30/06/2006 |
O Ceará ganhou nesta sexta-feira (30) uma usina produtora de biodiesel. Fica em Tauá, a |
http://www.ambientebrasil.com.br/noticias/index.php3?action=ler&id=25444
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Centenas de pessoas de todo o mundo esperam para participar da Conferência Internacional sobre Rios e Civilização, que começa neste domingo, de acordo com o informações divulgadas pela mídia. O evento é patrocinado pela Universidade de Winsconsin-La Crosse, o Museu Nacional de Rios do Mississipi, e o aquário de Dubuque, em Iowa. O evento, que deve atrair 400 pessoas, será realizado até quarta-feira.
O presidente da Conferência, Ron Rada, disse ao jornal La Crosse Tribune Daily que ecologistas e engenheiros falarão com historiadores e arqueólogos sobre ensaios de rios. "Ou é uma conferência única ou é algo bem próximo disso", afirmou.
A conferência é a terceira em uma série de encontros mundiais sobre rios. O primeiro foi em 2002, na Universidade de Dubna, na Rússia, e o segundo foi em 2003 na Universidade de Assiut, no Egito. Palestrantes e líderes de sessões vêm de países distantes. Também participam acadêmicos, administradores de rios e ecologistas, líderes de negócios, escritores, músicos, artistas, políticos, especialistas em rios, e muitos outros, para discutir sobre os ensaios contemporâneos.
A conferência começa no domingo à noite com a abertura do palestrante Jared Diamond, professor de geografia na Universidade de Califórnia, e ganhador do prêmio Pulitzer pelo seu livro: "Armas, germes e aço: os destinos da sociedade humana" (em tradução literal).
(Fonte: AP / Estadao.com.br)
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http://www.ambientebrasil.com.br/noticias/index.php3?action=ler&id=25337
A Colômbia recebe US$ 600 milhões por ano em ajuda dos EUA para combater o tráfico
A produção de coca, a matéria prima para a fabricação da cocaína, chegou a 86 mil hectares em 2005, segundo a ONU.
Apesar do aumento, este número representa metade do cultivo registrado na Colômbia em 2000, quando chegou a 163 mil hectares.
Anja Korenblik, uma das autoras do relatório, afirmou que a Colômbia precisa de mais ajuda internacional para encontrar alternativas para o sustento de ex-agricultores plantadores de coca.
Desde 2000 os Estados Unidos gastou mais de US$ 4 bilhões na luta contra o tráfico de drogas na Colômbia. Entre as estratégias está a pulverização de herbicidas para exterminar as lavouras e também medidas de segurança.
Mas apesar destes esforços a área cultivada com coca na Colômbia aumentou em 6 mil hectares entre 2004 e 2005, segundo a ONU.
Cartéis
"Na Colômbia, em 2005, encontramos 86 mil hectares de coca, um aumento de 8% em comparação a 2004, quando tínhamos 80 mil hectares", disse Korenblik à BBC.
"Isto é quase a metade do cultivo no ano 2000 quando existiam mais de 160 mil hectares, então é uma queda impressionante", afirmou.
Korenblik disse que a pesquisa mostrou mais que é necessária mais ajuda econômica para agricultores pobres que cultivam coca para os cartéis de drogas.
"O que é necessário é que a comunidade internacional apóie a Colômbia para identificar fontes alternativas de sustento para ex-cultivadores de coca", disse.
"Isto não está acontecendo e, provavelmente, é a razão pela qual é difícil para todos os países andinos consigam manter a redução do cultivo de coca", acrescentou.
A Colômbia ainda é o maior produtor de cocaína. Mas, sua fatia na produção mundial caiu de 74% em 2000 para 54%.
A produção de coca no Peru e na Bolívia caiu em 8% e 4% respectivamente em 2005 segundo o relatório da ONU.
http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/story/2006/06/060620_colombiadrogasonufn.shtml
No domingo, Londres quase que se torna um filme de Glauber Rocha: "A cidade vai virar campo e o campo vai virar cidade". Na verdade, foram mais de 400 mil pessoas, de todas as partes rurais da Grã-Bretanha, inundando as ruas do centro, numa das maiores passeatas vistas por Londres desde os tempos da sra. Thatcher. Os manifestantes não tinham o objetivo único de protestar contra qualquer medida tomada contra a tradicional caça à raposa, embora este tema tenha praticamente seqüestrado a passeata. As comunidades rurais vieram à cidade para mostrar algo básico: elas existem e nem só a cavalo e de casaco vermelho, cercado de cachorrinhos correndo atrás de uma raposa, vive o campesinato. E essa simples palavra – campesinato – empresta um cunho altamente social ao evento. Não, não eram caipiras descalços fumando cigarro de palha e dizendo, ao menor pretexto, "Eta, mundo véio sem portêra!" O campo britânico, na verdade, sempre foi, até há bem pouco – um século, digamos – o coração secreto, e não tão secreto assim, do país. Cidade era onde se trabalhava, se administrava o império e se ganhava dinheiro. Campo era onde se vivia. Peguem a moda – masculina, é claro – britânica: o cordurói, o Harris Tweed, as botinhas Wellington… Peguem aquela fantasia que cismaram que Sherlock Holmes usava o tempo todo: o deer stalker. É uniforme para se caçar veado e gazela. Ou simplesmente adotar, quando no campo. Não ocorreria a uma pessoa de bom senso usá-la na cidade, em Baker Street.
O protesto foi muito além da raposinha. Eu gostei de ver os camponeses. Abastados, remediados e pobretões. Cada um com seu problema. As rendas que caem. A praga da febre aftosa. O problema habitacional. Os transportes precários, a escassez de ônibus. Os pubs, correios e postos de gasolinas que fecham. A lojinha da esquina, cada vez mais rara.
Sou urbano até a medula. Muito verde me dá náuseas. Mas sei que esta ilha nasceu e depende do campo. Eu posso não ir a ele, mas gosto de vê-lo em fotos e programas de TV ou, como agora, no centro de Londres.
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O setor de etanol do Brasil está experimentando um “boom” sem precedentes, e registrou investimentos recordes do setor privado. Além do consumo interno do álcool extraído da cana-de-açúcar, vem aumentando a demanda de países como Estados Unidos, Suécia e Japão. E o resto da América Latina e Caribe procuram seguir o modelo brasileiro de produção de etanol, por causa dos altos preços do petróleo no mercado internacional.
Durante um discurso realizado no Rio de Janeiro este mês, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse que a Organização de Países Exploradores de Petróleo (OPEC) em breve teria que admitir o Brasil em suas filas, porque o País planeja ser o “principal exportador” de bio-combustível.
O etanol brasileiro já corresponde a um terço da produção mundial, mas isto não coloca o Brasil em uma posição de país que possa atender à demanda global de etanol. O país sul-americano também é o maior dependente mundial de etanol, com 20% de sua frota de veículos com motores a álcool. No mundo, esse combustível vegetal é usado como aditivo à gasolina, numa proporção média de 2,6%.
O etanol tem várias vantagens: é mais limpo e renovável, ajudando a reduzir a emissão de carbono ao mesmo tempo em que conserva as reservas de combustíveis fósseis. É barato quando produzido numa usina administrada de maneira eficiente, com um custo de menos de um dólar por galão. É versatilidade – pode substituir a gasolina inteiramente em carros com motores bi-combustível, ou ser misturado à gasolina em menores proporções em motores convencionais. O álcool também tem altos níveis de octanagem e, no ano que vem, na famosa corrida das 500 Milhas de Indianápolis, os carros correrão com etanol em seus tanques.
O Brasil estima investir, até 2010, cerca US$ 10 bilhões no aprimoramento da produção de etanol à base de cana-de-açúcar, ampliando a capacidade com 90 novas usinas. No mesmo período, a indústria brasileira planeja duplicar a exportação de etanol, para 5 bilhões de litros por ano.
A Petrobras pretende investir US$ 225 milhões na construção de um duto de etanol que ligará o Estado de Goiás a São Paulo, em 2008. No início de junho, o Banco Japonês de Cooperação Internacional (JBIC, na sigla em inglês) disse que investirá US$ 570 milhões em projetos de “agro-energia” desenvolvidos por fundações brasileiras, incluindo o plano da Petrobras de alavancar a exportação de etanol. A gigante norte americana Cargill comprou sua primeira usina de etanol no Brasil em junho, e a expectativa é de que gastará US$ 44 milhões para dobrar sua produção até 2008. A Royal Dutch/Shell, que normalmente exporta petróleo do Brasil, começou a exportar etanol em junho, e embarcará, ainda este ano, cerca de 150 milhões de litros de álcool brasileiro para os Estados Unidos, disse um porta-voz da companhia. Segundo a Unica, as exportações do Brasil provavelmente alcançarão este ano os 2,4 bilhões de litros, sendo que 800 milhões de litros tem como destino os EUA.
América Latina
Os programas brasileiros são cada dia mais populares em toda a região. A produção de etanol da Colômbia teve início em 2005, com investimentos de US$ 100 milhões. O país sul-americano pretende misturar o etanol à gasolina para evitar o esgotamento de suas reservas de petróleo.
O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, anunciou em 2005 que seu país investirá nos próximos cinco anos cerca de US$ 900 milhões em usinas para a produção de etanol, e usará o bio-combustível na substituição dos aditivos da gasolina. Chávez planeja aumentar sua produção para 25 mil barris por dia, até 2010.
O Peru já mistura o etanol à sua gasolina, e também tem planos de produzir 25 mil barris de etanol por dia. Suas pretensões são abastecer seu mercado e o mercado da Califórnia. O Equador também já considera seu próprio plano para o etanol.
Na América Central, que importou mais de US$ 5 bilhões em óleo e combustível no ano passado, uma crescente indústria de etanol poderia reduzir os altos custos da região com energia e impulsionar as exportações. Arnaldo Vieira de Carvalho, um diretor de investimento do Banco Interamericano de Desenvolvimento, que ajuda governos da América Central a desenvolver um estudo de viabilidade de um projeto regional de etanol, diz que a região parece ter potencial para uma importante expansão no setor alcooleiro. O BID ainda não financia projetos de etanol na região, mas está pronto para fazê-lo conforme os estudos avançarem.
Um estudo publicado em 2005 pela Comissão Econômica para América Latina (Cepal) prevê que, mesmo sem investimentos significativos, a América Central pode produzir etanol suficiente para adicionar 10% de álcool à sua gasolina. Segundo o relatório, o programa não necessitaria de subsídios do governo, e um análise de preço mostra que teria economizado US$ 187 milhões para a região em 2003.
Guatemala, Costa Rica e El Salvador já têm algumas fábrica de processamento de etanol, e Carvalho disse que esses países também avaliam a possibilidade de misturar 10% de etanol em sua gasolina, a partir de 2007. Na República Dominicana, a belga Alcogroup disse recentemente que construirá uma usina de etanol e os agricultores dominicanos estão negociando com outros investidores.
A região tem a vantagem de estar próxima do mercado norte-americano e também a de seu etanol não estar sujeito à tarifa de US$ 0,54 por galão que limita o Brasil na exportação de seu produto para os Estados Unidos. Assim, uma empresa brasileira está estudando investir no desenvolvimento de etanol na Jamaica enquanto o governo brasileiro pretende ajudar a Guatemala e o Haiti a dar a partida no etanol.
Paralelamente, o governo cubano entrou em contato com algumas empresas privadas para pedir apoio na construção da infra-estrutura necessária para sua produção, enquanto o México está apostando na cana-de-açúcar e no milho, com a construção de novas usinas.
http://www.americaeconomia.com/PLT_WRITE-PAGE~SessionId~~Language~4~Modality~0~Section~1~Content~25843~NamePage~EnergiaArti~DateView~~Style~-1.htm
Ainda há diferenças em relação ao texto aprovado pela Câmara dos Deputados, mas os dois projetos têm em comum mais incentivos para produção de energia sem uso do petróleo (são créditos fiscais para produção de etanol e incentivos às montadoras para maior oferta de veículos híbridos).
A Câmara exige que as refinarias produzam 5 milhões de galões de combustíveis com fontes renováveis (principalmente etanol derivado do milho), e o projeto do Senado fala em 8 milhões de galões anuais. Também há incentivo para projetos de usinas termoelétricas com base em carvão, mas com uso de tecnologia de gaseificação para reduzir a poluição. O Senado aprovou o projeto por 85 votos a 12.
As principais diferenças entre os dois projetos de lei são relativas à exploração de petróleo em reservas ambientais no Alasca (a Câmara é favorável) e à proteção contra ações judiciais para fabricantes de um aditivo para gasolina que pode contaminar o ambiente. Grupos ambientais dizem que o produto MTBE contaminou fontes de água potável no país.
O Senado acabou aceitando a postura da Câmara em relação a limites de emissão de poluentes. Os dois projetos determinam que haja uma redução voluntária de emissões e não obrigatória. Os EUA não aderiram ao protocolo de Kyoto para redução de emissões por considerar que as medidas aumentariam os custos para empresas e poderiam prejudicar a atividade econômica. O presidente George Bush já pediu várias vezes ao Congresso que envie uma lei para sanção até agosto, e o líder do governo no Senado, Bill Frist, disse ontem que o projeto é "um passo à frente na política energética nacional".
As dificuldades na ocupação do Iraque e a crescente demanda por petróleo na China e na Índia têm mantido os preços em alta há mais de três anos. Recentemente, Bush disse que será necessário voltar a investir em energia nuclear, o que os EUA têm evitado desde meados dos anos 70. O projeto de lei cria créditos fiscais para energia produzida por fonte nuclear, com teto de US$ 125 milhões nos próximos 8 anos, e permite empréstimos para financiamento de novos projetos.
A relutância dos EUA em estimular o uso de energias alternativas nas últimas décadas está resultando, ironicamente, em problemas para as próprias companhias americanas. A Ford e a General Motors, por exemplo, vêm perdendo mercado de veículos nos últimos anos por concentrar sua produção em grandes caminhonetes com alto consumo de gasolina. Embora esse tipo de carro faça sucesso entre os consumidores, a escalada do preço da gasolina está estimulando a procura por veículos com menor consumo e maior eficiência.
Os EUA viram com surpresa a formação de listas de espera de consumidores para dois modelos de carros com alimentação híbrida, o Prius (híbrido de energia elétrica e gasolina), da Toyota, e o Escape, da Ford. Os EUA ainda não têm carros com motor "flex power" como no Brasil, nos quais o uso de gasolina é alternado com o de etanol. Mas a perspectiva é que o uso desse produto cresça, inicialmente em misturas com a gasolina.
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A revista especializada Forbes, defendeu ontem sua reportagem sobre a estimativa da fortuna do ditador cubano Fidel Castro e assinalou que pode “prová-lo”. “Podemos prová-lo” desde o ponto de vista de que “temos nossas fontes entre funcionários cubanos, e estimativas gerais dos lucros de empresas públicas cubanas”, disse a repórter da Forbes, Allison Fass.
“Temos uma estimativa conservadora dos lucros de companhias públicas”, insistiu Fass, ao referir uma das principais fontes que a revista considerou para estimar a provável fortuna de Castro.
O ditador vitalício cubano negou segunda-feira, desde Havana, a veracidade da reportagem da Forbes e assinalou que sua fortuna pessoal era “zero”. Disse que tdos os lucros das empresas públicas são utilizadas para servir ao povo de seu país. Desafiou a revista a provar o artigo com evidências concretas, que o coloca como o sétimo dos líderes ou monarcas com fortunas pessoais mais amplas.
Fass, que escreveu a história sobre Castro na revista, indicou que a estimativa “não inclui lucros passados” ou possíveis ativos em contas bancárias no exterior. “Não me surpreende sua reação”, disse a repórter; ele “não quer que os cubanos saibam disto”.
A publicação mudou parte da metodologia que utilizava em anos anteriores para estimar fortunas difíceis de calcular e atribuiu um enriquecimento de Castro em 350 milhões de dólares, de um ano para outro. “Para chegar a uma quantidade líquida usamos um método de fluxo (descontado) de recursos, para avaliar essas companhias e depois concluímos que parte desses lucros vai para Castro”, assinalou a publicação.
De acordo com a lista, o rei Abdullah Bin Abdulaziz da Arábia Saudita, é o líder mais rico do mundo, com uma fortuna estimada em 21 bilhões de dólares, seguido de perto pelo sultão de Brunei, Haji H. Bolkiah, com 20 bilhões. O xeique Khalifa Bin Zayed al-Nahyan, presidente dos Emirados Árabes Unidos tem, sempre segundo a Forbes, ativos em 19 bilhões, e seu colega de Dubai, Mohammed Bin Rashid al-Maktoum, tem 14 bilhões de dólares.
A publicação sustenta que, como era de se esperar, nenhuma de suas estimativas foi confirmada pelos elencados. Tampouco nenhum do aludidos, com exceção de Castro, sequer se aborreceu com a informação.
A influente publicação norte-americana situou o decano de todas as ditaduras do planeta na sétima posição, com uma fortuna estimada em US$ 900 milhões.
Castro menosprezou o informe e disse que renunciaria a seu cargo se alguém apresentasse provas fidedignas de que a afirmação da revista é certa. Castro jurou no passado que renunciaria se se apresentassem evidências sobre muitas e diversificadas alegações contra ele, relacionadas com a utilização em seu regime da psiquiatria como método de tortura, torturas físicas, execuções sumárias e desaparecimentos, porém ninguém jamais atribuiu seriedade às suas ameaças de “renúncias”, algo que nunca fez, embora existam evidências irrefutáveis de flagrantes violações dos direitos humanos na Ilha.
A Forbs disse à BBC que para determinar a provável fortuna de Castro calculou-se o valor de várias empresas estatais cubanas e se adjudicou uma porcentagem ao líder cubano.
Um porta-voz da muito lida revista financeira admitiu que não tinham nenhuma evidência de que Castro tenha escondido dinheiro em contas bancárias no estrangeiro, porém afirmou que ele controla uma fortuna. “Se alguém como Castro quiser escapar do país e levar consigo uma soma milionária, poderia fazê-lo”, disse o porta-voz da Forbes.
Segundo a revista financeira, suas fontes não estão em Cuba, embora algumas delas tenham trabalhado com o governo cubano no passado.

a.h
Fas est et ab hoste doceri
Ovídio