"For Misha Glenny, a journalist specializing in the Balkans and author of the new book 'McMafia: A Journey Through the Global Criminal Underworld,' the smuggling operation was a prime example of what he calls the "internationalization of organized crime," a phenomenon that has flourished over the past two decades. Estimates suggest that crime accounts for almost one-fifth of the planet's gross domestic product, he reports, and "McMafia" is a sprawling, pell-mell tour of the world's shadow economies, ranging from Russia to Israel to the Mideast, as well as India, Africa and Latin America. Glenny even makes it to western Canada, a seemingly mellow region that, due to the proliferating industry of marijuana cultivation, "is home to the largest per capita concentration of organized criminal syndicates in the world."(...)The reasons for this outrageous blossoming of so many flowers of evil are, according to Glenny, essentially twofold. 'The collapse of ... the Soviet Union is the single most important event prompting the exponential growth of organized crime around the world in the past two decades,' he writes. A key event in that breakdown was the bizarrely selective deregulation of the Soviet economy. The officials under Boris Yeltsin who executed this 'reform,' for reasons not entirely clear, liberalized the prices of everything but Russia's natural resources: oil, gas, diamonds and metals. Those lucky enough to get ahold of these commodities at the artificially low, state-mandated prices could turn around and sell them at market rate to the rest of the world. The result was the overnight creation of a generation of Russian oligarchs and 'quite simply the grandest larceny in history.'"
Friday, April 03, 2009
Rússia e narcotráfico - 2
Em Criminals of the world, unite and take over
Moscou já está começando a abrir as perninhas...
Por Defesa Brasil 02 de Abril de 2009 Londres (Inglaterra) - Os presidentes dos Estados Unidos, Barack Obama, e Rússia, Dmitri Medvedev, começaram hoje com pé direito a nova relação entre os dois países, ao anunciar na primeira reunião que tiveram um acordo para reabrir as negociações sobre o armamento nuclear
O presidente americano anunciou que eles voltarão a se encontrar em julho, após aceitar um convite de Medvedev para visitar Moscou.
Em breves declarações à imprensa que acompanha a Obama em sua primeira viagem europeia, ambos os governantes expressaram satisfação por firmar o acordo de negociação, que deverá firmar um novo tratado sobre armamento nuclear antes que o acordo atual se encerre, em dezembro.
Segundo afirmou Obama, as relações entre os dois países registraram "grandes progressos".
Por sua vez, Medvedev afirmou que o acordo de hoje firmará as bases para novos progressos em outras áreas da relação bilateral.Ambos os presidentes emitiram dois comunicados conjuntos ao término de seu encontro, um deles dedicado exclusivamente ao novo tratado.Nele, Obama e Medvedev disseram que o atual Tratado para a Redução e Limitação de Armas Ofensivas Estratégicas (Start) "cumpriu seu propósito e os níveis máximos de armamento estipulados no acordo foram alcançados há muito tempo".
Segundo eles, o futuro acordo buscará níveis de redução armamentista menores do que o atual Tratado de Moscou sobre Reduções de Armamento Estratégico Ofensivo de 2002, e imporá medidas de verificação.
(...)
Thursday, April 02, 2009
Taleban chama de "lunática" proposta de Hillary por reconciliação
Os insurgentes da milícia fundamentalista Taleban rejeitaram a proposta norte-americana de uma "reconciliação honrosa", disse nesta quarta-feira um alto porta-voz do grupo que comandou o Afeganistão até ser derrubado pela aliança liderada pelos Estados Unidos em outubro de 2001, após os ataques de 11 de Setembro.
O Taleban dá abrigo no país à rede terrorista Al Qaeda, responsabilizada pelos atentados. O porta-voz Zabihullah Mujahid disse que a proposta norte-americana é uma "idéia lunática" e que a única forma de encerrar a guerra na região é as tropas estrangeiras se retirarem do território afegão. Obama vai rapidamente se dar conta de que essa política demagógica de aproximação com terroristas não dá certo.
A única linguagem que essa gente entende é a da força.
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