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Thursday, March 31, 2011
Monday, December 06, 2010
Assentamento e desmatamento
Conferir: Assentamentos rurais concentram desmatamento no sul do Amazonas
Isto desde a ocupação amazônica nos anos 70. É óbvio que desmata, pois agricultura, ainda mais extensiva, de baixa tecnologia se expande horizontalmente, mesmo. Já, o desenvolvimento urbano-industrial, concentrador, desmata menos e é uma alternativa que aufere maior poder de consumo e, portanto, qualidade de vida. Ao contrário dos ambientalistas-ludditas, o desenvolvimento mesmo é melhor para o meio ambiente, especialmente o amazônico.
Thursday, May 06, 2010
Embroma Agrária
Após a divulgação da pesquisa, o presidente do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), Rolf Hackbart, contestou o resultado do Ibope e prometeu divulgar, até o fim do ano, "dados confiáveis" sobre a realidade produtiva em assentamentos.
Em Ibope: 37% dos assentados não produzem nada em suas terras
Ahãm... "Até o final do ano"!! Absurdo! Como que o instituto já não os possui?
Que alquimia será adotada???
Sunday, May 03, 2009
Por que a reforma agrária não dá certo

Hidrovia do Rio Madeira construída pelos próprios produtores da região.
Já ouvi dizer que o MST “foi fundamental para que a reforma agrária começasse”, mas quem o diz, também costuma afirmar que “não há infra-estrutura para o campo para o desenvolvimento das pequenas propriedades”. Quanto à infra-estrutura, depende. Se estivermos próximos aos grandes centros, a implantação de silos de armazenamento de grãos ou estradas em áreas isoladas não é tão simples. Mais fácil seria que projetos se estabelecessem onde já é viável, o que não poderia ser feito de modo voluntarista “toma a terra e some”. Alguma contrapartida/cobrança teria que ser estipulada.
Caso tais projetos induzidos de fronteira agrícola existissem, a terra se valorizaria muito e daí, depois de 10 anos segundo a lei, não haveria como segurar o sem terra tornando-o uma espécie de servo da gleba. E ele vai se sentir compelido a vendê-la, pois é mais fácil de se capitalizar deste modo.
Nos anos 90, se eu não estiver enganado, quando Blairo Maggi ainda não era político, ele e um grupo de empresários construíram a Hidrovia do Madeira. Esta obra, por si só, viabilizou a exportação de soja do estado do Mato Grosso, o que serviu de estímulo à produção. Apóio esta forma de política liberal e garanto que outros empreendimentos similares ajudariam a tirar massas da miséria, ao contrário da relação de dependência sem geração de riquezas perpetrada pela reforma agrária desde FHC. Onde estava o estado neste momento? É melhor que nem esteja... É melhor que suma, se for para manter os programas que mantém sem sucesso. Por que não dar isenção ou redução de impostos para grupos que tomem tais iniciativas de modo autônomo. Graças ao Maggi, hoje o Mato Grosso (se eu não estiver desatualizado) ostenta a maior produção de soja do país.
[continua...]
Monday, March 10, 2008
Um “viva” pela propriedade privada
Embora o recurso ainda seja possível, a verdade é que o Tribunal Europeu dos Direitos Humanos condenou o Estado português (isto é, cada cidadão contribuinte) a pagar indemnizações a dezassete queixosos que, à data da “Reforma Agrária”, foram vítimas da ocupação ilegítima da propriedade que possuíam e que, para além disso, se consideraram indevidamente recompensados pelo Estado pelas mal feitorias que lhes fizeram e aos seus bens já lá vão três décadas. A questão da “ilegitimidade” da ocupação, da legitimidade da propriedade e da obrigação do Estado de proteger a propriedade (ao considerar o acórdão violação de uma liberdade fundamental a não protecção da propriedade privada) são úteis, decisivos e vitais. É caso para dizer que o mundo fica um nadinha menos perigoso.
E aqui, a notícia a que se refere o post:
Ou seja, quem diz que o "superestado europeu" atenta contra a liberdade, literalmente, não sabe do que fala.
Thursday, April 26, 2007
A "função social" da picaretagem
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The Americas
Agrarian reform in Brazil
This land is anti-capitalist land
Apr 26th 2007 ASSENTAMENTO MANOEL NETO AND BRASÍLIA
From The Economist print edition
An erstwhile fight to end rural feudalism is becoming a political campaign against agribusiness
AP
The Americas
Agrarian reform in Brazil
This land is anti-capitalist land
Apr 26th 2007 ASSENTAMENTO MANOEL NETO AND BRASÍLIA
From The Economist print edition
An erstwhile fight to end rural feudalism is becoming a political campaign against agribusiness
AP

Conflict in the countryside has ebbed but hardly stopped (see chart). For the MST, the demand for land reform is nearly bottomless and the conflict with industrial farming irresolvable. Mr de Oliveira reckons that 5m families—around an eighth of the population—are candidates for land redistribution. “Monocultures” like eucalyptus for paper, sugar cane for ethanol and soya degrade the environment, reduce the food supply in Brazil and drive labourers and small farmers off the land, he claims.

