Tuesday, December 04, 2012
Folha de S.Paulo - Opinião - Editoriais: Tragédia anunciada - 04/12/2012
Folha de S.Paulo - Opinião - Editoriais: Tragédia anunciada - 04/12/2012
Tuesday, November 27, 2012
Saturday, January 15, 2011
Problema e problema
Friday, November 27, 2009
Copenhague
‘Haverá um fracasso em Copenhague’
Autor do livro "O ambientalista cético" afirma que gastar dinheiro com corte de emissões é desperdício
Andrea Vialli - O Estado de S. Paulo
DIVULGAÇÃO
SÃO PAULO - O dinamarquês Bjorn Lomborg, pesquisador da Copenhague Business School, se tornou conhecido no mundo todo como o ‘ambientalista cético’ – nome de um de seus livros, publicado em 2001. Ele se opõe à idéia de que o mundo se mobilize financeiramente para cortar emissões de gases de efeito esfufa. Lomborg sugere, no lugar disso, investimentos pesados em tecnologias limpas para o futuro, de modo a priorizar o bem-estar das populações. Leia trechos da entrevista, dada por telefone ao Estado:
O senhor defende a ideia de que o Protocolo de Kyoto foi uma perda de dinheiro. Quais são suas expectativas em relação à COP15?
Será um fracasso. Todos sabem que não haverá acordo global. A reunião de Copenhague servirá apenas para mostrar ao mundo a continuação do fracasso que foi o Protocolo de Kyoto. Aliás, a sucessão de erros históricos vem desde a Rio 92, quando os países começaram a propor metas de redução das emissões de gás carbônico. Essas metas simplesmente não são factíveis. O objetivo da COP15 é político. Os chefes de Estado virão a Copenhague posar de bonzinhos para seus eleitores.
E por que os esforços para cortar as emissões não são factíveis? Há uma mobilização dos países, especialmente os membros da União Europeia, nesse sentido.
Os países deveriam investir 0% de seu Produto Interno Bruto em estratégias para cortar emissões de gás carbônico. O foco não deve ser esse, porque insistir nesse ponto é continuar fracassando. O único modo de assegurar um planeta livre de poluição é investir pesado em pesquisa e desenvolvimento de novas tecnologias, mais limpas. E torná-las baratas, para que fiquem acessíveis para países como Brasil, China, Índia e as nações africanas. Poderíamos fazer isso com a metade dos recursos que foram gastos com o Protocolo de Kyoto.
Esse raciocínio não é contraditório? Se o sr. considera inútil reduzir emissões, para que desenvolver tecnologias limpas?
Este é o meu ponto. Precisamos de energia limpa e barata, para trazer bem-estar e desenvolvimento às populações mais pobres. Espero que os países realmente se empenhem nesse sentido: é um caminho muito mais inteligente.
Tuesday, May 05, 2009
Dois debates
A influência ou oportunismo governamental com a temática ambiental não é novidade. Desde 1972, com a Conferência de Estocolmo que o debate ecológico tem a nítida presença de governos. Ocorre que naquela época, a preocupação se dava precisamente com a preservação de recursos naturais. Daí, o termo ‘preservacionista’ que, dado o radicalismo ongueiro atual, parece ter saído de moda. Por que é que é a questão... Em parte, porque a maior parte das organizações ambientalistas se compõe de socialistas reciclados que busca outro carro chefe para guiar suas idéias intervencionistas. Mas, não é só isto: alterações ambientais, dentre as quais, as presumidas mudanças climáticas são as que mais chamam atenção e, outras bastante evidentes, que resultam em impactos indesejados que prejudicam a todos indistintamente. De modo que é, no mínimo, temerário vociferar que se trata, tão somente e de modo simplório, de um ataque estatizante contra o capital privado. É muito mais do que isto. Externalidades não previstas (pois, não seriam externalidades se fossem devidamente previstas), prejudicam vários empreendimentos também. O próprio capital, em determinada situação, pode ser prejudicado pela ação de outro agente, seja estatal ou privado. Cabe conhecer o processo na íntegra, para que ações indenizatórias possam resultar em justas compensações (assim como danos à propriedade, p.ex.).
Na comunidade científica temos o dissenso, embora maior em alguns temas e, menor em outros. O que não procede é misturar os dois debates, o propriamente científico e, o político que envolve o aproveitamento com soluções de ocasião para temáticas complexas. Confundir os dois é o primeiro passo para a mistificação, como querer crer que só pela procedência das informações (ONU, Al Gore, James Hansen, NASA etc.), não são válidos ou dignos de investigação e apuração. Se há realmente oposição de peso e com conseqüência, tem que se bater de frente, isto é, discutindo os pressupostos, métodos e resultados das pesquisas que se pretende(sic) criticar. Há cientistas que tentam este caminho, como Richard Lindzen, Willie Soon, Philip Stott etc. Se obtêm sucesso ou não, não sou eu quem vou dizer, pois não passo de um leigo interessado e ignorante nesta ciência. O que não dá, que consiste numa estratégia evasiva, é criticar o que “está em torno” do debate verdadeiro, o contexto político de um conteúdo científico.
Acho que a maioria de nós aqui não tem conhecimento suficiente para se posicionar como céticos ou contrários, negacionistas etc. Minha alternativa (cômoda, é verdade) é mais apropriada: declaro-me um ignorante na matéria que preciso conhecer (muito) mais a fundo para saber opinar.
Eu, pelo menos, teria vergonha de parecer o contrário ao me manifestar arrogantemente como conhecedor do que sequer desperdicei em busca do conhecimento, do verdadeiro conhecimento.
Sunday, January 11, 2009
Entorpecimento global
Dois dados interessantes são que apesar de 2008 ter registrado uma queda na média em relação a 2007, foi o 10º ano mais quente desde que os registros iniciaram [http://uk.reuters.com/article/environmentNews/idUKTRE5082S720090109]. Interessante, pois isto pode significar que, apesar de relativamente quente, indica uma queda em relação aos outros anos quentes. Ou seja, isto pode significar um arrefecimento da tendência. É cedo para dizer, mas algo está, mesmo momentaneamente, contradizendo as previsões mais alarmistas do IPCC.
O gráfico acima mostra uma discrepância entre a média ascendente da temperatura global com a redução do número de estações monitoradas – indicando um claro viés nas pesquisas do IPCC, das quais caíram de 6.000 para menos de 4.000. Muitas dessas estações se localizam em áreas antes rurais ou de cidades sem sistemas de aquecimento que, depois passaram a se modernizar induzindo a um “aquecimento artificial” por “ilhas de calor” devido ao uso local de combustíveis fósseis em maior escala.
Hadley, Temp. vs. CO2 - http://icecap.us/index.php
As temperaturas mensais registradas pelo Centro de Hadley (UAH e MSU) mostram arrefecimento térmico de cerca de 0,2 graus celsius, enquanto que o Centro de Mauna Loa registra incremento do CO2. Uma correlação negativa.
Contradizendo a afirmação de que o ano de 2008 foi o 10º mais quente desde 1850 [http://icecap.us/images/uploads/MSU_Satellite_Temperatures_Continue_to_Diverge_from_Global_Data_Bases.pdf].
Tuesday, January 06, 2009
Sobre as chuvas em SC
Tamanho desastre poderia ter sido menor. Bem menor. É consenso entre os analistas ouvidos por AMANHÃ que o principal responsável pelas enchentes e pelos deslizamentos de terra é o próprio homem. Um homem imprudente, como adjetiva Adalberto Marcondes, especialista em Ciência Ambiental e diretor de redação da revista digital Envolverde. Marcondes diz que pouco ou nada se aprendeu com os acontecimentos do passado. Em uma crítica direta aos governantes, ele afirma que quando são autorizadas construções em encostas entra em cena o risco iminente e uma tragédia. "O poder público acaba sendo leniente com a ocupação desordenada
do solo. Só porque a pessoa já construiu sua casa, não se tira mais ela de lá", pondera. A cobrança encontra eco em Fernando Almeida, presidente-executivo do Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (Cebds): "É preciso uma política pública que impeça a ocupação de áreas inadequadas sob o ponto de vista geológico, mantendo a cobertura vegetal intacta", diz.
Monday, December 22, 2008
Elástico Térmico

Como afirmar o aquecimento térmico se em um país tão estreito como o Chile temos aumento no interior e estabilização no litoral?
Segundo Patrício Aceituno, meteorologista da Universidade do Chile, a “fase temperada” do clima mundial vai acabar. Como o ano de 2008 foi considerado o 10º mais quente desde o século XIX e agora estamos em fase de resfriamento pelo terceiro ano consecutivo, o pesquisador considera que entraremos num ciclo de aumento da temperatura marcada por avanços e retrocessos.
Indícios neste sentido estariam sendo observados com altas temperaturas na Europa e um inverno pouco rigoroso na Escandinávia. Na América do Sul também estaríamos assistindo a um avanço térmico consistente com médias, três graus maiores em grande parte da Argentina, Uruguai, Paraguai, sudeste boliviano e sul brasileiro.
Porém, no mesmo período, a Escandinávia sofreu com frio extremo e se, desde os anos 80, uma tendência de aumento de 0,5 a 0,7 graus foi registrada no interior chileno, o mesmo não se observou em sua zona costeira.
Monday, November 17, 2008
Tuesday, October 21, 2008
Desconstruindo novos dogmas
http://www.climatepolice.com/GlobalTemp.pdf
.
http://www.sepp.org/publications/NIPCC-Feb%2020.pdf
...
Dois arquivos imprescindíveis para quem, realmente, se interessa pelo tema.
Monday, September 29, 2008
Ciclo 24


Estes ciclos têm efeitos sobre o CO2 e a produção vegetal do planeta. A própria NASA, apesar de contar com figuras como James Hansen que reitera a tese do aquecimento global, considera que a baixa atividade solar poderia ter mudado a circulação atmosférica do Hemisfério Norte entre 1400 e 1700 desencadeando uma “Pequena Era do Gelo” em várias regiões, especialmente na América do Norte e Europa. No período, canais holandeses congelaram, glaciares avançaram nos Alpes, os caminhos marítimos para a Islândia foram interrompidos em 1695, assim como o acesso à Groenlândia foi dificultado entre 1410 e 1720 – relatório “The Sun's Chilly Impact on Earth”.
O Ciclo de Maunder, com ausência de manchas solares, coincidiu com a Pequena Era do Gelo:

Sempre ouvimos dizer que o gás carbônico funciona como um ‘cobertor’ aprisionando calor. Até que ponto isto seria verdadeiro? O CO2 representa apenas 6,2% dos gases estufa, cujo efeito teria sua maior parte produzido pelo vapor d’água. A ação humana é responsável por apenas ¼ de 1% de todos os gases estufa. Desta forma é difícil ver até onde teríamos contribuído para tal efeito. Mesmo com o aumento do CO2 ao longo da ultima década, a temperatura baixou no mesmo período. Para seguir a correlação, a temperatura deveria ter aumentado, mas não foi o que se viu.
Com base no gráfico abaixo, veja como a concentração de Caborno 14 baixou, oscilou para tornar a baixar novamente:
- Dados do United States Geological Survey (USGS)
Wednesday, September 24, 2008
Aquecimento ad hoc
"-É uma fábula o que tu nos contaste", disse com desprezo o pastor peul
(etnia do Senegal).
"-Sim, respondeu o caçador de crocodilos, mas uma
fábula que todo mundo repete parece muito com a verdade!".
(J. e J. Tharaud, La randonée de Samba Diouf, Fayard, 1927)
Na figura acima, no início do século, temos a Oscilação do Atlântico-Norte (ONA, na sigla em inglês) sofrendo atenuação, com aumento da temperatura média.
Quando a oscilação é baixa, os anticiclones móveis polares (AMP, na sigla em inglês) reduzem a potência; os AMPs se tornam menos potentes, menos rápidos e menos freqüentes; o Ártico está menos frio – o que leva a redução da quantidade de gelo; isto ocorre, normalmente, no verão.
Quando a oscilação é alta, os AMPs são, inversamente, mais potentes, mais rápidos e mais freqüentes; isto ocorre, normalmente, no inverno; o Ártico está mais frio e temos a expansão do gelo, como se pode observar na figura abaixo:
Fonte: http://www.newsweekly.com.au/articles/2008aug30_cover.html
O detalhe é que o ocorrido acima se deu no
De acordo com o IPCC (e com a boa e velha climatologia), a baixa oscilação do ONA deveria incrementar o cenário do aquecimento global. Dito de outra forma, o verão deveria reduzir a calota de gelo polar e vimos o contrário acontecer.
Para não parecer contraditório, o que dizem os teóricos aquecimentistas? Que as alterações climáticas ocorrem em ambas as fases.
Um ‘milagre’ da física...
[Conferir mais a respeito em: http://mitos-climaticos.blogspot.com/2005/04/relao-emprica-entre-ona-e-o-estado-do.html]
De acordo com o gráfico acima, em meados do século, o índice ONA é moderado e, por vezes, negativo com baixos contrastes térmicos e temperatura média próxima da normal.
O cenário muda a partir do final dos anos 70, com intensificação do índice ONA. No entanto, não se trata de aquecimento a partir do AMP, mas da intensificação do choque com as massas de ar quente provenientes de sudoeste, no caso europeu. Confira:
Fonte: http://resistir.info/climatologia/impostura_cientifica.html#cap_5
Tuesday, September 23, 2008
Amputando a variabilidade

Considere o período de 1880 em diante.
E como o NOAA o representou:

A diferença entre os gráficos é que o de Al Gore – o 1º - mostra uma estabilidade muito maior até o inicio do século XX, enquanto que o da NOAA não, evidenciando uma variabilidade maior e um aquecimento bastante recente a partir dos anos 80.
Se voltarmos mais de 1.000 anos, a temperatura teria sofrido aumentos similares ao atual – 2.500, 4.000, 5.200, 8.700 e 11.000 anos atrás. Lonnie Thompson em seus estudos sobre glaciares identificou muitos desses períodos quentes: http://www-bprc.mps.ohio-state.edu/Icecore/Abstracts/Thompsonetal-climatic-change-2003.pdf .
Sem falar na linha reta genérica que Al Gore retrata para o milênio passado. Irreal, para não dizer picaretagem...
Monday, September 22, 2008
So Much for Global Warming
By Phil Brennan
Are the world's ice caps melting because of climate change, or are the reports just a lot of scare mongering by the advocates of the global warming theory?
Moreover, a Feb. 18 report in the London Daily Express showed that there is nearly a third more ice in Antarctica than usual, challenging the global warming crusaders and buttressing arguments of skeptics who deny that the world is undergoing global warming.
Thursday, September 11, 2008
Entorpecimento Global
Quando um atleta supera mais obstáculos, maior é seu crédito. Analogamente, o mesmo se dá com uma teoria que resiste a diversas tentativas de refutá-la.
Pesquisadores do Instituto Leibniz de Ciências Marinhas desenvolveram um modelo de ciclos de temperatura oceânica, cujos resultados diferem do atual ‘consenso’.
Portanto, quando se ‘prova’ que a Terra está esquentando (ou esfriando) depende, tão somente, das fontes utilizadas. Esta é a ‘prova’ que se tem.
Por exemplo, em duas fontes pesquisadas, se concorda com a tendência da temperatura global até 1998, mas se diverge sobre a mesma a partir desta data. O centro meteorológico britânico de Hadley afirma, no entanto, que as temperaturas estão em declínio.
Compare os gráficos de Hadley e da NASA:
O que isto revela? Ou, ao menos, sugere? Se a variação climática não é, claramente, ascendente ou descendente, temos um “efeito elástico”. Isto pode nos indicar um padrão, mesmo como imagem metafórica, de que o clima varia ora subindo, ora descendo suas temperaturas médias. A questão, portanto, é observar o que ocorrerá no longo prazo. E, ainda, o quão longo deverá ser este prazo...
Os dados da NASA, por sua vez, mostram temperaturas ascendentes mais ‘firmes’. Já, outras fontes, como os satélites UAH e RSS revelam redução da média térmica na última década. E as temperaturas atuais ficam pouco acima da média das três últimas décadas.
Observe os gráficos seguintes:

Qual a origem de toda esta divergência? Os cientistas são incapazes de entrar em consenso ou se tratam de premissas ideológicas por trás de tudo poluindo a ciência?
Uma dica do que acontece pode estar na mera apresentação visual do fenômeno. Comparando dois gráficos da própria NASA, um de 1999 e outro de 2007 se observa que no segundo, a imagem está mais ‘apertada’ dando a impressão de que o contraste entre baixas e altas temperaturas é maior do que de fato. Como o dado mais recente revela alta da média térmica tem-se a impressão de que o fenômeno do aquecimento está mais acirrado.
Se intencional ou não, não podemos dizer com propriedade. Mas, talvez seja só um “recurso estilístico”...
Segundo o autor, as tendências pré-1970 foram ajustadas para baixo e as posteriores para cima. Em certos anos, o ‘ajuste’ foi de 0,5 graus. Se isto, em termos globais não significa muito, em termos locais corresponde a vários graus de diferença.
Como os termômetros poderiam estar errados em 1999 e serem, corretamente, ajustados em 2007?
A NASA reeditou dados de 1930 a 1999. Só que a probabilidade de subir ou descer é de 50/50. Segundo o autor da matéria, se priorizou o aumento. Por quê? É a questão.
NASA staff have done some recent bookkeeping and refined the data from 1930-1999. The issues has been discussed extensively at science blog Climate Audit. So what is the probability of this effort consistently increasing recent temperatures and decreasing older temperatures? From a statistical viewpoint, data ecalculation should cause each year to have a 50/50 probability of going either up or down - thus the odds of all 70 adjusted years working in concert to increase the slope of the graph (as seen in the combined version) are an astronomical 2 raised to the power of 70. That is one-thousand-billion-billion to one. This isn't an exact representation of the odds because for some of the years (less than 15) the revisions went against the trend - but even a 55/15 split is about as likely as a room full of chimpanzees eventually typing Hamlet. That would be equivalent to flipping a penny 70 times and having it come up heads 55 times. It will never happen - one trillion to one odds (2 raised to the power 40.)
(…)
Particularly troubling are the years from 1986-1998. In the 2007 version of the graph, the 1986 data was adjusted upwards by 0.4 degrees relative to the 1999 graph. In fact, every year except one from 1986-1998 was adjusted upwards, by an average of 0.2 degrees. If someone wanted to present a case for a lot of recent warming, adjusting data upwards would be an excellent way to do it.
No site da NASA, observamos que o divulgador dos dados é o proeminente Dr. James Hansen – conselheiro científico do advogado mundial do aquecimento global, Al Gore.
Mas, é mais fácil apontar influências econômicas e políticas somente por parte das petroleiras contrárias a teoria aquecimentista...
A maior parte dos dados da NASA é obtida de termômetros. Muitos dos quais ‘contaminados’ pelo aquecimento urbano (“ilhas de calor”). E há uma concentração desproporcional destes instrumentos em cidades.
A NASA também tem um número reduzido de estações no Ártico e ainda menos na África e América do Sul. Nos últimos anos, os dados foram, sistematicamente, ajustados para cima. Observe no gráfico a seguir a diferença entre os dados relatados e os originais da USHCN/NASA:

Por que os dados dos satélites UAH e RSS são mais confiáveis? Por que cobrem quase toda a Terra, exceto pequenas porções próximas aos pólos Norte e Sul.
Sua metodologia também não sofre mudanças. Permanece a mesma todos os anos. E apresentam consenso pouco variando entre si.
Em março de 2008, os dados da NASA indicaram o terceiro mais quente da história. Mas, os dados dos satélites RSS e UAH evidenciaram-no como o mais frio do hemisfério sul e,


No mesmo mês, a Ásia mostrou-se mais quente do que a América do Norte, o que elevou a média do hemisfério norte. Em abril, os dois continentes resfriaram (mesmo avançando ao verão boreal). Aliás, foi um mês excepcionalmente fresco para a maioria do globo.
Os satélites têm demonstrado médias térmicas se comportando abaixo das estimativas do IPCC, próximas ou até mesmo abaixo da média dos últimos 30 anos. A exceção da NASA, cujos prognósticos caminham para o Apocalipse...
E sempre é bom lembrar que mesmo que se acabe com a ‘conveniência’ de ajustar dados, o déficit de estações meteorológicas no globo, da cobertura espacial dos satélites da NASA, ou a superestimação dos centros de pesquisas submetidos às “ilhas de calor” urbanas não inspiram confiança.
Lembremos que interesses sempre existem. Tanto “para cima” como “para baixo” das médias térmicas:
The Arctic ocean is warming up, icebergs are growing scarcer and in some places the seals are finding the water too hot, according to a report to the Commerce Department yesterday from Consul Ifft, at Bergen, Norway. Reports from fishermen, seal hunters and explorers, he declared, all point to a radical change in climate conditions and hitherto unheard-of temperatures in the Arctic zone. Exploration expeditions report that scarcely any ice has been met with as far north as 81 degrees 29 minutes. Soundings to a depth of 3,100 meters showed the gulf stream still very warm. Great masses of ice have been replaced by moraines of earth and stones, the report continued, while at many points well known glaciers have entirely disappeared. Very few seals and no white fish are found in the eastern Arctic, while vast shoals of herring and smelts, which have never before ventured so far north, are being encountered in the old seal fishing grounds.Fonte… Um blog “RealClimate”? Não, apenas US Weather Bureau em 1922.
Em 1924 tivemos um susto do resfriamento global, em 1933, um susto do aquecimento global. Em 1970, outro susto por um novo resfriamento e hoje, mais um susto aquecimentista. O que, realmente vivemos é o entorpecimento global.
Wednesday, September 10, 2008
Reinício do debate
O tema do “aquecimento global” está sofrendo uma revisão por pesquisadores alemães:
http://www.theherald.co.uk/news/news/display.var.2238317.0.Doubt_is_cast_over_global_warming.php
As temperaturas globais podem não subir na próxima década devido a variações naturais, contradizendo previsões anteriores.
O ciclo de aquecimento, no Mar do Norte não seria permanente, mas sofreria variações de 70 a 80 anos.
Já as temperaturas da superfície do Pacífico Tropical se manteriam estáveis de acordo com o Instituto Leibniz de Ciências Marinhas.
Writing in Nature, they said: "Our results suggest that global surface temperature may not increase over the next decade, as natural climate variations in the North Atlantic and tropical Pacific temporarily offset the projected anthropogenic warming."
O que se sugere, no entanto, é um resfriamento no Atlântico Norte.
Tuesday, September 09, 2008
Brrr... A-a-a-que-que-quecimento?

Midsummer polar ice increase 2007-2008,
http://arctic.atmos.uiuc.edu/cryosphere/
A figura ao lado mostra a expansão da calota de gelo ártico. Em pleno verão!
Matéria do http://www.newsweekly.com.au/ aponta correlações entre a atividade solar e a temperatura terrestre. E não são apenas mudanças pontuais recentes, mas mudanças históricas nos últimos 1100 anos. Entre 1645-1715, p.ex., ocorreu um período extremamente frio que correspondeu a uma baixa atividade solar. Bem antes, o Período Quente Medieval (950-1300) propiciou a colonização da Groenlândia pelos navegadores vikings que hoje está coberta por uma grossa camada de gelo.
Sunday, June 01, 2008
O que expressa a média geral?
Monday, April 07, 2008
Como debater o aquecimento?
Caro Xxxxxx,
Não sou físico, mas percebo certas tendenciosidades das matérias. É nisto que me especializei.
Em itálicos, passagens do supracitado artigo:
As idéias defendidas por Svensmark formaram o principal argumento do documentário The Great Global Warming Swindle (A Grande Fraude do Aquecimento Global, em tradução livre), exibido pela televisão britânica, que intensificou os debates sobre as causas das mudanças climáticas atuais.
Bem... Sinceramente, não assisti ao documentário por inteiro. Mas, na primeira parte, nem vi este cientista ser citado e sim, vários outros que foram entrevistados. Tenho que conferir.
"Começamos este jogo por causa do trabalho de Svensmark", disse Terry Sloan, da Universidade de Lancaster.
"Se ele está certo, então estamos no caminho errado tomando todas essas medidas caras para cortar as emissões de carbono; se ele está certo, podemos continuar a emitir carbono normalmente."
No curso de um dos ciclos naturais de 11 anos do Sol, houve uma frágil correlação entre a intensidade dos raios cósmicos e a quantidade de nuvens no céu. Mesmo assim, a variação dos raios cósmicos explicaria apenas um quarto das mudanças nas nuvens.
O Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês), em sua vasta avaliação sobre a questão feita no ano passado, concluiu que desde que as temperaturas começaram a aumentar rapidamente nos anos 70, os gases de efeito estufa produzidos pelo homem tiveram um peso 13 vezes maior no aquecimento global que a variação da atividade solar.
Muitas das bases (estações meteorológicas) utilizadas para obtenção de dados pelo IPCC são de cidades (e não, zona rural), o que, inevitavelmente, mostra uma elevação térmica. Quanto maiores são as cidades, a temperatura também aumenta. Fenômeno conhecido como "ilha de calor" gerado pela intensificação de edificações e pavimentação que reflete raios solares absorvendo o calor, além do smog gerado por chaminés e, principalmente, o tráfego. Em zonas temperadas, dependendo da estação, a diferença térmica entre áreas centrais e periferia urbanas pode chegar a cerca de 10ºC.
Até onde podemos constatar, ele não tem nenhuma razão para desafiar o IPCC - o IPCC está certo.
Ôps! Todos sempre tem "razão em desafiar". Esta é a essência da ciência. Não voltamos às dark ages para acatar de bico calado tudo que nos é impingido.
Fórum de debates, que engloba as duas perspectivas:
Hurricane Katrina (2005) – PDF – MS-Word
Hurricane Gordon (1994)
Hurricane Andrew (1992)
Hurricane Hugo (1989)
Hurricane Gilbert (1988)
Hurricane Camille (1969)
Other famous Atlantic storms (in our Hurricane History pages)
When the winds from these storms reach 39 mph (34 kt), the cyclone is given a name. Years ago, an international committee developed six separate lists of names for these storms (The History of Naming Hurricanes). Each list alternates between male and female names. The use of these easily remembered names greatly reduces confusion when two or more tropical cyclones occur at the same time. Each list is reused every six years, although hurricane names that have resulted in substantial damage or death are retired. The names assigned for the period between 1999 and 2004 are shown below. The most deadly hurricane to strike the U.S.[http://www.ncdc.noaa.gov/oa/climate/extremes/2000/september/extremes0900.html] made landfall in Galveston, Texas on September 8, 1900. This was also the greatest natural disaster to ever strike the U.S., claiming more than 8000 lives when the storm surge caught the residents of this island city by surprise.
Monday, February 25, 2008
Banho frio







