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Novas mensagens, análises etc. irão se concentrar a partir de agora em interceptor.
O presente blog, Geografia Conservadora servirá mais como arquivo e registro de rascunhos.
a.h

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Monday, February 04, 2008

Dissenso no aquecimento




Em O Ambientalista Cético, Lomborg comenta algumas matérias que estavam em voga nas principais manchetes nos anos 70. Se as lêssemos, sentiríamos grande familiaridade com as atuais sobre o suposto 'aquecimento global'. A única diferença é que falavam em resfriamento global. É um tanto estranho que tudo tenha mudado assim, tão repentinamente.


A guinada que houve partiu daquele gráfico feito num único experimento no Havaí. A partir daí se inferiu que o mesmo valesse para todo o resto! Isto é demais! E os aquecimentistas ainda cobrar seriedade dos céticos...Vejamos isto:


Em sua edição de 26 de outubro (Vol. 318, no. 5850), a tradicional revista científica Science publicou um comentário crítico dos pesquisadores Gerald Roe e Marcia Baker, da Universidade de Washington, em Seattle, sobre a falta de precisão dos modelos climatológicos em vigor para efetuar qualquer prognóstico confiável sobre as tendências climáticas futuras. Segundo eles, "as incertezas nas projeções de futuras mudanças climáticas não diminuíram substancialmente nas últimas décadas". Como sintetizou no título da nota referente ao trabalho a revista britânica New Scientist de 26 de outubro, "o clima é muito complexo para previsões precisas".

É simples assim: a dinâmica climática resulta de uma extremamente complexa interação de fatores extraterrestres e terrestres, que a ciência ainda está longe de entender de forma sistêmica e, mais ainda, de poder transformar em modelos matemáticos minimamente confiáveis para fundamentar decisões políticas de tão grande alcance.


Isto é "sem base" ou é algo digno de ser discutido? Só porque vai contra a corrente em voga, os aquecimentistas desqualificam, jogando no ralo porque não lhes convêm?

Thursday, July 05, 2007

'Consenso científico' do aquecimento global começa a desmoronar

Por isso mesmo, o ponto alto do seminário foi o painel científico onde Carlos Nobre, (Pesquisador do INMET e Presidente do Programa Internacional da Geosfera-Biosfera) e Pedro Dias (Professor Titular do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da USP) apresentaram as conclusões do último relatório do IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas) que não deixariam dúvidas sobre a causa antropogênica do aquecimento global, bem como as suas catastróficas conseqüências para a humanidade caso não sejam adotadas medidas 'mitigadoras' recomendadas. Luís Carlos Molion (Professor Titular da Universidade Federal de Alagoas) contestou não apenas as conclusões do relatório mas a metodologia utilizada pelos cientistas que o elaboraram, fundamentados em modelos matemáticos que estão muito longe de representar as complexas e interconectadas variáveis reais que condicionam as mudanças climáticas. Molion ressaltou que o IPCC é uma entidade formada por cientistas mas é também 'intergovernamental', o que implica em fortes ingerências políticas na sua dinâmica de trabalho e conclusões. 'Conspiração?', diz a última transparência apresentada por Molion.
Nota: O editor deste Alerta foi um dos palestrantes do painel 'O papel da comunicação social'.
Links por editor adicionado em Jun 06,2007
Links por editor adicionado em Dec 04,2000
Links por editor adicionado em Feb 12,2007
Links por editor adicionado em Mar 23,2007
Links por editor adicionado em Sep 14,1998

Friday, April 06, 2007

Alarmismo do IPCC

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E a imprensa alarmista continua a toda.


Painel da ONU admite fim da Amazônia até 2080
05/04 - 14:44, atualizada às 21:37 05/04 - BBC Brasil

A segunda parte do relatório do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC, em inglês), que será lançada nesta sexta-feira em Bruxelas, fará referência a novos modelos de previsão de clima que indicam, no pior dos cenários, o desaparecimento de grande parte da Floresta Amazônica até 2080 devido ao aquecimento global.


E


Parte da Amazônia pode virar savana, alerta WWF
05/04 - 07:59, atualizada às 13:10 05/04 - BBC Brasil

Se a Floresta Amazônica se tornar um ambiente mais quente e mais seco, uma área de 30% a 60% pode se converter em um tipo de savana seca, de acordo com pesquisa realizada sob os auspícios do INPE (Instituto Nacional de Pesquisa Espacial do Brasil) e incluída em relatório do WWF divulgado nesta quinta-feira.


[Mas, o que não faz nenhum sentido segue abaixo. Como o aumento da temperatura levaria a redução da pluviosidade? É o contrário que acontece...]


Segundo o documento da WWF, modelos sugerem que até 2050, as temperaturas na Amazônia vão aumentar em 2-3º centígrados. "Ao mesmo tempo, uma diminuição nas chuvas durante os meses secos levará a seca generalizada."


E para quem já cansou dessa ladainha obscurantista.

(...)

O código de procedimentos do IPCC (Seção 4) estabelece: "Mudanças (que não sejam gramaticais ou pequenas alterações editoriais) feitas após a aceitação do Grupo de Trabalho ou o Painel serão aquelas necessárias a garantir a consistência com o Sumário para Formuladores de Políticas ou o Capítulo Geral". Assim, o lapso de três meses até a divulgação do relatório (o mais importante e feito somente pelos cientistas) tem como objetivo permitir aos pesquisadores que adaptem o seu documento técnico ao Sumário para Formuladores de Políticas (que tem ingerência política). Tal fato coloca uma mancha no trabalho do IPCC e compromete a sua credibilidade. Agora, como o regramento do Painel de Mudanças Climáticas da ONU sugere que nenhuma vírgula poderia ser alterada do WG1 após o dia de hoje de forma a garantir "consistência" com o Relatório para Formuladores de Política, o risco é a existência de documentos partindo do mesmo órgão com conclusões distintas ou opostas.

Um pesquisador norte-americano favorável ao aquecimento global e com quem tivemos oportunidade de trocar idéias esta semana nos resumiu com sabedoria toda a complexidade envolvendo a questão. "Quando a política invade a ciência, três grupos se formam: os favoráveis, os contrários e a verdade".

(...)

Autor: Eugenio Hackbart
Publicado em 02/02/2007 02:22
http://www.metsul.com/blog/?cod_blog=1

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Monday, February 12, 2007

Cientistas criticam relatório do IPCC

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Em meus mais de 60 anos como membro da comunidade científica estadunidense, inclusive como presidente da Academia Nacional de Ciências e da Sociedade Americana de Física, eu nunca presenciei uma corrupção mais perturbadora do processo de revisão de pares como nos eventos que produziram esse relatório do IPCC... Os cientistas participantes aceitaram "A Ciência das Mudanças Climáticas" em Madri, em novembro último; a plenária do IPCC o aceitou no mês seguinte, em Roma. Mas mais de 15 seções no capítulo 8 do relatório - o capítulo-chave que estabelecia as evidências científicas a favor e contra uma influência humana no clima - foram alteradas ou eliminadas depois que os cientistas encarregados de examinar essa questão haviam aceito o texto supostamente final.
Poucas dessas mudanças foram meramente cosméticas; quase todas removiam as sugestões de ceticismo com as quais muitos cientistas se referem às alegações de que as atividades humanas estão tendo um grande impacto no clima, em geral, e no aquecimento global, em particular.
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Uma fraude escandalosa marcou o terceiro relatório do IPCC, divulgado em 2001. Um dos principais elementos apresentados como evidência irrefutável do papel do homem no aquecimento de 0,6 oC observado ao longo do século XX foi um gráfico produzido pela equipe do paleoclimatologista Michael E. Mann, então na Universidade de Massachussetts. O gráfico, baseado no estudo de anéis de árvores e outras fontes, mostrava um ligeiro resfriamento de 0,2 oC para o Hemisfério Norte, no período 1000-1900, seguido de uma brusca elevação de 0,6 oC, no período 1900-2000. Por sua forma, ficou conhecido como o "bastão de hóquei de Mann" [ver gráfico] e foi extensamente exibido em todo o mundo como uma prova cabal da ação humana no clima. O problema é que, como foi prontamente demonstrado, o gráfico era, simplesmente, falso.
Cada um dos sucessivos resumos (do IPCC) têm sido escritos de forma a parecer um pouco mais certos do que o anterior sobre o fato de o aquecimento global ser um desastre potencial para a Humanidade. A crescente certeza verbal não provém de qualquer avanço particular da ciência. Em vez disto, é uma função de quão fortemente uma declaração sobre o aquecimento global pode ser feita sem incorrer em um rechaço significativo da comunidade científica em geral. Ao longo dos anos, a opinião dessa comunidade tem sido manipulada para chegar a um apoio mais ou menos passivo, por meio de uma campanha deliberada para isolar - e, de fato, denegrir - os cientistas céticos que estão fora da atividade central do IPCC. A platéia tem sido ativamente condicionada para ser receptiva. Por conseguinte, tem se tornado gradativamente mais fácil vender a proposta do desastre do aquecimento.
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Thursday, February 08, 2007

O Aquecimento Global e seus Dissidentes

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Um pouco do que dizem os "céticos" - Parte I
por João Luiz Mauad em 08 de fevereiro de 2007
Resumo: Quando o assunto é “aquecimento global” praticamente só um lado divulga os seus estudos e conclusões, enquanto o outro, composto de gente chamada pejorativamente de “céticos” ou “negadores”, sofre todo tipo de perseguição e discriminação.
© 2007 MidiaSemMascara.org


Não sou cientista. Entendo muito pouco ou quase nada de meteorologia ou climatologia. Porém, penso que, como disse recentemente o dinamarquês Bjorn Lomborg, “se nós estamos prestes a embarcar no mais caro projeto político de todos os tempos”, cujas propostas, se efetivadas, mexeriam profundamente com os alicerces da nossa civilização, “talvez nós devêssemos estar certos de que tal projeto está apoiado em solo rígido, em fatos reais, e não apenas nos fatos convenientes.”
Infelizmente, quando o assunto é “aquecimento global”, o que estamos assistindo é a uma campanha sem precedentes, onde praticamente só um lado divulga os seus estudos e conclusões, enquanto o outro, composto de gente chamada pejorativamente de “céticos” ou “negadores”, sofre todo tipo de perseguição e discriminação, chegando, muitas vezes, a ser comparada aos “negadores do holocausto”.
Por isso, resolvi divulgar um extrato de algumas opiniões que divergem daquelas recentemente divulgadas pela ONU ou pelo Sr. Al Gore, as quais certamente jamais serão publicadas na grande mídia brasileira. Por razões óbvias, evitei transcrever muitos dados ou conclusões técnicas, atendo-me ao aspecto político em geral. Todos os documentos e opiniões aqui mencionados estão devidamente acompanhados dos respectivos links, onde poderão ser consultados. Ao visitar as páginas indicadas, os eventuais interessados poderão encontrar outros links e iniciar suas próprias pesquisas a respeito, inclusive de caráter técnico mais profundo.

1. The Leipzig Declaration on Global Climate Change - Declaração assinada por cerca de 80 cientistas de várias nacionalidades.
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“Combustíveis fósseis são hoje a principal fonte de energia e ela é essencial para o crescimento econômico. Estabilizar os níveis atmosféricos de dióxido de carbono irá requerer que o uso de combustíveis seja cortado em até 60 a 80% em todo o planeta.
Num mundo onde a pobreza é o maior poluente social, qualquer restrição ao uso de energia ... deve ser vista com cautela.
Baseados nas evidências disponíveis, nós não podemos endossar a visão, politicamente inspirada, que imagina catástrofes climáticas e sugere ações precipitadas. Por esta razão, nós consideramos que as políticas de controle drástico das emissões, como as previstas na conferência de Kioto, carecem de suporte científico crível e são prematuras.”
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2. The Oregon Petition Project - Petição assinada por cerca de 17.000 cientistas.
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“A hipótese do aquecimento global tem falhado em cada experimento teste relevante. Ela sobrevive somente nos sonhos dos anti-tecnologistas ... Os Estados Unidos estão muito perto de adotar um acordo internacional que propõe o rateio do uso de energia e tecnologias que dependem do carvão, do óleo, do gás natural e alguns outros componentes orgânicos.
Esta ameaça é , em nossa opinião, baseada em idéias defeituosas. Pesquisas sobre as alterações climáticas não mostram que o uso humano de hidrocarnonetos é nocivo. Ao contrário, há boas evidências de que o aumento do dióxido de carbono na atmosfera seria ambientalmente útil.”
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3. Carta aberta ao Primeiro Ministro Canadense - subscrita por 60 cientistas do país em abril de 2006.
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“Evidências ... não sustentam os atuais modelos climáticos gerados em computador e, portanto, há pouca razão para confiar nos prognósticos deles derivados. Entretanto, isto foi precisamente o que as Nações Unidas fizeram ao criar e promover o Protocolo de Kioto, e ainda fazem com as previsões alarmistas, nas quais as políticas climáticas do Canadá estão baseadas...
Os estudos das mudanças climáticas a nível global são, como o senhor mesmo disse, uma “ciência emergente”, talvez a mais complexa já atacada. Muitos anos ainda serão necessários antes que nós possamos entender adequadamente o sistema climático da terra. Entretanto, avanços significativos foram feitos desde que o protocolo foi criado, muitos dos quais estão nos levando para longe da certeza sobre o aumento dos gases estufa.
“A mudança do clima é real” é a frase sem significado usada repetidamente pelos ativistas para convencer o público de que uma catástrofe climática está prestes a ocorrer e que a humanidade é a causa. Tais preocupações não se justificam. O clima do planeta muda a toda hora devido a causas naturais e o impacto [da atividade do ser] humano permanece impossível de se distinguir.”
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4. Conferência do Dr. Michael Crichton, em Washington D.C, jan/2005.
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“Como vocês já devem ter escutado muitas vezes, “há consenso entre os climatologistas sobre a crença no aquecimento global”. Historicamente, aludir ao consenso tem sido o primeiro refúgio dos canalhas: é uma forma de evitar o debate, afirmando que o assunto já está resolvido.
Sejamos claros: o trabalho científico não tem nada a ver com consensos. O consenso é algo próprio da política. A ciência, pelo contrário, requer que um só investigador tenha razão, o que significa que obtenha resultados que sejam verificáveis em relação ao mundo real. Em ciência, o consenso é irrelevante. O que importa são os resultados reproduzíveis. Os grandes cientistas da história são grandes precisamente porque romperam os consensos.”
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5. Artigo do Prof. Richard Lindzen no Wall Street Journal
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“Afirmações cientificamente ambíguas sobre o clima são injetadas diariamente na mídia pelos interessados no alarmismo, fazendo crescer o suporte político dos “policy makers”, que, como num moto-perpétuo, irão suprir os fundos necessários para mais pesquisas científicas e alimentar mais alarmes para incrementar o suporte político. Afinal, quem colocará dinheiro em ciência – não importa se para a AIDS, o espaço ou o clima – onde não houver nada realmente alarmante? Realmente, o sucesso do alarmismo climático pode ser avaliado pelo aumento dos gastos federais em pesquisas climáticas: de umas poucas centenas de milhões de dólares pré-1990 para US$ 1.7 bilhão hoje. Isto pode ser visto também nos altos investimentos em pesquisas por tecnologias alternativas, tais como energia solar, eólica, hidrogênio, etanol, etc...
Mas há um lado mais sinistro ainda em todo esse frenesi. Cientistas que não concordam com o clima de alarmismo têm visto seus fundos de pesquisa desaparecer, seu trabalho ser escarnecido, além de serem acusados de serviçais da indústria petrolífera, “hackers” da ciência ou coisa pior...”
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6. Artigo do Professor Claude Allegre no L’Express, 21/09/06. Allegre é um dos mais condecorados geofísicos franceses e membro das Academias americana e francesa de ciências. É também autor de mais de 100 artigos científicos e 11 livros, tendo recebido inúmeros prêmios científicos.
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Nota Editoria MSM: Sobre o assunto recomenda-se a leitura dos artigos da Editoria AMBIENTALISMO.

O autor é empresário e formado em administração de empresas pela FGV/RJ.
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