazer críticas sérias à maneira como os economistas mais conservadores excluem o fator humano de suas análises. De passagem por São Paulo, nesta terça-feira (11/09), Dubner afirmou em entrevista ao Portal EXAME que a racionalidade – uma das premissas da Economia clássica – nem sempre é o padrão no comportamento humano e explicou por que acredita que a observação do comportamento de massa às vezes pode ser mais útil para explicar o movimento das bolsas do que os tratados de Finanças.
Portal EXAME – Desde o seu lançamento, em 2005, Freakonomics foi alvo de muita discussão e tornou-se best seller em diversos países, inclusive no Brasil. O livro produziu algum impacto na maneira como hoje pensamos a economia?
Dubner - Provavelmente não. A maior parte das pessoas continua a ver a economia como prescrição do futuro e, nesse sentido, nosso trabalho é menos ambicioso. No livro, nós tentamos explicar o passado a partir da análise de dados. É algo mais simples e talvez mais eficiente do que tentar adivinhar o futuro com base em experiências anteriores.
Portal EXAME – Um dos aspectos mais marcantes em Freakonomics é a tentativa de mostrar como a irracionalidade interfere na economia. De que maneira os governos e as empresas podem levar o comportamento irracional em conta ao fazer suas análises?

Dubner - Muitos de nós agimos de maneira mais irracional do que gostaríamos de acreditar. Os especialistas hoje observam aspectos complexos da economia, fazem modelos matemáticos, mas quase sempre acabam ignorando aquilo que não pode ser medido, justamente por não ser possível quantificar esses fatores. Acontece que eles também interferem na maneira como nos comportamos. Veja o exemplo das emoções: não se costuma discutir a felicidade ou a raiva dos indivíduos como um fator decisivo da realidade. Um ganhador de um Prêmio Nobel de Economia provavelmente acharia sem sentido o fato de um economista começar a estudar, por exemplo, o efeito do número de divórcios no Texas sobre a maneira como as mulheres daquele Estado agem, mas isso pode fazer mais diferença para entender aquela realidade do que alguma equação aplicada a todos os lugares. Hoje, já se vê pesquisadores atrás de avaliar a felicidade de uma determinada população e esse é um passo positivo. Em cinco anos, é provável que estejamos medindo a felicidade como se ela fosse uma ação ou um bem palpável.
Portal EXAME – Onde é possível identificar sinais dessa irracionalidade no cenário atual?
Dubner – Um bom exemplo é o mercado de ações nos Estados Unidos. É uma área onde freqüentemente incorporamos sentimentos relativos, de comparação com os demais, e na qual muitas vezes desafia-se a lógica, em termos absolutos. Um investidor que observa suas ações se valorizarem 2%, quando a Bolsa subiu 4%, pode sentir-se um fracassado e retirar seus investimentos de onde aplicou, apesar de ter ganhado dinheiro. Quando esse comportamento se multiplica para um grande número de investidores, acabamos chegando a situações pouco previsíveis e é isso que se vê no mercado financeiro. Em situações de massa, quando há muitos pessoas interessadas numa mesma coisa, a psicologia pode ser mais poderosa do que uma aposta em modelos econômicos tidos como regra.
Portal EXAME – Essa irracionalidade explica o que se vê na crise das hipotecas nos Estados Unidos, hoje?
Dubner – Não. Nesse caso, a única irracionalidade é que as pessoas tenham ficado tão surpresas com a crise. Todos os atores agiram de maneira racional, desde os tomadores de empréstimo, que aproveitaram o crédito fácil para conseguir os financiamentos que desejavam, até as empresas que emprestavam dinheiro a quem não possuía bom histórico de pagamento e, com isso, esperavam lucrar. Só que essa aposta evidentemente era muito arriscada. Havia boas chances de que o resultado a longo prazo fosse a incapacidade de manter esse ritmo e foi o que aconteceu.
Portal EXAME – Vocês afirmam em Freakonomics que o comportamento das pessoas e da própria economia baseiam-se em boa medida nos incentivos positivos ou negativos para agir daquela maneira. As empresas têm conseguido aplicar bem esses incentivos em busca de produtividade?

Dubner - As companhias, em sua maioria, não são muito boas com incentivos. Em geral, imagina-se que o incentivo econômico é o mais eficiente, mas às vezes há motivações não-financeiras que explicam por que as pessoas produzem mais ou menos. Não se pode imaginar que o estímulo que funciona numa situação vá funcionar em todas. Elas precisam experimentar formas diferentes de interagir.
Portal EXAME – Existe, então, uma maneira de criar melhores incentivos à produtividade e à criatividade?
Dubner – As empresas ainda são muito fracas em experimentação. Elas podiam, por exemplo, esquecer um pouco os brainstormings e as grandes reuniões em busca de um consenso. Gasta-se horas fazendo brotar dez idéias para depois eliminar nove delas e apostar em apenas uma. Por que não deixar que os autores dessas dez idéias desenvolvam separadamente e em escala menor seus projetos, para então optar por aquele que melhor funciona? Pode parecer sem sentido, mas no Google a rotina deles funciona um pouco assim, cada funcionário usa boa parte de seu tempo nos projetos dos quais mais gosta e eles conseguem bons resultados dessa maneira.
Portal EXAME – Seu parceiro no livro, Steven Levitt, e você estão preparando uma segunda versão do Freakonomics, a ser lançada em 2009. Sobre o que será o novo livro?
Dubner - O estilo será o mesmo. Vamos continuar analisando pequenos problemas em busca de soluções. Olhamos para as grandes questões econômicas mundiais e pensamos que, se já há gente muito mais esperta tentando resolvê-las, podemos contribuir procurando respostas rigorosas para as pequenas. Dessa vez, porém, temos um material muito interessante sobre prostituição e a maneira como ela funciona. Também vamos abordar a idéia do talento, para questionar o senso comum de que nascemos com a predisposição para fazer algo. Qualquer aspecto que se relacione à maneira como as pessoas podem ganhar a vida é um bom campo de estudo para o Freakonomics.
PortalExame - Domingo, 16 de setembro de 2007


Top officials in the U.S. are pushing for a military strike against Iran, Fox News James Rosen reported Wednesday.
Citing a "recent decision by German officials to withhold support for any new sanctions against Iran," Fox said senior Bush administration officials have been left with no other option than to "to develop potential scenarios for a military attack on the Islamic regime."
[Editor's Note: 6 Days of Hell: the Coming War with Iran - get the story we broke first - Click Here Now.]
German Chancellor Angela Merkel’s government recent refusal to support additional sanctions against the rogue state has made the sanctions effort useless.
Fox reported: "Political and military officers, as well as weapons of mass destruction specialists at the State Department, are now advising Secretary of State Condoleezza Rice that the diplomatic approach" has failed, and that the U.S. must now "actively prepare" for a military option.
Noting a "well-placed Bush administration source," Fox said senior policy makers are reviewing the military option and say "the likely timeframe for any such course of action being over the next eight to 10 months, after the presidential primaries have probably been decided, but well before the November 2008 elections."
The behind-the-scenes military preparations may be shadowed by a growing war of words between Washington and Tehran.
Last month President Bush raised the specter of a new "holocaust" if the Iranians are not checked.
He told a meeting of veterans, "Iran has long been a source of trouble in the region. It is the world's leading state sponsor of terrorism... And Iran's active pursuit of technology that could lead to nuclear weapons threatens to put a region already known for instability and violence under the shadow of a nuclear holocaust."
Editor's Note: 6 Days of Hell: the Coming War with Iran - get the story we broke first - Click Here Now.
Terror Chatter High: Be Prepared with this Incredible Emergency Radio.
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Thursday, September 13, 2007

Não é à toa que empresas importantes tenham fechado suas malas e saído do RS. Após QUATRO gestões do PT na capital gaúcha e uma no governo estadual, o RS acabou economicamente. Agora, como besteira pouca é bobagem, o pior governador e prefeito que já tomou posse no estado e sua capital ameaça voltar a se candidatar à prefeitura de Porto Alegre.

a.h


Porto Alegre, quinta-feira, 13 de setembro de 2007



Cerâmicas Del Porto (ex-Vista Alegre) decidiu ir embora do RS


Na década de 90 o grupo português Vista Alegre comprou a Porcelanas Renner, mas em 2005 foi vendida para seu principal executivo, o gaúcho Ricardo Bercht. A partir daí, virou Cerâmica Del Porto, fabricando toda a linha de louças sob a griffe Vista Alegre.
Agora, a Del Porto decidiu ir embora do RS.
A equipe desta página tentou contato com a empresa durante três dias (o pessoal da Del Porto é muito low profile) e descobriu que a sede e a fábrica vão para Mossoró, no Rio Grande do Norte [originalmente, este post dizia Ceará, ao que agradeço a Marcello Anderson pela observação]. A empresa está investindo R$ 37 milhões na empreitada. Em Mossoró serão produzida sete milhões de peças/ano.
A nova fábrica começará a operar em 18 meses, com foco nos mercados de São Paulo e Rio de Janeiro.
O PT vai emplacar o ex-governador Olívio Dutra como seu candidato a prefeito de Porto Alegre.
A idéia é evitar uma luta fratricida entre Miguel Rosseto e Maria do Rosário.
A história verdadeira é que só Olívio Dutra tem condições de disputa verdadeira dentro do PT.
Quem viver, verá.
México:
Diputados aprueban artículo clave para reforma fiscal
Se trata del nuevo Impuesto Empresarial a Tasa Única (Ietu), que permitirá al Estado mexicano elevar su recaudación tributaria.
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Mais alguma dúvida sobre as razões do retrocesso latino-americano?

A grande farsa do Aquecimento Global 1

Neste interessante vídeo há uma introdução a um documentário que desmonta a farsa da teoria aquecimentista que é de interesse de ambientalistas, governos e empresas às expensas da verdade e do procedimento científico.

Evil Morales, o cocalero bem que poderia ter prometido a redenção aos seus compañeros incas através do mote "a coca é nossa!" Mas, não se fazem mais idiotas típicos como antigamente nesta Latino-América... Os populistas perceberam que este negócio de estatizar tudo não dá certo, o lucrativo é tributar, tributar e tributar. Ou também existe a possibilidade de rescindir contratos sem aviso prévio. Basta que não seja mais interessante ao governo em questão e dane-se a empresa contratada.

A questão é por que o contrato da Bolívia com a construtora brasileira não se tornou mais interessante?

Posso estar enganado, mas não vejo racionalidade... econômica nas ações bolivianas. Por outro lado, há muito partidarismo. Como o vínculo à Venezuela, que é uma concorrente na oferta de hidrocarbonetos. Não seria mais lógico, portanto, se vincular ao principal consumidor, o Brasil do que a um concorrente na produção e distribuição?

Outro passo neste sentido é sua aproximação com o Irã. Alegam que o Chile e a Colômbia o têm. Mas, têm como? Através do comércio externo ou em algum nível de consultoria?

BOLÍVIA RESCINDE CONTRATO DE OBRA DA QUEIROZ GALVÃO
O governo da Bolívia confirmou nesta quarta-feira sua decisão de rescindir contrato com a construtora brasileira Queiroz Galvão, devido a problemas técnicos em uma estrada do sul do país. O novo ministro de Obras Públicas da Bolívia, José Antonio Kinn, anunciou ainda a criação de uma comissão interministerial para analisar o processo de ruptura contratual. Horas antes da declaração do ministro, fontes da estatal ABC (Administradora Boliviana de Estradas) disseram que a entidade está estudando um relatório emitido pela Queiroz Galvão. O documento é uma resposta aos argumentos do governo boliviano para rescindir o contrato, assinado com a construtora no final de 2003. No final de agosto, as autoridades bolivianas disseram que foram encontradas fissuras na estrada construída pela Queiroz Galvão nos Departamentos de Chuquisaca, Tarija e Potosí. Segundo a empresa, porém, a construção avançou 77% em mais de três anos. A Queiroz Galvão está encarregada desde 2003 de pavimentar 420 quilômetros de estradas no sul da Bolívia, o que permitiria ao país melhorar suas conexões viárias com o Paraguai e a Argentina. A ABC justifica a rescisão do contrato com o "descumprimento" do cronograma de obras por parte da companhia brasileira, "levando em conta a suspensão dos trabalhos de pavimentação, de terraplanagem e o atraso na correção dos trabalhos defeituosos”. Um relatório divulgado pela construtora indica que as mudanças de curvatura na estrada são causadas pela umidade da região. Para a ABC, no entanto, os problemas são "de construção”. A administradora boliviana disse ainda que a empresa brasileira Ecoplan Noronha, encarregada do controle da construção, "não fez uma supervisão efetiva", já que teria começado os trabalhos seis meses depois do início das obras, quando foi contratada através de decreto do ex-presidente Carlos Mesa. No início de agosto, a ABC apresentou à Promotoria de Potosí, no sudeste do país, uma ação penal contra as duas firmas brasileiras e contra o ex-presidente da entidade estatal, José María Bacovick. A decisão de processá-los foi tomada após a realização de três avaliações técnicas do trabalho da Queiroz Galvão. Os relatórios determinaram que o processo de contratação "foi discricionário e pouco transparente", que houve uma "mudança unilateral das especificações técnicas por parte da empresa" e que as fissuras "estão ligadas a trabalhos de construção”. "Durante as visitas às obras, observamos que havia elementos orgânicos misturados ao cimento, como raízes e galhos, e que os sacos com o material não estavam protegidos da chuva", afirmou uma fonte da ABC. O presidente da Bolívia, Evo Morales, criticou na terça-feira a Queiroz Galvão, destacando que a obrigação de seu governo é "impedir que haja empresas enganando o Estado”.

COCALEIRO EVO MORALES JUSTIFICA AS RELAÇÕES DE SEUS GOVERNO COM O ESTADO DO IRÃ
O presidente da Bolívia, o trotskista cocaleiro Evo Morales, justificou nesta quarta-feira o início das relações diplomáticas com o Estado terrorista do Irã, com o argumento de que até nações pró-imperialistas como Chile e Colômbia as têm, além de Venezuela e Cuba. Morales disse isto durante um discurso pronunciado na localidade de Quillacollo, pelos 102 anos da província do mesmo nome, na região central de Cochabamba. Segundo ele, quando o ministro de Relações Exteriores, o indígena aimara David Choquehuanca, falou do início da relação diplomática com o Irã, causou surpresa em "alguns dos colaboradores próximos ao Palácio", que "se assustaram". Entretanto, Choquehuanca, acrescentou Morales, disse que se Chile, Colômbia ou França têm relações com o governo terrorista iraniano, “por que a Bolívia não vai poder fazer o mesmo?” O embaixador iraniano na Venezuela, Abdollah Zifan, assinou na última semana, em La Paz, "uma carta de intenções" para desenvolver a cooperação no setor petrolífero e em outras áreas industriais, como a produção de leite.


Porto Alegre, 13 de setembro de 2007 - Videversus nº 794

Wednesday, September 12, 2007

“PAC da Defesa” é válido para a proteção da Amazônia?

Para os ambientalistas "defender a Amazônia" significa impedir investimentos na região?

Maior parte dos leitores aprova restrição ao Ecoturismo em algumas categorias de Unidades de Conservação

Beleza... a principal forma de preservar gerando empregos consiste na atividade turística e é a ela que os ambientalistas se opõem!

Principais marcos históricos mundiais da educação ambiental
Articulista mostra como foi se construindo o conceito de educação ambiental e como esse movimento se refletiu no Brasil.

Ou seja, criando o mito da natureza intocada como pré-condição necessária à sustentabilidade. Educação?


Mundo deve passar limite perigoso do aquecimento, diz estudo
Cientistas prevêem que o aquecimento de 2º C seria suficiente para iniciar o degelo das calotas polares.

Depois do inverno rigoroso na América do Sul fica difícil acreditar nesta história...


Finlândia poderá comprar emissões de carbono no Brasil
O Brasil pode receber parte dos cerca de 200 milhões de euros (US$ 276 milhões) que os finlandeses devem investir em projetos de desenvolvimento limpo nos países emergentes nos próximos anos.

Posta aí a razão de tanta "crença" na teoria aquecimentista.


Biocombustíveis podem ser remédio pior que doença, diz OCDE
Para a Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico, "a pressão atual para ampliar o uso de biocombustíveis está criando tensões insustentáveis que vão abalar os mercados sem gerar benefícios ambientais significativos".

Para estes catastrofistas, nada, simplesmente nada serve.


Embrapa investe em monitoramento por satélite das áreas destinadas à agroenergia
O sistema está em estruturação e permitirá visualizar, planejar e prever a produção de mamona, dendê, cana-de-açúcar e outras que podem se transformar em combustíveis.

Mas, a realidade produtiva e alternativa se impõe. Graças!


Preservação do Cerrado ajuda a evitar o aquecimento global
Segundo a secretária de Biodiversidade e Florestas do MMA, Maria Cecília Wey de Brito, o cerrado e outros ecossistemas "acabam influenciando nas mudanças climáticas porque proporcionam a liberação daquele carbono que estava estocado nas vegetações".

Bem mal explicada esta chamada. Se liberam carbono, de acordo com a teoria, ajudam a aquecer. Se, de acordo com a teoria, a biomassa retém carbono, então a substituição do cerrado por florestas seria útil para conter a liberação de carbono e o suposto aquecimento.


Predadores da biodiversidade
Estudo destaca que predação e diversidade das espécies seriam fatores ligados intimamente na evolução animal há pelo menos 480 milhões de anos.

Então, os vegetarianos seriam anti-evolutivos...


Movimento dos Atingidos por Barragens bloqueia acesso a obras de hidrelétrica em Tocantins
De acordo com o MAB, 500 pessoas bloqueiam, desde a madrugada de segunda-feira (10), a estrada que dá acesso ao canteiro de obras da Hidrelétrica de São Salvador, em Tocantins.

Inacreditável como um movimento de meliantes, criminosos ao estilo MST têm crédito. Só mesmo neste país...


Transgênica e nacional
Embrapa e empresa alemã desenvolvem primeira planta de soja geneticamente modificada desenvolvida inteiramente no Brasil.

Pelo menos, a 2ª boa notícia deste boletim.


Feira em Frankfurt expõe frotas verdes e lucros gordos
Em vez de serem acuados pelo aumento das pressões para diminuir as emissões de dióxido de carbono, as fabricantes de automóveis partiram para a ofensiva no início da feira que espera milhões de visitantes até o dia 23 de setembro.

Esta é a única forma de preservar o meio ambiente: com tecnologia.


América Latina al Día

Este governico populista de Néstor Kirchner é mesmo demagógico. Tão logo a Shell se comprometera investir USD 60 milhões no país em "medidas ambientais", a clausura (fechamento) da empresa foi abolida.

Tal punição se deu devido à divergências entre a empresa com o governo.

a.h





Edición 631
Miércoles 12 de septiembre, 2007

Américas:
Monsanto compra Agroeste por US$ 100 millones
La firma estadounidense con sede en Missouri anunció ayer la compra de 100% del paquete accionario de la productora de semillas de maíz, la brasileña Agroeste Sementes.
América del Sur:
Masisa construiría planta en Brasil por US$ 119 millones
La firma chilena de tableros de madera anunció que esta nueva unidad sería la primera fábrica que elabora madera aglomerada en Brasil.

Argentina:
Levantan clausura a refinería de Shell
Luego de que la compañía se comprometiera a invertir US$ 60 millones en medidas ambientales, el gobierno argentino resolvió levantar el cierre de su refinería ubicada al sur de Buenos Aires.
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Perú:
La firma peruana está interesada en asociarse con las empresas chilenas de retail para abrir una tiendas en el nuevo centro comercial en Lima.
México:
Autoridades confirmaron que los estallidos en los gasoductos de la petrolera fueron provocados por el Ejército Popular Revolucionario.

EPE vs. WWF

** Round 1 - WWF lança a "Agenda Elétrica Sustentável 2020" em 14/9/2006.
O estudo prevê economia de R$ 33 bilhões para os consumidores, diminuição no desperdício de energia de até 38% da expectativa de demanda, geração de 8 milhões de empregos, estabilização nas emissões dos gases causadores do efeito estufa e afastar os riscos de novos apagões se o cenário Elétrico Sustentável for aplicado no Brasil até 2020.
** Round 2 - Presidente da EPE critica o documento durante o evento de lançamento.
Já o presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Maurício Tolmasquim, questionou os índices utilizados para embasar a pesquisa, como taxas de crescimento e potencial energético de usinas hidrelétricas. "Acreditar que é possível crescer sem construir novas usinas é uma utopia que levará o país ao não-desenvolvimento", disse. "São estudos perigosos para o país. Nós não podemos iludir a população brasileira."
** Round 3 - WWF envia uma carta aberta à EPE em 9/10/2006, respondendo as críticas e fazendo acusações ao Presidente da empresa.
Através deste comunicado público o WWF-Brasil e seus parceiros buscam esclarecer as dúvidas e rechaçar as afirmações feitas pelo presidente da Empresa de Pesquisa Energética do Ministério de Minas e Energia.
** Round 4 - EPE envia Ofício em resposta à carta da WWF, em 19/10/2006.
Inicialmente, manifesto minha surpresa pela carta aberta divulgada pelo WWFBrasil, que atribui a mim idéias que, absolutamente, não condizem com a verdade. É bastante estranha a visão de participação democrática dessa instituição, que pretende contribuir para o debate sobre o planejamento energético do país, mas não aceita críticas.


Compilado por Fábio.

Tuesday, September 11, 2007

Bebês de hoje, empregos de amanhã




Taxas mais baixas de natalidade podem reduzir o futuro desemprego

O que causa o desemprego? A maioria dos argumentos se concentra em fatores macroeconômicos -- taxas de juros e de câmbio, crescimento do PIB ou salário mínimo -- que levam as empresas a contratar ou demitir funcionários. A escolaridade, as leis trabalhistas e a tecnologia são também invocadas como possíveis causas do desemprego.

Mas e as taxas de natalidade? Em um recente seminário na sede do BID em Washington D.C., os economistas do BID Suzanne Duryea e Miguel Székely apresentaram um estudo em que argumentam que as tendências no comportamento reprodutivo podem ter um impacto significativo retardado sobre o desemprego.
Considere-se o papel dos jovens entre 15 e 25 anos que estão procurando emprego pela primeira vez ou em busca de novos empregos. O desemprego é tipicamente mais elevado nessa faixa etária, que tem habilidades e experiência limitadas para vender no mercado de trabalho. Portanto, se aumentar a proporção de jovens de 15 a 25 anos em relação aos demais grupos etários da força de trabalho, o desemprego geral também tenderá a subir.

Na América Latina, as provas desse argumento aparecem em locais surpreendentes. A Argentina, país que durante muito tempo teve uma das taxas de natalidade mais baixas da região, experimentou recentemente um surto considerável na proporção de sua população em idade de trabalhar composta de jovens entre 15 e 25 anos de idade (ver gráfico abaixo). A razão? Entre 1967 e 1975, a Argentina experimentou um modesto "baby boom", equivalente a um aumento de 10% na taxa de fertilidade. A taxa voltou subseqüentemente a seu nível anterior, mas a grande safra de bebês nascidos naquele período começou a procurar emprego no início da década de 90. Entre 1990 e 1996, a proporção de jovens de 15 a 25 anos no mercado de trabalho argentino pulou de 37% para 41%. Mesmo que todos os outros fatores fossem excluídos, Duryea e Székely calculam que esse surto no suprimento de trabalhadores teria aumentado o desemprego na Argentina em um ponto porcentual entre 1990 e 1996. Processo semelhante, embora menos pronunciado, é evidente no vizinho Uruguai.
No Brasil e na Colômbia, ao contrário, a proporção de jovens na força de trabalho vem caindo regularmente nos últimos anos, depois de ter atingido o seu pico na década de 80. Isso reflete a diminuição aguda da taxa de fertilidade nesses países, que começou no final dos anos 60 e continua até hoje. Embora o desemprego nesses dois países não tenha caído nos anos 90 (porque outros fatores macroeconômicos o empurrarram para cima), de acordo com os autores ele seria maior se a proporção de jovens entre 15 e 25 anos não tivesse diminuído. Embora seja impossível predizer as tendências do emprego no futuro, as atuais tendências da fertilidade indicam que os quatro países do gráfico experimentarão menos pressão na oferta de emprego para os jovens nos anos vindouros.

Saturday, September 08, 2007

Uma voz do bom senso

Realmente, fiquei surpreso. Eu não imaginava alguém do Greenpeace, mesmo que um ex-membro, como alguém tão lúcido. Muito boa a entrevista.
a.h



ENTREVISTA
Visionário ou vendilhão?
Após fundar o Greenpeace, Patrick Moore virou a casaca e passou a defender tudo que os ecologistas odeiam. Será que ele ficou doido? Ou enxergou o que ninguém viu?
Por Bruno Garattoni

ILUSTRAÇÃO: CÁSSIO BITTENCOURT


A Guerra do Vietnã continua firme. Secretamente, EUA e União Soviética aceleram a corrida armamentista. Estamos em 1971 e o clima é tenso. Mas aí uma turma de pacifistas se junta pra fazer algo nunca visto. Alugam um barco e navegam até o Alasca para protestar contra os testes nucleares americanos.

Incrivelmente, dá certo: pressionado pela opinião pública, o governo interrompe os testes. Os ativistas ganham a atenção do mundo e formam o que viria a se tornar uma superpotência ambiental - o Greenpeace, hoje presente em mais de 40 países.

Um dos tripulantes nessa primeira missão era o canadense Patrick Moore: na época, um hippie com 24 anos e cabelos longos. Três décadas depois, tudo mudou. A Guerra Fria e os hippies estão extintos.

As grandes preocupações são a emissão de poluentes, a comida transgênica e o aquecimento global. Patrick Moore, agora um senhor, também está diferente. E como: hoje defende tudo o que os ecologistas clássicos mais detestam.

Execrado por seus antigos colegas, ele se tornou o inimigo número 1 do Greenpeace: talvez porque, além de ter cometido "traição", defenda com inteligência suas opiniões. Será que ele tem razão? Ou simplesmente se vendeu?

Recentemente, você escreveu: "Fico triste em ver os ativistas ecológicos se equivocando tanto, com informações e prioridades tão erradas". De fato, às vezes ongs ambientalistas são acusadas de agir politicamente, ignorando a ciência. O que aconteceu?

Na década de 1980, o movimento ambiental começou a ficar mais extremista. E existem dois motivos para isso. Primeiro, naquela época a maioria das pessoas já aceitava as nossas propostas (dos ecologistas). Então, a única forma de continuar "do contra", questionando o establishment, era adotar posições mais e mais extremas - eventualmente abandonando a ciência e a lógica.

O outro motivo foi o fim do comunismo. Muitos ativistas políticos de esquerda migraram para o movimento ambientalista. Eles aprenderam a usar termos "verdes" para defender seus projetos - que têm muito mais a ver com anticapitalismo do que com ecologia.

Em 1985, eu era o único diretor do Greenpeace com formação científica, um mestrado em ecologia. Os meus colegas não respeitavam isso e diziam: "Somos todos ecologistas".

Aí você resolveu sair.

Eu estava cansado de ser contra tudo, queria achar soluções para as coisas. Em 1982, ouvi pela primeira vez o termo desenvolvimento sustentável e percebi que esse era o desafio: incorporar ao dia-a-dia os valores ecológicos.

Mas o Greenpeace não estava interessado. Defendi, por exemplo, o cultivo de peixes como alternativa à pesca indiscriminada. Eles não concordaram. Além disso, na época o Greenpeace queria banir o uso de cloro.

Eu disse que a água clorada era o maior avanço na história da saúde pública. Eles não se importaram e iniciaram uma campanha contra o cloro que dura até hoje. Eu não podia continuar numa organização assim.

E hoje? Como você vê o Greenpeace?

O Greepeace influencia muito as políticas públicas. Mas está fazendo mais mal do que bem. Suas campanhas contra alimentos transgênicos, energia nuclear, cloro, criação de peixes em cativeiro e exploração florestal são todas baseadas em medo e desinformação.

Eles dizem que querem reduzir o consumo de combustíveis fósseis - mas aí se opõem às principais alternativas, que são a energia nuclear e a hidrelétrica. Eles falam como se fosse possível resolver tudo com energia solar e eólica - o que é claramente impossível.

Você costuma ser acusado de trair o movimento ecológico, de se vender ao inimigo porque hoje dá consultoria a empresas, inclusive da área nuclear. Você virou a casaca?

Eu não mudei de lado, pois sempre acreditei que nós precisamos equilibrar as necessidades das pessoas com a proteção do ambiente. O que há de errado em ajudar a indústria a vencer desafios ambientais? Afinal é ela, com seus produtos e serviços, que torna a vida civilizada possível. Al Gore e os líderes do Greenpeace vivem com todos os confortos modernos, mas querem que nós voltemos a uma espécie de era pré-industrial.

O aquecimento global é o tema ambiental que mais mobiliza a atenção do público hoje. Na sua opinião, esse é um problema que merece tal importância?

O aquecimento é uma questão importante, merece a nossa atenção. Mas não sou alarmista e não acho correto usar termos como caos ou catástrofe climática. E também não acho possível provar, cientificamente, que os seres humanos são a causa do aquecimento global.

Não é razoável supor que os fatores ambientais que sempre guiaram o clima, durante toda a história da Terra, deixaram de existir - e nós, agora, somos os grandes causadores das mudanças.

As elites políticas estão tentando assustar o público para ganhar controle sobre ele. Na minha opinião pessoal, a maior questão ecológica é a pobreza. Sociedades pobres não conseguem limpar a água que sujam, nem replantar as árvores que cortam.

Mas e os relatórios divulgados recentemente pela ONU? Um deles afirma que, se a temperatura subir 1,5°C, 30% de todas as espécies animais e vegetais correrão perigo de extinção.

Essa afirmação parece absurda. A Terra já foi muito mais quente. Hoje, a temperatura média está em 14,5°C. Por boa parte da história do planeta, chegou a 22°C - nem existia gelo nos pólos. As espécies que hoje estão vivas sobreviveram a esses períodos quentes.

Eu até acho que seria uma boa idéia reduzir o consumo de combustíveis fósseis, mas pela qualidade do ar e por questões geopolíticas, como reduzir o conflito com o Oriente Médio.

Você defende a energia nuclear. Mas o fato é que ela sofre rejeição maciça da sociedade.

O movimento ambiental, especialmente o Greenpeace, foi criado sob o temor de uma guerra nuclear (entre os EUA e a antiga União Soviética). Nós cometemos um erro, que foi tratar a energia nuclear da mesma forma que as armas nucleares - como se fossem parte do mesmo holocausto.

Não faz sentido banir uma tecnologia só porque ela pode ser usada para o mal. Se fosse assim, os humanos jamais teriam usado o fogo. A energia nuclear não sofre rejeição maciça - na verdade ela é cada vez mais aceita em todo o mundo.

Mas e o lixo nuclear, ou a possibilidade de vazamento de radiação?

Atualmente é fácil controlar o lixo nuclear. Ele não vaza, pois não é líquido - é um material sólido envolvido por camadas de metal e concreto. Não escapa para o ambiente, como a poluição produzida pela queima de combustíveis fósseis.

Além disso, creio que o perigo da radioatividade tem sido exagerado, para assustar as pessoas. Todos nós somos expostos e recebemos radiação todos os dias. Mas só altos níveis de radiação são perigosos - e só Chernobyl lançou esses níveis no ambiente até hoje. Nunca mais, porém, existirá um reator tão mal projetado quanto o de Chernobyl.

Você é a favor dos alimentos transgênicos?

Nunca se provou que as plantações geneticamente modificadas façam algum mal à saúde - ou ao ambiente. Pelo contrário, há muitos efeitos positivos, como menos uso de pesticidas, menor exposição do lavrador a produtos químicos, menos erosão do solo. Alguns tipos de transgênicos poderiam acabar com a desnutrição - como o arroz dourado, que incorpora ferro e vitaminas A e E. E essa tecnologia já existe. Mesmo assim, o Greenpeace continua a bloquear a utilização. É um crime contra a humanidade que deveria ser julgado em tribunal internacional. A oposição aos alimentos transgênicos se baseia em ignorância e medo.

Você disse que, para o ambiente, "os automóveis são a tecnologia mais destrutiva já inventada pela humanidade". Como vê o carro a álcool? E o carro a hidrogênio?

O carro a hidrogênio não será viável num futuro próximo, pois há muitos obstáculos técnicos. Já o álcool é uma boa alternativa, pode ser o biocombustível do futuro.

Num de seus textos, você diz que a humanidade deveria consumir mais madeira e que isso faria bem ao planeta. Como assim?

A madeira é a maior fonte de energia renovável que existe. E sua exploração leva ao reflorestamento. O que prejudica as florestas é a agricultura. Quando compramos madeira, estamos estimulando a plantação de mais árvores para satisfazer à demanda. Os países que mais consomem madeira são os que têm as florestas mais saudáveis.

Certo, mas isso não acaba reduzindo a biodiversidade? Afinal, geralmente vários tipos de árvore são derrubados - mas apenas uma espécie é replantada no lugar.

A exploração florestal mexe, sim, com a biodiversidade. Mas, tendo um sistema de áreas intocadas e reservas ecológicas, é possível preservar ao máximo a biodiversidade - e ainda assim ter uma boa produção de madeira.

Os ativistas ecológicos tendem a fazer previsões pessimistas para o futuro. Qual é a sua?

Acho que há motivos para ser otimista. As pessoas estão vivendo mais, e com mais saúde. As espécies não estão desaparecendo no ritmo que os catastrofistas previam. A população mundial deve se estabilizar em 9 bilhões - e nós vamos conseguir alimentar toda essa gente. A tecnologia está ficando mais limpa, mais verde - e as pessoas estão mais conscientes do que nunca sobre o ambiente.

http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/conteudo_249232.shtml

Friday, September 07, 2007

Fogo


Incêndio em floresta no Pará ameaça reserva indígena
Fumaça e ventos fortes dificultam trabalho de helicóptero.


É a notícia do site http://www.ambientebrasil.com.br/ que não explica a causa, o que seria a primeira coisa a se investigar ou perguntar.
Talvez porque não seja uma "obra" do grande capital, das transnacionais que, caso tivessem alguma conexão, mesmo que longínqua, já seriam as primeiras a serem acusadas e, sumariamente julgadas. Como disse Luís Roberto Do Carmo Lourenço do Gabinete de Segurança Institucional da República Federativa do Brasil acerca dos fogos em Roraima em 2003:


As queimadas, segundo um relatório da ONU/Governo do Estado, atingiram 33 mil
quilômetros quadrados em Roraima. O relatório condenou a maneira como o INCRA
desenvolve o processo de colonização no Estado, que tem uma área de 225 mil quilômetros
quadrados habitados por um total de 247 mil pessoas. O relatório confirma que os incêndios
começaram nos assentamentos de pequenos agricultores, com queimadas feitas para
preparar a terra para novos cultivos
.


O mesmo ocorrido em 1997, também em Roraima. Fogos dos quais, alguns veículos de imprensa internacional se apressaram a relacionar à mudanças climáticas globais. Na verdade, uma conjunção de fatores entre a tradicional e arcaica prática de atear fogo à mata para preparar terreno ao plantio e um ano excepcionalmente seco devido ao fenômeno do El Niño.

Abaixo, segue um antigo artigo meu:


Bushfire
por Anselmo Heidrich em 24 de janeiro de 2004
Resumo: Já faz algum tempo a notícia soava como escândalo, Bush quer cortar árvores para impedir incêndios e uma chuva de spams, mais tentando incendiar do que apagar a proposta do presidente americano se disseminou pela web.
© 2004 MidiaSemMascara.org

Já faz algum tempo a notícia soava como escândalo, Bush quer cortar árvores para impedir incêndios e uma chuva de spams, mais tentando incendiar do que apagar a proposta do presidente americano se disseminou pela web. Ironias dos internautas como mais uma “solução genial de Bush”, associadas às contumazes “falhas” e “lapsos” de jornalistas eram algumas gotas no oceano de calúnias que se tornou comum em torno do nome de Bush.
Enquanto nossos jornalistas tupiniquins entendem que “podar” pode significar o mesmo que “cortar” árvores, para a engenharia florestal não é bem assim. Há uma sensível diferença entre cortar totalmente a árvore impedindo que ela cresça e poda-la nos galhos impedindo que um incêndio se alastre pela mata. Mas como se diz por aí, uma calúnia é como a cinza jogada ao vento que ninguém consegue agarrar:
“O presidente americano, George W. Bush, defendeu nesta segunda-feira seu plano de cortar árvores de florestas nativas (...)” e “nós devemos podar nossas florestas” (AFP/notícias UOL, 11/08/2003).
Mas como o ambientalismo é cheio de contradições, não me surpreendeu quando lia Ecologia do Medo de Mike Davis, um professor de teoria urbana californiano e, claramente ligado aos movimentos da esquerda americana. O livro é basicamente uma crítica à especulação imobiliária da Califórnia Meridional, mas não deixa de ser coerente quanto à pesquisa factual. Independente das conclusões que Davis possa tirar, isto não me impede de utilizar seus próprios dados que, justamente, pela sua afiliação ideológica, me deixam a vontade para usa-los, ou seja, usar o veneno da esquerda contra ela própria.
Por que é importante ter um plano de manejo ambiental como proposto por Bush? Acho que os dados abaixo, levantados por Davis, falam por si:

TEMPESTADES DE FOGO EM MALIBU, 1930-96
Ano e mês Localidade Hectares Residências Mortes

1930, outubro Potrero 6.000
1935, outubro Latigo/Sherwood 11.554
1938, novembro Topanga 6.700 351
1943, novembro Woodland Hills 6.200
1949, outubro Susana 7.710
1955, novembro Ventu 5.106
1956, dezembro Sherwood/Newton 15.165 120 1
1958, dezembro Liberty 7.215 107
1970, setembro Wright 12.500 403 10
1978, outubro Kanan/Dume 10.100 230 2
1982, outubro Dayton Canyon 22.000 74
1993, novembro Calabasas/Malibu 7.500 350 3
1996, outubro Monte Nido 6.000 2

Total 1636 16
Mais pequenos incêndios aprox. 2.000

Fonte: Registros do Los Angdes Fire Department.
Tais dados poderiam ser negados por quem quer que seja como trágicos? Isto significa encampar a tese da destruição completa das florestas para manutenção das habitações? Não, pois não é disto que se trata, mas da simples poda das árvores embasada em técnicas de engenharia florestal para evitar desgraças humanas e compatibilizar um equilíbrio entre sociedade e ambiente.
Pode se observar nas fotos de satélite da NASA os últimos incêndios californianos em novembro passado


http://visibleearth.nasa.gov/data/ev261/ev26153_California.A2003331.1840.721.500m.jpg


Mas se os socialistas travestidos de ambientalistas são tão bons para criticar as propostas republicanas de manejo ambiental, o que proporiam a isto?


http://visibleearth.nasa.gov/data/ev259/ev25950_Peru2.A2003244.1815.1km.jpg

Os focos em vermelho correspondem aos incêndios na fronteira amazônica entre Brasil e Peru de setembro passado que são bem, mas bem mais intensos que os fogos norte-americanos.

A origem desses fogos é a mesma que provocou o mega-incêndio de 1998. À época, nossa “sensata imprensa” noticiou que uma área equivalente à Bélgica, baseando-se em imagens de satélite que retratavam a fumaça. Se, é verdade o dito popular que “onde há fumaça há fogo”, não é verdade no entanto, que a extensão do fogo é a da própria fumaça. A área queimada na Amazônia brasileira foi enorme sim, mas não do “tamanho da Bélgica” e sim equivalente à área urbana da cidade de São Paulo. Também não foi verdade que este mega-incêndio ocorreu em área florestal, mas em savanas1, o cerrado de Roraima (llanos, como são conhecidos na vizinha Venezuela), tendo se expandido para as matas posteriormente.

Os ambientes mediterrâneo do sudoeste americano e superúmido da alta floresta amazônica são muito distintos, necessitando de manejos distintos – a poda não seria possível em nosso caso. Mas o que se vê é uma falta generalizada de informação, pressa na apresentação dos fatos e dados e um “molho crítico” de um esquerdismo que beira a infantilidade. Se Bush propõe uma solução passível de crítica por técnicos e especialistas do setor, não se quer saber, pois ele pode levar algum crédito com isto. Se no Brasil, malgrado ano de El Nino, fenômeno climático que provoca anomalias climáticas globais, muito difundido e pouco entendido, coincide com a estação das queimadas, a culpa é totalmente do governo que não faz nada. Ou seja, a população local com suas técnicas arcaicas, num passe de mágica, é totalmente isenta de sua responsabilidade. E se as ongs ambientalistas, líderes europeus, a própria ONU sugerem que a própria Amazônia brasileira (e dos países vizinhos) deva ser administrada por uma comissão internacional, nada parece indignar nossa incauta imprensa ávida pelo antiamericanismo que ajuda a engrossar.

O que nossos militantes cegos pelo ódio aos EEUU lembram? De uma mentira amplamente divulgada na internet, um conhecido hoax que volta e meia retorna, de um suposto livro de geografia escrito para o ensino médio nos EEUU que defende a Amazônia como área de controle internacional sob um projeto da ONU2.

As queimadas (“coivara”) consistem numa ancestral e tradicional técnica indígena herdada pelos colonos pobres de preparar a terra para o plantio, inclusive de pastagens que devastam a biomassa. Não se trata de “grande capital” ou de “descaso da civilização capitalista”, mas de falta de adequação às técnicas de produção modernas e hipocrisia ambientalista que sustenta a exploração ambiental em moldes ultrapassados.

Talvez Bush tivesse alguma boa idéia para nós já que os próprios ambientalistas se perdem em informações falsas e análises tendenciosamente espúrias.

1 http://hps.infolink.com.br/psenna/roraima.htm

2 http://www.quatrocantos.com/lendas/54_amazonia_finraf.htm

Thursday, September 06, 2007

Assim é sacanagem!

A lista sueca de espécies ameaçadas inclui um ser mitológico, uma serpente-monstro. Daqui a pouco vão falar em Boitatá por aqui.
The eco-conscious Swedes take protections of rare and threatened creatures very seriously. So seriously, in fact, that in 1986, Swedish government officials even added a mythical monster to their "endangered species" list.

The specious species in question is the "Lake Storsjoen Monster," legendary resident of one of the country's largest lakes. According to the Associated Press, the monster "was first mentioned in print in 1635, when Mogens Pedersen took down a legend about two trolls who were boiling a mixture in a large kettle on the shore of the lake. Having boiled the mixture for many years, the contents of the kettle began to wail and groan and then there was a loud bang. 'A strange animal with a black serpentlike body and a catlike head jumped out of the kettle and disappeared into the lake. The monster enjoyed living in the lake, it grew incredibly big and terrorized the people living on the shores. After some time it extended all the way around the island in the middle of the lake, and could bite its own tail,' Pedersen's chronicle said."
Now some folks may find this rather thin evidence for the creature's existence. But you can find supporting documentation on the monster's own Web site, where you can even view an impressive artist's rendition of the creature. What more proof does one need?
Anyway, the Storjoen Serpent's official "endangered species" designation came to public attention in recent weeks when businessman Magnus Cedergren asked a Swedish parliamentary ombudsman to intervene on his behalf. Cedergren wants to hatch and raise baby monsters and turn them into a tourist attraction. But the environmental court in Jaemtland province cruelly denied him permission to search for the alleged monster's alleged eggs in its alleged home at the bottom of Lake Storsjoen. "The environment court turned down his application," the A. P. soberly explains, "saying local nature preservation rules stated that 'it is prohibited to kill, hurt or catch animals of the Storsjoe monster species,' or 'take away or hurt the monster's eggs, roe or den.'"
Parliamentary Ombudsman Nils-Olof Berggren has now dutifully interceded, asking the environment court to clarify why it denied Cedergren permission to search for the purported eggs of the purported beast. More courageously, he has also asked the Jaemtland county administrative board to send him documents justifying its 1986 decision to declare the Lake Storsjoen Monster an "endangered species" in the first place.
As you laugh, remember that in the U. S., hundreds of obscure weeds, bugs, and critters--whose genetic and biological distinctiveness is often just as mythical--have been granted "endangered species" protection. Note also that these fanciful designations come at a steep cost: the annual price tag simply to enforce the federal Endangered Species Act is a whopping $3 billion, billed to you, the taxpayers. Yes, we may chuckle at imaginary endangered lake serpents; but that price tag--plus the many horror stories stemming from laws that pit the well-being of people against that of "endangered species"--are no laughing matter. [Posted 5/10/04]

http://www.econot.com/page3.html

Transporte individual

Encontrei um estudo americano que comenta a eficiência do transporte individual sobre o coletivo. E aqui um comentário do site EcoNot:
Mass transit = death by environmentalism--
Environmentalists hate the automobile, deeming it one of the greatest of Man's assaults upon Mother Earth. And qua socialists, 'viros also hate the automobile because it is a symbol and means of Man's individuality and independence, allowing each of us to travel wherever he wants to, whenever he wants to. Small wonder, then, that the greens yearn to pack all of us into crowded, government-run cattle cars, hauling us en masse to destinations chosen by central planners. To advance their collectivist vision of people-moving, environmentalists make glowing claims about the relative eco-friendliness and safety of public transportation--buses and light rail trains--compared to the alleged "energy inefficiency" and "danger" of private automobiles. The only problem with these claims is that they are totally false. The Independence Institute has just released a study of the matter titled "Great Rail Disasters," based on the federal government's own safety and energy efficiency statistics. "Turns out overall that buses are much, much safer than light rail, and cars even safer than buses," concludes Institute president Jon Caldara. "Here are the boring stats for fatalities nationally, per billion passenger miles, from the National Transit Data Base: 3.9 for urban interstate highways, 4.3 for transit buses, 11.3 for commuter rail and 14.8 for light rail." As for energy efficiency: "Energy consumption is measured by BTUs (British Thermal Units) per passenger mile. Here are those boring stats nationally: 3,500 for passenger cars, 4,800 for buses and 4,100 for light rail." So, a word to environmentalists: If you want to waste more energy and kill more commuters, then by all means continue to force people out of their private cars and into public transportation. But while doing so, please don't pretend that noble motives and rational considerations underlie your deadly efforts. [Posted 2/25/04]
E aqui vai o arquivo do estudo citado:
Para conhecer um autor brasileiro que estuda o mesmo assunto:

Wednesday, September 05, 2007

A religião dos ateus urbanos

http://jewishworldreview.com/0307/blankley030707.php3




Jewish World Review March 7, 2007 / 17 Adar, 5767
Al Gore's remission of sin
By Tony Blankley


http://www.jewishworldreview.com/ Some neuro-scientists see evidence that man is genetically hard-wired to be disposed to religious conviction. If this is so, it might explain why amongst even the French — the most secular culture on Earth — only 25 percent claim to be atheists, and a full 60 percent believe in a spiritual component to life. It might also explain why the environmental movement tends to veer toward a religious, rather than a scientific, sensibility.


This oft-observed aspect to environmentalism in general, and global warmingism in particular, has been shrewdly analyzed in a new book, "The Future of Everything: The Science of Prediction," by former University College London professor Dr. David Orrell. Among other things, Dr. Orrell focuses on the similarity between global warming advocates' powerful predictive urge and the inherent prophetic nature of the religious instinct.


While I suspect that most global warming alarmists would be offended if they were called pagan neo-animists, in fact, some leading religious scholars have written cogently on the point. For example, Graham Harvey, professor of religious studies at King Alfred's College, England, has written two approving books on the topic: "Contemporary Paganism: Listening People, Speaking Earth," (New York University Press) and "Animism: Respecting the Living World." (Columbia University Press).


As Professor Graham writes: "This new use of the term animism applies to the religious worldviews and lifeways of communities and cultures for which it is important to inculcate and enhance appropriate ways to live respectfully within the wider community of [non-human animate and inanimate] persons."


Moreover, there has been a conscious awareness that religious fervor would be needed to energize the environmental movement. As Joseph Brean points out in his recent National Post review of Dr. Orrell's book:


"Forty years ago, shortly after Rachel Carson launched modern environmentalism … a Princeton history professor named Lynn White wrote a seminal essay called the Historical Roots of our Ecological Crises: 'By destroying pagan animism, Christianity made it possible to exploit nature in a mood of indifference to the feelings of natural objects. Since the roots of our trouble are so largely religious, the remedy must also be essentially religious, whether we call it that or not.' It was a prescient claim. In a 2003 speech … Michael Crichton … closed the circle, calling modern environmentalism 'the religion of choice for urban atheists … a perfect 21st Century re-mapping of traditional JudeoChristian beliefs and myths."


Now, there is nothing wrong, and a lot right, with the human instinct to try to understand man within a larger transcendental context. The arrogant and monstrously dilated individual human ego is the direct cause of much of mankind's suffering throughout our benighted existence.


And while I have my own religious thoughts, I will not disdain any man's search for the transcendent. But a religion should be understood by both its adherents and others for what it is — a religion. The trouble with global warming believers is that probably most of them delude themselves into thinking they are practicing science — not religion.


And yet, the signs of religiousness are readily to be seen. Al Gore and his Hollywood coterie have almost comically manifested one aspect of their new religion in the last few weeks — the sense of sin and the search for remission of such sin.


At the Academy Awards last month, their spokesman proudly announced that this year's show was "the first green Oscars." These vast consumers of energy — in their 30,000-sqare-foot houses, their Gulfstream jets and even in their high-energy consumption film production process — claimed green remission of sin by virtue of driving the last hundred yards to the Kodak Theatre in Priuses and by buying carbon credits.


Likewise, when Al Gore was revealed to be using high quantities of energy to heat and cool his large home, he claimed it was OK because he had purchased carbon offset credits. Substantively, these offsets are of dubious environmental value (see Daily Telegraph article: "Is Carbon Offsetting a Con"; BBC's "U.K. to Tackle Bogus Carbon Schemes"; Wall St. Journal's "The Political and Business Self-interest Behind Carbon Limits.")


But as, what the Catholic Church calls "indulgentia a culpa et a poena" (release from guilt and from punishment), paying carbon offset fees makes perfect religious sense. The Christian sinner pays the church for "a remission of the temporal punishment due, in G-d's justice, to sin that has been forgiven, which remission is granted by the church in the exercise of the powers of the keys, through the application of the superabundant merits of Christ and of the saints, and for some just and reasonable motive." (Catholic Encyclopedia)


In the animistic church, any using or changing of the physical world (such as burning carbon) is a sin against the sacred, holistic, living world (the Gaia hypothesis). But as everyone uses energy (just as every Christian sins), the neo-animist church, too, must provide for a remission of sin (and also, a handy source of profit for the carbon-offset company owners — such as Al Gore who, according to news reports, pays his indulgences to Generation Investment Management, of which he is the chairman.)


In the neo-animist church of global warming — as in all religions — the truth is acquired by faith — not science. And as in all religions, the faithful should be on guard for charlatans.


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Tony Blankley is editorial page editor of The Washington Times. Comment by clicking
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(I)logística

Dá pra acreditar? Dois portos, um de frente para o outro, no mesmo município? Isto é que é logística tupiniquim!!!


www.polibiobraga.com.br -
Porto Alegre, quarta-feira, 5 de setembro de 2007

Empresários pedem que governo não atrapalhe transporte hidroviário

Um dos repórteres desta página anotou esta fala do presidente da ABTP, Wilen Manteli, ao falar nesta segunda-feira do Seminário Dia da Navegação, promovido pela Câmara Brasil-Alemanha:
- O transporte hidroviário gaúcho receberá grande incremento com a decisão da Aracruz de instalar terminas fluviais em Rio Pardo e Cachoeira do Sul”.
A Aracruz, que já tem fábrica de celulose e papel em Guaíba, RS, investirá mais US$ 1,2 bilhão no Estado. StoraEnso e VCP, com investimentos parecidos já programados para a mesma área, usarão menos os rios, mas a VCP pretende botar dinheiro grosso na Lagoa dos Patos, do outro lado de Rio Grande, em São José do Norte, pelo menos enquanto não sair o túnel ligando as duas cidades.
Wilen Manteli aproveitou para se queixar do governo gaúcho (ele não estava se referindo a ninguém em especial, mas ao conjunto da obra. "Somente no governo Rigotto tivemos três secretários de Transportes, o que atesta a falta de continuidade de projetos". Manteli disse ainda que o uso das hidrovias no Estado servirá de indutor de desenvolvimento dos municípios localizados ao longo dos rios navegáveis. "Trata-se de um fator de desenvolvimento que tem sido negligenciado ao longo dos anos", avisou.
Aliás, o presidente da ABTP, Wilen Mandeli, está montando uma comitiva de empresários peso-pesados para ir à governadora Yeda Crusius reivindicar a gestão compartilhada, entre os setores público e privado, do Porto do Rio Grande. "Sem essa medida, vamos continuar à mercê da burocracia e do adiamento de importantes investimentos", adverte o dirigente. Falta planejamento e ação.
O presidente da ABTP está forrado de razão. Vale a pena lembrar que a decisão da Aracruz de construir um terminal fluvial em Cachoeira do Sul, por exemplo, criará uma situação sui generis no Brasil: será o único município brasileiro a ter dois portos independentes, um em frente ao outro.
Uma bagunça.. O terminal já existente foi construído pelo Estado em 1993. A obra foi ordenada pelo então secretário dos Transportes, Matheus Schmidt. Não houve estudos prévios de demanda de cargas para movimentar o terminal.
Nunca será usado pela Aracruz, cuja área de florestamento fica na margem oposta.

América Latina al Día



América Latina parece que não tem jeito mesmo...Enquanto países membros tentam integrar um bloco econômico composto por países extremamente competitivos, os asiáticos, o México cria mais um imposto reduzindo assim a capacidade de competividade interna.







Edición 626
Miércoles 5 de septiembre, 2007


El próximo 8 y 9 de septiembre, las 21 economías que integran el Foro de Cooperación Económica Asia-Pacífico decidirán la incorporación de nuevos socios, entre los que se cuentan algunas naciones latinoamericanas. La lista incluye a Colombia, Ecuador, Costa Rica y Panamá.Leer Artículo

México:
PAN propone impuesto adicional a combustibles
El Partido de Acción Nacional presentó una iniciativa en la Cámara de Diputados que busca aplicar un nuevo gravamen de 5,5% a las gasolinas y diésel a contar de 2008.Leer Artículo

México:
Las compañías mexicana y noruega firmaron un convenio de cooperación en investigación energética, desarrollo científico y tecnológico.


Mundo:
Ambos países señalaron que la firma del Tratado de Libre Comercio se realizará dentro de los próximos meses.