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Wednesday, September 25, 2013
Farc no Brasil - 1
Captura de guerrilheiro revela base das Farc no Brasil http://www.estadao.com.br/noticias/geral,captura-de-guerrilheiro-revela-base-das-farc-no-brasil,552510,0.htm via @estadao
Tuesday, November 06, 2012
Saturday, October 16, 2010
Mais concorrência, menos violência
Análise surpreendente sobre o narcotráfico mexicano e a relação com os EUA:
"Para ayudar a México a lidiar con este problema "antimonopolio", EE.UU. debe reconocer que es mejor que exista competencia en el sector de los narcóticos en lugar de agrupaciones monopólicas que amenazan el Estado y pueden migrar hacia el norte. Sin embargo, esto requiere de una mayor flexibilidad de las autoridades antidrogas de EE.UU."
México: la economía del narcotráfico | AméricaEconomía - El sitio de los negocios globales de Améric
Durante los últimos 40 años, la única razón para la existencia de la política exterior antinarcóticos de EE.UU. ha sido acabar con la oferta, para reducir la demanda interna. Claro, cuando les salió el tiro por la culata y los carteles colombianos se volvieron más poderosos, Bogotá y Washington debi...
Friday, September 03, 2010
Transcocalera é desnecessária
Este argumento não procede. A droga, seja ela qual for possui um alto valor agregado. Isto quer dizer que "ela se paga", seja lá quais forem as condições viárias.
Tanto que a droga conhecida como cocaína, produzida na Colômbia, com folhas cultivadas no Peru e na Bolívia chega aos EUA apesar de todo cerco feito pelo governo colombiano, pela ajuda americana - Plano Colômbia - etc. etc. e etc. E que eu saiba, não tem nenhuma estrada para lá - o transporte é feito por via aérea e hidroviária.
Outra coisa, ao não incentivarmos negócios lícitos que, em muitos casos, dependem sim senhor de infra-estrutura energética, viária etc., estamos corroborando para que os ilícitos vinguem, dentre eles, a droga.
Sou contra o Lula, mas nem por isto vou deixar de pensar racionalmente, i.e., em termos de racionalidade econômica.
Este spam, ao contrário do que pretende, se apoiado, ajuda os traficantes de drogas.
Anselmo Heidrich
É MUITO GRAVE ...E É GRAVE PORQUE AINDA EXISTEM AQUELES (AS) QUE NÃO QUEREM ENXERGAR...ATÉ QUE UM FILHO, OU NETO, OU SOBRINHO (A) OU PARENTE DE UM AMIGO SEJA ALCANÇADO POR ESSA DROGA. AÍ VÃO CHORAR E TENTAR SABER DE ONDE VEIO E COMO.É MUITO GRAVE ...
06/07/2010
BNDES financia estrada na Bolívia que facilitará o tráfico de cocaína
Depois que José Serra apontou o governo da Bolívia de conivência com o tráfico de cocaína para o Brasil, a reação de certa imprensa se limitou ao “outro-ladismo”: falou o governo da Bolívia — para atacar Serra; falou Marco Aurélio Garcia — para atacar Serra; falou Dilma Rousseff — para atacar Serra; falou até, imaginem só!, José Dirceu, um chefe de quadrilha, segundo a Procuradoria Geral da República — para atacar Serra, é claro! Afinal de contas, o pré-candidato tucano à Presidência teve só um surto de irresponsabilidade, ou o que ele diz faz sentido? Bem, o que ele afirmou chega a ser tímido. E um tanto incompleto: A CUMPLICIDADE SE ESTENDE AO GOVERNO BRASILEIRO. E VOCÊS VERÃO POR QUÊ.
Reportagem de Duda Teixeira e Fernando Barros de Mello, na VEJA desta semana, evidencia os detalhes da cumplicidade do governo boliviano com a produção e tráfico de cocaína — íntegra para assinantes aqui. Mas faltava ver a coisa também na ponta de cá. Leiam este trecho da reportagem:
Com o auxílio do dinheiro dos contribuintes brasileiros, ficará ainda mais fácil para os traficantes colocar cocaína e crack nas ruas das nossas cidades. Em agosto do ano passado, na Bolívia, o presidente Lula, enfeitado com um colar de folhas de coca, prometeu um empréstimo de 332 milhões de dólares do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para a rodovia Villa Tunari - San Ignacio de Moxos. Na ocasião, a segurança de Lula não foi feita por policiais, mas por centenas de cocaleiros armados com bastões envoltos em esparadrapo. Com 60 000 habitantes, a cidade de Villa Tunari é o principal centro urbano de Chapare.
A rodovia, apelidada pelos bolivianos de “estrada da coca”, cruzará as áreas de cultivo da planta e, teoricamente, deveria fazer parte de um corredor bioceânico ligando o porto chileno de Iquique, no Pacífico, ao Atlântico. Como só garantiu financiamento para o trecho cocaleiro, a curto prazo a estrada vai favorecer principalmente o transporte de cocaína para o Brasil. O próprio BNDES não aponta um objetivo estratégico para a obra, apenas a intenção de “financiar as exportações de bens e serviços brasileiros que serão utilizados na construção da rodovia, tendo como principal benefício a geração de empregos e renda no Brasil”. Traduzindo: emprestar dinheiro para a obra vai fazer com que insumos como máquinas ou asfalto sejam comprados no Brasil. O mesmo efeito econômico, contudo, seria atingido se o financiamento fosse para uma obra em território nacional.
Na Bolívia, suspeita-se que o financiamento do BNDES seja uma maneira de conferir contratos vantajosos a construtoras brasileiras sem fiscalização rigorosa. Os promotores bolivianos investigam um superfaturamento de 215 milhões de dólares na transcocaleira. “Essa rodovia custou o dobro do que seria razoável e não tem licenças ambientais. Seu objetivo é expandir a fronteira agrícola dos plantadores de coca”, diz José María Bakovic, ex-presidente do extinto Serviço Nacional de Caminhos, órgão que administrava as rodovias bolivianas. Desde que Morales foi eleito, Bakovic já foi preso duas vezes por denunciar irregularidades em obras públicas. As mães brasileiras não são as únicas que sofrem com a amizade do governo brasileiro com Morales.
As provas da ajuda de Evo Morales ao narcotráfico
Depois da eleição de Morales, a produção de cocaína e pasta de coca na Bolívia cresceu 41%
A quantidade de cocaína que entra no Brasil pela fronteira com a Bolívia aumentou 200%
Morales é presidente de seis associações de cocaleiros da região do Chapare, seu reduto eleitoral
Ele quer ampliar a área de cultivo de coca para 21 000 hectares. Para atender ao consumo tradicional, como o uso da folha em chás e cosméticos, basta um terço disso
Expulsou a DEA, agência antidrogas americana, que dava apoio à polícia boliviana no combate ao tráfico
A pedido dos cocaleiros, Morales acabou com o projeto que ajudava agricultores a substituir a coca por plantações de banana, melão, café e cacau.
http://www.brasilverdade.org.br/?conteudo=canal&id=694&canal_id=21
Sunday, June 20, 2010
Sunday, May 30, 2010
Coca
Um padrão que se repete: quando extinguiram o Cartel de Medellín matando Pablo Escobar, o narcotráfico se pulverizou na Colômbia e agora com o combate às Farc na Colômbia, a produção de cocaína cresce na Bolívia podendo ser superada pelo Peru.
--
Cf.: La coca se dispara
Wednesday, January 13, 2010
Camaradas de carreira
| The Americas: Castro Is Shocked! Shocked! to Find Drug-Dealing Comrades | 1989-06-23 |
| The Wall Street Journal By Rachel Ehrenfeld While "perestroika" makes headway in the Soviet Union and other East Bloc countries, and while Communist China is cleaning house in Beijing, "spring cleaning" is taking place in Havana. "The true revolution cannot leave unpunished those who violate its principles" said Granma, the Cuban Communist Party's newspaper. The editorial was providing the "correct interpretation" of the extraordinary arrest of war hero Gen. Arnaldo Ochoa Sanchez and seven accomplices on charges of corruption and international drug trafficking. Until Gen. Ochoa's indictment, Fidel Castro had denied vehemently that any Cuban official was involved in the world drug-trafficking network. Gen. Ochoa, who had fought in Ethiopia, Nicaragua and lately in Angola, had been away from Havana for a long time, and it is doubtful that he was involved in drug trafficking. More to the point, there is small chance that either Gen. Ochoa or his most notable co-defendant, Brig. Gen. Patricio de la Guardia -- commander of an elite Special Forces brigade, answering directly to Fidel -- could have been involved in trafficking without Fidel's approval. Fidel's admission that Cuban officials are involved in the drug business, after 30 years of uncompromising promises that no one in Cuba could possibly be involved in the drug trade, falls on a few willing ears. Senate Foreign Relations Committee Chairman Claiborne Pell, who visited Cuba in November, immediately commented that the arrests in Cuba ". . . could open the way to mutually beneficial cooperation between the United States and Cuba in narcotics trafficking that is taking place in the sea and air space that we share." Such talk must please Fidel. Short on foreign currency, and possibly experiencing some difficulties in obtaining more loans from the Soviet Union, Fidel needs a new source to bail him out. Sen. Pell seems to be attentive to Fidel's needs. But can anyone really fall for Fidel's portrayal of himself as a anti-drug crusader? Jose Blandon Castillo, a former intelligence aide to Panama's de facto dictator Gen. Manuel Noriega, provided well-documented evidence in January 1988 that enabled U.S. prosecutors in Miami to indict Gen. Noriega for his involvement in drug-trafficking activities. In addition, he provided firsthand information on Fidel's direct involvement in the drug business. Mr. Blandon described how he was sent to Havana by Gen. Noriega to arrange for Mr. Castro's intervention in a dispute between Gen. Noriega and the Medellin drug cartel. After Gen. Noriega visited Havana and met with Fidel, the dispute was settled. Mr. Blandon found Mr. Castro eager to cooperate: ". . . Fidel feared that Noriega would be replaced in Panama. . . . Fidel Castro made Panama a window . . . an opportunity for business, in order to get Western technology and in order to export some of his goods from Cuba." Apparently that window is closing rapidly as Gen. Noriega's multimillion-dollar bank records are being exposed. On Tuesday, just two weeks after British authorities released to U.S. authorities records of Gen. Noriega's accounts at the infamous Bank of Credit and Commerce International in London, Fidel announced that at least 18 Cuban diplomats and civil servants working in Panama were being brought home where they, too, would be charged with drug-related offenses. Is it at all probable that Fidel is cracking down on scheming that has been taking place behind his back, despite being lord over one of the tightest internal security networks in the world? Or are his current actions merely a smoke screen to cover what had been (until Gen. Noriega's operations were uncovered) a longstanding policy? Documented evidence demonstrating Cuba's role in drug trafficking to the U.S. dates back to 1961. According to a secret Drug Enforcement Agency intelligence report (which was leaked to the press on March 31, 1982), a meeting took place in Havana in which Ernesto Che Guevara, then president of the National Bank of Cuba, Capt. Moises Crespo of the Cuban secret police, and Salvador Allende, then a senator from Chile, were among the participants. The subject under discussion was the creation of a drug network that would smuggle drugs from Latin American countries through Cuba to the U.S. Many other well-documented charges exist, including the following: -- In an interview with Colombian reporters in October 1982, Fidel described Jaime Guillot Lara as a good friend of Cuba. Mr. Guillot Lara, a convicted Colombian criminal and drug trafficker was indicted on Nov. 15, 1982, together with four Cuban officials, two of whom were close aides to Fidel-Fernando Ravelo Renedo, a former Cuban ambassador to Colombia, and Gonzalo Bassols Suarez, a former minister-counsel of the Cuban Embassy in Bogota. Mr. Guillot Lara and the Cuban officials were charged with operating a major Cuban-Colombian drugs-for-arms operation since 1975 in which a Colombian narcotics ring was used to funnel arms as well as funds to Colombian M19 guerrillas. -- On Feb. 16, 1988, a federal grand jury in Miami returned a sealed indictment against 17 people who used Cuba as a station to smuggle cocaine from Colombia to south Florida. The indictment (leaked to the press) said, "Nearly a ton of cocaine {has been moved} through Cuba with the aid of Cuban military and government officials." It documented a Cuban-flown Soviet MiG fighter escorting a drug plane and, in another instance, Cuban military personnel unloading and moving drug cargo. The operation was carried out with the help of the Cuban air force, coast guard and the Direccion General de Inteligencia (the Cuban intelligence agency. -- On March 23, 1988, Maj. Florentino Azpillage Lombard, former Cuban chief intelligence officer in Czechoslovakia, who defected in Vienna in June 1987, revealed that Cayo Largo -- a small resort island south of mainland Cuba where fugitive Robert Vesco lives under the hospitality of the Cuban government -- has been used for drug-trafficking purposes at least since 1978. Maj. Azpillage also said that no drug-related activities can be carried out without Mr. Castro's personal approval because Fidel himself supervised the activities of the troops that oversee the drug smugglers' activities. -- An indictment handed down on April 17, 1989, in Jacksonville, Fla., described Cuba's drug-trafficking activities with Mr. Vesco and Carlos Lehder, formerly one of the leaders of the Medellin cartel, who operated at the time from Nicaragua. The indictment states that Mr. Vesco arranged, at Mr. Lehder's request, passage of planes carrying cocaine from Los Brasiles Air Force Base near Managua to Corn Island in Nicaragua, and from there over Cuba to Andros Island in the Bahamas on its way to Miami. Fidel's admission that Cuban government officials are involved in the international drug trade contradicts 30 years of denial. Apparently some U.S. senators and congressmen are willing to believe that Fidel has become a crime fighter, in spite of the public record. But will the American people really believe that the leopard could change his spots? --- Ms. Ehrenfeld, a fellow at Freedom House, is writing a book on the international drug trade, which is to be published by Basic Books | |
http://www.public-integrity.org/art
Friday, January 01, 2010
México: narcoterroristas
31/12/2009 - 13:10
México: DEA alerta ante posibles ataques de grupos narcoterroristas

Según la DEA, los atentados podrían concretarse en ocho estados.
La agencia estadounidense advirtió sobre la posibilidad de que carteles del narcotráfico preparen ataquen contra fuerzas federales y estatales, y blancos civiles. Los objetivos serían plazas comerciales, puentes y estaciones de metro y autobuses.
AMÉRICAECONOMÍA.COM
México D.F. Los carteles del narcotráfico que operan en México podrían estar preparando ataques contra las fuerzas federales, estatales, locales, e incluso contra “blancos civiles” advirtió la Agencia Antidrogas de Estados Unidos (DEA).
Según un informe interno de la entidad estadounidense, estos hechos podrían concretarse en Michoacán, Nuevo León, México, Chihuahua, Sinaloa, Durango, Zacatecas e incluso el Distrito Federal.
Los objetivos del narcoterrorismo serían plazas comerciales, puentes y estaciones de transporte público como el Metro y terminales de autobuses, indicó El Universal.
También podrían efectuar en eventos masivos para celebrar las fiestas de fin de año.
El trabajo de la DEA no explica cuáles serían los motivos particulares de estos planes.
Además, el documento alude a una alerta que efectuó a México para el 1 de enero, en donde estarían involucrados Los Zetas
La Agencia advirtió a los gobiernos de EE.UU. y México un posible aumento de la violencia entre diciembre de 2009 y febrero de 2010.
Ataque a hospital en Tijuana. Mientras, la Procuraduría General de Justicia del Estado (PGJE) realiza las indagaciones por un atentado a balazos contra un hospital privado y una compra-venta de autos en Tijuana, señaló El Financiero.
Se está investigando si los hechos tienen relación con el crimen organizado, pues el dueño de ambos lugares el año pasado fue secuestrado y posteriormente liberado.
La fiscalía estatal no reportó muertos ni heridos.
Sunday, July 26, 2009
Friday, April 03, 2009
Rússia e narcotráfico - 2
Em Criminals of the world, unite and take over
"For Misha Glenny, a journalist specializing in the Balkans and author of the new book 'McMafia: A Journey Through the Global Criminal Underworld,' the smuggling operation was a prime example of what he calls the "internationalization of organized crime," a phenomenon that has flourished over the past two decades. Estimates suggest that crime accounts for almost one-fifth of the planet's gross domestic product, he reports, and "McMafia" is a sprawling, pell-mell tour of the world's shadow economies, ranging from Russia to Israel to the Mideast, as well as India, Africa and Latin America. Glenny even makes it to western Canada, a seemingly mellow region that, due to the proliferating industry of marijuana cultivation, "is home to the largest per capita concentration of organized criminal syndicates in the world."(...)The reasons for this outrageous blossoming of so many flowers of evil are, according to Glenny, essentially twofold. 'The collapse of ... the Soviet Union is the single most important event prompting the exponential growth of organized crime around the world in the past two decades,' he writes. A key event in that breakdown was the bizarrely selective deregulation of the Soviet economy. The officials under Boris Yeltsin who executed this 'reform,' for reasons not entirely clear, liberalized the prices of everything but Russia's natural resources: oil, gas, diamonds and metals. Those lucky enough to get ahold of these commodities at the artificially low, state-mandated prices could turn around and sell them at market rate to the rest of the world. The result was the overnight creation of a generation of Russian oligarchs and 'quite simply the grandest larceny in history.'"
Friday, March 20, 2009
Corrupção mexicana e narcotráfico cubano[i]

O refugiado cubano que conseguir chegar às praias americanas recebe asilo automático por um ano que se pauta em uma revisão de 1995 da “Lei de Ajuste Cubano de 1966”. Conhecida como “Wet-Foot, Dry-Foot”, a política de refugiados cubanos diz que são devolvidos ao seu país se forem apanhados pela guarda costeira. Mas, se o cubano pisar na praia (dry-foot), normalmente, é concedido asilo político. Assim, lhe é permitido ter residência após um ano e um dia ser processada a lei. Um exame médico completo e uma avaliação de ameaça terrorista iniciada pelo Immigration Customs Enforcement (ICE).
As restrições técnicas da polícia resultam num lucrativo contrabando para o Cartel do Golfo do México (Los Zetas), que oferecem aos cubanos, transporte e função de ‘coiotes’ para envio da droga a partir do resort mexicano de Cancun ao Texas.
Organizações do sul de Miami – Alpha 66 e a Cuban American National Foundation (CANF) – são classificadas como ‘terroristas’ pelo governo cubano, acusadas de pagar taxas de US$ 7.000 por cada imigrante cubano aos Los Zetas.
Ambos os grupos recebem dinheiro de familiares e amigos para ajudar seus compatriotas a ganhar passagem aos EUA através do México. Mas, se capturados, os contrabandistas podem ganhar dez anos de prisão em Cuba.
Proprietários de barcos de alta velocidade que os têm ancorados em uma base regular são alvo de roubo por contrabandistas. Quando estão abastecendo em algum ponto do Golfo do México são interceptados e os contrabandistas são levados à região mexicana de Quintano Roo.
Frequentemente, a marinha mexicana apreende o traficante e os cubanos. O barco é então, confiscado e colocado na base naval em Isla Mujeres.
Wednesday, March 18, 2009
Rússia e narcotráfico
Saturday, February 16, 2008
Multinacional
Segundo artigo do The Guardian, o crime organizado movimenta 2 trilhões de dólares anualmente. Estamos falando de um montante equivalente ao PIB da Grã-Bretanha ou duas vezes o orçamento mundial gasto com defesa. Isto seria o suficiente para nos alertar do perigo da falta de legalidade, de estados fracos e incipiência de nossas instituições nos países em desenvolvimento. Mas, as conclusões já se tornam equivocadas quando causas aparentes se tornam o pretexto para as próprias soluções, como quando se constata no referido artigo que as 225 pessoas mais ricas do mundo auferem o mesmo que 2,7 bilhões de indivíduos, os mais pobres do globo, o que equivale a 40% da humanidade. Que propõem? Uma redistribuição socialista dos ganhos individuais? O que estes "225" geram de riquezas, pois devem ser, provavelmente, empresários dentre outros? Nada se comenta, mas se julga de antemão.
Sunday, October 21, 2007
A César o que é de César

A efígie de Che Guevara virou um ícone para os desavisados, tolos e hipócritas ou, na melhor das hipóteses, uma mercadoria para biquinis e camisetas manchadas com o sangue das vítimas do assassino que a história se encarregou de mistificar.
No dia 17 passado, Carlos Heitor Cony comentou os 40 anos da morte de Che Guevara na BandNews. Começou “bem” lembrando os “50 anos de sua morte” e terminou “melhor ainda” dizendo que foi um herói que cometeu erros, pequenas falhas como assassinar quem discordasse dos seus propósitos revolucionários. Detalhes para quem o definiu como “maior herói do século XX”! Eu não compreendo mesmo o conceito de herói...
Para o site Vermelho: a esquerda bem informada em Goebbels inspira Veja, a revista faz parte de uma “rede mundial de comunicação neomacartista”, cuja matéria histórica “Che: há quarenta anos morria o homem e nascia a farsa” põe uma pá de cal no facínora. O site dos fosseis vivos comunistas também critica a analise de Cony porque o mesmo teria chamado Che de um “péssimo administrador”, no que está coberto de razão. Alçado ao posto de Ministro da Economia após a Revolução Cubana, Che não se adaptou e deixou Cuba para fazer o que sabia: matar ameaçando populações a adotar o modelo comunista no Congo e depois na Bolívia onde foi finalmente e, merecidamente morto.
Mas, ouvindo Cony hoje notei que sua constatação não tem boa justificativa. Che teria continuado sua sanha guerrilheira porque era um adepto da “revolução permanente” não aceitando a influência (e direção) soviética, tampouco a de Fidel. Não é bem assim, a teoria da “revolução permanente” de Trotsky não era apenas de continuar a revolução em outros paises, mas de avança-la também nos que já tinham derrubado a burguesia. Caminhando do socialismo e de sua “ditadura do proletariado” ao comunismo, a teoria original marxista, compreenderia a própria extinção do estado. Apenas lembremos que Trotsky, então Comissário de Guerra da revolução teve em seu currículo de revolucionário, a repressão à Revolta de Kronstadt em 1921, na qual milhares foram executados. Nada mais irreal, portanto, para a práxis que adotava Guevara pinta-lo como um “libertário”, antiestatista ou coisa que o valha. Ele se afinava mais com Lênin na busca pelo poder a qualquer custo do que entrega-lo as massas subordinadas pelo totalitarismo comunista. Cony erra porque é mal informado; os vermelhos do Vermelho, por sua vez, erram porque são deturpadores ou fanáticos (o que dá no mesmo).
Entre fatos e deturpações existem interpretações. Vi muitas opiniões sobre o filme Tropa de Elite, mas há algo que penso ter escapado entre os que viram a ascensão neofascista no apelo por um justiciamento e a brutalidade policial como panacéia.
O filme tem o grande mérito de tomar posição em uma sociedade, cujas opiniões costumam ser insípidas. E é disto que o filme trata, das diferentes posições assumidas e suas conseqüências, inclusive da posição de não se posicionar, do “deixa estar” estudantil justificado de modo generalizante pela corrupção policial. No filme, a idiotia esquerdófila da “vitimização social” me pareceu bem ironizada pelo debate sobre Foucault em um curso de Direito. Hilário...
Só tenho duas observações a fazer sobre opiniões recorrentes sobre o panorama tratado no filme:
1ª) A legalização das drogas acabaria com o trafico. Isto, por si só, não basta. Sei que o filme não trata, explicitamente, desta questão, mas gostaria de chamar a atenção para que ninguém interprete mal achando que se sugere que a liberação seja suficiente para conter o crime. Conter o tráfico é uma coisa, conter o crime é outra... Imagine como seria uma simples legalização em nosso país, no qual adolescentes que participam de “rachas” e matam aleatoriamente... Apesar da obrigatoriedade do teste do bafômetro ter entrado em vigor com o Código de Trânsito em 1998, quem se recusar a faze-lo pode optar por pagar uma multa. O que não ocorreria se o consumo de maconha ou cocaína for legalizado? E se tratar de “celebridades”, a coisa fica pior ainda. Se a lei é permissiva com os erros de alguns, se abre um precedente para todos.
Mesmo na referenciada Holanda, onde o consumo de maconha é permitido, não se pode faze-lo em qualquer lugar de modo incondicional. O consumo fora de casa ou dos cafés é crime há mais de oito anos e, além disto, o país assiste há uma tendência inversa, de fechamento deste tipo de estabelecimento. É disto que nossa sociedade se exime. Assim como quase ninguém pensa sobre o que seria a ação contumaz de uma polícia correta e ordeira. Ou os cariocas e brasileiros em geral querem uma polícia dando batida em quem dá uma cheiradinha na Zona Sul carioca e bairros nobres de nossas metrópoles? A corrupção policial não existe no vácuo, ela é produto nosso. Se realmente queremos mudar as coisas, tem que se ir muito além da liberalização. Parafraseando o velho mestre Adam Smith “the inhabitant of the breast, the man within, the great judge and arbiter of our conduct”, a liberdade compreende grandes doses de responsabilidade ausentes em nossa cultura.
2ª) Outro dado que acho importante frisar é que com uma polícia tendo que torturar, para obter informações
urgentes, o caso do protagonista do filme, o Capitão Nascimento é sintomático. Não foi a tortura que o levou a uma momentânea perturbação, mas o fato de ter libertado um informante que, sob coação, denuncia comparsas levando-o ao inevitável destino de cruzar o Hades. Sua crise se agrava com a acusação feita por uma mãe de que eles, os policiais mataram seu filho ao liberta-lo. Dentro do raciocínio do policial, a avaliação da mãe corrobora o que pensa sobre ser conivente com o tráfico: em uma das ações retratadas, o mesmo capitão esfrega o rosto de um consumidor no peito aberto de um dos traficantes pelas balas do BOPE acusando-o de ser responsável por sua morte. Outro mérito do filme é este, não cria heróis, mostra valentia mesclada com brutalidade convivendo com o erro.Nossa sociedade não prescinde da tortura como método recorrente, infelizmente, porque se trata de uma guerra. Mas, é disto que se trata. A guerra é anarquia, falta de lei e império da corrupção. Com uma esquerda hipócrita (redundante, não?) e uma direita obtusa que vê o combate à corrupção como “perfumaria” estamos em maus lençóis.
Em nosso fantástico país, a morte de policiais não rende paginas de jornal nem consideração nenhuma por parte de jornalistas ou membros da elite cultural, artistas, personalidades ou celebridades. Em paises civilizados, por mais que se desgoste da policia, pelo menos subsiste um certo pensamento utilitarista quando um policial é morto: “se um bandido tem a audácia de assassinar um policial, imagine o que ele não faria comigo!” Por outro lado, a morte de um verme sanguinolento há 40 anos atrás na Bolívia provoca um rosário de lamúrias de tontos e imbecis que não são capazes sequer de entender o que significa defender a vida alheia. Cultuam assassinos, mas quando seus bens ou vida são ameaçados não titubeiam em clamar pelas “forças de repressão”.
Se o mérito pelos policiais desviarem as balas que seriam destinadas a nós ainda não encontra consenso por alguns, o mérito de Che já foi devidamente assegurado com um tiro de misericórdia no peito.
Wednesday, December 27, 2006
Gestão Democrata e América Latina
Joseph Biden, quien presidirá a partir de enero el Comité de Relaciones Exteriores del Senado, declaró ayer que el Congreso controlado en ambas cámaras por el Partido Demócrata dará "una atención mucho mayor" a los temas de América Latina que la prestada por los republicanos.
Esos temas están relacionados con la política de Estados Unidos en los países andinos contra las drogas, en Venezuela sobre el populismo del presidente Hugo Chávez, en México sobre múltiples temas bilaterales y otros países que tienen sus propios problemas, dijo Biden en una conferencia telefónica.
"(América Latina) ha sido esencialmente ignorada", declaró refiriéndose a la política seguida en los últimos seis años por el presidente George W. Bush. "No podemos hablar un mismo lenguaje sin una política clara".
"Los temas de interés (con Latinoamérica) no están únicamente relacionados con la lucha antidrogas", dijo Biden. "Tienen que ver con inmigración, petróleo, democracia (...)".
"Lo que vamos a ver es una atención mucho mayor tanto en el Senado como la Cámara de Representantes sobre Latinoamérica en los próximos dos años", afirmó el senador por Delaware.
Biden, quien reemplazará al republicano Richard Lugar al frente del Comité de Relaciones Exteriores del Senado estadounidense, tendrá un peso decisivo al frente del comité senatorial en materia de política exterior, sin embargo, las decisiones finales en este campo serán adoptadas por la Casa Blanca.
El senador demócrata formuló sus comentarios sobre América Latina dos días antes de la partida de una delegación de seis senadores -dos de ellos republicanos- en visita de trabajo por Bolivia, Ecuador y Perú.
La visita estaba siendo preparada desde antes de las elecciones legislativas de noviembre, pero al perder los republicanos el control del Congreso los integrantes del grupo variaron sustancialmente.
Este no sólo será el primer viaje de su tipo en años a América Latina, sino también una rara ocasión en que uno de sus integrantes, Harry Reid, será el líder de la mayoría senatorial a partir de enero, en cuya condición se convierte en el legislador que señala los temas de debate en las sesiones plenarias.
La delegación senatorial no incluyó en este viaje a Colombia. La razón obedece a que los legisladores demócratas han criticado fuertemente los US$ 4.000 millones destinados a la lucha contra el narcotráfico en el país sudamericano, sin que se aprecie en Estados Unidos una reducción importante de la oferta de droga.








